Notas iniciais
Queremos reviews para poder continuar!!

POV LAURA

Depois de alguns minutos, tentando arrastar Constancy e seu irmão, Percy, da praia, já estava bem tarde, e então decidimos ir preparar nosso jantar. Com as férias, Quíron disse que nós deveríamos ter pelo menos um pouco de responsabilidades e blá-blá-blá! Então, hoje seria a vez de Constancy e Squirrel cozinharem. Eu não sei de onde eles tiraram que os DOIS poderiam cozinhar uma vez sem explodir a cozinha, mas eu fiquei quieta. Ficamos na fogueira, mexendo com o fogo, e eu, quieta, com os meus fones de ouvido, mas nem minha música alta foi o bastante para abafar os berros vindos da cozinha. Todos os campistas que estavam em volta da fogueira se levantaram e correram para a cozinha, achando uma cena muito bizarra: Constancy cheia de farinha na cara correndo atrás de Squirrel com uma faca na mão.

- Tira essa louca daqui! — gritava Squirrel

- Louca!? Eu não sou louca! — então Constancy começou a correr mais rápido. — Volta aqui!

- Você não chamou a minha irmã de louca! — gritou Percy e logo entrou na briga.

- Sai Percy! Eu posso me defender sozinha! — diz ela empurrando Percy para o lado.

- Não! Você tem que parar! — Percy a segurou pelos braços Alguém me ajuda! Tirem essa faca dela! — Robert se aproximou a tentou pegar a faca de sua mão e conseguiu, mas ficou com um pequeno corte no braço.

- Percy, me solta! — ela tentou livrar de seus braços — Me solta! Laura me ajuda!

- Não! Você vai acabar matando ele! — digo apontando para Squirrel.

- Grande amiga você, hein? — ela continuava lutando para se solta e até que conseguiu. HAHA! Consegui!

Ela foi até um saco de farinha e pegou um pouco, mirou em Squirrel, mas errou a farinha veio parar em mim.

- Você não fez isso! — digo tirando um pouco de farinha do meu cabelo e sorrindo macabramente. Vou até um saco de farinha pego um pouco e jogo em Constancy, mas ela abaixa e acabo jogando em Percy, dessa vez ele que vai até o saco e pega muita farinha — Não Percy! Por favor, não! — antes de ele jogar, Annabeth aparece e joga em sua cabeça. Começo a rir, então ele joga em mim e começamos uma guerra.

Continuamos com isso até que sons de cascos no interrompem, não preciso me virar para saber quem é, sei que é Quíron.

- O que vocês estão fazendo? — ele pergunta espantado — Vocês vão limpar tudo isso! Agora! — ele sai trotando, quando o som de seus cascos se distancia começamos a guerra novamente.

Depois de uma hora, mais ou menos paramos a guerra e deixamos a cozinha cheia de farinha e fomos correndo para a praia.

Pulamos na água, o que não foi uma boa idéia, porque a farinha grudou no meu cabelo, mas mesmo assim não me preocupei muito com isso.

Tirei o excesso de farinha do cabelo e do corpo e continuei na água. Ficamos nadando e brincando por um bom tempo até que decidimos ir para a fogueira, a noite não estava fria, então pude ficar de biquíni mesmo. Os filhos de Apolo começaram a cantar e nós também.

- O que vocês estão fazendo aqui a essa hora da noite? — Quíron nos pega de surpresa, novamente. — Vocês não limparam a cozinha como eu pedi. agora corremos o risco de sermos expulsos. — Todos para os seus devidos chalés. Agora. começamos a andar em silêncio até nossos chalés. Laura, Costancy, Squirrel, Percy e Annabeth, será que poderiam vir aqui? — nós o seguimos até a casa grande. Dionísio estava lá.

- Podem me dizer o que aconteceu? pergunta Dionísio. Ninguém respondeu. — Me digam o que aconteceu?

- Eu que comecei com isso, me desculpe Sr. D — disse Costancy — A culpa é toda minha.

