Novos cinquenta tons
7 No comando
Notas iniciais
Theodore havia me levado para a casa dele. Ele inventou de fazer um sanduíche já que não quis me deixar cozinhar e já eram quase 3 horas da manhã. Assim que ele terminou de fazer os sanduíches me deu um e eu me sentei na cadeira de frente para uma enorme mesa. Eu comi o meu sanduíche e assim que ele terminou de comer eu me ofereci para lavar a ouça mais ele também não deixou. Assim que acabou de lavar a louça ele veio andando até mim e me puxou pela cintura. Eu encarei aqueles olhos azuis penetrantes e sorri me lembrando de que ele perdeu a aposta.
–Como se sente sendo um perdedor. -Eu disse para implicar com ele e ele sorriu fraco e eu convencida. Ele parecia não gostar de perder e eu gostei de ter vencido para poder falar isso com ele. Theodore começou a passar uma das mãos pelas minhas costas e desceu mais um pouco até que chegou à minha bunda apertando com força me fazendo gemer e ele sorriu.
–Você vai se render antes mesmo de começar. -Ele disse no meu ouvido e beijou o meu pescoço. Eu gemi e fechei meus olhos, eu me recuperei e dei um passo para trás o olhando fixamente. Eu sorri.
–Então não terá problema já que eu vou me render não é mesmo? -Eu perguntei em um tom baixo e ele sorriu de canto me olhando e sorriu derrotado.
–Tudo bem! Você comanda! -Ele me disse e parecia irritado com isso, eu sorri e me aproximei dele novamente e o beijei com delicadeza, ele correspondeu na mesma intensidade lentamente. Eu parei de beija-lo e o olhei nos olhos. Levei minhas mãos para o ombro dele e deslizei a jaqueta de couro preta dele para fora de seu corpo. Ele me olhava com intensidade e desejo esperando pelo meu próximo ato. Eu levei as minhas mãos até a barra da camisa dele e a levantei, Ted levantou os braços para me ajudar a tirar a camisa dele e assim que a tirei de seu corpo eu pude ver seu tronco nu. Ele era tão perfeito e estava na minha frente.
Eu coloquei as minhas duas mãos abertas em seu peitoral e o olhei nos olhos, nossas respirações estavam ofegantes e ele me olhava atento a cada movimento que eu fazia. Desci minhas mãos lentamente até seu abdome, sentindo seus músculos se contraírem a cada toque meu. Eu desci mais as minhas mãos até o cós da calça dele e abri o botão e depois desci o zíper bem lentamente e passei as pontas dos meus dedos em cima de sua ereção já visível e ele grunhiu.
–Se continuar me provocando assim, eu não vou conseguir me controlar e não vou deixar você no comando. –Ele me disse com um sorriso de canto e olhou para aonde minhas mãos estavam e eu olhei para o mesmo ponto.
–Seja um bom perdedor. –Eu disse a ele e ele sorriu fraco e eu fiz o mesmo. Mesmo sem saber o que eu deveria fazer eu fiz o que meus instintos me diziam e me comandavam. Eu me aproximei dele e o beijei com calma. Ele pediu passagem para a língua dele e eu concedi entreabrindo os meus lábios. Eu enrosquei meus dedos no coro cabeludo dele e o puxei com força o fazendo soltar um grunhido ele me puxou pela cintura me trazendo para mais perto e meu corpo correspondeu ao comando dele. Ted segurou a parte de trás da minha cocha com força me fazendo gemer em seus lábios. Ele me levantou e eu enrolei as minhas pernas em volta dos quadris dele. Ted foi andando comigo até uma parede e me encostou na mesma com força me deixando presa entre seu corpo e a parede. Ele desceu os beijos para o meu pescoço dando lambidas e eu virei à cabeça no sentido oposto dando mais acessibilidade a ele. Ted enfiou uma de suas mãos nos meus cabelos e o puxou para trás com força me fazendo gemer e arranhar com força os braços dele, apertando, cravando minhas unhas em sua pele. Ele lambeu todo o meu pescoço e meu colo e depois voltou a selar os nossos lábios em um beijo desesperado. Eu arranhei as costas enquanto ele beijava o meu pescoço perto da minha orelha, eu gemia perto do ouvido dele o fazendo apertas as minhas costas, bunda e cocha com mais força. Eu desci do colo dele e abracei a nuca dele com meus braços e praticamente me joguei em cima dele, Ted foi andando para trás tentando se segurar em algum lugar o que resultou em outra parede derrubando um quadro que estava na parede. Eu me abaixei beijando todo o seu peitoral e desci mais para seu abdome dando lambidas ele rosnou e me puxou pelo braço me virando, me encostando com brutalidade na parede e beijou o meu pescoço. Afastou-se de mim e tirou a minha jaqueta com pressa e eu mesma fui tentando levantar a minha blusa, ele segurou a minha mão e terminou de tirar a minha jaqueta e depois tirou a minha blusa a jogando em algum lugar da sala. Ele foi beijando todo o meu pescoço, colo, seios por cima do tecido do meu sutiã, barriga e tirou a minha calça com rapidez. Ele voltou a colar o seu corpo no meu, voltando a me beijar com vontade. Ele me puxou pela cintura e foi me levando entre beijos até o quarto dele, no caminho ele foi me empurrando em várias paredes e apertava as partes do meu corpo. Assim que chegamos perto da cama dele eu me virei e o empurrei, o surpreendendo. Ele caiu deitado na cama e eu subi na cama e me sentei no colo dele e tirei meu cabelo do meu rosto e me abaixei o beijando com vontade ele colocou as duas mãos nas minhas costas a apertando com força e me rodou na cama me fazendo ficar debaixo dele. Eu enrolei as minhas duas pernas em volta do quadril dele e ele desceu os beijos para o meu pescoço lambendo me fazendo gemer e arranhar com força os braços, ombros e costas dele o fazendo grunhir. Ele me olhou e se levantou um pouco, rasgou o meu sutiã e voltou a se deitar em cima de mim, lambeu meu mamilo já endurecido e depois o mordeu, chupou, me fazendo gemer descontroladamente e puxar o cabelo dele com força. Ele repetiu o mesmo processo com o outro mamilo. Eu o empurrei para o lado e me sentei no colo dele, fui lambendo todo o seu peitoral e abdome e ele me puxou novamente pelo braço me fazendo deitar novamente.
