Novos cinquenta tons
29 Surpresas
Notas iniciais
Oi, oi pessoa! Espero que gostem do novo capitulo da fanfic. Esta cheio de novidades e eu acho que vão gostar e muito.
Beijão pessoal!
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Já haviam se passado alguns dias que estou morando com Theodore. E tenho que admitir que seja bom ter alguém fazendo tudo por mim. Eu não tenho ido às aulas e Theodore trancou a faculdade já que decidiu trabalhar com o pai na empresa. Estou me olhando no espelho, vestindo apenas um robe já que acabei de sair do banho.
São oito e meia da noite, Teddy ligou avisando que tinha que resolver algumas coisas e que chegaria tarde em casa. Eu estou com saudades de sair, de fazer as tarefas de casa, eu sinceramente estou com saudades da minha vida. Porque agora quando eu me olho no espelho, não vejo mais a antiga Susana. Vejo uma mulher completamente diferente de tudo o que eu já fui um dia. AterrorizantesRespiro fundo olhando para os meus pulsos roxos, meu corpo estava cheio de manchas roxas e estavam um pouco doloridos. Eu tenho medo até de ficar sozinha em casa depois do que aconteceu. Teddy está meio estranho, é como se ele estivesse escondendo alguma coisa de mim. E eu não consigo parar de pensar no que ele estaria escondendo de mim dessa vez. Ouço vozes no andar de baixo e saio da frente do espelho. Abro a porta do quarto e saio andando em direção à sala. Quando cheguei lá vi Teddy conversando com o meu segurança. Eles conversaram sobre alguma coisa mais quando Teddy me viu falou alguma coisa com ele que concordou e saiu da sala. –O que houve? -Perguntei quando Teddy chegou perto de mim e selou os nossos lábios em um selinho delicado. Ele afastou um pouco o rosto dele do meu e acariciou meu rosto. O que aconteceu? –Não secou o cabelo? Perguntou e eu suspirei irritada vendo que ele estava tentando mudar o assunto. Revirei meus olhos e cruzei meus braços na frente do corpo e virei meu rosto quando ele tentou me beijar novamente. Eu não quero falar sobre problemas Susan! –Mais eu quero tentar te ajudar a resolvê-los. Eu quero te ajudar mais... Por favor, me conta o que está acontecendo. Pedi descruzando meus braços e segurando seu rosto entre as minhas mãos. Ele me olhou com um olhar entristecido e se afastou de mim indo em direção à cozinha. O que está acontecendo? Fui andando na direção da cozinha e o vi procurando alguma coisa dentro da geladeira. Parecia estar nervoso. Mais do que o normal. Acho que nesses dias que se passaram não o vi rindo nem uma vez. Só ficava andando pela casa de madrugada igual a um zumbi. Eu quero ajudar mais não sei como fazer isso. –Theodore... Estava falando mais parei ao ouvir sua voz nervosa tentando manter a calma. Ele estava me assustando. –Susana. Sai daqui, por favor. Eu só quero ficar sozinho e não quero te envolver nisso. Falou irritado passando as mãos pelo rosto e pelos cabelos. Apoiou-se na mesa enquanto respirava profundamente. É serio Susana. Eu não quero você aqui. –Tá! Quando você quiser ajuda, não venha me procurar. Disse também ficando irritada pela maneira como ele estava agindo comigo e sai andando indo em direção ao quarto. Entro e antes que eu consiga bater a porta ele consegue me impedir e entra no quarto. Puxa-me pela cintura sem nenhuma delicadeza e abre o meu robe tirando-o do meu corpo e deixando-o cair em cascatas no chão. Olhou para os meus braços marcados. Eu estava realmente com um pouco de medo do olhar dele. –Eu vou matar quem fez isso com você. Falou segurando eu rosto com as duas mãos e me puxando de encontro aos seus lábios me beijando com força. Deixando toda a sua delicadeza de lado. Eu correspondi ao seu beijo e ele enfiou sua língua dentro da minha boca. Ele tinha o poder de me deixar excitada com apenas um toque. Suas mãos não paravam pelo eu corpo. Ele me apertava e mesmo estando um pouco dolorida, eu não queria saber de mais nada. Apenas dessa sensação maravilhosa percorrendo todo o meu corpo. Eu apertava seus ombros fortes por cima do pano de seu blazer. Querendo mais contato. Ele me soltou, deixando meus lábios e deu um passo para trás. Tirou o blazer rápido o jogando no chão. Abriu os botões da camisa e a tirou de seu corpo forte. Eu olhava hipnotizada. Eu não me cansava de olhar para ele. Eu nunca vou me cansar. Ele sorriu e eu me aproximei novamente dele. Abri o cinto e depois o fecho de sua calça. Inclinei-me deixando rastros de beijos pelo seu peito, descendo por seu abdome sarado indo até o volume de sua calça. Ele me puxou pelo cabelo com força me fazendo gemer e foi andando comigo até a cama. Beijando o meu pescoço, lambendo e descendo indo em direção aos meus seios. Ele me deitou na cama, terminou de se despir ficando gloriosamente nu na minha frente. Teddy se deitou por cima de mim, se apoiando com os cotovelos ao lado da minha cabeça. Olhou-me nos olhos. Com seus olhos azuis perfeitos que me prendem de uma maneira que nem eu consigo entender. Ele se aproxima lentamente dos meus lábios e me beija, dessa vez com carinho. Minhas mãos pararam em suas costas, acariciando arranhando de leve. Minhas pernas estavam enlaçadas em volta de sua cintura o que me fazia sentir ainda mais sua ereção na minha entrada.
