Now Is Good
49 Está na hora.
Notas iniciais
CONTINUAÇÃO DAS NOTAS INICIAIS
Gente mas será possível? Toda vez essa palhaçada do Nyah não querer exibir minhas notas completas, eu eim. u.u Aqui vai o restante...
Sobre o capítulo, ele ta uma graça gente, e foi um dos que mais gostei de escrever, espero que vocês gostem tanto quanto eu :)
E tem personagem novo na área huhuhu :)
Boa leitura *--*
FIM DAS NOTAS INICIAIS
[...]
Na manhã seguinte, Emma e Regina ainda dormiam quando ouvem o som da campainha tocando.
– Ah, qual é? – Emma reclama e coloca o travesseiro na cabeça.
– Vai abrir. – Regina diz com a voz sonolenta.
– Ah, vai você.
– Estou sem roupa, Swan.
– Eu também estou. – A loira protesta.
– Ok, eu vou ir lá pelada. – Regina faz menção de levantar-se, mas Emma a segura pelo braço.
– Você não tá nem louca de fazer isso. – Regina se solta das mãos de Emma, e levanta nua da cama, caminhando em direção à porta. – Ta bom, você ganhou, eu vou. – Emma grita antes que a morena saísse do quarto. Regina volta para a cama com um sorriso vitorioso nos lábios, enquanto Emma veste sua roupa, emburrada.
Ela desce para atender a porta, e quando abre Mary está parada do outro lado mau humorada.
– Emma, vocês estão loucas? Olha que horas são, não me vá dizer que estavam dormindo? –Mary diz entrando irritada na casa.
– Bom dia pra você também. – Emma diz fechando a porta.
– Cadê a Regina, vocês estão atrasadas. Cadê o Roland? – A mulher estava apavorada.
– Mãe relaxa, acordamos agora e já íamos sair. – Elas tinham uma sessão de massagem e algumas outras coisas que para Emma, era pura frescura.
– Juntas?
– Sim
– Mas não mesmo, cada uma vai para um lado e nada de reclamar. Dá azar ver a noiva antes do casamento, não sabem disso?- Ela diz como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
– Mas... – Emma pensa em falar, mas cala-se, sabia que não adiantaria discutir com Mary. Nesse momento Regina desce as escadas segurando a mão de Roland, que ainda estava de pijamas e todo descabelado.
– Bom dia Mary. – Regina diz tranquilamente enquanto a outra a olhava com indignação.
– Mas vocês estão ficando loucas?
– Desculpe? – Regina não entende.
– O casamento de vocês é daqui a algumas horas e vocês acordaram agora, e ainda pretendiam ir juntas?
– O que tem de mais nisso Mary, marcamos no mesmo lugar.
– Mas vocês não irão ficar juntas e muito menos ver a outra antes do casamento. – Regina olha para Emma, que sorri como quem se desculpa.
– Tudo bem então. – Regina concorda. – Aceita tomar café conosco, Mary?
– Não obrigada, só quero que vocês se apressem. – Ela diz em tom autoritário. – Emma você vai comigo e Regina uma pessoa irá vir busca-la para te fazer companhia. – Nesse momento Regina gela, ela pensou em Cora.
– Quem? – Regina pergunta soando muito séria.
– Falou ser uma amiga sua.
– E como você sabe disso mãe? – Emma pergunta achando a história estranha.
– Parece que ela chegou ontem á cidade, e perguntou lá no Granny’s pela Regina, e como eu estava por lá Ruby pediu que eu trouxesse ela aqui, mas no caminho eu lhe contei sobre o casamento e ela quis fazer uma surpresa.
– Qual é o nome dela? – Regina não estava gostando daquela história
– Não posso dizer, ela pediu segredo.
– Como assim mãe, uma estranha pergunta sobre a minha mulher e você não quer nos dizer qual é o nome dela?
– Ela não parecia nenhuma serial killer, Emma.
– Ai que horror.
