Novos cinquenta tons
15 Uma noite de declarações
Notas iniciais
A semana passou rápido Teddy teve que fazer uma viajem e a doida da minha querida prima Jessica disse que eu tinha aproveitar a minha "liberdade". Eu ria toda vez que ela falava isso. Era sexta anoite e decidimos ir a uma boate, Jessie chamou a Savannah e o John. Eu estava terminando de me vestir Jessica disse que eu precisava usar alguma coisa sexy então ela mesma escolheu a minha roupa (). Ela me obrigou a usar um salto agulha que eu não estou conseguindo nem ficar em pé. Eu me olhei no espelho e vi a imagem de uma garota que está completamente linda com essa roupa. Eu sai andando do meu quarto e fui andando até a sala. Vi Jessica usando uma saia justa de cós alto, um top larguinho e uma sandália com o salto do tamanho dos meus.
–Então estamos prontas para o sucesso! –Ela disse sorrindo e eu assenti também sorrindo. Ouvimos a campainha tocando e ela foi até lá e abriu a porta. Eu olhei o homem perfeito parado na frente da porta e Jessica se virou para trás me olhando. –Estávamos prontas para o sucesso! Entra Teddy! –Disse e abriu mais a porta dando espaço para ele entrar e assim ele o fez.
–Nossa vocês duas estão lindas! –Ele disse olhando para gente e Jessica deu um sorriso convencido.
–Eu vou esperar você lá fora Susan! Não demorem muito! –Ela disse rindo e saiu da casa fechando a porta em seguida. Eu fui correndo até Theodore e quando quase cheguei perto dele eu me desequilibrei e quase cai à sorte foi que ele me segurou. Eu ri sem graça e ele também riu tirando uma mecha do meu cabelo do meu rosto.
–Eu odeio usar saltos altos! –Eu disse e ele sorriu e me beijou logo em seguida, um beijo calmo. Matando a nossa saudade. A língua dele se misturou com a minha aprofundando o beijo. Passei meus braços em volta de sua nuca e ele com uma de suas mãos se empalmou nas minhas costas e o outro braço abraçou a minha cintura. Nossas línguas guerrearam entre si querendo o controle do beijo e isso me deixava completamente sedenta por ele. Ele me fazia querer tudo com apenas um beijo, um simples toque. Arranhei lentamente a nuca dele e ele apertou a minha nádega. Terminamos o beijo com uma mordida no meu lábio inferior e depois mais um beijo rápido. Abri lentamente meus olhos e encontrei aquela imensidão azul me olhando.
–Eu tenho que ir! Infelizmente, eu queria ficar aqui com você. –Eu disse e ele sorriu assentindo. Deu-me mais um beijo lento nos lábios e quando nos separamos ele me deu, mas um beijo lento e rápido. Era mais um roçar de lábios do que um beijo.
–É melhor você ir antes que ela entre aqui e te leve a força. Acredite ela faria isso. –Disse e nós dois rimos. –Quando você voltar eu vou matar as saudades com você lentamente. –Disse e me deu mais um beijo antes de nos separarmos. Fomos andando para fora da casa e eu tranquei a porta. Fomos andando até Jessica que estava mexendo no celular encostada no capo do carro. Teddy entrelaçou os nossos dedos e eu o olhei sorrindo. Chegamos perto de Jessica e ela guardou o celular.
–Vamos logo! –Ela disse e deu a volta no carro entrando no banco do motorista. –Se quiser ir depois Teddy vai lá.
–Tudo bem depois eu vou. Aonde vocês vão¿ — Perguntou e eu soltei a minha mão da dele e entrei no carro no banco do carona.
–Descubra sozinho! –Ela disse e acelerou o carro. Eu sorri e a olhei. –Ele vai descobrir acredite em mim. –Disse e eu assenti. Ela acelerou mais e depois de alguns minutos chegamos a uma boate. Jessica estacionou o carro e nós duas saímos. Fomos andando e como Jessica é a Jessica nós não precisamos enfrentar uma fila gigante de pessoas. Entramos na boate e tocava a música Just Dance da Lady Gaga. Eu amo essa música. Entramos e eu senti o meu celular vibrando no meu bolso. Peguei o mesmo e vi o nome John no visor.
–John! Já chegou¿ — Perguntei enquanto eu e Jessica passávamos pela multidão de pessoas na boate e íamos até o bar.
–Eu estou chegando! Pode passar o telefone para Jessie¿ — Perguntou e eu assenti. Entreguei o celular a Jessica que o pegou e colocou no ouvido.
