Notas iniciais
Necessito fazer um enquete aqui: eu vou dividir a fic em duas partes, porque tem uma história antes, uma durante e eventualmente uma DEPOIS de Death note. Entetanto esta
Parte que eu estou escrevendo agora está ficando grande, então queria que vocês votassem:
Preferem que eu deixe essa parte crescer para ca***** ou preferem que eu divida ela em duas partes???
PDV ÍRIS

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É véspera de natal, minha criança! Jogo-me na cama de Kim, acordando a baixinha. Ela olha para mim com os olhos ainda ver vermelhos e inchados de sono. Também, ela passou a noite toda conversando com o Mello... Sinceramente não os entendo. Mesmo. Estão ficando há quase um mês e ainda não oficializaram o namoro. Deprimente, tendo a pensar. Talvez pensem que isso se faz por si só, o que até é verdade até certo ponto, mas é tão mais romântico se for oficializado com um pedido e uma aceitação...

— Hm. Que horas são?

-7:30. Levante-se, escove os dentes e lave o rosto. Hoje é véspera de natal! Espero que tenha comprado o meu presente, do seu irmão e do Mellitos, porque as lojas estarão ridiculamente cheias hoje!

— Comprei. Não se preocupe.

— E o do amigo oculto? — Resolvemos fazer este jogo no Natal deste ano.

— Também.

— Ótimo. Levante-se e se arrume.

Ela obedece e some no banheiro. Onde estará Matt? Tiro o pijama e coloco uma blusa rosa de mangas longas e uma saia sobre uma meia calça preta. Arrumo o cabelo com cuidado, alinhando cada um dos fios bagunçados com a ajuda da escova e do espelho da penteadeira compartilhada que fica de frente para a parede da porta.

— Eu vou descer, Kim!

— Ok. — Ela grita do banheiro. Ultimamente ela tem demorado mais ao fazer sua arrumação matinal, embora os resultados não sejam assim tão diferentes (não me entendam mal, Kim é linda, só que não gosta nem um pouco de se arrumar).

Saio do quarto e vou acordar Matt. Entretanto que está no quarto é o projeto de cover da Madonna que minha melhor amiga chama de ficante. Ok, eu chamo por ela, mas não importa.

— Mello? Viu o Matt?

— O gamer já desceu, na verdade. — vejo-o morder um pedaço de chocolate. Como não engorda? Oh, sim, ele se exercita muito batendo em criancinhas inocentes. Não consigo entender como Kim consegue aturar isso. Se bem que Mello não tem estado tão violento desde que começou a ficar com ela. Fecho a porta e vou para o refeitório. Matt está sentado sozinho. Pego a comida e me sento depois de cumprimentá-lo com um selinho.

— Bom dia, Íris.

— Bom dia, Matt. Dormiu bem?

— Tendo sonhado com você... — Matt... Sempre tão romântico. É uma das coisas que me fez me apaixonar por ele. Com alguma ajuda de Kim e Mello, claro, mas ainda assim me apaixonei. E isso é algo que se faz sozinho.

— Que fofo, Mattie. — Sorrio.

— Obrigado. — Ele me direciona seu sorriso mais lindo.

— Como vão os preparativos para esta noite? Digo, no quarto de qual de nós será?

— Acho que no meu e de Mello, porque lá tem mais o que fazer para esperar. Têm meus videogames, os chocolates de Mello... No seu quarto só tem o caderno da Ki-Ki e os computadores. No de Near têm os quebra cabeças e, de acordo com Mello, meio milhão de fotos dele com a irmã. Tenho medo de pensar no que pode ter no quarto de L.

— Doces e anotações pelo quarto inteiro. Kim foi lá uma vez e me contou.

— Ela foi ao quarto do L, é? Mello ficaria muito furioso e enciumado se soubesse disso.

— Mellitos furioso... O Mello calmo já me assusta, imagine como fica quando furioso?