- Você já sabe o que vai acontecer. Você será...

- Não foi ela que começou. — disse Squirrel — Fui eu.

- Então senhor Squirrel...

- Squirrel, fui eu que comecei a correr atrás de você, então a culpa é minha. — disse Constancy.

- Não! Fui eu que joguei farinha em você! — retruca Squirrel — Fui eu Sr. D.

- Não! A culpa é minha. — Constancy continuava insistindo até isso os dois discutem. Percy, Annabeth e eu estávamos em silêncio, apenas observando.

- Podem me dizer quem começou isso logo? — Dionísio começou a se estressar.

- Fui eu! — gritaram os dois.

- Não sei quem foi, mas vocês não estão aqui para isso. — disse Quíron, havia me esquecido de sua presença.

- Então por que estamos aqui? perguntou Percy

- Eu e Dionísio teremos que sair, por um tempo. — ele nos olha fixamente e continua: — Então alguns deuses do Olimpo, cuidaram do acampamento, por uns dias. Cada deus ficara três dias aqui. Os deuses são: Ares — meu pai! O que será que ele vai fazer aqui!? — Atena, Deméter, Afrodite, Apolo, Ártemis, Hefesto e Hermes.

- Por que nenhum dos Três Grandes estará aqui? — pergunta Constancy

- É obvio! — digo — Eles têm coisas mais importantes para fazer do que ficar em um acampamento.

- Eles têm que cuidar de varias coisas como o Mundo Inferior, o Olimpo e o mar. — diz Annabeth.

- Como Annabeth e Laura disseram, eles têm outras coisas para fazer. — diz Dionísio. — Não quero reclamações sobre isso. Agora vão. Avisem os outros.

- Mas... — Constancy tentou falar, mas não teve chance.

- Eu disse sem reclamações — Dionísio insistiu.

Saímos da Casa Grande sem dizer mais nenhuma palavra, começamos andar pelo acampamento e a entrar em todos os chalés avisando todos os campistas, assim que terminamos, fui tomar um banho.

Mal entrei no chalé e Clarisse já veio me irritar.

- Ownt! Que lindo! Ficar brincando na farinha que nem uma criancinha com os amiguinhos Clarisse deu uma risadinha

- Pelo menos eu tenho amigos, Clarisse. — peguei minha toalha e dei as costas para ela.

Fui direto para o banheiro. Demorei para tirar a farinha de meu cabelo, mas consegui. Voltei para o chalé de Ares.

- Quem você pensa que é para me tratar daquele jeito? Clarisse me empurrou contra a parede e ficou me segurando — Você não tem esse direito.

- Clarisse não importa. — digo calmamente e ela me aperta mais meus braços e me pressiona mais forte contra a parede. Clarisse era maior do que eu. Eu podia não ser muito grande, mas eu era forte. Consegui empurrar Clarisse no chão. — Vai continuar com essa briga irmãzinha? — pergunto sarcasticamente, ela me fuzila com o olhar.

- Você me chamou de que? ela se levanta e anda em minha direção. — Eu não sou sua irmã.

- Clarisse nós temos o mesmo pai! Nosso pai é Ares, o deus da guerra! Ou você não se lembra disso? — ela está prestes a me bater, mas então seguro seu pulso com força. — Tem certeza que vai continuar? — ela me encara e tenta se soltar, mas continua segurando e cada vez mais forte.

- Me solta sua...

- Sua o quê? — digo a interrompendo — Vai me xingar de que? Vadia? Idiota? — ela me encara — Pode escolher Clarisse, suas palavras não me importam. — solto seu pulso e deito em minha cama.

Clarisse tenta falar comigo, mas eu ignoro, na verdade eu nem escuto, estou com fones e músicas no ultimo volume, se fosse qualquer música até que eu escutaria alguma coisa, mas músicas com gritos, eu com certeza não escuto nada, estou feliz com isso.

Notas finais
Reviews!!
Hihi...
bjs