Not Strong Enough
29 Capítulo Vinte e Oito
Notas iniciais
Já faz alguns dias que estou tentando postar esse capítulo, mas a falta de criatividade é foda. E acrescenta isso ao fato que tive um surto de alergia e não é nada legal ficar completamente pontilhada por bolinhas vermelhas! Meu estado é triste... :'( Kkkk'.
Bem, capítulo aqui, bonitinho e quentinho pra vocês!
Espero que gostem. :}
Obs.: CHEGAMOS AOS DUZENTOS REVIEWS! AHHHHHHHHHHHHHHHH! Que felicidade!
Graças à "Demon of the shadows" que comentou TODOS OS CAPÍTULOS - e é leitora nova!! BEM-VINDA!! :D - e a "DessaYunnie" que fez o comentário 200! OBRIGADA GENTE! E à TODAS as leitoras que comentaram até agora, porque sem vocês, eu não teria chegado tão longe. *-* OBRIGADO MESMO GENTE! :DDDDDD
Capítulo Vinte e Oito
– Senhorita Valemont? – O médico indagou, cautelosamente, medindo cada palavra que saía pelos lábios secos, e em resposta, apenas assenti com a cabeça. – Bem, devo dizer que o seu estado é surpreendente. Retirando o fato de possuir um corte na sobrancelha e algumas poucas escoriações, seu estado clínico é perfeito. Tão logo deverá ter alta. – O médico sorriu, alto tenso e um pouco trêmulo nas pontas, como se tentasse me reconfortar. Sem sucesso.
Respirei pesadamente, sentindo o ar sair quente e denso pelos meus pulmões.
– E as duas garotas que estavam comigo no acidente? – Indaguei diretamente, levantando-me da cama e dando alguns passos em direção ao médico que nem sequer havia se movido um centímetro ainda.
– A senhorita Elric está no quarto ao lado, com apenas algumas escoriações; e a senhorita Vorhess... – O médico engoliu em seco, soltando um suspiro pesado em seguido. – O correto não seria lhe explicar exatamente como ocorreu o acidente, mas assim o farei, se quiser entender.
Assenti com a cabeça, incapacitada de abrir a boca para falar, ou sequer exprimir som algum por minha garganta que cada vez se fechava mais.
– O homem que dirigia o outro carro perdeu controle do veículo, e bateu no que você se encontrava. O carro bateu exatamente contra a porta do motorista – o médico fez uma pausa, deixando que as palavras flutuassem ao nosso redor, pesadas e negras, como nuvens antes de uma tempestade. – A senhorita Vorhess está em um hospital a alguns quilômetros daqui, provavelmente fazendo uma cirurgia na perna neste exato momento, ainda inconsciente. Não sei de mais muita coisa, devido ao sigilo médico – disse o médico em um tom frágil, como se houvesse muito mais por detrás de simples palavras.
Ainda inconsciente...
As palavras reverberaram pelo meu crânio, em tom de zombaria, alertando um perigo invisível diante de meus olhos e minha mente enevoada.
– Anne está em... coma? – Perguntei incerta, fazendo uma prece muda para que as suspeitas se revelassem em apenas isso... suspeitas.
– Ainda não se pode afirmar, devido aos analgésicos e a pancada na cabeça quando o carro ba...
– A Anne está em coma? – Perguntei firmemente, cravando meus olhos da cor de uma tempestade marítima nos orbes negros no médico, calando qualquer palavra que o homem estivesse tentando pronunciar.
– Ao que tudo indica – o homem disse derrotado, como se tivesse acabado de perder uma batalha interna que travava.
– Em coma... – Repeti, esperando que as palavras assentassem em minha mente, soltando o ar pesadamente dos pulmões, enquanto os sentia doer. Minha garganta fechou-se, subitamente quente e esfolada, incapacitando de até mesmo a mais ínfima gota de saliva a atravessar.
Em um rompante, simplesmente segui caminhando até a porta, passando pelo médico e ignorando o que quer que ele estivesse falando. Meus pés tinham vida própria, e quando a consciência me abateu, estava no interior do quarto onde Trisha se encontrava, tentando fazer com que seu iPhone funcionasse.
– Trisha... – Murmurei, com a voz quebrada.
Ela levantou os olhos, e sabia, naquele exato momento, que Trisha já possuía conhecimento de toda a história, e tentava, incansavelmente, não derramar nenhuma lágrima.
Mas eu havia cansado de refrear as lágrimas.
Forcei meus pés correrem ao seu encontro, jogando-me no leito de hospital ao seu lado e sentindo ao mesmo tempo em que a abraçava, Trisha me abraçando, de um modo tão reconfortante que só àquela melhor amiga conseguiria, onde não importava se ela estaria em um estado psicológico pior que o meu, o efeito continuava o mesmo.
E pela primeira vez desde que a conheci, vi Trisha despida da máscara de “durona”. Naquele momento, eu via seus olhos chorarem.
...~{[...]}~...
