Not So Sweet
7 It's a nice house.
Notas iniciais
Nós chegamos lá depois de uns quinze minutos, a casa era média, tinha dois andares e o jardim era pequeno na frente, o de trás não dava para ver.
Encostada na porta, estava uma mulher baixinha gritando com alguém no telefone.
Quando nos viu, desligou (provavelmente na cara da pessoa), e veio até nós.
–Olá, Srta. Miller.- Disse a mulher com um sorriso gigante no rosto.
Para mim, ainda não tinha caído a ficha, que agora chamariam minha mãe de "Srta. Miller" e não "Sra. Carstairs".
–Oi, Sra. Avery.- Disse minha mãe retribuindo o sorriso -só que menor.
–Acompanhem-me, por favor.- a mulher deu meia volta e entrou na casa.
Nós a seguimos, entrei na casa ao lado de meu primo. Quando entramos, tinha um espaço vazio, logo depois a escada, quando olhei para a direita havia uma entrada, e para a esquerda, outra entrada. Adentramos a da direita, havia um espaço vazio — até porque os moveis ainda não estavam lá- que eu acho que era a sala de jantar, e no canto havia outra entrada, entramos lá, tinha um único balcão e uma pia de mármore. Andamos até a outra entrada, era um comodo vazio -igual aos outros- e tinha um corredor, que levava a dois banheiros e um quartinho vazio. Subimos as escadas e demos de cara com um corredor, quatro potas e no fundo era uma porta tipo janela que dava direto para a sacada. Em todos os cantos a corretora falava alguma coisa -que eu nunca prestava atenção, só pensava como a voz de uma pessoa pode ser tão irritante -nível Dolores Umbridge (essa é só para Potterheads).
–É uma ótima casa.-Disse minha mãe.
–É mesmo... mas como está no contrato -disse a mulher meio estranha- os antigos donos morreram nesta casa.
Minha mãe ficou tensa do meu lado, e eu fiquei tipo "AI MEU DEUS EU TO EM AMERICAN HORROR STORY".
–Isso não importa, não é mamãe?- Perguntei.
–Claro que não, a casa continua sendo boa.
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