Novos cinquenta tons
14 Perdendo o controle
Notas iniciais
Theodore me levou até o quarto vermelho e eu fiquei olhando tudo aquilo. O que ele pretendia fazer comigo ali? Espero que não seja muito doloroso. Ele fechou a porta atrás dele e veio andando até mim. Passou o polegar pelos meus lábios, os contornando e depois pressionou meu lábio inferior para baixo e desceu seu polegar pela minha garganta, pelo meu colo, meus seios ainda coberto pela blusa e então parou. Eu o olhei nos olhos, aquela imensidão azul acinzentado. Os olhos que conseguiam me prender e me tirar do foco. Ele tirou a jaqueta de couro e colocou em cima de uma mesa, tirou a camisa a deixando junto com sua jaqueta. Quando se virou para mim eu pude ver seu torço nu. Tão perfeito! Ele veio andando até mim e eu engoli em seco.
–Eu quero você apenas de lingerie. –Ele disse e eu assenti. Meio envergonhada eu levei as minhas mãos até a barra da minha blusa e a levantei até tira-la por completo do meu corpo. Quando olhei novamente em seus olhos eu os vi escurecidos pelo desejo. Eu abri o fecho da minha calça jeans e abaixei. Eu já havia tirado os meus sapatos então ficou mais fácil para que eu tirasse a calça. Eu estava seminua na frente dele e por mais que ele já tivesse me visto eu fiquei envergonhada. Abaixei a minha cabeça olhando para o chão mais eu senti os dedos habilidosos de Theodore no meu queixo o levantando, forçando-me a olha-lo.
–Não desvie o seu olhar dos meus Susana. –Ele disse em um tom de ordem e eu assenti. Senti os dedos da outra mão de Theodore passando levemente pelas minhas costas em linha reta. Suspirei. Ele aproximou mais seu rosto do meu, seus lábios roçaram pelo meu rosto, causando arrepios em mim. Seus lábios contornaram os meus, porém não me beijou. Eu tentei capturar os lábios dele mais não consegui. Ele sorriu vendo as tentativas frustradas de beija-lo e segurou meu rosto com as duas mãos me forçando a olha-lo. Meus olhos se revezavam entre seus lábios e seus olhos e os dele também. Ele enroscou seus dedos em meus cabelos ainda presos pela trança e me puxou para um beijo cheio de segundas intenções. Um beijo caloroso, quente que me fez desejar ainda mais Theodore. Ele me puxou para mais pertos pelo cabelo e eu gemi em seus lábios quando ele puxou meus cabelos para que eu fosse para mais perto dele. A língua dele passeava pela minha boca, e parecia que havia borboletas em meu estomago. Uma de suas mãos foi para as minhas costas e desceram, apertando-me até as minhas nádegas onde apertou com mais força e rosnou alguma coisa nos meus lábios enquanto apertava minhas nádegas. Ele me virou de costas para ele sem nenhuma delicadeza e desfez a minha trança deixando meus cabelos soltos. Suas mãos apertaram a minha cocha com força enquanto a outra subiu da minha cintura até o meu seio e o apertou por cima do sutiã preto com rendas brancas. Eu gemi e quando fui tentar toca-lo ele me virou de frente para ele novamente e me olhou nos olhos.
–Não posso perder meu controle com você. –Ele disse mais para si mesmo do que para mim. Fechou os olhos pareci estar derrotado e suas mãos desceram para a minha costela me levantando e selando os nossos lábios. Enrolei as minhas pernas em volta do quadril dele e meus braços em volta de seu pescoço o trazendo para mais perto. Ele desceu as mãos até que chegou às minhas nádegas e as apertou me fazendo gemer de prazer em seus lábios. Theodore foi andando comigo para algum lugar. Ele descolou nossos lábios e passou a beijar o meu pescoço. Ele me colocou no chão e eu dei algumas leves mordidas pelo ombro esquerdo dele o fazendo rosnar alguma coisa. Ele passou o braço pela mesa e me levantou segurando-me pela costela e me sentou na mesma voltando a me beijar. Suas mãos passeavam uma em cada cocha minha me apertando enquanto eu arranhava seus ombros. Ele tentou abrir o fecho do meu sutiã enquanto me beijava mais ele não conseguia. Eu ri enquanto ele já começava a ficar nervoso. Afastou-se um pouco e rasgou o meu sutiã. Como ele fez isso? Theodore jogou o meu sutiã para algum lado e suas mãos quando chegaram aos meus cabelos, ele o puxou com força para trás me fazendo gemer de dor e prazer. Lambeu a minha garganta e foi descendo para os meus seios nus. Eu tentei levantar a minha cabeça, porém ele não me deixou o fazer. Theodore lambeu e depois os puxou para ele dando uma mordida nos meus mamilos. Eu gemi alto. Eu não estava aguentando de tanta excitação, tentei fechar as minhas pernas mais ele não me deixou fazer isso e se pôs no meio delas enquanto mordia meus mamilos. Finalmente minhas mãos voltaram à vida e logo foram para os cabelos dele, puxando e arranhando seu coro cabeludo.