— Ele joga coisas pela janela e contra mim. — Matt parece ter um instante de tristeza. — Meu pobre controle do Playstation. Mas ele também desconta em cima de crianças menores.

— Near?!

— Não se ele gostar da Kim. — Ele faz uma pausa-. Na verdade Mello nunca descontou em você porque sabia dos meus sentimentos. Apesar de tudo ele é meu melhor amigo.

— Ok... No quarto de vocês então. Hm... Matt?

— Diga.

— Eu dei um jeito de chamar outra pessoa para vir. Foi muito mágico, porque ele não deveria sair da prisão até segura ordem, mas...

— Você está falando de quem eu acho que está? Você está louca? Colocá-lo num prédio cheio de criancinhas? Beyond Birthday, Íris?! — Ele sussurra com raiva.

— Ele não é propriamente mau. Só quer ser o oposto de L. E ele já morou aqui. Não acho que vá matar alguém em sua casa. E L adoraria se BB viesse.

— Bem, não tem muito mais o que fazer, não é? — Ele desiste. Bem, BB chegará logo. Temos que avisar L para que o detetive possa receber o criminoso em seu quarto e mantê-lo sob vigilância.

Terminamos de comer e, de mãos dadas, vamos para o quarto de L. Nunca fomos lá propriamente dito. Apenas até a porta, de onde mal podemos ter um vislumbre do interior do ambiente.

***

PDV NEAR

Olho para a janela. É natal. E esta nevando muito. Não sei qual a temperatura, mas deve ser algo em torno de dez graus negativos. Esfrego os olhos e coloco uma calça verde escura e um moletom branco com bolinhas de natal vermelhas. Hoje eu não irei escapar das risadas do Mello, não que isso importe. Na verdade Kim e eu combinamos de usar algo com tema natalino hoje. Bem, Íris nos forçou e ela sabe ser convincente quando quer. Ela convenceu Kim e eu não deixaria minha irmã sozinha nisso. Pergunto-me qual argumento ela usou para superar a teimosia de Katherine River, que continua presente em Kim.

Alguém bate na porta. Vou atender, estranhando o fato de as batidas serem rápidas e não calmas e ritmadas como as de minha irmã.

— Olá, carneirinho.

— Mello. Ele baixa o olhar para mim e não tenta conter o riso. Exatamente como eu pensei.

— Íris. E não ria. Se quiser saber, sua namorada também foi forçada a se vestir assim. Digo calmamente. Mello inclina a cabeça de lado e morde o chocolate. Um ar de dúvida toma seus olhos. — Aliás, o que você está fazendo aqui?

— Queria saber onde está sua irmã.

— Eu também queria. Hm... Como estão as coisas entre vocês? Ou isto não é da minha conta?

— Não sei, para falar a verdade. Se ela nunca conversou com você a respeito não acho que deva ser eu a falar De fato ela nunca falou de seu relacionamento com Mello. Kim sabe que eu não gosto dele e, por respeito a este fato, não menciona o louro mais do que é necessário. — Vou procurar Kim no quarto dela.

— Você veio ao meu quarto antes de procurar no dela? E continua sendo o número dois do Wammys House? — Permito um suave deboche em minha voz.

— Basicamente. Ele responde em um tom um pouco estressado. Suspiro e começo a fechar a porta. Mello a segura e entra no quarto. Ok, eu não vim procurá-la. Não acredito que vou dizer isso, mas será que você me ajudaria?

— Por que?

— Porque conhece Kim melhor do que ela mesma.

— Um instante, Mello. Você não a está traindo, certo? — Estou com sono e não quero tentar deduzir a resposta. Mas se estiver, juro que criarei forças do nada e farei com que a morte do louro seja lenta e dolorosa.

— NÃO! É claro que não! Eu realmente a amo, jamais faria algo assim.

— Ótimo. Já é um começo. O que quer que eu faça?

— Bem... É que eu não realmente err... Oficializei as coisas com Kim. O QUÊ?