– Ela disse que conhecia Regina de tempos passados, e só, não irei dar mais detalhes, ela que já deve estar chegando ai. – Mary cruza os braços em frente ao corpo.
Regina não ficará muito contente com aquilo, mas dadas as circunstancias não achava mais que fosse Cora. Depois de alimentar Roland, ela pede que Emma troque de roupa nele enquanto ela limpa a mesa. Alguns minutos depois, eles estavam todos prontos e a campainha toca.
– Deve ser ela. – Mary diz empolgada enquanto Regina caminha rapidamente para a porta estava num curiosidade sem fim. Ao girar a maçaneta ela se assusta e ao mesmo tempo se alegra. Sua boca se abre num sorriso, e seus olhos se arregalam, e Emma vendo aquela cena fica intrigada e vai para próximo a morena rapidamente.
– Eu não acredito, Kathryn. – Regina diz e abraça a mulher a loira a sua frente. Emma observa.
– Regina, quanto tempo. – A moça responde abraçando-a de volta.
– Meu Deus, muito tempo, o que está fazendo aqui em Storybrooke? – A morena pergunta liberando-se do abraço.
– Vim a trabalho, e descobri que você vai casar então eu me convidei. – Regina faz um gesto para a mulher entrar enquanto fecha a porta atrás de si.
– Estou muito contente com isso, eu não fazia ideia de onde você está morando.
– Moro no mundo agora, fotografo tudo. – A loira sorri.
– Meu Deus, nem estou acreditando que você está aqui Kath, não nos vemos desde a época da escola, eu acho. – A morena diz fazendo um gesto para que Kathryn entrasse.
– Acho que é por ai mesmo.
– Mas venha, quero apresentar-lhe minha noiva. – Regina pega a mão de Kathryn e a leva até diante de Emma. – Kathryn essa é Emma, minha noiva. Emma essa é Kathryn, minha melhor amiga dos tempos da escola.
– Prazer Emma. – Kathryn estende a mão para Emma, que aperta.
– O prazer é meu.
– Bom, eu você já conhece, portanto vamos por em prática nosso combinado.
– Olá Mary, certo vamos por que já está em cima da hora.
– Ai meu Deus Regina, sua amiga está mancomunada com minha mãe, segura o forninho. – Emma diz arrancando riso de todos.
– Mamãe, mamis, quem é essa? – Roland surge na sala, e esconde-se atrás da Perna de Emma, como sempre fazia quando conhecia alguém diferente.
– Ela é a Kathryn querido, amiga da mamãe.
– Oi lindinho. – Kathryn se abaixa e sorri para ele.
– Oi. – ele sorri de volta mais ainda atrás da perna de Emma.
– Enfim vamos gente. – Mary já estava parada a porta.
– Sim, vamos. – Kathryn concorda.
Eles saem todos da casa e antes de cada um ir para seu respectivo carro, Emma e Regina trocam um beijo apaixonado.
– Te espero no altar. – Emma diz a noiva.
– Eu serei a de branco. – Regina brinca.
– Eu também.
– Te amo.
– Eu também te amo. – Trocam um longo beijo e então Regina para ao lado de seu Mercedez e quando está prestes a entrar Kathryn grita:
– Nada disso Mills, vamos no meu carro. – Regina revira os olhos.
– Ok. – A morena caminha até o Porshe conversível de Kathryn.
– E você e Roland vão comigo Emma, pode largar desse fusca. – Mary grita de sua caminhonete.
– Ai, mas que mania vocês tem de implicar com o Herbie, ele fica magoado. – Emma coloca Roland na cadeirinha no bando de trás e entra no carro de Mary, um tanto emburrada.
De dentro do carro, Regina lança um último olhar para Emma. Ambas sorriem. Mary e Kathryn tomam caminhos diferentes.
E nesse meio tempo, Regina aproveita para conversa com Kathryn, fazia anos que não se viam, e ela nem imaginava que ela estaria em seu casamento.
Enquanto no outro carro, Mary e Roland riam das piadas de Emma.
