Now Is Good
51 A festa
Notas iniciais
CONTINUAÇÃO DAS NOTAS INICIAS.
Gente, algumas pessoas me disseram que o link da música da entrada da Emma, e do vestido dela não funcionara, esse site ta de palha assada comigo ¬¬', vou deixar aqui o link pra vcs ta?
VESTIDO http://www.mundoagora.com/wp-content/uploads/dicas-de-como-escolher-o-vestido-de-noiva-perfeito-91.jpg
MÚSICA https://www.youtube.com/watch?v=oklTOCn37ao
Enfim, vamos ao capitulo.
FIM DAS NOTAS INICIAS.
Após a cerimônia, Daniele e Belle, orienta os convidados sobre a recepção, que também seria ali mesmo no jardim da mansão, enquanto Emma, Regina e Roland entram na casa. As mesas já estavam todas postas e perfeitamente alinhadas e todos já começavam a ocupar seus lugares.
Algum tempo depois, o casal e Roland, surgem a porta e são recebidos com palmas, gritos e assovios. Mary Margareth corre até elas, e leva Roland para sentar-se com ela e David.
A mesa do casal, ficará posicionada de frente para os convidados, de onde tinham uma visão geral.
– Belle é realmente ótima com isso, né? – Regina sussurra para Emma.
– Muito mesmo, está perdendo tempo naquele escritório.
– Ei, ela é minha secretaria, não esqueça.
– Eu sei, mas ela é realmente boa nisso. – Emma diz e Regina concorda com um aceno.
Após receberem os cumprimentos de todos os convidados, e abrirem o jantar, Regina sente-se cansada, e se permite descer do salto, literalmente. Ela tira os saltos e esconde os pés embaixo da mesa, onde a toalha não permitia que ninguém visse que ela estava descalça.
– Ta cansada? – Emma pergunta, aproximando o rosto de Regina.
– Um pouco. – Regina sorri. – To feliz.
– Eu também estou. – Emma pega as mãos da morena, e as beija.
– Eca, palem com isso. – Elas ouvem o protesto de Roland, que estava parado ao lado delas. Sorriem e ambas olham para ele.
– Oi querido. – Regina cumprimenta o filho.
– E ai guri. – Emma estende a mão, para que eles fizessem o seu próprio cumprimento. Roland bate na mão de Emma com a palma aberta, depois ambos fecham as mãos em punho e tocam uma na outra. Regina observa com um sorriso enorme. Depois do cumprimento, Roland olha pra Regina e diz:
– Tou com fome, mamãe. – Ele faz uma caretinha fofa.
– Porque você falou isso só pra ela? Sou sua mãe também guri, eu eim. – Emma reclama por Roland ter se dirigido apenas a Regina.
– Eu sei mamis, mas você é a mãe que binca, ela é a mamãe que cuida das outas coisas. – Ele diz de forma natural, e Regina solta uma gargalhada, enquanto Emma se finge de ofendida.
– Qual é guri, ta me chamando de criança?
– Sim. – Ele diz abrindo um sorrisão.
– Cruzis, ta vendo isso mulher. – Emma olha para Regina que ainda ria.
– Ele tem razão, querida.
– Era pra você me defender amor, e dizer que não sou criança coisa nenhuma. – Emma faz bico. – Credo, ninguém mais me respeita nessa família.
– Claro que respeito, acabo de jurar isso no nosso casamento.
– Num ta parecendo. – Emma continuava com o bico.
– Tou com fome. – Roland insiste.
– Calma filho, já vou pegar comida para você.
– Deixa que eu vou, mostrar pra esse guri das bochechas furadas como também sou a mãe das outras coisas. – Emma ri, beija a bochecha de Regina e vai com Roland pegar o jantar.
Tinham várias crianças correndo de um lado para o outro, estourando os balões da festa de Roland, e no caminho Emma tem que ir buscar Roland que havia ido correr com seus amiguinhos. Regina ri de longe da cara que Emma faz ao olhar para ela, quando vê Roland correndo para longe dela, era algo como “Ele disse que tava com fome e agora foi brincar.”
Regina sentada a mesa, olha seu prato praticamente intocado. Não sentia o mínimo de fome. O garçom retira seu prato e o de Emma, e ela pede uma água que ele prontamente leva até ela.