–Oi amor!...Tudo bem... Estamos no bar... é eu sei que é novidade... Tudo bem... Eu te amo! –Disse e desligou o celular.
–O John vai trazer o Rick. Ele é um amigo dele e é um gato. Não diz isso para o John. –Disse e eu assenti sorrindo. Chegamos ao bar e eu me sentei em um banco. Eu odeio salto alto.
–Vão querer alguma coisa¿ — Perguntou o bar man. Olhando para Jessica com um sorriso malicioso e ela sorriu de volta. Eu mereço.
–Eu vou querer uma tequila. –Disse a ele que assentiu.
–Eu vou querer tequila. –Jessica disse e ele saiu de perto da gente. –Eu não gosto que as pessoas olhem assim para mim mais fazer o que se eu nasci perfeita. –Eu gargalhei com a cara que ela fez e ela deu um sorrisinho convencido.
–Não é sua louca! –Eu disse ironicamente e ela sorriu assentindo. O bar man trouxe as nossas bebidas e brindamos a minha e a tequila dela. –A vida!
–A vida! –Ela disse e depois nós bebemos juntas em uma golada só. Eu senti o líquido descer pela minha garganta queimando. Eu fiz uma careta e ela fez o mesmo que eu. –Eu amo isso!
–É. Me trás mais duas doses de tequila. –Pedi ao barman e ele assentiu. Assim que chegou nós duas bebemos mais uma vez só que agora quase não senti o liquido queimar a minha garganta. Eu levei um susto com uma mão nas minhas costas e Jessie também. Viramos juntas para olhar para trás e vimos John.
–Nossa vocês duas estão sexy. –Ele disse e nós duas sorrimos. Ele soltou as minhas costas e beijou Jessica como se estivessem sozinhos em um quarto. Eu olhei para o outro cara que estava ao lado dele.
–Oi! –Eu disse levantando a mão em um aceno.
–Oi. Eu sou o Rick. –Disse e eu sorri e ele correspondeu ao meu sorriso. –Você é a...
–Susana! Pode me chamar de Susan! –Disse e ele sorriu assentindo. Pediu uma cerveja ao barman e eu também pedi uma. Assim que as bebidas chegaram nós dois brindamos e bebemos.
Já se passava das três horas da manhã e eu já estava bêbada. Eu peguei mais uma dose de tequila e bebi em um gole só. Eu sorri e quando me virei eu vi Teddy e me assustei.
–Ai meu Deus você me assustou. –Eu disse a ele que sorriu e acariciou meu rosto. –Achei que viesse mais cedo e não às três horas. –Eu disse meio embolado e ele riu.
–Eu não pude vir antes. –Ele disse e eu sorri fazendo um biquinho o fazendo sorrir. Ele me segurou de um jeito possessivo pela cintura e selou os nossos lábios me beijando forte, separou os nossos lábios dando uma mordidinha para finalizar o beijo. Eu fiquei sem ar e com as pernas bambas. –Me da duas cerveja! –Teddy disse ao barman que assentiu e foi pegar as bebidas.
–Que bom que veio! Eu senti sua falta! –Eu disse a ele com os lábios roçando nos dele e ele sorriu o que fez os nossos lábios roçarem um no outro só que um pouco mais perto. Eu suspirei.
–A gente logo, logo vai matar essa saudade. –Ele disse e me beijou novamente abraçando a minha cintura. Separamos o beijo quando o barman chegou com as cervejas, Teddy me estendeu uma e eu a peguei. Brindamos e ele disse: — A nós!
–A nós! –Eu disse e dei um gole na cerveja mais sem desconectar os nossos olhos. Eu queria dizer que eu o amava mais eu me segurei. Eu não fico tão corajosa assim mesmo bêbada. Ficamos conversando com a Jessica com o John e com o Rick que era um cara bem legal. Eu competi com a Jessica quem bebia um chope mais rápido e eu ganhei. Depois competi com o Teddy e eu também ganhei. Ele me olhou rindo enquanto eu festejava. Depois mais alguns drinks Teddy pagou a minha parte e a dele. Nós dois saímos andando da boate e fomos em direção onde o carro dele estava estacionado. Teddy abriu a porta para mim e eu entrei. Ele deu a volta e entrou no banco do motorista logo dando partida no carro. Eu o olhei enquanto ele dirigia pelas ruas quase desertas de Seattle. Também já eram quase quatro horas da madrugada. Eu soltei o meu cinto e me inclinei um pouco para falar no ouvido dele.