Algumas horas depois, Regina chega primeiro em casa e Kathryn a faz ir diretamente para o quarto, já que Emma não demoraria a chegar e Mary teria um siricotico se elas sequer ouvissem a voz uma da outra.
O maquiador e toda a equipe da super produção de ambas chega para prepara-las para o grande momento.
[...]
POV EMMA
Faltavam apenas algumas horas para o melhor dia da minha vida, tirando o dia em que conheci Regina, claro. Eu estava uma pilha de nervos, mais do que Regina com certeza, não sei com ela conseguia ser tão centrada daquele jeito, pelo amor de Deus, enquanto eu estava à beira de um colapso, Regina ria de mim. Eu eim.
Os últimos detalhes já estavam sendo devidamente cuidados, e eu? Bom, eu estava mais uma vez na frente do espelho olhando para minha imagem e tentando fazer meus olhos se convencerem de que aquela ali era mesmo eu.
Pela milésima vez eu estava pondo meu vestido de noiva, e pela milésima vez não acreditava que eu estava dentro dele. O último ajuste já havia sido feito, estava perfeitamente ajustado ao meu corpo e eu só conseguia sorrir ao olhar o meu reflexo.
Nunca fui o tipo de pessoa que fica se autodestruindo com pensamentos de baixa estima, pelo contrário, eu sempre me achei uma garota bonita. Muitas garotas da escola na qual eu estudava, tinham raiva de mim, porque eu mesmo não querendo, estava sempre em primeiro lugar na lista de “peguetes” dos garotos mais populares da escola. Isso me tirava do sério, eu odiava com todas as minhas forças todos aqueles garotos, e eles mesmo sabendo disso, vinham atrás de mim, mas nunca liguei muito pra nenhum. O único namorado garoto que tive, foi August e nós parecíamos apenas melhores amigos e não namorados, na verdade meu namoro com August foi mais para experimentar, e ter certeza de que eu realmente não gostava de estar com garotos, não nesse sentido. Perdi com ele a minha virgindade, aos 19 anos, velha, para o que consideram a normalidade. Foi uma situação muito engraçada, pois nenhum de nós dois sabíamos o que fazer. Foi bom, divertido e não me arrependo absolutamente nada disso, e tê-lo comigo num dia como esse, é importante pra mim. Naquela época eu havia sido convidada para trabalhar como modelo, mas meus pais não me deixaram abandonar os estudos, e eu nem queria mesmo isso. Loira, alta e magra, eu tinha o perfil perfeito, mas não era esse o meu objetivo, e olhando agora para o espelho em minha frente, eu concluo que ainda poderia ser uma garota propaganda, apesar de já não ter mais a idade necessária. Enfim, eu estava completamente deslumbrante. O branco do meu vestido destacava a cor verde dos meus olhos
– Emma pelo amor de Deus, para de se olhar nesse espelho que vc vai se gastar assim. – Meu primo August diz me pegando pelos ombros e me fazendo sentar-se na poltrona do quarto. Eu o havia convidado para ser meu padrinho ele obviamente aceitara. Fui até a janela e espiei por de trás das cortinas, já havia chegado bastante gente, e as cadeiras no jardim já começavam a ser ocupadas pelos convidados. Respiro fundo, e sinto a minha boca seca. – Quer parar? – August me diz já sem paciência, quando eu começo a andar de um lado para o outro no quarto.
– Ai me deixa. – Eu estava uma pilha, e aposto qualquer coisa que Regina estava rindo no outro quarto. Estávamos em cômodos separados por que minha mãe quase teve um treco quando percebeu que nosso intuito era nos arrumarmos juntas. Ela disse que dava azar ver a noiva antes do casamento. Cada coisa. – Será que a Regina já ta pronta?
– Certamente.
– Vá até lá ver.
– Nem morto, não quero que sua mãe me xingue. – August diz cruzando os braços em frente ao corpo.
– Roland, vem cá. – Chamo o menino que brincava com seu aviãozinho no cantinho do quarto. Ele se aproxima. – Vai lá e vê se sua mãe ta pronta.
