Not So Perfect
4 Capítulo 4 - A vagabunda
Notas iniciais
Boa Leitura!
Athlete – Wires
http://www.youtube.com/watch?v=MPUlichsfQg
POV Bella
Comecei a arrumar minhas roupas no quarto de hóspedes, onde ficaria até arranjar algum lugar pra ficar.
O quarto estava muito organizado, até um vaso de flor tinha ao lado de minha cama, no criado mudo, provavelmente Jake quem colocou ali, ele é um homem tão atencioso, eu realmente adoro ele, não entendo como ele está sozinho ainda.
POV Edward
Eu realmente adoro esse livro, já li algumas centenas de vezes e sempre me prendeu a atenção, mas eu realmente não sei o porque de eu não consegui entender uma frase sequer, a única coisa que me interessava era Bella arrumando o quarto.
Era interessante, ela parava as vezes e ficava olhando pro nada, como se estivesse refletindo sobre alguma coisa, bufava, suspirava. Ela era diferente. Ela era durona e meiga ao mesmo tempo, era uma completa teimosa e mandona, eu não sei, mas realmente algo nela me prendia.
Enquanto pensava nisso, meus olhos não a deixavam, e chegou uma hora que os dela fixaram nos meus.
Foi estranho o que aconteceu, eu não conseguia desviar o olhar e parecia que nem ela.
Estávamos tão vidrados um no outro, que pulamos quando Emmett veio gritando da cozinha.
POV Narrador
- JANTAR, JANTAR, JANTAR, JANTAR – Emmett vem da cozinha até o quarto de Bella gritando e brincando com a bandeja que carregava- JANTAR, JANTAR, JANTAR,e nada pro Edziinho – cantarolou, enquanto Bella ria de sua brincadeira.
- Olha o que fiz pra você – Emmett disse pra ela oferecendo a bandeja.
- Emmy – ela disse com carinho – não precisava!
- Eu sei, mas “É de coração para o seu coração”. Samuel Taylor Coleridge – citou ele.
- Hortelã Digestiva? – chutou Bella, a origem da frase.
- Tipo o Echinacea Complete Care, da Celestial Seasonings* (n.a: é uma marca de chá) – disse depois de tomar um gole de seu chá – chutou bem!
- Ok, ok – ela disse rindo.
Edward revirou os olhos, rindo da cena e voltou, ou pelo menos tentou, sua atenção pro livro.
- Só uma coisa, não vai pirar ficando aqui? – Em disse abaixando o tom de voz.
- Po-por que? – Bella gaguejou.
- Ah, porque ele não... você sabe... – eleficou quieto, sem saber se terminava a frase “ele não está aqui com você”.
- Eu sei disso, Emmy – disse com carinho, ele assentiu.
- Coma – ele apontou a bandeja e sorriu – bom apetite! – e tomou mais de seu chá fazendo um barulho insuportável de sucção.
- Obrigada Emmy – e foi comer.
Emmett, ao examinar o quarto, viu um pequeno arranjo de flores, dentro de uma garrafa. Na hora sacou que Jacob quem foi o responsável por ter colocado ali, balançou a cabeça em negação, preocupado com o amigo, e foi pro seu quarto.
- Jacob! – ele falou alto, com sua voz grosa.
(...)
POV Bella
Que horas são? Tem gente que não se toca e vê que não é mais hora de ficar ligando! Já é de madrugada e tem um telefone insuportável que não para de tocar, atrapalhando meu abençoado sono!
Levantei da cama puta, a procura do maldito objeto.
- Oh god – solto um murmúrio, enquanto vasculho a estante.
Achei a porcaria e fui entregar pra Edward, só podia ser dele esse celular, de quem mais seria?
Abri a porta do quarto, e fui até o sofá, onde ele dormia.
- Atenda ou desligue – disse jogando o aparelho em sua barriga.
Ele olhou o telefone e desligou a ligação.