–Sabe Teddy. Eu sempre quis transar em um carro! –Disse sussurrando em seu ouvido e depois mordi seu lóbulo o fazendo grunhir. Eu mordi o meu lábio provocadoramente e ele sorriu malicioso.
–Jura¿ — Perguntou revezando seu olhar entre mim e a estrada.
–Isso é excitante! –Eu disse passando a mão pelo abdome dele e arranhando de leve por baixo do tecido da camisa. Ele grunhiu novamente e eu ri enquanto beijava o pescoço dele.
–Tudo bem! –Ele disse e eu me sentei de volta no banco. Teddy foi dirigindo até um beco escuro e desligou o carro. Tirou o cinto e se virou para mim capturando os meus lábios. Eu sorri entre os beijos e me sentei no colo dele com uma perna de cada lado. Nosso beijo era urgente, como se não nos víssemos há anos.
–Vamos para o banco de trás. É mais confortável. –Disse entre os beijos e eu assenti. Eu sai do colo dele e passei para o banco de trás com ele logo atrás de mim. Eu me deitei no banco de trás e ele se deitou por cima de mim. Se apoiou em uma de suas mãos ao lado da minha cabeça enquanto a outra passeava pelo meu corpo. Ele colocou uma das pernas entre as minhas e eu desamarrei o fecho de laço da parte do decote da minha blusa. Ele sorriu e me beijou com vontade. Sua mão se arrastava pela lateral do meu corpo coberto pela blusa enquanto sua língua devastava a minha boca. Conhecendo cada centímetro dela. Ele foi se levantando lentamente e eu fui levantando meu corpo junto com o dele para não desgrudar os nossos lábios. Ele separou os nossos lábios me fazendo gemer em reprovação e levou suas mãos até a barra da minha blusa. A levantou lentamente a tirando completamente do meu corpo. Passando a mão propositalmente pela minha pele quente, quase entrando em combustão. Eu gemi e suspirei. Minha respiração estava ofegante, eu não encontrava o ar em meus pulmões. Assim que conseguiu tirar a minha blusa ele jogou para o banco da frente e voltou a me deitar no banco. Ele beijou desde o meu umbigo até a altura dos meus seios. Mordeu a minha barriga me fazendo gemer de prazer. Eu sentia-me ficar mais molhada e mais sedenta por ele. Eu o queria logo, não queria prolongar nada disso. Ele passou a mão pelas minhas costas procurando pelo fecho do meu sutiã e eu ri quando ele não o achou e começou a ficar nervoso. Eu peguei a mão dele e a levei até a frente dos meus seios e mostrei aonde era o fecho. Ele riu e abriu o meu sutiã o jogando para o banco da frente. Teddy lambeu o meu pescoço me fazendo fechar os olhos em total êxtase. A língua esperta de Teddy, lambendo a minha garganta, me pescoço, meu colo e ia até os meus seios e voltava, me torturando estava me deixando completamente descontrolada. Ele passou a ponta da língua pelo meu queixo até os meus lábios e me deu um beijo de tirar o resto de folego que eu tinha em meus pulmões. Ele separou os nossos lábios e desceu passando a ponta da língua até o meu queixo e deu uma mordida me fazendo gemer e arranhar a nuca dele com força. Ele gemeu em meus lábios.
–Eu quero você Teddy... Agora... Forte... E duro! –Eu disse a ele no ouvido dele dando uma mordida em seu lóbulo ele gemeu e apertou com força a minha cocha me fazendo soltar um gemido abafado pelos seus lábios, me beijando possessivamente.