— O que quer dizer com isso, Mello? Você não está falando de...

— O quê? Não! Não. Eu apenas não realmente a pedi em namoro e eu não acho que ela realmente ligue muito para isso, mas... Bem, não a conheço tanto quanto você.

— Kim nunca teve um namorado, Mello. Não sei o que ela pensa. Mas pode ter certeza de que, mesmo agindo como cupido, ela nunca foi uma romântica incorrigível. De qualquer forma acho que ela iria gostar. Dou de ombros e olho em volta, buscando meu velho cubo mágico. Lá está ele, na prateleira. Pego-o e fecho os olhos para bagunçá-lo antes de começar com minhas tentativas de resolver.

— E como eu faço isso?

— Não sei. Faça o que lhe parecer melhor. Como eu disse, Kim não se importa se algo é romântico ou não.

— Ok, obrigado. Ele volta a morder o chocolate e se vira para a porta. Ah, sim. Não tivemos esta conversa.

— Que conversa? Digo sem levantar os olhos do cubo mágico. Ouço a porta se fechar.

Espero não ter destruído o futuro amoroso de minha irmã com este conselho. Ela realmente gosta de Mello.

***

PDV KIM.

Pelas batidas fortes e rápidas é Mello quem bate na porta. Não quero que ele me veja com esta blusa, que é verde; colada ao corpo e com bolinhas de natal de gliter. Começo a trançar o cabelo. Bem, que se dane. É melhor do que se fosse um vestido. Ao menos posso compensar a anormalidade da blusa com meus jeans velhos e as sapatilhas. Abro a porta e sou cumprimentada com um dos abraços de urso do louro.

— Oi, pequena.

— Bom dia, Mello. Como vai você?

— Bem. Ei, esta blusa ficou bem em você. Me abraço para esconder o que uso. Ela é ridícula demais. É sério, Kim, você fica bonita assim. Mello acaricia meu rosto e me beija. Ainda não me acostumei a ser beijada com frequência, de forma que retribuo animadamente.

— Vamos buscar Near para tomar café.

— Ok.

Saímos do quarto e, acompanhados por meu irmão, descemos para o refeitório.

Tomamos café da manhã lentamente, aproveitando o tema natalino da comida. Em seguida vamos para o quarto de L, onde os outros talvez estejam. Não conto à Mello, mas Íris trouxe Beyond Birthday para passar o natal conosco. Espero que ele não tente matar nenhum de nós, mas não acho que vá acontecer.

Mudo o pensamento, como sempre faço quando guardo um segredo. Penso no presente de meu amigo oculto e qual será sua reação ao recebê-lo. Vai adorar, tenho certeza disso. Estou muito animada para hoje à noite. Só por isso agarro o braço de Mello, recebendo um olhar desconcertado de Near.

Chegamos ao quarto e...

— Near! Grito, puxando-o para trás para protegê-lo de algo que voou da porta quando foi aberta. Um pote de geleia de morango.

— Beyond! Não jogue coisas em meus pupilos! — L grita de dentro do quarto.

Então um homem igual a L, mas com os olhos vermelhos como sangue sai do quarto e nos olha longamente. Escondo Ne-Ne com meu corpo enquanto Mello abraça minha cintura protetoramente. Por algum motivo eu simplesmente não quero que ele veja meu irmão.

— Ryuuzaki? Você pode tirar o seu gêmeo do mal daqui? — Mello pede.

— Claro. Só um instante. — Um L furioso sai do quarto e puxa Beyond pela mão. — B, foi um milagre Íris ter conseguido tê tirar da cadeia por hoje e amanhã, então não machuque ninguém. Quem sabe não conseguimos fazer isso todos os anos?

— Ok, L. — Beyond, então, beija o detetive. Sim, beija. Nunca achei que L pudesse ter um namorado. Bem, também nunca achei que eu pudesse me apaixonar por Mello. — Vocês são...

— Kim e Near. — Mello diz rispidamente para o garoto com olhos de sangue.