Quando ele me invadiu bem lentamente, eu fechei meus olhos sentindo como era estar completa de novo. Não fazíamos nada desde que a gente se separou e quando voltamos ele estava tão preocupado comigo que não encostava em mim direito com medo de me machucar mais. –Fique de olhos abertos, querida! Disse em tom de ordem e eu o obedeci. Encontrando seus olhos azuis escurecidos pelo desejo. Quando estava todo dentro de mim, começou a se mover com força, meus olhos lacrimejavam. Eu me agarrei nele arranhando com força as suas costas, ombros. Seus lábios me beijavam de uma forma possessiva. Sua língua tomava todo o controle do beijo. Meu corpo é e sempre será um escravo do seu. Eu o amo mais do que qualquer coisa e por mais que eu queira negar isso para mim mesma. Eu não consigo. Teddy nos virou na cama, me deixando em cima dele. Segurei-me em seus ombros enquanto rebolava fazendo nós dois delirarmos. Theodore tinha um sorriso pervertido nos lábios enquanto suas mãos apertavam todas as partes do meu corpo. Eu sentia falta dele. Do seu toque. Eu comecei a sentir aquela sensação tomando conta de todo o meu corpo. Fechei meus olhos enquanto arranhava seu peito másculo. Eu já não estava mais gemendo e sim gritando por mais e ele atendia a todos os meus pedidos. Teddy nos virou novamente na cama me deixando em baixo do seu corpo e meteu com mais força me fazendo ver estrelas. –Vamos querida! Falou no meu ouvido me causando arrepios e isso foi a minha perdição. E eu explodi em milhões de pedacinhos. Gritando sue nome. Teddy depois de mais algumas estocadas fortes também encontrou a sua libertação urrando o meu nome enquanto mordia, lambia e beijava o meu pescoço. Ele caiu por cima de mim e ficamos nessa posição até controlarmos as nossas respirações. Meu coração pareia que ia saltar para fora do meu peito a qualquer minuto. Nossos corpos estavam suados e em total conexão. –Eu te amo! Falei com ele enquanto acariciava seus cabelos molhados de suor. Ele levantou a cabeça e me olhou nos olhos. Eu sorri e tirei o cabelo molhado de suor de sua testa e ele colocou uma mecha do meu cabelo para trás da minha orelha. –Você realmente ainda me ama depois de tudo o que eu te fiz Susana? Perguntou com a voz séria e eu o olhei confusa. Depois de tudo o que a gente acabou e fazer ele realmente me pergunta se eu ainda o amo? Susana você tem todos os motivos do mundo para me odiar. Olha só o que fizeram com você por minha causa. Falou e saiu de dentro de mim, me fazendo ficar sentindo como se eu fosse incompleta de novo. Ele se sentou na cama e logo se levantou indo em direção ao banheiro. Droga o que foi que aconteceu agora? Depois do sexo maravilhoso ele ficou ainda mais irritado do que já estava. Escuto o barulho do chuveiro e respiro fundo irritada por tudo tê-lo levado a ficar mais nervoso. Eu me levanto da cama, pego meu robe no chão e o visto. Volto a me sentar na cama e fico olhando em volta durante um bom tempo até que escuto o barulho do chuveiro sendo desligado e logo o homem mais lindo e sexy do mundo aparecer no quarto enrolado em uma toalha. –Porque está agindo dessa forma comigo? Pergunto finalmente quebrando o silencio constrangedor que estava no quarto. Ele se vira para mim com aquele sorriso irônico e eu o olho nos olhos. –Susana olha para você, você está desse jeito por minha causa. Porque eu fui egoísta e queria te tirar dessa cidade, ficar sozinho com você e tentar fazer com que me perdoasse. Falou como se estivesse desabafando e depois, parou e me olhou novamente. Susana eu não consigo me perdoar pelo o que eu fiz. Eu estou parada. Olhando para ele sentada na cama como se fosse uma criancinha com medo do pai. Mais eu nem sei o que eu estou sentindo. Por um lado ele tem razão mais por outro lado não tem. O sequestro também foi