Cora reparava em todas as pessoas que ali estavam, olhava com certo desprezo pensando no que havia feito de errado para sua filha ter se envolvido com gente de tão baixa classe, e pior, ter casado com uma mulher. Ela vê Regina sozinha na mesa, e vai até ela.
– Regina, que mal gosto nessa decoração, pelo amor de Deus, quem foi que escolheu isso? Só tenho você de filha, meu sonho era te ver casar com uma super festa, e com um homem – Cora libera seu veneno. Regina respira fundo.
– Emma e eu escolhemos tudo, porque o casamento é nosso, e quem tem que gostar, somos nós. – Ela diz sem olhar para sua mãe. — E se você está incomodada com isso, a porta de saída é a serventia da casa. – Ela termina a frase, olhando para Cora, dessa vez.
– Isso é jeito de falar com a mamãezinha? – Cora diz em tom de deboche, o que irrita ainda mais Regina.
– Não me irrita, estou feliz e no meu casamento e não quero me estressar, então se o seu intuito é esse, por favor vá embora.
– Longe de mim. – De longe Emma vê sua sogra conversando com Regina, e a expressão de sua mulher não a agrada. Ela leva Roland de volta a mesa dos seus pais, e volta para a mesa com Regina.
– Ta tudo bem aqui? – A loira pergunta com o semblante sério.
– Tudo ótimo querida, aliás, parabéns. – Cora abraça Emma. – Não acho que você seja boa o suficiente para minha filha, mas vou fingir que estou satisfeita, por hora. – Ela solta Emma que a encara com expressão chocada.
– Cala essa boca, Cora. – Regina intervém falando um pouco mais alto do que tencionava, fazendo as pessoas mais próximas olharem para ela.
– Que isso Regina, olha seus convidados. – Cora sorri debochada.
– Acho melhor você ir embora. – Emma diz para a sogra.
– Não vou, é o casamento da minha única filha.
– Então faça o favor de ficar na sua. – Emma da a volta por Cora, e senta-se ao lado de Regina, segurando sua mão, enquanto ambas veem Cora se afastar.
– Ela vai estragar tudo se ficar na cidade, Emma. – Regina diz aflita.
– Não amor, ela não vai. Confie em mim.
[...]
Já era madrugada quando Emma e Regina despedem-se dos convidados. Regina estava exausta depois de dançarem boa parte da noite. Iriam para um hotel, pois no dia seguinte iriam viajar em lua de mel. Uma viagem curta, pois Regina não havia sido liberada para isso, mas insistira tanto que Whale cedeu 3 dias para que elas curtissem a lua de mel.
– Querido, nós não vão demorar a voltar, ta?!- Regina estava com Roland nos braços.
– Regina, põe esse chumbinho no chão, você sabe que não pode ficar levantando peso. – Emma pega Roland dos braços de Regina.
– Estávamos tendo uma conversa aqui.
– Mas não precisa pegar no colo pra conversar.
– Ta bom, deixe eu terminar de falar. – Ela olha novamente para Roland. – Você vai ficar com a vovó e com o vovô, se comporte, escova os dentes antes de dormir, não durma tarde, não coma muita porcaria e não passe do horário jogando vídeo game.
– Nossa, mais alguma coisa dona chefa? – Emma brinca.
– Devo estar esquecendo de algo com certeza. – Regina falava sério.
– Não ta esquecendo de nada amor, vamos.
– Vai tranquila Regina, vamos cuidar bem dele. – Mary Margareth garante.
– Eu sei que sim, mas é ruim ficar longe.
– Entendemos bem, né David? – Mary olha para o marido que confirma com um aceno.
– Vamos Regina. – Emma estava impaciente.
– Porque toda essa pressa, Emma. Sossega. – Regina diz olhando para ela.
– Sei bem porque. – August chega do nada e se intromete na conversa. Ele diz e solta uma gargalhada, e todos riem também, entendendo a que ele se referia.
– August, sempre me envergonhando na frente dos meus pais.
– Relaxa loirinha, seus pais também fazem sexo.
– August. – Mary Margareth o repreende, e sente seu rosto esquentar de vergonha, enquanto David cai na gargalhada.
– Meu Deus, que vergonha, vamos logo amor. – Emma estava realmente sem graça.
– Entendeu né querido? –Regina pergunta novamente a Roland.
