Now Is Good
36 No caminho certo
Notas iniciais
Não muito longe da prefeitura a xerife também estava atolada de coisas para assinar, mas estava muito longe de se irritar com todo aquele trabalho, parecia que havia passado tanto tempo longe de tudo aquilo, sentira mesmo falta. Ela almoçava sanduiches com Jefferson, enquanto contava a ele as novidades.
– Eu não posso acreditar que aquela gata da prefeita gosta de mulher. – Ele diz inconformado.
– Ei, não se esqueça de que a mulher dela, esta aqui. – Emma diz rindo, levando na brincadeira.
– Não está mais aqui quem falou. – Jefferson diz rindo e levantando a mão em rendição.
– Acho bom. – Emma sorria abertamente.
– Mas me conta direito essa história de ir morar com ela e adotar uma criança. – Ele pede e a loira conta a ele toda a história de Roland e sobre o pedido de Regina para que ela se mudasse para sua casa, e o homem não poderia estar maus surpreso com tudo aquilo, nunca imaginara em sua vida que a prefeita toda posuda era lésbica. Enquanto conversavam, agora sobre o que havia acontecido em Storybrooke,enquanto elas estavam fora, o celular de Emma toca e ao pega-lo ela pode ver o rosto de Regina na tela.
– Oi amor. – Ela disse sorrindo no telefone, enquanto Jefferson só observava o jeito derretido da xerife.
– Como vai querida? – A morena pergunta do outro lado.
– Estou ótima, com bastante trabalho. E você?
– Eu também, estou cheia de trabalho. – Emma sente a voz de Regina um pouco distante, meio entristecida. – Liguei para avisar que vou ao cartório assim que sair daqui, as 17:00.
– Ta bom, vou adiantar o trabalho aqui. Você passa me pegar? To sem carro. – A loira.
– Também estou sem carro, resolvi caminhar hoje. Mas passo por ai quando estiver indo.
– Tivemos a mesma ideia hoje então. – A loira sorri, mas Regina continua em silêncio. – Amor, ta tudo bem mesmo?
– Sim, conversamos melhor a tarde querida. Tchau. – Regina nem dá tempo de Emma falar qualquer outra coisa e já desliga. Emma encara o celular em sua mão, ela sabia que havia acontecido algo que estava chateando Regina, mas esperaria até à tarde para conversa com a morena.
Emma coloca uma música para tocar no celular, e o põe no viva voz para que Jefferson pudesse ouvir também, e eles voltam ao trabalho.
Enquanto isso Regina não conseguia mais se concentrar em nada do que fazia, não conseguia tirar a imagem de Killian chorando, da sua mente e aquilo a estava corroendo por dentro. Depois de almoçar e falar com Emma, ela resolvi sair na sacada, respirar um pouco de ar puro, estava sentindo um leve desconforto no estomago, acreditando ter sido causado pelos sanduiches que comera com Belle, ela não tinha o hábito de comer essas coisas, mas não havia outra coisa que ela pudesse fazer. Ela volta ao trabalho e seu estomago estava cada vez mais embrulhado, ela sentia que ia botar tudo pra fora a cada segundo e quando teve certeza disso, correu até o banheiro e botou tudo que havia comido naquele dia, pra fora, mas ainda assim a náusea que sentia não cessou, e ela passou o resto da tarde se sentindo péssima. Alguns minutos antes de sair para buscar, ela chama por Belle e pede que a secretária lhe levasse um chá de camomila.
– Se sente melhor senhori... Regina. – Belle pergunta quando Regina termina de tomar o chá.
– Sinceramente não Belle, não sei, deve ter sido aqueles sanduiches que comemos. –A morena diz fazendo uma careta.
– Deve ter caído mal no seu estomago, por que eu estou me sentindo bem, e comemos exatamente a mesma coisa.
– Acho que sim, mas já deve passar. – Regina força um sorriso para a garota.
– Nossa, você está meio pálida. – Ela diz, quando Regina se levanta e pega sua bolsa.
– Impressão sua, só estou enjoada mesmo. – A morena dizia fazendo careta.
– Tem certeza que não quer que eu a acompanhe até a delegacia?
– Tenho sim, obrigada. –Ela dá a volta em sua mesa indo em direção a porta, sendo seguida pela garota. – Até amanha Belle.