- Não é meu – ele disse sonolento, jogando o objeto pro lado.
- De quem é então – falei irônica, mas foi aí que minha ficha caiu, parece que ele também entendeu.
- Talvez seja, deixa eu ver – ele se moveu rápido tentando pegar o telefone, mas cheguei mais rápido e o peguei.
- Dez chamadas perdidas – disse atordoada. Quem estava ligando tanto assim pra Mike?
- Deixa comigo – Edward disse se levantando da cama, tentando pegar o celular.
- Dez é muita coisa – eu disse, levantando a palma em sua direção, em sinal de pare – me deixa – comecei a mexer no celular – Mensagens, selecionar, ouvir mensagens.
- Se não sabe de quem é, não devia ouvir – ele disse com tom de quem escondia algo.
O olhei em seus olhos com raiva e fechei a porta em sua cara.
- Eu sei de quem é – foi a ultima coisa que eu disse antes das portas de correr, se chocarem. Escutei uma batina na porta, mais ignorei.
Coloquei o aparelho em cima da cama ofegante, não tinha certeza se queria saber o que tinha ali, tinha medo de descobrir mais coisas. Fiquei andando de um lado pro outro, sem tirar os olhos dele, até que tomei coragem e resolvi escutar.
- Hey Mike, sou eu – disse uma voz melodiosa, feminina – é dia 4, meu senhorio está me pressionando – lagrimas fluíam de meus olhos, decepção me tomou por inteira – então, sem querer soar muito trágica ... mas, posso me ferrar, se não receber o dinheiro – enxuguei minhas lágrimas e respirei fundo, passei pra próxima mensagem.
Eu ouvia várias mensagens, chorando cada vez mais. Será que Mike não era tão perfeito quanto pensei? O que mais ele me escondia de mim?
- Ok, isso não tem graça Mike! – a voz soava com raiva – eu não queria sua ajuda, você quem quis se encarregar de tudo! Vai se “F”, paizinho, vai se “F”!
Depois de escutar todos os insultos daquela mulher, a raiva tinha crescido em mim, e comecei a bater o celular na cama, depois joguei-o no chão, mas não quebrou.
(...)
Não saia da minha cabeça as mensagens que escutei, então quando tive tempo no serviço, peguei o celular de Mike, pra ver o numero das ligações perdidas, que provavelmente todos eram da mulher.
Disquei seu número e fiquei em choque a sua mensagem da secretária eletrônica.
- Sabe do que preciso. Então, vá em frente, vem me dar – ela dizia sedutora.
Coloquei o telefone no gancho, espantada. OMG, quem coloca uma mensagem dessas na secretária eletrônica? Será que essa é uma vagabunda que recebia dinheiro do Mike? Eu sabia a resposta.
POV Edward
Essa cidade não é nem de longe igual a LA, muito mais calma, algo que eu presava e não tinha. Foi bom o tempo em que eu não tinha responsabilidade aqui, mas infelizmente comecei a trabalhar muito cedo, numa agencia de modelosque tinha me oferecido um convite pra posar.
A noite estava quente, mas bastante fresca. Continuei andando pela calçada, sem nada certo a fazer, apenas observando tudo a minha volta, até que meu olhar bate com uma figura que eu tinha certeza que, não deveria estar naquele tipo de lugar.
Waylon Jennings & Willie Nelson — Mamas Don't Let Your Babies Grow Up To Be Cowboys http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=N_a4BU09GrU
Entrei naquele bar, uma verdadeira espelunca, cheguei até a escutar a última frase que ela falou:
- Deixa eu te fazer uma pergunta – ela falou, com certeza já estava alterada pelo álcool. Parei pra escutar o que ela iria falar – no que você – tomou um gole de sua cerveja e sorriu no final para o homem careca e barrigudo a sua frente – pensa ao ouvir – fez um gesto com as mãos como se disse, “ aah sei lá” – Vá em frente, vem me dar – ela falou com uma voz muito sexy, o Edzinho chegou a querer das sinal de vida com isso, mas me controlei e fui tirar Bella dali.