– Ta bom. – Ele deixa o aviãozinho em cima da cama, e vai fazer o que pedi, enquanto August me olha chacoalhando a cabeça em reprovação.
– Fique quieto. – Digo antes que ele diga alguma coisa, e então ele engole qualquer coisa que ia dizer.
Volto a janela e fico observando alguns instantes, aparentemente todos já haviam chegado. Meu coração dispara. Estava chegando a hora.
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POV REGINA
Troy fazia os últimos retoques da minha maquiagem enquanto Carmem cuidava do meu cabelo.
Ouço baterem na porta e levo um susto, estava tão distraída olhando os convidados pela janela. Quando faço menção em caminhar até a porta para abrir, Mary se adianta e manda que eu pare onde estava.
– Não se atreva a sair daí, deve ser Emma querendo espiar. – Ela diz e eu sou obrigada a rir, Mary estava longe de ser aquela mulher calma que estou acostumada.
Quando ela abre a porta, Roland entra feito um foguete, mal dando tempo a Mary de vê-lo passar.
– Mamãe, como você ta bonita. – Meu pequeno me olhava com uma carinha encantada.
– Obrigada querido, você também está um arraso.
– Obigado. – Ele agradece cheio de pose. – Mamis mandou peiguntai se você já está ponta. –Sorrio, Emma é mesmo uma boba.
– Quase, mamãe já está quase pronta.
– Ta bom. – Roland segura-me pela mão e me faz abaixar-se para que ele pudesse beijar minha bochecha para depois caminhar até a porta onde estava Mary parada, e sair caminhando feito um homenzinho. Observo tudo com um sorriso bobo nos lábios e meus olhos ficam marejados.
– Ai Regina, por favor né, não me vá chorar agora e estragar minha obra de arte. – Troy reclama.
– Tudo bem não irei. – Engulo as lágrimas que queriam sair enquanto Troy finalizava minha maquiagem.
Alguns minutos depois, finalmente meu maquiador perfeccionista consegue ficar satisfeito com seu trabalho e me permite finalmente ver-me no espelho.
– Oh meu Deus, está tão linda. – Mary diz com delicadeza e me estende a mão para ajudar-me a levantar da cadeira.
Uma vez em pé, caminho até o enorme espelho que haviam posto no meio do quarto. Paro diante dele e vejo o reflexo do meu enorme sorriso. Estava espetacular.
– Deixe-me prender o véu. – Carmem se aproxima prendendo o véu em meu cabelo, que estava preso num penteado lindíssimo e que escondia perfeitamente as falhas que a queda tem provocado. – Pronto. – Ela se afasta e eu continuo parada me olhando.
Hoje era o dia mais feliz da minha vida, com exceção do dia em que conseguimos a guarda de Roland, é claro. Eu não pensava em nada de ruim que nos aconteceu nos últimos tempos, só pensava em caminhar até Emma, e esperar que o juiz dissesse as palavras que nos uniria para sempre. Estava louca para vê-la vestida de noiva, eu não havia visto seu vestido e nem ela o meu, caso contrário, Mary daria a Emma um irmão na mesma hora.
– Vou ver se Emma está pronta. – Mary diz me desviando alguns instantes dos meus pensamentos.
– Tudo bem. – Respondo sorrindo enquanto observo Troy e sua equipe guardando seu material de trabalho e antes de saírem para se juntar aos outros convidados, ele caminha até mim e me analisa minuciosamente.
– A maquiagem é a prova d’agua, então, pode chorar a vontade, mas só depois que te verem assim, linda e glamourosa. – Ele diz com seu jeito extrovertido.
– Ok. – Respostas curtas, significava meu nervosismo aumentando. Troy e todas as outras pessoas saem do quarto, estava sozinha agora, me viro novamente para o espelho.