– Até amanha senhori... Regina. – A garota se corrige novamente, ia ser meio dificio acostumar a chamar sua chefe pelo primeiro nome. – Regina sorri, e acena para todos que estavam por perto enquanto ela saia do prédio da prefeitura. A delegacia ficava próxima a prefeitura, então ela faz todo percurso tranquilamente, ignorando a sensação ruim no estomago enquanto caminhava.
Emma que estava concentrada nos papéis a sua frente, sorri quando sente mãos macias tapando seus olhos. Ela estava distraída, mas havia ouvido o som dos saltos da morena entrando em sua sala. Ela levanta suas mãos e acaricia as mãos da outra sobre seus olhos.
– Não faço ideia de quem seja essas mãos tão macias. – Ela brinca.
– E essa voz você conhece? – A morena diz em meio a um sorriso e olha pra Jefferson dando uma piscadinha como cumprimento, o homem se abre num enorme sorriso.
– Hmm, deixa eu pensar. Essa voz eu conheço, seria por acaso da senhora que é dona da minha vida? – A morena sorri e tira as mãos dos olhos da loira, no mesmo momento em que é puxada pelo braço, caindo sobre o colo da loira. – Não ganho nada por acertar?
– O que você quer ganhar? – A morena pergunta entrando no joguinho.
– O que eu quero mesmo não podemos fazer aqui. – Ele levanta uma sobrancelha para a morena, que solta uma gargalhada e olha para Jefferson na outra mesa, que estava com cara de paisagem.
– Não seja pervertida querida, o que seu parceiro vai pensar?
– Ele não vai pensar nada, não é Jeff? – A loira olha para o homem que ria do outro lado da sala. – E se você não quiser ver o beijo de cinema que vou dar em minha namorada agora, você pode fechar os olhos. – Ela diz, beijando a morena, e era mesmo um beijo cinematográfico, o contato entre os labios nunca parecia ser suficiente. Enquanto elas estavam no maior agarramento, Jefferson olhava boquiaberto a cena e no momento pensava que ter aquelas duas juntas seria o fetiche de qualquer homem.
Elas saem da delegacia pouco depois, caminhando de mãos dadas pelas ruas, a essa hora, não tão vazias de Storybrooke, e como esperado, atraíram muitos olhares curiosos e até mesmo repreensivos, mas tanto uma quanto a outra fingiram não estar vendo. Regina estava animada, mas não tanto quanto gostaria, a cena com Killian ainda passava em sua cabeça. Emma havia percebido que a morena não estava muito bem, pelo telefone, e quando ela chegou para busca-la teve certeza de que algo estava errado, conversaria com ela quando saíssem do cartório.
– Emma, você falou com August sobre isso?
– Não, até esqueci-me de ligar para ele.
– Então liga agora, fala tudo pra ele. – A morena diz e a loira pega o celular discando o numero do primo.
Emma explica toda a situação para August, enquanto elas caminhavam lentamente, o primo da loira ouve toda a história e fica completamente animado com a ideia, já que ele adorava Roland, mas não poderia mesmo entrar com um processo de guarda, ele agradece a elas por fazerem isso pelo garotinho e diz que vai torcer para que dê tudo certo.
– Pronto. – Emma sorri para a namorada após desligar o telefone.
– Já? – A morena pergunta surpresa.
– Sim, August adorou a ideia amor, disse que vai torcer por nós.
– Nossa, que bom então, por um momento pensei que ele pudesse se opor.
– De jeito nenhum, o August adora aquele baixinho, e já que ele não pode ficar com ele, por que não nós, não é mesmo?
– Claro, claro. – A morena concorda com um meneio de cabeça. – Ai, acho que comi algo que me fez mal. – Regina diz com a mão livre no estomago.
– Sério amor? O que você comeu de diferente? – A loira a olha, preocupada.
– Foi só um sanduiche natural que Belle comprou para nós. Não deveria estar fazendo mal. – A morena faz uma careta, enquanto solta a mão de Emma para abrir a porta do cartório.
