Nova Cidade, Nova Vida!
14 Problema!
Notas iniciais
–Perguntei primeiro garoto, você é o Sanji? — Disse o grandalhão.
–Não, mas agora vai me responder, onde é que tá a Nami?! — Perguntei quase pulando pra bater nele.
Ele começa a levar a mão pra cintura, putz! Vacilei, será que ele não tem uma arma? Mas o que ele tira é uma folha, que mais parece ser uma foto.
–É, você não é o Sanji, bem me de a Nojiko e vá embora, a Nami está bem!
–Cara, como você me confundiu com o Sanji? Você é burro?
–Cale a boca garoto! Me de logo a Nojiko!
–Quem é você afinal? — Eu pergunto.
–Arlong e...
–Cala boca, eu nunca ouvi seu nome, mas nem fudendo que vo-
–Luffy-san, pode deixar! — Me viro e quem estava falando era Nojiko.
–O-o que? Não vou deixar você ai com esse cara estranho.
–Pode deixar, tá?
Depois de dizer isso ela passa por mim e entra, antes que eu possa dizer algo o cara fecha a porta. E agora? Isso com certeza não está certo.
Bem, vou ver se eu descubro algo sobre esse tal de Arlong, vejo Vivi caminhando calmamente do outro lado da rua com uma sacola na mão. Atravesso a rua correndo e dou um tapinha de leve no ombro fazendo com que ela se vire.
–O-oi Luffy-san, você me deu um susto!
–Oi Vivi, desculpa!
–Tudo bem, entao o que esta fazendo por aqui?
–Bem, agora nada, mas antes estava numa situação em que pensei que levaria um tiro... — Digo eu com um sorriso meio desajeitado no rosto.
Ela da uma risadinha e diz:
–Bem, isso é praticamente impossivel, desde a entrada desse novo prefeito, a entrada de armas na cidade quase que se extinguiu, a ponto de dizer que você nunca vera alguém que não seja da policia com uma arma...
Perfeito, isso me deixa bem mais tranquilo...
–Sério? Que bom!
–Bem agora tenho que ir andando, até mais Luffy-san!
–Até!
Ela se vira e volta a andar. Eu me viro e começo a andar na direção oposta...
–DROGA! Esqueci de perguntar sobre o nome...
Me viro, mas ela ja sumiu, deve ter virado em alguma rua. Volto a andar e logo estou chegando em casa. Entro e começo a limpar a sujeira toda, faço uma "pequena" refeição, e vou para meu quarto tomar banho.
Ah...Que água boa, ela passava sobre minha nuca e meus cabelos caiam sobre meus olhos. Bem, vou tomar um banho rápido e sair de casa ver se descubro algo sobre aquele cara.
(...)
Saio do banho e me visto com uma bermuda jeans, uma camisa vermelha e meu chapéu, de calçado vai só chinelo mesmo. Pego meu celular, as chaves e minha carteira e saio.
Tranco a porta e me viro, está anoitecendo, o sol estava no horizonte, começo a andar, ando uma, duas, três, quatro quadras! Quando finalmente acho um bar que parece estar tendo briga.
Começo a me aproximar e quando chego perto vejo três caras no chão e Zoro de pé. O Zoro me vê e diz:
–Oe Luffy! Chegou tarde, sorte desses caras que não estou com minhas katanas, venha vamos sentar!
Sentamos numa mesinha no canto do bar e o Zoro pede um sake pra ele, eu não peço nada.
–Cade a Robin? — Pergunto.
–Ah, ela tinha um compromisso com a mãe dela...
–Ah...Zoro, você usa katanas?
–Sim, três!
–Sugee!
–O que foi? Você não parece tão animado assim.
–Bem é que tem um problema...Você ja ouviu falar de um tal de Arlong?
–Claro, é um dos cabeças do crime aqui da cidade, cá entre nós ja fiz alguns trabalhos sujos pra ele, mas o que tem ele?
–Droga... Esse cara tava na casa da Nami e não parecia estar com boas intenções.
–O QUE?! Isso é problema, e dos grandes!!
CONTINUA
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