Nunca pensei que eu fosse estar vestida assim. Vestida para o meu casamento. Tantas coisas ruins aconteceram, e isso de certa forma me impediu de acreditar que coisas boas iriam acontecer em minha vida. E ao olhar meu reflexo no espelho, vejo o quão errada eu estava. Eu tinha um filho lindo, uma mulher maravilhosa que logo se tornaria minha esposa, oficialmente, enfim, tinha uma família perfeita, aquela que eu nunca tive.
Passo a mão pelo tecido branco do meu vestido sentindo a maciez, levanto a barra para olhar meus pés calçados em um salto vermelho sangue. Sorrio para mim mesma.
Ouço a porta se abrir e me viro para olhar minha expressão se fecha na mesma hora.
– O que ta fazendo aqui? – Disparo de uma vez.
– Você tá linda. – Killian estava parado diante de mim, com um sorriso envergonhado nos lábios. – Não quero brigar, por favor, só vim te parabenizar.
– E não podia esperar para fazer isso com todos, depois da cerimonia?
– Não. – Ele me encara sério, mas eu não via nenhuma raiva em seu rosto.
– Você está bem? – Pergunto me mantendo neutra. Ele sorri tristemente.
– Indo.
–Killian eu sei que as coisas entre nós terminaram de uma maneira conturbada, mas eu realmente nunca tive a intenção de magoa-lo. – Digo sendo sincera.
– Eu sei, Regina. – Ele diz me olhando nos olhos e eu fico surpresa com suas palavras.
– Sabe?
– Sim, eu fui um babaca e você tem toda razão do mundo por ficar com raiva de mim. Eu realmente vim aqui só para parabenizar você, por que não pretendo ficar para o casamento.
– E por que não?
– Seria pedir muito. – Ela chega mais perto e segura minha mão. – Eu desejo toda felicidade do mundo para vocês, de verdade mesmo. Mas eu não posso fingir que estou bem.
– Killian... – Começo a falar mas seus braços fortes me envolvendo me faz calar. Ele me abraça e me aperta em seus braços.
– Eu vou sempre amar você, mas como toda boa pessoa que ama, eu quero a sua felicidade, mesmo que não seja comigo. – Ele continuava me abraçando, parecia que estava... despedindo-se.
– Killian, o que vai fazer? – Fico preocupada com tudo aquilo. Ele me solta, e se afasta um pouco.
– Eu vou voltar para a Europa, vou trabalhar lá. – Afirmo com um meneio de cabeça.
– Não vai mesmo ficar? – Pergunto referindo-me ao casamento pois reparo que ele estava vestido a caráter.
– Não posso. – Ela olha para o chão e sorri triste. – Bem, vou indo, quando cheguei Emma já estava com David lá embaixo.
– Emma viu você?
– Sim, ela que me deixou vir até aqui. – Por essa eu não esperava, Emma, havia o deixado subir, estou chocada. – Ela prometeu ao meu pai a algum tempo, e eu mesmo resolvi vir para que ele não achasse que ela o devia alguma coisa. – Acho bonita sua atitude de me procurar mesmo sabendo que sofreria, para ajudar Emma. Ele se aproxima novamente de mim e me planta um beijo demorado na testa. – Vai lá que hoje é o seu dia. – Sinto vontade de chorar, mas engulo na marra.
– Obrigada. – Sorrio um pouco entristecida, realmente gostaria da presença dele, apesar de todas as coisas que aconteceram entre nós, Killian era um bom amigo para mim. – Gostaria muito que você me levasse até o altar. – Eu sabia que era pedir muito, mas mesmo assim resolvi tentar.
– Não sei se conseguiria. – Ela me encara por alguns segundos, parecendo analisar toda a situação.
– Eu entendo, não quero força-lo a algo que não lhe deixaria confortável.
– Eu a levo. – Ele diz de uma vez.
– Como? – Precisava confirmar se tinha mesmo ouvido aquilo.
– Eu vou leva-la ao altar, majestade. – Ele se curva em minha frente fazendo uma reverência como se eu fosse mesmo algum tipo de figura da monarquia. Meu sorriso se alarga em meu rosto.
– Então vamos, está na hora.
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