— Você não era o Mello? Ou está falando daquela coisa branca atrás da coisa branca feminina que você está segurando?

— Não os chame assim. — Grita Íris de dentro do quarto.

— Porra, mas o que é que eu posso fazer da minha vida ao longo de hoje e amanhã?

— Tentar se comportar como alguém normal que não mata outras pessoas normais e depois tenta se matar. — Responde L. Near surge detrás de mim e olha para Beyond antes de começar a enrolar uma mecha de cabelo. Entramos no quarto.

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PDV MELLO (21:00h)

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Bem, Eu não poderei usar preto esta noite. Sendo assim, coloco um jeans claro, blusa branca e moletom azul. Kim usará vestido outra vez hoje. Por algum motivo ela tem feito mais isso ultimamente. Em breve eles chegarão, pois são nove horas da noite. Nós já jantamos com o resto do orfanato e voltamos para os quartos há uma hora.

Matt está sentado na cama tentando não jogar DS agora. Ele então tenta puxar assunto comigo.

— Quando vai pedir Kim oficialmente?

— Não sei. Há muito o que resolver antes disso. E Kim não se importa tanto com este tipo de coisa.

— Você tem que resolver é arrumar coragem, cara. Lembre-se de que ela tê ama.

— Não é coragem que eu preciso. Preciso das palavras certas. E não, eu não quero ajuda. Quero que sejam palavras minhas. Droga, por que é que eu não posso bater em ninguém nessas horas?

— Seja menos violento, está parecendo o BB.

— Falando de mim? — O ser de olhos vermelhos entra no quarto e sorri maldosamente. Espero que não tenha vindo para nos matar.

— Beyond, como vai? — Matt é simpático demais de vez em quando.

— Bem. Estou agindo de forma estranha para mim, mas estou bem.

— Hm. — Digo.

— Não pude deixar de prestar alguma atenção à garota, Mello. Ela é muito bonita. — A atenção de BB não é uma coisa que se queira. Se ele não te notar não te prejudicará.

— Fique longe dela, Beyond. Se machucá-la eu juro que tê mato.

— E como pretend fazer isso? Eu rive a esperiência de matar, você não. Eu provavelmente sou mais forte. E, sem dúvida, mais inteligente.

Jogo BB contra a parede. Ele NÃO VAI ferir minha Kim. Não acho que tenha tal intenção, mas nunca se sabe. E a idéia de Kim morta é insuportável para mim. Apenas o pensamento faz meu coração tentar sair do peito.

— Estou avisando, Beyond Birthday, nunca na sua vida sequer pense na possibilidade de sonhar em tocar na Kim. NUNCA! — Sinto-me ser puxado para trás. Matt. Só ele é forte o bastante para isso.

-Chega, Mello. B sabe que vai morrer lenta e dolorosamente se ousar machucar a sua namorada que ainda não é namorada. Agora vamor pacificar as coisas por aqui antes de alguém se machucar, ok?

Eu e BB concordamos.

Batem na porta. Abro e dou de cara com L e Kim. Não impeço meu impulso de puxá-la pela cintura para perto de mim e esconder seu rosto em meu peito.

— Mello? Aconteceu alguma coisa?

— Está tudo bem, Snowdrop. — Beijo seu cabelo branco como neve antes de soltá-la. Noto que B nem sequer olha para ela. Isso é bom.

Pouco depois Íris e a ovelha se juntam à nós. Sento-me na cama e puxo Kim para meu colo. Matt e Íris se sentam lado a lado, de mãos dadas e ela apoia o rosto em seu peito. Minhas pernas doem, então me encosto na parede e coloco a albina no esoaço entre minhas pernas, abraçando sua cintura. Estou certo de que ela estranhará ser tratada de forma tão possessiva por mim, mas explicarei depois. Por enquanto ela se mantém quieta. Beyond e L sentam-se de forma bizarra cada um em uma cama. Olho para Near, que me encara com um olhar mais frio do que o normal.

