Nossos corações se pertencem...
1 Prólogo
Notas iniciais
''Sabe Shion... Esse tempo que eu estou aqui em Rozan é um sufoco longe de você... Meu corpo sente falta do seu corpo...”
''Sabe Dohko depois que todos partiram e você foi embora para cuidar do selo de Atena, eu fiquei muito solitário. Sim, solitário de suas carícias e de seu cheiro.Todo esse tempo longe de você, meu cosmo vem se apagando. ’’
O Clima do santuário estava muito quente, o sol entrava pelo feixe da cortina de seu quarto. Shion costumava deixar a janela aberta e a cortina fechada, mas naquela noite ele havia deixado aberta, pois ele havia decidido dormir observando as constelações.
–Tsc... Esse sonho de novo. – Bufou irritado.
O Ariano vinha sonhando isso a muitas noites e estava odiando esses sonhos. Afinal, isso não parecia um sonho e sim um pesadelo e daqueles que chegava assustar às vezes. Pelo fato de ele gostar muito de Dohko, não conseguia viver longe do seu companheiro e ainda tendo esses sonhos que pareciam tão reais.
– Não pode ser... Deve ser fruto da minha imaginação.- Reclamava após se lembrar do sonho. — Eu sonhando com o ‘’futuro’’ ? – Perguntava-se
xXx
Os cavaleiros de ouro já estavam no salão principal, esperando o único que estava ausente naquele local. Todos estavam agitados com o atraso do novato para celebrar o café da manhã.
– Hum...Dohko, onde está o Shion? – Perguntava um jovem garoto com aparência andrógina, cabelos longos e olhos azulados.
– Albafica, meu amigo! Não faço à mínima ideia, Shion não costuma atrasar-se para nada. Na verdade quem se atrasa mais aqui sou eu. – Dizia o moreno que tinha acabara de chegar ao local.
– Hm... Então o libriano não sabe onde o carneiro está? – Nesse instante um jovem perguntava um tanto maldoso.
– Kardia! Não é assim que se trata os outros. Digo, seu colega de eras e também vizinho.– Dégel repreendia o escorpiano.
– Argh, Dégel, me deixa. – As palavras do aquariano somente irritavam o jovem da unha Escarlate.
– Ah, se acalmem, por favor! Senão o mestre pode nos chamar atenção. – O tom do libriano foi baixo, um leve sussurro, fazendo o grande patriarca revirar os olhos com aqueles murmúrios.
O ariano subia as escadas tranquilamente, já que não havia nenhum cavaleiro de ouro para cumprimentar na subida das 12 casas. Era enjoativo subir, mas tudo era questão de tempo. Cansava-se quando tinha que parar para dizer ''bom dia'', ''boa tarde'' ou ''boa noite'' todos os dias, pelo menos duas vezes no dia. Uma para receber a missão, ou algum chamado importante e outra para verificar se estava tudo bem com a deusa e o mestre.
No caminho para o salão principal, o loiro ficou a pensar sobre o motivo daqueles sonhos que estava tendo com o futuro. Algo estava estranho, muito estranho. Preferiu ficar calado durante todo o caminho, fazendo-se então chegar o mais rápido possível no salão.
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