La dentro Regina fala com um homem sobre Roland, explicando toda situação a ele, para depois o homem lhe dar alguns papéis para assinar. Ela lê cada um deles com atenção, enquanto Emma lia as primeiras linhas e já achava o suficiente. Finalmente Regina pega a caneta e assina os papéis todos, passando-os para Emma em seguida, o homem lhes dizia que Mr. Gold havia lhes poupado de inúmeras coisas, desde a simples entrada com o pedido de adoção até a ter que comprovar minuciosamente que teriam condições de cuidar bem do pequeno. Ele dizia que com os papéis que lhes dera, a coisa toda se resumiria a ir até o juizado de menores e apresentar os documentos devidamente assinados, para que elas pudessem ter a guarda definitiva do menino. Regina sabia muito bem que se fosse pelo processo normal, ela levaria mais de um ano para conseguir a guarda de Roland, e poderia nem conseguir, a julgar que Emma e ela estavam fazendo isso juntas, as coisas poderiam se tornar muito maus burocráticas, pó se tratar de uma adoção homoafetiva, no entanto Mr. Gold havia conseguido isso para ela em apenas um dia, ela não o suportava, mas sabia que ela deveria agradecê-lo devidamente.
– Bom, então é só isso senhora prefeita, se preferir pode mandar seu advogado terminar esse processo, vendo que, só precisa levar os papéis até o juizado para que eles possam fazer sua avaliação final e depois as senhoras podem vir até aqui assinar este papel. – Ele mostra a elas a certidão de nascimento com o nome de ambas.
– Mas, há algum risco de não aceitarem? – A morena pergunta preocupada.
– De maneira alguma prefeita Mills, a senhora tem todos os requisitos que eles exigem, não há motivo para negarem isso.
– Nem o fato de ser uma adoção homo afetiva?
– Nem mesmo isso. Pode ficar tranquila.
– Ok então. Obrigada. – A morena estende a mão para o homem, e em seguida Emma faz o mesmo, para depois saírem do lugar.
– Ta se sentindo melhor amor? – Emma pergunta à morena, quando elas voltam a caminhar de mãos dadas.
– Sinceramente não, acho que preciso tomar um chá e ir deitar. – Ela sorri amarelo para a loira.
– Vou te levar em casa, fazer seu chazinho, te dar um remédio, te colocar na cama e depois vou pra casa.
– Não vejo a hora que você venha morar comigo. – A morena aperta a mão da namorada.
– Eu também não.
– Na verdade, ainda não entendi por que ainda não fez isso, senhorita Swan. – A morena diz.
– Verdade, nem eu. – Elas sorriem. – Vou passar essa semana com meus pais, e semana que vem eu venho. – Elas haviam chegado, e Regina procurava a chave dentro da bolsa.
Elas entram e como prometido, Emma faz com que Regina vá direto para cama, depois vai até a cozinha, prepara um chá, e pega um comprimido para enjoo, levando ambos para a morena, mas quando entra no quarto, Regina não estava na cama.
– Amor? – Ela deposita a xícara e o comprido na cômoda e se senta na cama, esperando por Regina.
A morena sai do banheiro alguns minutos depois, pálida e cambaleante.
– Amor. – Emma corre até ela passando os braços envolta de sua cintura. – O que você tem amor? – A voz da loira beirava o desespero, enquanto ela levava o corpo mole da morena até a cama.
– Eu... eu não sei. – Regina engole em seco, não conseguindo sustentar o peso de seu próprio corpo.
– Deita aqui. – A loira deita Regina sobre a cama, e se senta ao lado dela, pegando o jarro com água que sempre tinha na cômoda de Regina, e enchendo um copo, levando até os lábios da morena. – Aqui amor, toma isso, vai ajudar. – Ela vira o líquido lentamente na boca de Regina.
– Obrigada. – Regina tenta sorrir, mas não consegue. Ela deixa seu corpo cair novamente sobre a cama.
– Acho que isso pode ser o efeito colateral dos remédios amor, vou ligar pro Whale. – Regina nem se opõe, estava sentindo uma fraqueza tremenda.
Emma levanta-se e liga para Whale, sem nunca tirar os olhos da morena, ela explica tudo que Regina sentia, para o médico, e ele confirma suas suspeitas, de que era sim o efeito colateral dos remédios que a morena estava tomando, ela agradece a ele e desliga o telefone.