minha culpa. Eu não devia ter saído da droga do carro no meio de uma estrada deserta. Prendo a respiração e me levanto. –Teddy eu... Estava falando mais fui interrompida. Theodore veio em minha direção e se ajoelhou na minha frente. Segurou meu rosto firmemente com as duas mãos e me olha-lo nos olhos. –Me diz que me perdoo Susana. E eu tento esquecer tudo o que eu fiz para você. Falou como se pedisse para que eu dissesse essas palavras. Mais o olhando nos olhos, eu sinceramente não consegui mentir e dizer que eu o perdoei. –Sinto muito! Falei baixando meus olhos e os fechando. Sentindo as lagrimas salgadas rolando para fora dos meus olhos. Eu não conseguia olha-lo depois do que eu falei. Que não consegui perdoa-lo por me trair com a minha ex-melhor amiga. E quando eu estava sofrendo ele estava se divertindo com ela. Eu não consigo perdoar tudo isso de uma só vez. –Eu sabia! Disse e se levantou. Foi até o closet e quando voltou estava vestindo uma calça de moletom e estava terminando de passar a camiseta branca pela cabeça. Saiu do quarto batendo a porta com força o que me fez pular e olhar para a porta onde segundos atrás ele passara. Passei as mãos pelos meus cabelos enquanto chorava. Deitei-me na cama e abracei o travesseiro dele. Que continha o seu inebriante cheiro e fiquei chorando. O que está acontecendo comigo? O que está acontecendo com a porra da minha vida? DOIS DIAS HAVIAM se passado desde a nossa briga. Eu e Teddy não estamos nem olhando mais um para o outro. Sinceramente eu não tenho o visto. Quando acordo ele já foi para a empresa e quando eu vou dormir ele ainda não voltou. Eu nem sei mais o que eu vou pensar. Estou sentada na enorme e vazia cama do quarto dele, com um pote de brigadeiro que eu fiz olhando para a TV que passava o filme O que esperar quando se está esperando. É bem legal e já está quase no final. Pego mais uma colherada e levo até os meus lábios. Escuto alguém andando pelo correndo e logo abrindo a porta do quarto. Uma figura loira vestindo uma calça Capri rasgada nos joelhos, uma blusa bata preta e uma bota de cano curto com saltos altos entrando no quarto. Vem andando em minha direção na cama com um olhar entristecido. –Oi priminha! Falou se jogando ao meu lado da cama e pegando a colher de brigadeiro da minha mão. Isso engorda! –Eu precisava comer brigadeiro. E eu preciso tomar sorvete de chocolate. Falei me ajeitando na cama e ela me olhou pelo canto do olho. O que está fazendo aqui? –Acabei de sair da faculdade e pensei em vir fazer uma visitinha. Eu queria... Pedir desculpas. Sabe eu não devia ter escondido tudo o que eu sabia do Teddy. Mais é que eu não sabia de qual lado ficar você é minha prima e ele é como um irmão para mim. Eu não sabia mesmo e... Estava falando mais eu a cortei. –Tudo bem! Você é minha prima e eu... Não te odeio. Acho que fiquei com ódio e até com um pouco de ciúme depois de tudo o que me contou. A história que vocês dois tem não chega nem perto da minha. A amizade estava só sendo fiel a uma pessoa que não merecia. Ela sorriu e me deu um abraço apertado. Eu sorri enquanto correspondia ao seu abraço. Tudo o que eu precisava era de uma amiga, de uma pessoa em que eu pudesse confiar já que não consigo mais confiar em ninguém nesse mundo. Eu comecei a chorar e ela se afastou de mim ainda com um sorriso. –Tá chorando por quê? –Eu não sei! Eu só estou com as emoções completamente descontroladas e... Que perfume é esse? Perguntei me sentindo um pouco enjoada e ela me olhou confusa. Droga! Levantei-me correndo deixando o pote de brigadeiro em cima da cama de qualquer jeito. Corri para o banheiro e só deu tempo de levantar a tampa da privada. Eu comecei a vomitar e a vomitar. O que está acontecendo? Acho que devo ter comido alguma coisa que me fez mal. Talvez tenha sido a