Nosso Destino Em Suas Maos.
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Albafica - não.... não, não,não,não, isso não é nada bom.
Athena adentra o grande santuário um tanto que... irritada, nenhum dos cavaleiros de Apolo (Dionísio Absirto, sim, ele é grego) resolveu questioná-la, embora ela fosse de outra região e eles não a cultuassem, somente aos seus dois deuses Apolo e Artemis, especialmente Apolo o que se nota em sua cidadezinha com muitos casamentos e todos felizes e nenhum doente. Athena sabia que Apolo era, depois de Zeus, o Deus mais popular do Olimpo e quase todos da Grécia o veneravam, sabia que ele poderia tanto provocar doenças nas pessoas quanto cura-las, era patrono do Oráculo de Delfos, líder das musas, muito temido e também deus da beleza e perfeição, o único a quem as moças da ilha não podiam encostar, dizem ser tão belo que tal como as amazonas mas por motivo diferentes ele usava uma máscara, vivia o tempo todo rodeado de música, cercado por livros na maior tranquilidade e era muito respeitado.
Athena — APOLO!
Dionísio — Athena — Diz voltando toda a atenção que tinha do livro a ela. — é... muito bom poder ter a sua visita nessas circunstâncias atuais...
Athena — infelizmente Apolo, e... mil perdões por ter entrado assim em seu salão primeiramente...
Dionísio — pode me chamar de Dionísio se quiser, estamos a mesma altura afinal de contas.
Athena — um...
Dionísio — ah, claro *ri um pouco coçando a nuca* sempre tão formal, se insiste... bem, continue, o que você estava me falando?
Athena- assim, uma das cidadãs da cidadezinha lá embaixo, alguém acertou a fita dela. Acho que se chamava Helena ou algo assim...
Dionísio — Helena?! Impossível, a mãe dela é extremamente cuidadosa e deixou a fita num lugar onde seria praticamente impossível dos cavaleiros acertarem... também... com o meu poder protegendo a cidade... já faz um bom e longo tempo que eles não tem uma luta e praticamente todos já estão comprometidos, não teria como alguém acertar...
Athena — a não ser meus cavaleiros.
Dionísio — é, a não ser seus cavaleiros.
~ Silêncio~
Dionísio — seus... cavaleiros?! M-Mas... quem, eu não... por que fizeram isso?
Athena — um acidente durante a sua festa.
Dionísio — isso é realmente um problema.
Athena — e fica pior, foi meu cavaleiro de sangue envenenado que acertou. Albafica de Peixes.
Dionísio — então o problema se torna ainda maior, eu não quero nenhuma das moças da vila correndo perigo por causa disso.
Athena — não tem como reverter essa situação desagradável?
Dionísio — um... a tradição da fita é ancestral, desde tempos mais antigos os cavaleiros de Apolo se casam assim, elas foram criadas justamente com a intenção de controlar casamentos por aqui e a lei é bem rígida, pensarei em algo e em troca, por favor eu lhe suplico que salve a minha irmã, não posso sair desse lugar nem que eu quisesse, sem meus poderes essa terra, o santuário, tudo aqui estaria sem proteção e... e eu não saberia o que faz...
Athena — *poe a mão no ombro do amigo* não se preocupe jovem Dionísio, se prometer dar um jeito nessa situação nós cuidaremos da sua.
Dionísio — arigatou Athena... mas me chame de Apolo mesmo, é estranho você falar informalmente.
Athena — *ri discretamente*
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