- Com licença – disse rindo por mal encarado, ele me olhou com impaciência, mas eu não liguei, tirei o chapéu dele da cabeça dela e o entreguei – vem comigo – disse pra ela pegando-a pelas axilas e já puxando sem permissão.
- Opa – ela disse rindo – cuidado “senhor gostosão” – disse fazendo piadinha.
Eu só ri e fui guiando-a pra saída, chegando na porta, ela travou no lugar e puxou o braço que eu segurava.
- O que você está fazendo? – ela perguntou brava.
- Te levando pra casa – falei meio seco, pegando seu braço novamente e guiando pra fora do local.
- Eu sou adulta, não precisa me “hollywoodiar” até me casa – disse tentando se soltar de meu aperto.
Começamos a discutir, ela ria e do nada ficava brava, até que conseguimos sair.
Ela chegou à porta e tropeçou, pra ela não cair puxei-a pra mim, fazendo seu corpo torneado, chocar-se com o meu. Aqueles olhos chocolates me encararam, prendendo nossos olhares. Sua boca entreabriu, eu estava hipnotizado até ela sacudir a cabeça, tirando a cara de boba que estava, saí do transe junto com ela e continuei a guiando pra casa, que era no final da rua.
POV Narrador
Emmett estava intrigado, não entendia muito bem o que via, alias, ele sabia muito bem, apenas não queria entender e fingir pra si mesmo que era idiota.
Ele olhava o amigo passar roupa, com incredulidade estampada em sua cara.
- O que é – Jacob respondeu indignado, estava irritado com o amigo que não tirava os olhos dele a tarde inteira. “Qual o problema de ajuda-la com as suas coisas? Ela precisa de ajuda!” ele pensou.
- Não sei o que seria mais trágico – Emmett tomou um gole de sua cerveja – se essa roupa for sua ou dela – negou com a cabeça em reprovação.
Jacob olhou pra ele, com uma expressão de que dizia “hã?” sacudiu a cabeça e voltou a passar.
Segundos depois escutam a porta sendo aberta.
- Mama don't let your babies grow up to be cowboys – Bella dizia, reforçando o sotaque country — Don't let 'em pick guitars and drive them old trucks – riu quando terminou a frase — Make 'em be doctors and lawyers and such – chegou perto de sua cama – Mama don't let your babies grow up to be cowboys – e se jogou, parando de cantar.
Os dois olhavam a cena, completamente abobados, nunca viram Bella tão fora de sí. Os dois olharam imadiatamente pra Edward, que tinha chego atrás dela, com cara de espantados.
- Não tive nada a ver com isso – disse levantando as mãos em forma de rendição.
Foo Fighters – Razors
http://www.youtube.com/watch?v=5Xp4iIQuhd4
POV Bella
Tudo girava, via dobrado, acho que exagerei na cerveja, mas eu realemente não ligava pra isso, eu queria mais é ter bebido até ficar inconciente por 50 anos. Eu estava cansada, totalmente esgotada de saber as merdas que meu noivo tinha feito escondido de mim.
Minha cabeça estava a ponto de explodir, esfreguei meus olhos e olhei pra parede. Estava com um branco meio sujo, sem graça, rolei até a ponta e levantei com esforço.
Olhava as cartelas de cores, mas realmente minha cabeça estava em outro lugar.
- O que pretende pintar? – o dono do local veio me perguntar, já que eu estava a quase meia hora olhando as cores a minha frente.
Me virei lentamente pra ele olhando o vazio.
- De onde é o DDD 323?
(...)
Pintava com uma raiva descomunal, ele sabia quem ela era e estava escondendo de mim esse tempo todo!
Já era de noite quando escuto o barulho da porta batendo, fui até a sala com o rolo de tinta na mão.