– Sim mamãe. – Ele diz sorrindo. Regina o abraça o beija na testa, gesto repetido por Emma, que o solta no chão em seguida.
– Tchau, mãe. – Emma abraça Mary. – Tchau pai. – E depois abraça David.
– Boa viagem filha, aproveitem. – David pisca para Emma.
– Liga quando chegarem. – Mary pede.
– Sim mãe.
– Tchau Regina. – Mary abraça a morena e depois David faz o mesmo.
– Até mais. – Regina diz, enquanto sentia Emma puxando-a para que ela entrasse logo no carro. – Ai Emma. – Ela reclama, e finalmente entra na limusine, sendo seguida por Emma. Elas acenam um tchau para todos que estavam do lado de fora da mansão, e o motorista dá a partida.
Quando já estavam na esquina da rua, pega a champanhe que estava no balde de gelo, pronto para elas, serve duas taças, entrega uma para Regina e senta-se de frente para a morena. Ficam em silêncio por alguns segundos, olhando nos olhos uma da outra.
– Foi tudo tão perfeito. – Regina quebra o silêncio.
– Só foi porque você disse sim.
– Só foi porque era com você que eu estava me casando.
– Te amo tanto sua marrentinha.
– Também te amo, mas não sou marrenta. – Regina protesta.
– Ah, você é sim. – Emma se aproxima da morena e pega a taça de suas mãos, depositando as duas ao lado do balde com gelo, escorrega para pó chão ficando de joelhos em frente a morena e aproxima seus lábios, tocando delicadamente o de Regina, num beijo lento e sem pressa. Emma sabia que teria aqueles lábios para si a vida inteira.
Vários minutos depois, elas finalmente chegam ao hotel. Ficava quase na saída de Storybrooke. Elas não precisavam se preocupar com nada, as malas seriam transferidas para o outro carro, o que as levaria até o aeroporto no dia seguinte.
Emma segura a mão de Regina, entrando no hotel, pegam a chave do quarto e entram no elevador. Estavam sozinhas. Emma começa a rir sozinha, e Regina a olha sem entender.
– Ta rindo de que? – Regina pergunta curiosa, sorrindo também.
– To lembrando de umas coisas aqui.
– Tipo...? – Regina enlaça a cintura de Emma, colando seus corpos.
– Lembrando daquele dia no elevador do motel. – Ela sorri maliciosa.
– Desconfiei. – Regina enfia o rosto no pescoço de Emma, e sua respiração quente ali, fez a loira arrepiar-se.
– Amor, vamos esperar até o quarto, quero que seja a melhor noite que você já teve.
– Com você, todo dia é melhor, Emma.
– Mas hoje é especial.
– Certo. – Regina para de provocar, mas continua abraçada a loira.
As portas metálicas se abrem, e elas caminham até a porta do quarto. Emma destranca a porta e quando Regina faz menção de entrar, Emma a segura.
– Não é assim que a noiva entra no quarto na noite de núpcias. – Regina sorri.
– Ah não? E como é?
– Assim. – Emma abaixa-se o suficiente para passar os braços pelas pernas de Regina, levantando-a no colo enquanto Regina passa os braços por seu pescoço. – Clichê né? Pois, eu não me importo.
– Eu também não. – Emma sorri, e empurra a porta com o pé, entrando no quarto com Regina nos braços e depois empurrando a porta com o pé, para que fechasse. Emma para no meio do quarto ainda com a morena nos braços, os olhares nem tiveram interesse em se perder pelo cômodo, pois estavam fixados um no outro. Emma abaixa-se um pouco, e coloca Regina no chão, mas não tira suas mãos da morena.
– Bem, senhora Mills Swan, acho que a partir de hoje, você é definitivamente minha. Só minha.
– Sempre fui. Mas concordo, hoje tornou-se oficial, senhora Swan Mills.
– Adoro como esses dois nomes soam juntos. – Emma sorri e fecha o olhos. – Swan Mills. – Perfeito, não é?
– Mais que isso. – Regina sorri olhando para Emma que continuava de olhos fechados. Ela toca os lábios de Emma com os seus e depois aproxima os lábios do ouvido da loira. – Vem, vamos consumar o nosso casamento. – Emma ainda de olhos fechados sorri antes de sentir seus lábios serem tomados de forma firme e forte.
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