Ele desceu seus lábios pela minha barriga e depois voltou até os meus lábios me beijando com todo o desejo que tinha. Eu correspondi da mesma maneira enviando naquele beijo todo o meu desejo. Theodore me deitou na mesa e passou a mão pelos meus seios os apertando, desceu pela minha barriga e eu sabendo onde ele iria chegar gemi e tombei a minha cabeça para trás em antecipação. Eu comecei a mover os meus quadris mais ele me parou e puxou-me pelo cabelo. Forçando-me a olha-lo.
–Para de se mexer! –Ele ordenou e soltou o meu cabelo me fazendo gemer novamente. Eu gemi alto quando senti os dedos dele lá. Provocando-me por cima do tecido da minha calcinha. Eu tentei me segurar mais não consegui e acabei movendo meus quadris novamente. Theodore me puxou pelo cabelo novamente e eu gemi, ele me sentou na mesa e voltou a me beijar enquanto suas mãos não paravam em nenhum lugar do meu corpo. Minhas mãos arranhavam de leve as costelas dele enquanto nossas línguas guerreavam uma com a outra, causando em arrepios em ambos. Ele se apoiou em suas duas mãos atrás de mim na mesa e se inclinou para frente, eu automaticamente me inclinei para trás e me apoiei em seus braços, arranhei seus ombros e desci arranhando até seus cotovelos e voltei até a sua nuca o fazendo rosnar em meus lábios. Passei meus braços em volta do pescoço dele e ele passou suas mãos pelas minhas costas me abraçando e me levantando da mesa. Separei nossos lábios rapidamente para respirar um pouco e os lábios dele começaram a procurar pelos meus logo os encontrando novamente. Ele foi andando comigo e me encostou em alguma coisa que eu não olhei. Seus lábios eram exigentes e sempre que eu desviava de seus beijos para pegar um pouco de ar ele me puxava pelos cabelos selando seus lábios nos meus novamente. Ele saiu andando comigo novamente e eu bati as costas na quina de alguma coisa mais eu não olhei, estava muito entretida com ele mordendo o meu pescoço e depois beijando delicadamente o local ferido. Ele abriu a gaveta e tirou alguma coisa de lá e depois a fechou novamente. Theodore se separou de mim e me jogou em cima da cama. Eu quiquei algumas vezes e logo o vi pegando alguma coisa dentro de uma gaveta. Ele voltou andando até a cama e eu vi que ele caminhava como se eu fosse sua vitima. Engoli em seco e respirei fundo. Meu coração parecia que iria sair do peito. Ele veio andando até a cama enquanto meu peito subia e descia pela minha respiração acelerada. Theodore subiu em cima da cama e ficou com um joelho no meio das minhas pernas. Passou os dedos pelo meu rosto e eu fechei meus olhos sentindo seu toque.
–Abre os olhos Susana! –Disse e eu abri meus olhos encontrando os olhos azuis acinzentados dele me olhando. Analisando cada traço do meu rosto. Ele me beijou novamente e eu fechei meus olhos sentindo seus lábios colados aos meus. Senti Theodore pegar as minhas duas mãos e as levantar, e as prendeu juntas na cabeceira da cama. Ele apertou mais e eu gemi em seus lábios. Ele se levantou um pouco ficando ajoelhado na cama. Eu tentei soltar as minhas mãos mais eu não consegui. Ele sorriu e desceu beijando e lambendo a minha barriga enquanto suas mãos apertavam meus seios me fazendo ir ao céu e ao inferno.
–Theodore eu... Eu preciso de você! –Eu disse a ele com um fio de voz e senti um sorriso se formar em seus lábios, pois ele os passava na minha barriga, cintura e subia desenhando minhas curvas.
–E o que você quer Susana? –Ele me perguntou voltando a olhar em meus olhos, seus lábios a poucos centímetros dos meus. –Você sabe que fui uma menina muito má hoje. –Disse e eu assenti e tentei levantar meus quadris e encontro com os dele. Theodore vendo o que eu tentava fazer sorriu malicioso e prendeu meus quadris com os seus me fazendo sentir o seu membro já ereto em meu sexo. Eu fechei meus olhos com força e gemi.