— Sente-se, albino. — Ele se agacha ao nosso lado e agarra a mão da irmã. No fundo, sei que ele é tão possessivo quanto eu.

— Mello, está tudo bem? — Ela pergunta.

— Explicarei depois, certo?

Em resposta recebo um pequeno beijo, um presente raro quando estamos perto de Near. O albininho realmente me atrapalha.

(23:59)

— 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. FELIZ NATAL!!!

estamos de pé. Abraço Matt enquanto Kim e Íris dizem uma para a outra o quanto estão felizes por serem amigas. Depois desejo um feliz Natal para L, afago o cabelo de Near, abraço Íris e aperto a mão de Beyond. Depois me dirijo à Kim e abraço sua cintura, puxando-a para cima e prendendo seu pescoço com o braço para lhe beijar longa e calmamente. Minha língua deslisa pela dela enquano nossos lábios se movem lentamente. Separamos-nos e Kim se afasta para abraçar Near com força e retjrá-ló do chão por um instante. Durante um segundo experimento a verdadeira alegria. Nunca tive mais amigos, nunca tive alguém que me amasse verdadeiramente como Kim e nunca tive o irmão de uma namorada para desgostar. E mais: nunca tive ninguém além de Matt para desejar um feliz Natal.

Voltamos a nos sentar para a troca de presentes. Levanto-me e, sem muitas palavras, dou o videogame para Matt. Ele entrega um pura quebra cabeças complicado para Near. O albino se levanta e pigarreia.

— Kim, você é primeira pessoa que eu realmente conheci ao longo de minha vida. Na verdade a irmã mais velha que conheci e amei não está 100% aqui. Antes eu me importava, mas depois notei que eu precisava de você e não de uma segunda mãe. Você sempre foi minha veradeira irmã e eu tive que perder muito para descobrir isso. Kim, você salvou minha vida naquela noite. Você é minha família. E, apesar de acharem que eu não tenho sentimentos, eu tê amo mais que tudo. Porque vicê é tudo o que amo.

Kim se levanta de meu colo. Ouço um soluço. Vejo-a se ajoelhar na frente de Near para abraçá-lo com força. Sua mão acariciou o cabelo do irmão e a outra

Apenas apertou-o contra ela. Kim não volta a assentar entre minhas pernas, ficando de pé para anunciar quem era seu amigo oculto.

— Meu amigo oculto... Bem, é alguém que eu realmente tenho em meu coração, que eu admiro muito e que não sabe a senha do cofre onde guardo meu caderno de anotações.

L se ergue e a abraça de leve. Ela entrega um pacote de doces para ele. L tirou Íris, que tirou a mim. Ganho um pequeno estoque de chocolate.

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Acordo deitado em minha cama segurando fortemente a cintura esguia de Kim. Por sua vez ela agarra a mão de Near, o branco. Matt e Íris ocupam a outra cama. L dorme sentado no pequeno sofá ao qual eu e Matt tivemos direito. B... Onde ele está? Sento-me e olho em volta. Ouço uma descarga e volto a deitar, mantendo os olhos quase fechados. Se ele for fazer alguma merda eu saberei.

Mas nada acontece. Ele apenas volta a se sentar ao lado de L e adormecer. Sendo assim também enterro o rosto nos cabelos cheirosos de Kim, abraço-a e acaricio-a até dormir novamente.

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Pouco depois nós todos acordamos ao mesmo tempo e descemos para a sala de jogos para abrir os presentes. Ganho uma arma de pressão. Near ganha um cubo mágico, Matt um jogo novo, Íris ganha um pijama, Beyond ganha um pote de geléia de morango. Kim ganha uma agenda eletrônica e L um jogo de detetive.

Vamos tomar um café da manhã natalino. Mais uma vez me sinto invadido por felicidade. E eu devo tudo a ela.

Notas finais
Se decidiram a respeito da nota inicial? Respondam nos reviews. Bis da Ushio