–Sem brincadeiras. –Ele me disse e voltou a me beijar com vontade Ele enfiou um dedo dentro de mim e eu tombei a minha cabeça para trás dando mais acesso a ele e o mesmo começou a beijar e a lamber meu pescoço e colo. Estávamos suados e sedentos um pelo outro. Ele se ajoelhou na minha frente e tirou a minha calcinha ele se abaixou e começou a beijar a minha intimidade e começou a lamber o meu clitóris eu não conseguia mais controlar os meus gemidos e comecei a quase gritar o nome dele. Ele pressionou meu clitóris com o polegar me fazendo arranhar com força as costas dele. Eu senti meu orgasmo vir e me abraçar por inteiro, eu gritei por Ted e ele se ajoelhou novamente na minha frente, tirou a própria cueca deixando sua enorme ereção aparecendo me fazendo ficar com água na boca e pegou uma caixinha em uma gaveta no criado mudo ao lado da cama, pegou uma camisinha e me entregou o pacotinho. Ele queria mesmo que eu fizesse isso¿ Mais eu não sei como se coloca isso. Eu rasguei o pacotinho prateado e o olhei, ele sorriu de canto e segurou as minhas duas mãos e as conduziu até o membro dele me ajudando a desenrolar a camisinha em seu membro. Ele me deitou cuidadosamente na cama e abriu as minhas pernas sem tirar os olhos dos meus Ted se ajeitou no meio das minhas pernas e me penetrou calmamente. Eu tombei a minha cabeça para trás e ele aproveitou para lamber o me pescoço. Eu gemi e arranhei com força as costas dele, ombros cravando as minhas unhas em sua pele o fazendo rosnar em meu ouvido. Ele começou a se mover rápido dentro de mim perdendo o total controle, eu sentia um prazer tão imenso com ele dentro de mim. Ele nos virou na cama me sentando no colo dele. EU comecei a rebolar no colo dele rápido o fazendo rosnar e tombar a cabeça para trás. As mãos de Ted queriam tocar todas as partes do meu corpo, apertando-me com força, marcando-me como sua. Suas mãos grandes e fortes apertavam meu corpo e eu tenho certeza que amanhã eu ficaria cheia de marcas. Ted nos virou na cama e voltou a estocar com força. Eu tive outro orgasmo e me desmanchei em seus braços. Ted depois de mais algumas estocadas também encontrou sua libertação e desabou-se em cima de mim. Depois que normalizamos as nossas respirações ele saiu de dentro de mim me fazendo gemer em reprovação. Ele caiu deitado do meu lado na cama e se apoiou em um cotovelo me olhando de cima. Com a mão livre Ted tirou as mechas do meu cabelo do meu rosto e sorriu.
–Você é diferente Susan! –Ele me disse e eu sorri o ouvir falar desse jeito me deixava feliz. –Eu nunca deixei nenhuma mulher me tocar e muito menos comandar um pouco. –Ele me disse e eu sorri mais abertamente.
–Como assim?
–Eu não posso te contar. –Ele me disse e voltou a se deitar ao meu lado e me puxou, me abraçando com força e beijou a minha testa. –Você é tão complicada de desvendar, sempre fica surpreendendo as pessoas, me surpreendendo.
–As pessoas complicadas são as melhores. –Eu disse a ele ironicamente e ele sorriu voltando a me beijar nos lábios e subiu em cima de mim aprofundando o beijo. E assim voltamos a nos amar.
–O-
Acordei e quando olhei já era manhã, eu olhei para o lado e vi Ted dormindo tranquilamente de bruços na cama, ele é tão lindo enquanto dorme, parece tão calmo, relaxado. Eu sorri o olhando dormir tão serenamente e tirei o braço dele de cima de mim lentamente para não acorda-lo. Eu me levantei da cama e fui andando pelo quarto e entrei no closet dele e peguei uma camiseta dele e a vesti. Prendi meu cabelo em um coque mal feito e sai do quarto dele. Eu fui andando pelo corredor até que vi uma porta entreaberta. Fui andando até lá por curiosidade já que sou muito, muito curiosa. Eu abri mais um pouco a porta e olhei para o quarto a minha frente, um quarto vermelho com uma cama no centro.
–Susana! –Eu ouvi uma voz atrás de mim e me virei assustada e vi Ted me olhando como se estivesse com medo do que fiz.
–O que é isso Theodore? -Eu perguntei nervosa e com um pouco de medo. O que ele era afinal?

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