–Eu quero você! Por favor! –Eu disse e ele novamente investiu sua ereção contra mim me fazendo gemer alto e tombar a cabeça para trás. Eu queria me soltar e me livrar da calça dele mais eu não conseguia. Ele beijou o meu pescoço e foi descendo para o meu colo, lambeu o meio dos meus seios de desceu lambendo e dando leves mordidas pela minha barriga até que chegou lá. Eu gemi alto quando senti seus lábios roçando lá. Ele se ajoelhou na cama e desceu as laterais da minha calcinha lentamente enquanto me olhava nos olhos. Assim que ele tirou a minha calcinha ele começou a massagear com seus dedos habilidosos o meu sexo. Eu gemia descontroladamente. Querendo me soltar mais não conseguia. Ele ficou brincando com o meu clitóris com os dedos enquanto sua boa estava em meus mamilos. Ele nunca desviava seus olhos dos meus. Ele desceu mais os seus lábios até que chegou lá. Theodore me penetrou um dedo e eu gemi alto enquanto sua língua fazia movimentos no meu clitóris me fazendo esquecer até do meu nome. Eu senti que estava quase lá, ele tirava e penetrava seus dedos freneticamente.
–Não goze Susana ou você vai sofrer as consequências. –Ele disse e eu não sei bem como eu faria isso não acontecer e ele só ia aumentando o ritmo de seu dedo. Eu mexia meus quadris no ritmo dos dedos dele e eu tentei segurar meu orgasmo mais eu não consegui e acabei sendo atingida por uma onda de prazer. Ele parou de fazendo o que estava fazendo e me olhou nos olhos, com os olhos... Eu não sabia decifrar seus olhos. –A Susana, você sempre fazendo o que não deve fazer. –Disse e me deu um tapa estalado na cocha me fazendo dar um gritinho pela surpresa.
–Porque me bateu? –Eu perguntei com a voz fraca pelo desejo crescente dentro de mim. –Eu não fiz nada ainda.
–Você faz tantas coisas erradas Susana que se eu fizesse uma lista eu te bateria muito. –Ele disse e eu sorri ele voltou a me beijar com vontade e eu correspondi da mesma maneira. Eu senti sua mão apertando a minha cocha e subindo suas mãos até a minha cintura, apertando-me.
Ele se levantou da cama novamente e tirou o resto de suas roupas as deixando em um canto no chão do quarto. Eu olhei seu membro bem avantajado e engoli em seco novamente. Ele sorriu enquanto colocava a camisinha. Quando ele pegou a camisinha que eu não vi.
“Você estava olhando outra coisa”. Meu subconsciente disse e eu tive que concordar com ele. Ele colocou a camisinha e veio andando até mim. Subiu em cima da cama e se encaixou em cima de mim e se apoiou nos cotovelos ao lado da minha cabeça. Seu peitoral esmagou meus seios. Teddy me penetrou com força me fazendo gemer e tombar a cabeça para trás enquanto sentia ele me preencher mais e mais. Eu gemi alto quando ele começou a se mover forte dentro de mim.
–Você é tão apertadinha! –Disse no ouvido meu ouvido me fazendo gemer com sua voz rouca. Eu me contrai e ele gemeu rouco no meu ouvido.
–Faz isso de novo! –Ele disse e eu fiz novamente o fazendo rosnar e ir mais fundo dentro de mim. Eu enrolei as minhas pernas em volta do quadril dele e ele começou a estocar com mais força enquanto se movia rápido e forte dentro de mim.
–Vamos lá Susana! –Ele disse e sua voz rouca foi a minha perdição. Eu gozei gritando seu nome e ele veio logo depois de mim também gritando meu nome. Ele caiu exausto com a cabeça em cima dos meus seios.
–Você é perfeita Su! –Ele disse com a voz sendo interrompida por sua respiração ofegante. –E eu te tenho só para mim. –Ele disse e eu sorri. Theodore saiu de dentro de mim e caiu deitado do meu lado. Ele soltou os meus pulsos e eu o olhe me virando para ele. Theodore tirou a camisinha e amarrou a ponta colocando em um canto. Ele ficou olhando para o teto e colocou o braço atrás da cabeça.
–Posso te fazer uma pergunta? –Perguntei e ele me olhou assentindo. Eu respirei fundo antes de fazer isso. A Jessica se você estiver errada.
–Claro!
–Você promete que nunca mais vai mentir para mim? –Perguntei e ele assentiu.
–Eu prometo que nunca vou mentir para você. –Ele disse e eu sorri.