- Ele está dormindo na minha cama – Edward disse apontando Emmett, que estava totalmente jogado no sofá, dormindo pesado.
- Você a conhece né? 323 é de LA! Você a conhece – o questionei, levantando a mão no final, mostrando que era óbvio o que eu dizia – não é?
- Aaah – ele falou desconfortável, eu o interrompi.
- Há quanto tempo ela está na vida dele? Só me diz isso! – supliquei.
- Ela não está – ainda tenso.
- Esquece, babaca – ia me virar pra continuar pintando, provavelmente não conseguiria nada com ela mesmo.
- Ela não está na vida dele. Ela é só...- parei para escutar o resto, ele respirou e soltou a bomba – a mãe do filho dele – falou com um tom de descaso, como se dissesse, “ah, só isso, não é nada demais”.
Perdi as forças, deixando o rolo cair de minhas mãos, espalhando a tinta por todo o chão. Respirei em golfadas, apoiando as mãos no joelhos foi como uma facada nas costas. Ele pegou o rolo e lavou na pia, depois de sacudir o rolo, se virou pra mim meio irritado.
- Precisa de alguma coisa? – falou entredentes.
Levantei um pouco o tronco indo até ele.
- Eu preciso de mais informações – frisei, falando irritada – sobre como meu noivo – coloquei minhas mãos no meu peito apontando pra mim, eu estava a poucos centímetros perto dele e percebi seu desconforto – ter um filho e eu não saber NADA sobre isso – gritei a última frase.
Ele estava, além de assustado, assustado, virou pra trás, jogando a água que estava dentro do copo que ela segurava, colocando o copo no cantinho e se virou pra mim rapidamente.
- Bom foi – enxugou a mão no pano, pendurou e se levantou pra mim, com as mãos erguidas a sua frente – uma aventura de uma noite! – mostrou um dedo, me inclinei pra frente com cara de indignada, ele frisou mais o dedo – Ele foi à cidade – levantei minha cabeça pra cima e me virei de costas pra ele, colocando a mão na testa e andando em sua direção contrária – ele foi numa festa de Halloween e conheceu essa mulher – o descaso em sua voz de novo.
Virei-me pra ele com a mão na cintura, andando de um lado pro outro. Eu estava puta, mais que puta, estava estourando de raiva e sua pose de quem defendia o amigo estava me irritando ainda mais.
- Quando? Há quanto tempo?
- Antes de você – disse como se fosse óbvio, cocei a testa.
- Que idade tem a criança?
-- Sei lá, sete, oito? – dúvida.
- Menino ou menina – eu agora estava triste, magoada profundamente, a gente estava junto a 5 e ele nunca me disse nada de ter criança e sabia muito bem que era um sonho meu.
- Menino.
- Meu Deus – me apoiei na escrivaninha. Ele veio até mim e pegou a cadeira.
- Quer se sentar? – afastou a cadeira.
- Não – e me sentei e me arrastei violentamente pra mais perto da mesa, apoiando meus braços – Como ela é?
- Sei lá – se sentou a minha frente.
- Ela é bonita?
- Eu não sei.
- Responda – dei um tapa na mesa.
- Ela é atraente – parece que tinha receio do que iria falar – meio largada e carrega na maquiagem – me levantei da cadeira.
- Não fala palavrão, por que será? – comecei a nadar sem rumo – Que tipo de mulher fala: “ Vai se ‘F’!”?
- A mulher que é mãe – disse lentamente, eu comecei a chorar com suas palavras, ele tinha razão, ela era o que eu sempre quis.
- Ótimo – caminhei em direção ao meu quarto com o rolo de pintar e parei na porta me virando pra ele – é por isso que você ainda não foi embora, não é? – apontei o rolo pra ele – Pra limpar a sujeira dele – deixei minha mão pender ao lado de meu corpo.
Ele ficou me olhando, mexeu a boca como se fosse falar algo, mas no final acabou dizendo algo.
