Nova Cidade, Nova Vida!
18 Vitória!
Notas iniciais
Estou encarando Arlong, ele não me parece animado, desta vez quem ataca primeiro é ele. Ele se move rápido e quando vejo está a um passo de distância de mim, ele me acerta um soco na minha barriga.
Minha reação foi aproveitar a guarda baixa e dar um soco na cara dele, minha mão quebrada bate na cara dele. Por um segundo me arrependi de dar o soco pela dor que senti, mas o resultado valeu a pena, ele retrocedeu e se afastou. Pelo que estou vendo, a cara dele não é tão resistente quanto o peitoral.
Agora vou pra cima dele, finjo dar um soco para ele se esquivar, ele o faz. No momento em que ele esquivou eu dei uma cabeçada na cabeça dele. Ele pareceu ficar muito bravo e quando afastei minha cabeça ele me dá um chute no peito. Eu sai voando vejo tudo rodando quando de repente paro com um baque na parede.
Eu já parei de sentir dor, a única visão que tenho é a de Arlong. Levanto e saio correndo, agarro ele pela cintura e ele começa a me golpear nas costas. Eu o levanto e jogo ele no chão. Ouço ele grunhir de dor. Fico por cima dele e começo a socar a cara dele. Mas ele usa a força em suas pernas para inverter a situação.
Agora ele está por cima, consigo ver sangue em toda sua cara. Agora ele vai me encher de porrada, tenho certeza que não vou aguentar mais. Eu o encaro e sorrio.
Mesmo sorrindo continuei encarando ele, ele pareceu ficar confuso e por um momento vi hesitação no olhar dele. Pra mim foi o suficiente para dar um soco com a mão esquerda fazendo ele cair do meu lado. Eu reúno todas as minhas forças restantes e levanto.
Minha visão está turva, ele continua no chão tentando se levantar. Eu dou um chute em suas costelas e ele cai novamente olhando pra mim, seus olhos estão suplicantes. Coloco meu pé sobre o pescoço dele, vou aumentando a pressão. Ele está com uma cara horrorizada. Parece estar pedindo clemencia, mas eu não ouço nada.
Creck!
Toda a expressão que ele tinha no rosto some, olho em volta vejo que todos terminaram a luta. Todos os outros capangas de Arlong estão vivos, mas extremamente feridos. Nami coloca os braços em volta de meu pescoço e só o que escuto é:
–Fica calmo, eu sei que você não queria chegar a tal ponto...
Elá está errada, ele merecia morrer...
CONTINUA
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