P.O.V. Renesmee.

Logo as minhas convidadas começaram a chegar e então chegou a Rebekah.

—Oi Rebekah. Vou te convidar pra entrar. Não faça eu me arrepender.

—Tudo bem.

—Entre por favor.

—Mas, fala ai porque a sua família decidiu vir para Chance Harbor?

—Meu irmão Elijah entrou em uma depressão profunda depois da morte da sua irmã, ele parou de se alimentar, parou de falar, se trancou no quarto e eu e minha cunhada decidimos fazer uma intervenção nele.

—Pesado. E ai? Vamos colocar o pijama e começar essa festa!

—É isso ai.

Nós conversamos, e a louca da Faye tirou uma garrafa de vodka de dentro da bolsa.

—Vamos pedir uma pizza?

—Demorou. Qual o sabor?

—Marguerita.

—Portuguesa.

—Meio a meio?

—Tá.

Nós ligamos na pizzaria e fizemos o pedido.

—Vamos começar a assistir os filmes?

—É melhor esperarmos a pizza chegar porque se não vamos ter que parar o filme pra levantar e atender a porta.

Tocaram a campainha e a Faye gritou:

—Eu atendo!

P.O.V. Faye.

Eu levantei e fui atender a porta. Quando eu abri não podia ter ficado mais surpresa.

—Você com certeza não é o cara da pizza. É a primeira vez que a Renesmee convida um cara para as nossas festas do pijama.

Enfiei a minha mão pra fora e tentei puxá-lo pra dentro, mas ele ficava batendo numa espécie de barreira invisível.

—Cara, como é que você tá fazendo isso? É algum super poder de vampiro?

—A casa está no nome de quem?

—Eu sei lá.

—No meu. O que significa que vampiros tem que ser convidados á entrar.

—Boa noite senhorita Cullen.

—Boa noite. Eu pensei que tivesse sido clara ao dizer que é uma festa só pra meninas.

—Eu vim porque preciso da minha cunhada.

Logo a vampira Caroline apareceu na porta.

—O que foi? É a Hope? Ela ficou doente?

—Não, mas não para de chorar.

—Deram a mamadeira?

—Sim.

—Verificaram a fralda?

—Sim.

—Ninaram ela? Cantaram pra ela dormir?

—Não cantamos pra ela dormir.

—Então cantem. Eu amo a Hope, mas hoje é a minha noite de folga. Eu preciso de uma noite de folga! Ou eu vou surtar! E vou agredir um Original, você ou o Klaus não me importa qual.

—Precisamos de ajuda Caroline.

—Elijah... se manda.

Ela bateu a porta na cara dele.

—Credo. Isso foi cruel.

—Eles não fazem nada se tratando da Hope. Eles seguram ela ocasionalmente, mas quem tem que acordar quatro horas da madrugada pra trocar a fralda e dar de mamar sou eu! E eu ainda tenho outras quatro filhas! Ter que gerenciar cinco crianças e uma família de imortais psicóticos não é tão divertido quanto parece!

A festa evoluiu e no fim da noite a vampira Caroline estava bêbada e encima do telhado. Dançando encima do telhado, ela acabou com todas as doses que tinha na mansão.

P.O.V. Klaus.

O meu celular tocou, quatro horas da manhã.

—Alô?

—É melhor vir buscar a sua mulher. Ela tá dando escândalo. Ta encima do meu telhado e os bombeiros não conseguem convencer ela a descer.

—Quem é?

—Renesmee Cullen. A duplicata. E só pra você saber... ela tá pelada.

—Pelada?

Quando chegamos lá tinha uma multidão. A polícia, o caminhão dos bombeiros, os vizinhos.

—Jesus.

Até o canal de notícias local veio. Tive que tirar ela de cima do telhado.

—Obrigado.

—Quando começou a desandar?

—Depois da meia noite. Ela perdeu o controle totalmente.

—E quem chamou a polícia?

—Os vizinhos imagino. Ela estava gritando, cantando alto. Eu chamei os bombeiros.

—Chamou os bombeiros?!

—Ela estava encima do telhado e estava bêbada! Que que era pra eu fazer?

O meu telefone tava tocando.

—Fala Elijah?

—Onde você está Niklaus?

—Tirando a Caroline do telhado. Já estamos voltando pra casa.

—Do telhado?

—Você vai saber amanhã.

P.O.V. Faye.

Depois de finalmente tirarem a vampira bêbada do telhado pudemos dormir e quando ligamos a televisão os peitos dela estavam na tv.

—Ela é esperta mesmo bêbada.

—Porque diz isso?

—Se quiser ficar famosa rápido, fique pelada na TV.

Todo mundo riu.

—Ai Faye você é ótima.

Logo todas recebemos convites.

—Os Mikaelson cordialmente a convidam para coquetéis e dança. Quem diabos são os Mikaelsons?

—São a família Original. Se mudaram pra Chance Harbor semana passada. E é claro que eu vou.