- Tem tinta azul no seu cabelo – falou baixinho.
- Não é azul, é “Mistério de Marrakesh” – abaixei a cabeça e fui pro meu quarto.
- Por que ela ligou? – veio atrás de mim.
- Ela quer o dinheiro dela – falei rápido.
- Como assim?
- Ele mandava dinheiro pra ela – me virei pra ele – mas ele parou de mandar, porque morreu – disse sarcástica e comecei a passar o rolo com força na tinta -Ela está “P” da vida – e comecei a passar a tinta na parede.
- Eu resolvo isso – ele falou depois de um tempo de silêncio, me virei pra ele – vou mandar a grana – voltei a passar o rolo na tinta – ela deve contar com esse dinheiro – eu comecei a chorar – pro aluguel e tal – me virei pra ele novamente.
- Eu também contava, e olha no que deu – apontei pro meu redor, voltei a parede, enxugando uma lágrima e continuando a pintar.
Escutei seus passos se distanciando, mas parou.
- A propósito, eu sinto. – olhei pra ele com dúvida – A falta dele – me olhou por alguns segundos e foi embora.
Turning Blue — The Swallows
http://www.youtube.com/watch?v=R0dlMKeDYyI
POV Edward
No dia seguinte do confronto com Bella, já fui resolver a grana de Rosalie e do pequeno Erik. Consegui o telefone e do endereço dela.
- Alô – disse a voz muito feminina no telefone.
- Oi, meu nome é Edward, você não deve se lembrar de mim, sou amigo do Mike.
- Mike, tem notícias desse filha da “p”? – disse irritada.
- Yeah, eu tenho algumas notícias sobre ele.
Depositei 20 mil dólares na conta dela e tirei o resto do dia andando pela cidadezinha, que no momento estava ensolarada, mas bem fresca.
POV Bella
- Olá – disse Esme com tom agradável, me dando um abraço, quando cheguei perto do banquinho do lago onde ela tinha marcado de me ver.
- Oi Esme – falei sorrindo, correspondendo ao abraço.
- É um prazer vê-la.
- O prazer é meu – sorri de novo.
- Obrigada por vir – eu coloquei a mão em sua perna em forma de agradecimento – mas, antes, tenho um presente pra você. – pegou uma caixinha em sua bolsa e me mostrou em sua palma – Abra – abri e fiquei boba com anel que via em minha frente, ela dourada com uma pedra verde, era lindo mesmo.
- Puxa Esme, é maravilhoso – disse sem desviar os olhos do anel.
- Foi da minha tia-avó – apontou para o anel – e o engaste é raríssimo – ficou sem-graça por poucos segundos, então achei que era coisa da minha cabeça – e eu quero que seja seu – pousou a mão no meu pulso. Olhei pra ela abismada e peguei o anel da caixinha.
- É tão especial e tão lindo- coloquei no meu dedo ao lado do dedinho(n.a.:esqueci o nome do dedo ;x), da mão direita e fiquei olhando para o anel.
- Queria que você tivesse algo pra se lembrar de nós – respirou fundo – e esse anel, bem... – tocou no meu anel de noivado – essa pedra está na família a mais de 6 gerações – falamos juntas o final – e como agora você não estará – olhei pra ela em dúvida – na-na família – gaguejou – sei que não se sentiria confortável ficando com isso – olhei pro anel.
- Quer de volta meu anel de noivado? – ela desviou o olhar, embaraçada – Mike me deu esse anel – engoli seco – é o símbolo da nossa decisão de passar o resto de nossas vidas juntos – falei intrigada com seu pedido.
- Mas você não passou o resto da vida com ele.
- Ele passou o resto da vida dele comigo – a olhei, tirando o anel que ela tinha me dado do dedo -não sei o que dizer – coloquei o anel na caixinha e peguei minha bolsa – eu já vou – levantei e saí de lá com uma vontade terrível de vomitar.
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