pizza que eu pedi para o jantar ontem anoite. Senti as mãos de alguém segurando os meus cabelos e tirando do meu rosto. Eu queria dizer obrigada mais não conseguia parar de vomitar. Quando finalmente consegui parar, eu me sentei no chão encostando as minhas costas na parede gelada do banheiro. Passei as costas das mãos a minha boca e vi Jessica se ajoelhando na minha frente com um olhar preocupado. –Nem pergunte nada! Eu estou bem, só comi alguma coisa que não me fez bem ontem anoite. Falei e ela continuou sem dizer nenhuma palavra. Os cabelos loiros muito bem cuidados estavam caídos em seus ombros e ela parecia estar pensando. O que não é uma coisa que ela costuma fazer. –Comeu o que? Te conheço a tempo demais para saber que você tem estomago de ferro. Eu nunca te vi vomitando tanto, a não quando esta bêbada demais. Falou e eu a olhei confusa. Onde será que ela está querendo chegar. Jessica se levantou do chão. Prendeu o cabelo em um coque frouxo e olhou em volta. Levanta do chão e se arruma. Vamos dar uma volta! Disse e saiu do banheiro fechando a porta como se quisesse me dar um tempo sozinha para pensar.
Levanto-me segurando na privada, abaixo a tapa e dou a descarga. Tiro a minha roupa de pijama e entro debaixo do chuveiro gelado. Lavo a minha boca e todo o meu corpo enquanto tento pensar no que pode ter acontecido. Depois do banho eu me seco na toalha e me enrolo na mesma. Saiu do banheiro e vou para o quarto vendo que ela já saiu e levou o pote de brigadeiro. Entro no closet e escolho vestir uma calça de laica, uma blusa bata comprida branca e uma sapatilha preta. Me visto, seco meus cabelos com o secador e o prendo em um coque frouxo. Saio levando comigo a minha bolsa. Quando chego á sala vejo Jessica mandando uma mensagem para alguém e quando me vê, vem andando em minha direção discando alguns números, me segura pela mão e sai me puxando para fora do apartamento. Chegamos à garagem e entramos no carro dela. Ela liga e logo damos partida para fora indo em direção ao trafego de Seattle. Mais uma vez ela pega o celular e disca alguns números. –Alo! Aqui é a Jessica... Fala ao telefone. Eu preciso de um favor Serena... Uma amiga minha precisa fazer uns exames... Tá legal eu já estou indo para ai então... Beijos! –Que exames? pergunto a olhando e cruzando os meus braços. Ela me olha rápido voltando a olhar para o transito. –Olha, eu conversei com o Teddy e ele me explicou o que aconteceu. Ele tá muito mal mais agora isso não vem ao caso. Susan talvez você esteja... Estava dizendo mais eu já sabendo o que ela iria dizer comecei a falar. –Não... Nem pensar. Não pode ser, olha a gente não está nem se falando como eu posso estar gravida. Tudo bem que a gente fez alguma coisa mais... Não pode ser. –Pode sim. Ela é uma amiga do John e disse que está sem nenhum paciente agora, então eu posso te levar até lá. E eu não vou aceitar um não como resposta priminha linda e querida. Falou e acelerou mais o carro. Eu me virei para frente olhando para o transito e respirando fundo. Com todas as minhas forças querendo que isso seja mentira. Não posso estar gravida. DEPOIS DE FAZER ALGUNS EXAMES eu estava sentada em uma cafeteria em completo silencio. Nem eu e nem Jessica falávamos nenhuma palavra. Lena é uma ginecologista. E eu fiz exames de gravides. Sinceramente eu não disse nenhuma palavra desde que soube do resultado. Eu não queria falar nada. Apenas ficar quieta e correr. –Vai dizer ou não o resultado dos exames? Perguntou me tirando dos devaneios. Eu levei uma mão até a minha barriga acariciando-a e respirei fundo. Ela me olhou e fez um A não!, colocou os dois l na mesa e apoiou sua cabeça entre as mãos. –Eu estou gravida!
Notas finais
Beijão pessoal! Até o próximo capitulo!
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