– Amor, é por causa dos remédios mesmo. Lembra que o doutor Henry falou que você podia sentir algumas coisas desse tipo? – A morena balança a cabeça levemente, afirmando. – Ele disse que isso vai piorar um pouco. – A loira diz pegando a mão da morena e apertando. Regina solta um longo suspiro. – Amor, eu vou vir ficar com você hoje mesmo, vou pedir para alguém trazer algumas roupas minhas, e amanha vou buscar o resto. – A morena também não se opõe a isso, queria Emma com ela.
– Falei com Killian hoje. – A morena tinha a voz fraca.
– Então por isso senti sua voz estranha no telefone.
– Só foi ruim vê-lo daquele jeito. Mas agora não devo nada a ninguém mais. – A morena sorri de leve e a loira retribui.
Emma pega o telefone e liga para sua mãe explicando toda a situação, Mary claro, não gostara muito da ideia de sua filha sair de vez de casa, mas sabia que não adiantaria ir contra, por que ela acabaria tendo problemas com Emma, e ela não queria isso. Ela concorda em levar algumas peças de roupas para a filha na mansão da prefeita. E assim ela faz, leva as roupas para Emma e aproveita para ver como Regina estava, não se demorando muito. Emma nem se dá ao trabalho de comer nada, ela ajuda Regina a trocar de roupa e deita com a morena na cama, Regina dizia estar sentindo apenas náuseas, mas cada vez que a morena levantava correndo para ir até o banheiro, a loira levantava-se junto e ficava na porta esperando-a. A madrugada foi um pouco mais tranquila, o estômago da morena parecia ter cansado também, e assim conseguem finalmente pegar no sono.
A semana de ambas estava sendo bastante movimentada, documentos e mais documentos para assinar. Regina já havia pedido ao seu advogado para que levasse os papéis da adoção até o juizado, portanto só precisa esperar uma confirmação. Seus dias não estavam sendo dos melhores, os efeitos dos remédios a estavam deixando péssima, eles haviam aumentado bastante, como já lhe havia sido avisado por Whale, mas ela não iria parar novamente sua vida por isso. Emma nunca virá acontecer tanta coisa naquela cidade em apenas uma semana, parecia que o povo tinha endoidado. Brigas, pequenos assaltos e até mesmo um sequestro relâmpago havia acontecido, a loira não poderia estar tendo mais trabalho do que naquela semana. E como se já não bastasse tudo isso, ver Regina sofrendo e sentindo dores não era uma de suas coisas preferidas.
O mês todo praticamente voa e as coisas continuavam movimentadas no trabalho de ambas. Emma revezava seu tempo se sobra entre seus pais e Regina, que cada dia que passava emagrecia mais, e aquilo a deixava a beira de um colapso. Já havia ligado muitas vezes para Whale e até para doutor Henry em Boston, e ambos disseram que tudo que acontecia era mais do que normal. Regina já havia ido a sua primeira consulta com o médico e para alegria delas o tratamento parecia estar surtindo efeito e as células contaminadas estavam sendo eliminadas, o que dava a elas um ânimo maior. E também o fato de que o juizado havia aceitado a adoção de Roland, que por sinal ligava quase todos os dias para falar com elas, ele estava empolgado e não via a hora de se mudar para Storybrooke, o que só não havia feito ainda, por que August pediu mais alguns dias com o garotinho, e apesar dos pesares, elas estavam felizes.
Duas semanas depois, finalmente Emma poderia dizer que o trabalho estava tranquilo.
–- Nossa, confesso que nesse mês eu fiquei cansada. – A loira diz a Jefferson enquanto analisavam as anotações de uma investigação.
– Com razão, não paramos por nada. Parece até que estavam esperando você voltar para aprontarem.
– Nem me fale. – A xerife diz esticando o corpo. – Bom, eu já vou indo, August chega hoje com Roland. Regina ta que não se aguenta. – Ela sorri, organizando a papelada em sua mesa.
– Eu posso imaginar mesmo. Ela quer tanto isso né?
– E como. – A xerife termina de organizar suas coisas e pega as chaves de Herbie. – que passar em casa pegar meus pais, jantar de família hoje.
– Nossa que coisa boa.
– É sim, nos vemos segunda Jeff. – Ela diz a ele acenando e saindo.
– Até xerife.