Forcei meus olhos a se adaptarem à parca luz do quarto, analisando a garota pálida deitada desconfortavelmente em um leito de hospital, coberta por um lençol enquanto o rosto demonstrava a mais pura máscara de serenidade com os olhos cerrados e os cílios tremeluzindo, com os cabelos negros envolvendo o rosto em formato de coração.
Abarquei meu próprio corpo com os braços, sentindo imediatamente o frio adentrar meus ossos, alastrando-se da ponta da coluna até os ombros, propagando-se pelos meus membros então e indo até as maçãs de meu rosto. Eu me sentia, inteira, sendo congelando, de dentro para fora.
– Ela vai ficar bem, Lea. Você irá ver – disse Trisha baixinho, passando os braços em torno de meus ombros enquanto em seu rosto um sorriso triste ameaçava despontar seus lábios.
– Ela irá ficar bem – disse firmemente, sorrindo confiante, enquanto me prendia àquela chama de esperança de que tudo ficaria bem no final.
– Bem, vamos. Senão daqui a pouco vai aparecer àquela enfermeira com a verruga grotesca no rosto e vai nos mandar embora porque o "horário de visitas já acabou" – disse Trisha, imitando a voz da enfermeira enquanto seu rosto se contorcia em uma careta de desgosto.
Soltei uma risada, sem forças e sem graça, lançando um último olhar para minha melhor amiga que ainda dormia, para então sair do quarto, andando lentamente em direção ao estacionamento, onde meus pais me esperavam.
– Fique firme – disse-me Trisha pouco antes de separar-se de mim para ir de encontro aos próprios pais.
– Você também. – Sorri.
Já no carro, o silencio reinava, em um tom perturbado, onde os pensamentos de todos os presentes eram pesados demais para que conseguissem pronunciar uma palavra qualquer de conforto.
O carro estacionou na garagem de minha antiga casa, e eu simplesmente pulei do banco de couro, deixando minha bolsa no carro, marchando pela garagem e cozinha, até me encontrar já na sala pronta para subir para meu antigo quarto. Até notar meus pais parados um pouco mais afastados, com o olhar culpado.
Mas, indo contra qualquer dogma pré-estabelecido que tinha de enfrenta-los, apenas balancei a cabeça, em um sentido que nem mesmo conhecia, e subi correndo as escadas, entrando em meu antigo quarto e fechando a porta em um rompante.
Respirei fundo, com as costas pressionadas fortemente contra a madeira, até tomar coragem o suficiente para me afastar da porta e ir em direção ao centro do quarto. Olhei ao redor, notando que o quarto continuava exatamente do mesmo modo que o deixara: a cama bagunçada, as paredes com os pôsteres que esquecera, as estrelinhas azuis presas no teto...
Soltei um suspiro alto, caminhando lentamente até a varanda e então, como se assim deixasse os problemas do lado de fora do quarto, tranquei as portas de vidro, cerrando as cortinas negras logo em seguida para que nenhuma réstia de luz advinda da rua permeasse pelo quarto.
Joguei-me na cama, subitamente exausta e exaurida de forças. Mas eu sabia, em meu âmago, que estava tudo apenas começando.
Notas finais
É sério, mandem as opiniões. Se está bom, se não está, o que precisa ser melhorado, o que está bom, o que esperam que aconteçam na fic... Me entenderam! :D
Se der, posto amanhã, se ainda estiver viva depois da Prova-Monstro de física que vou ter amanhã. Se não... Bem, não sei quando posto. :S
Agora vou ir ler meu amado livro do Stephen King que comprei sexta invés de ir estucar! Ahhhh! Kkkkk'.
xoxo
Obs.: CHEGAMOS AOS DUZENTOS REVIEWS! AHHHHHHHHHHHHHHHH! Que felicidade!
Graças à "Demon of the shadows" que comentou TODOS OS CAPÍTULOS - e é leitora nova!! BEM-VINDA!! :D - e a "DessaYunnie" que fez o comentário 200! OBRIGADA GENTE! E à TODAS as leitoras que comentaram até agora, porque sem vocês, eu não teria chegado tão longe. *-* OBRIGADO MESMO GENTE! :DDDDDD
-
-
-
-
-
-
-
-
Obs².: PORRA NYAH!
Descobri essa semana, quando lia um capítulo atualizado de uma fic, que a categoria bandas será mantida só até o fim do ano, e logo depois será excluída. Os autores poderão ver as histórias, mas não os leitores.
Achei uma puta sacanagem isso! Porra, eu sei que tem todo aquele negócio e direitos autorais e blá blá blá, mas tinha que excluir uma categoria INTEIRA?! Onde por muitas vezes vejo histórias realmente boas?!
Porra, achei a maior filha da putagem isso! Maior injustiça! E sim, estou putamente indignada!
Pra quem não sabia, o link da notícia:
http://fanfiction.com.br/noticia/231/mudanca_nas_regras_de_postagem/
Puta sacanagem mesmo!
Fale com o autor