–Você já teve um caso com a Jessica? –Perguntei e ele me olhou confuso com a minha pergunta. –Sabe mais do que amizade.
–Não eu nunca tive nada com ela. –Ele disse e eu sorri fraco. Ele não vai parar de mentir para mim. Ele me puxou para mais um beijo que eu aceitei. Eu me sentei no colo dele aprofundando o beijo e ele correspondeu. Eu desci meus beijos para o pescoço dele dando leves mordidas desci mais meus beijos e mordi cada um dos gomos de seu abdome o fazendo rosnar e apertar fortemente as minhas costas. Eu gemi. Desci mais meus beijos até seu membro e o masturbei com as minhas duas mãos o fazendo gemer, eu abaixei um pouco e abocanhei seu membro, comecei a chupar com força o fazendo grunhir e segurar meus cabelos ditando os movimentos. Mais antes que eu pudesse fazer com que ele encontrasse a sua libertação ele me puxou pelos cabelos e me beijou com vontade e se levantou da cama me deixando deitada e confusa.
–Vem! Eu quero você na minha cama. –Ele disse e eu neguei sorrindo.
–Não! Eu sou só a sua submissa Grey. –Eu disse a ele que me olhou confuso mais não disse nada. Ele pegou outra camisinha e a vestiu. Se sentou na cama e me puxou de um modo que que eu ficasse deita no colo dele com a minha bunda para cima. Ele me deu um tapa forte e eu gemi de dor e prazer. Ele me deu mais um tapa na minha outra nádega me fazendo gritar novamente, me deu outro tapa e repetiu o mesmo processo até completar cinco. Ele me puxou de um modo que eu me sentasse no colo dele e olhou nos meus olhos.
–Você não é só uma submissa Susana! Nunca se esqueça disso. –Ele disse e me beijou com vontade. –Eu te bati por achar que é só uma submissa e por negar quando eu te chamei para dormir comigo. –Disse e me beijou novamente. Ele me penetrou novamente de uma vez só. Eu gemi alto e assim que ele estava completamente dentro de mim começou a se mover. Ele apertava as minhas cochas, nadegas, as minhas costas enquanto eu o arranhava nos ombros, costas e nuca. Chegamos ao ápice juntos e depois paramos para normalizar as nossas respirações. Ele saiu de dentro de mim e eu respirei fundo antes de me levantar. Eu fui andando até onde a minha lingerie estava e me vesti. Peguei a minha blusa e também a vesti.
–As minhas coisas ainda estão aqui não é? –Perguntei e ele assentiu confuso enquanto se levantava e vinha em minha direção. Ele chegou perto de mim e segurou meu rosto com as duas mãos e me fez olhar nos olhos dele.
–O que está acontecendo Susana? –Perguntou e eu desviei de seu beijo e sai andando para fora do quarto. Eu fui até o quarto dele e encontrei a minha mochila. Peguei uma saia de cós alto solta um pouco acima dos joelhos branca. Uma camisetinha vermelha e uma jaqueta jeans branca. Eu fui andando até o banheiro com as minhas roupas e fechei a porta. Me despi e tomei um banho bem relaxante. Assim que acabei eu me sequei na toalha e me vesti. Sai do banheiro já arrumada e vi Theodore vestindo sua calça jeans. Eu calcei minhas sapatilhas e arrumei as minhas coisas na minha bolsa.
–Está tudo bem Susana? –Ele perguntou vindo até mim e eu o olhei fingindo um sorriso.
–Está sim! Theodore você já mentiu para alguma submissa sua?
–Porque está me perguntando isso?
–Porque eu sei que você e a Jessica já tiveram um caso e você me responde na maior cara de pau que nunca teve nada com ela. –Eu disse e ele passou a mão pelos cabelos os deixando desarrumados.
–Me desculpe! Eu não queria te contar nada sobre isso é que ela... ela te contou?
–Não. Não foi ela. –Disse e ele passou a mão pelo rosto e depois voltou a olhar para mim.
–Agora eu entendo o porque de você está assim. Susana eu sinto muito. Mais fica aqui! –Ele disse segurando a minha mão e eu assenti.
–Se olhar nos meus olhos e prometer que nunca mais vai mentir para mim. Theodore eu juro que se mentir para mim eu vou ir embora. Eu odeio mentiras e é por isso que nunca minto para você. –Eu disse e ele assentiu vindo e me abraçou com força.
–Eu não quero te deixar ir Susana. Eu quero você aqui do meu lado. –Disse e me soltou. Ele tirou uma mecha do meu cabelo do meu rosto e me puxou para um beijo calmo e logo me soltou me abraçando novamente.

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