Emma dirige Herbie até a casa dos pais, que já esperavam arrumados por ela.
– Oi family. – Ela diz abraçando a ambos de uma vez.
– Oi Filha. – David diz.
– Como você está amor? – Mary pergunta a filha.
– Estou bem. Estão prontos?
– Estamos. – Mary pega a mão de David, e eles já caminham em direção a porta.
– Então vamos que Regina deve estar parindo pelas axilas já. – Emma diz fazendo todos rirem.
Em poucos minutos eles já haviam chegado à casa de Regina e de Emma também, já que a loira havia se mudado definitivamente para lá, Mary e David já não se sentiam mais envergonhados, pois já haviam estado ali várias vezes nesse curto espaço de tempo.
– Amor chegamos. – Emma grita da sala, bem no ouvido de seus pais que a olham com cara feia.
– Não queremos ficar surdos. – David diz fingindo irritação
– REGINA. – Ela grita ainda mais alto, só para encher o saco do pai, que lhe da uma tapinha no ombro. – Amor, socorro estão me agredindo aqui. –
– Que exagero amor, foi só um tapinha que eu vi. – Regina descia as escadas enquanto falava, e todos se viram para sua direção. Emma fica com a boca aberta enquanto a morena fazia o percurso até deles, cumprimentando seus pais primeiro.
– Olá Mary. – Ela abraça a mulher e lhe dá um beijo no rosto.
– Olá Regina, você está ótima. – Mary diz sorrindo.
– Obrigada, você é quem está. – Regina retribui o sorriso a ela, indo em direção a David.
– Olá David. – Ela repete o gesto com o sogro.
– E ai norinha. – David tinha sempre que fazer graça. Quando finalmente a morena cumprimenta os sogros, ela vai até Emma que continuava olhando para ela com cara de pateta.
– O que foi Emma? — A morena pergunta parando em frente à loira.
– Mulher, você vai acabar com a minha vida ainda. – A loira diz, passando os braços pela cintura de Regina.
– Por quê? O que eu fiz?
– Por que tudo isso? – Emma afasta Regina pelos ombros e mostra seu corpo.
– O que tem de mais aqui, querida?
– Só iremos receber August e Roland amor, e você se vestiu para receber o presidente. – A loira diz arrancando uma gargalhada de Regina.
– Deixa de ser besta Emma. E além do mais iremos receber o homem no cartório também com a certidão de Roland pra assinarmos.
– Ah, tanto faz quantas pessoas vem, o que to querendo saber é porque ta toda bonitona assim.
– Emma, você quer que eu me vista como?
– Sei la, poderia ser menos chamativo, pra começar esse decote ai ta muito grande.
– Só, seu pai e August estarão aqui Emma.
– Por isso, August tem um olho muito grande. – A loira diz fazendo bico.
– Querida, para de ser besta.
– Ai ta. – A loira finalmente a beija rapidamente, antes de soltar sua cintura e subir as escadas, deixando Regina sorrindo do jeito bobo dela.
– Regina, você está com uma aparência bem melhor. Como tem passado esses dias? – Mary pergunta, chamando a atenção da morena.
– Oh, tem sido melhores. Não tenho tido tantas reações mais. – Ela sorri.
– Ai, que bom saber disso.
– Ai é um alivio para mim Mary, por que não quero deixar a prefeitura de novo, e ficar lá passando mal, não é uma coisa muito legal.
– Ah, acredito que não mesmo.
– Mas você tem direito a isso Regina. – David entra na conversa.
– Sim, eu sei. Mas já alguns dias fora, e ficou tudo acumulado, pareceu que fiquei um ano.
– Mas sua saúde vem em primeiro lugar. – Ele reforça
– Estou me cuidando direitinho, e agora meu organismo deve estar acostumando com os medicamentos, às reações diminuíram um pouco.
– Ah, já é alguma coisa né?!
– Com certeza. – Regina sorri, enquanto ouve os passos de Emma na escada.
– Amor, eles chegaram. – Emma diz com um enorme sorriso no rosto, também estava muito ansiosa para ver Roland de novo. Regina pula do sofá com um sorriso de orelha a orelha. Logo em seguida elas ouvem o som da campainha. Finalmente o pequeno vinha para ficar.
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