–Você é a minha princesa Susana! –Ele disse entre o beijo e eu sorri em seus lábios. Sua língua passeava pela minha boca muito bem conhecida por ele. Eu enrolei as minhas pernas em volta de seu quadril e ele nos virou me colocando por cima e se sentando me deixando cara a cara com ele. Eu sentia a respiração ofegante dele vindo de encontro com a minha. A mão dele se enfiou em meus cabelos me puxando e as minhas em seus cabelos o puxando para mim. Nos beijamos como se fosse o nosso último beijo. Como se fosse o nosso ultimo dia terra. Eu separei meus lábios com dificuldade dos dele e abri com dificuldade o cinto dele e depois o fecho da calça. Ele me ajudou a abrir vendo a minha dificuldade e depois capturou os meus lábios novamente. Ele me beijou com desejo e a único som que ouvíamos era os das nossas respirações ofegantes e nossos gemidos sendo abafados pelos beijos. Eu levei as minhas mãos até a barra da camisa dele e comecei alevanta-la. Teddy separou os nossos lábios e levantou os braços me ajudando a me livrar da peça insignificante de roupa e a jogando no banco da frente. Eu passei as minhas mãos pelo peitoral dele, arranhando, acariciando. Abaixei-me um pouco e beijei, passei a ponta da língua e mordi de leve seu peitoral fazendo Teddy gemer e quando eu o olhei ele tinha um sorriso perfeito desenhado em seus lábios. Ele me puxou para mais perto amassando meus seios com o seu peitoral, me beijou novamente e eu comecei a me mexer em cima de sua ereção presa pela calça jeans. Ele gemeu rosnando e apertou as minhas cochas e nádegas ainda cobertas pela minha calça. Ele me virou novamente, me deitando no banco do carro. Ele abriu o fecho da minha calça e eu levantei meus quadris para ajuda-lo a tirar a minha calça e a minha calcinha juntas e as jogando no banco da frente. Ele se sentou o final do banco e tirou o resto de suas roupas. Eu o olhei e o vi colocando a camisinha. Ele se ajeitou em cima de mim, no meio das minhas pernas.
–Você tem que começar a tomar um anticoncepcional eu odeio usar camisinha. –Ele disse e eu assenti. Teddy me beijou e me preencheu lentamente. Eu tombei a minha cabeça para trás sentindo-o ir fundo dentro de mim. Minhas mãos arranharam os bíceps dele com força o fazendo gemer.
–Teddy eu quero forte! –Eu disse a ele com um fio de voz e ele gemeu. EU enrolei as minhas penas em volta do quadril dele o fazendo ir mais fundo. –Por favor!
–O que você quer minha princesa! –Ele disse com a voz rouca pelo desejo no meu ouvido e mordeu o meu lóbulo me fazendo suspirar. –Diga!
–Você... Forte! –Eu disse a ele que sorriu assentindo e começou a se mover de verdade dentro de mim. Eu gemi e mexi meus quadris tentando acompanhar o eu ritmo. Ele se apoiou nas duas mãos ao lado da minha cabeça. Mantendo nossos olhos conectados, nossas respirações uma contra a outra. Nosso corpo estava suado, meus cabelos colando em minhas costas, nos meus ombros. Ele se mexia cada vez mais forte e duro dentro de mim. Eu não gemia mais e sim gritava, chamando o nome dele. Eu logo encontrei a minha libertação e gritando o nome dele. Teddy com mais algumas estocadas logo também encontrou a sua libertação se derramando dentro de mim. Ele descansou a cabeça no meu ombro e seu corpo prendeu o meu. Eu acariciei os cabelos molhados pelo suor dele enquanto tentávamos normalizar as nossas respirações.
–O-
Nós voltamos para o Escala e havíamos feito mais sexo. Eu estava exausta deitada nos braços dele, com a cabeça no peitoral dele fazendo um carinho com os meus dedos em seu abdome. Ele acariciava as minhas costas nuas, meus ombros e meus cabelos.
–Eu nunca desejei tanto uma pessoa como eu desejo você. –Ele disse e eu sorri. Ouvi ele rir e depois me ajeitou me fazendo olha-lo nos olhos. –Eu estou tentando descobrir o que eu estou sentindo por você.
–Eu sei o que eu sinto por você Teddy. –Eu disse a ele que se ajeitou na cama e acariciou meu rosto.
–E o que você sente! –Disse e eu sorri fraco. –Me fala!
–Eu sinto que eu amo você, mais do que eu já amei qualquer pessoa. –Eu disse e ele me olhou espantado. Ele se apoiou nos dois cotovelos e eu me sentei na cama o olhando.
–Você está brincando! –Disse e eu neguei. –Como você pode me amar. A única coisa que eu dou para você é sexo. Eu não te dou o amor que você precisa.
–Eu amo você! Eu sinto isso! Teddy você não me da amor mais eu não sei por que eu te amo. Só sei que quando eu estou perto de você eu me sinto completa e quando eu estou longe de você me sinto sozinha, me sinto incompleta. –Ele sorriu feliz e me puxou me deitando na cama e se deitou por cima de mim e me beijou novamente com mais desejo. E nos entregamos mais uma vez ao desejo que sentíamos um pelo outro.

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