Nossa História De Amor.
9 Melhor presente da sua vida.
Notas iniciais
Tudo bem com vocês?? Comigo tudo bem.
Sem avisos nas notas iniciais por hoje.
Boa leitura!
Segunda- Feira, 18 de Agosto de 1989.
Percy acordou feliz naquele dia, vários eram os motivos para sua grande alegria. Nenhum deles porque era seu aniversário. Primeiramente, ele dormia na cama e não no sofá, o que era uma coisa ótima porque toda aquela tensão sensual que ele tinha havia acabado por toda esta semana, ele tinha quase certeza que tinha transado mais do que escrito naquela semana. Ele como pessoa humilde sabia o quanto era... Hum... Bem dotado. E pela primeira vez na vida tinha arranjado uma parceira à altura, o que foi para ele uma grande surpresa porque nunca pensou em Annabeth como uma ninfomaníaca ou algo do tipo.
Segundo porque tudo estava correndo de forma ótima, seu relacionamento, o livro. E ele não tinha certeza, mas daqui a poucas semanas ele poderia estar fora da casa no Havaí. E acabado enfim o livro, o que Percy não tinha certeza se era uma coisa boa. Será que quando voltassem para NY às coisas ficariam tão boas? E ele teria que voltar para Londres. Como ficaria seu relacionamento com Annabeth?
Ele deixou todos estes pensamentos de lado quando viu a porta ser aberta abruptamente, mesmo com seus olhos mais fechados do que abertos, ele conseguia ver Annabeth com uma bandeja na mão e os cabelos revoltos, uma lingerie era a única coisa que cobria seu corpo.
-Feliz Aniversário!
-Ah não... –Percy resmungou afundando o rosto no travesseiro. Annabeth por um instante bufou e colocou a bandeja na cama, sentando-se perto dela. Percy não conseguia vê-la, mas sabia que sua expressão não estava nada boa.
Ele não conseguia se segurar. Sentia-se um velho de 30 anos de idade, odiava com todas as forças ter saído da casa dos 20, a casa em que era um jovem, a casa onde ele podia fazer besteira e ter a desculpa de que não tinha maturidade o suficiente para ter consciência de seus erros. Mas agora ele era um adulto formado, era maduro e tinha plena consciência de seus atos. Enfim Percy Jackson tinha virado um homem totalmente, e agora ele tinha a linda loira na casa dos 20.
-Percy – Ela chamou, sua voz parecia bem chateada. Ele acabou se virando, olhando para sua expressão nada boa, os lábios contraídos e os olhos severos. – Olha o que eu fiz para você, tem frutas, yourgute, e tudo qualquer coisa nesta bandeja que eu demorei muito tempo para fazer. Eu até acordei de madrugada, sabia? – Ela havia acordado tinha apenas uma hora- E é assim que você me agradece? Muito obrigada.
Percy bufou, sentando-se em frente a ela, tentando de todas as formas ajeitar o cabelo. Em vão. Olhou para Annnabeth por alguns instantes, que continuou a olhar para ele com severidade. Então bufou mais uma vez.
-Tudo bem, desculpa ok? Você foi maravilhosa fazendo isto tudo para mim, você é maravilhosa e sabe disto. Eu só... Você sabe que eu não estou nada bem com esta ideia de ter 30 anos – Ele pegou um yourgute e uma colher de chá, colocando aquela coisa gelada e gostosa de coco em sua boca – Eu estou me sentindo um velho- Ele murmurou com o yourgute ainda na boca.
Annabeth deu uma risada. Uma risada que fez Percy se sentir ainda mais incomodado.
-Velho? – Ela perguntou com o tom mais alto que o normal – Pelo amor de Deus, Percy! Você não parece ter envelhecido um só ano desde que foi para Londres. Qualquer pessoa na rua falaria que você tem 25 sem problema algum. – Um sorriso de lado cresceu em seu rosto, enquanto Percy olhava para ela envergonhado, ainda apreciando o yourgute em sua boca, ela apoiou as duas mãos perto do corpo do moreno. Ficando de quatro sem nem mesmo ter percebido, seus seios quase inteiramente a mostra, o que fez Percy abaixar o olhar bruscamente – E você tem a oportunidade de ser mais experiente... Você sabe... – O sorriso de Percy aumentou, sua expressão era um poço de malícia, Annabeth olhou para ele satisfeita, tinha conseguido falar o que realmente pensava com um tom brincalhão.
-E outra coisa –Ela disse – Um velho não conseguiria fazer o que você fez ontem – A risada de Percy ecoou por todo o recinto. Melodiosa, rouca e arranhada. Annabeth acabou rindo também e se deitando ao seu lado.
Os dois continuaram uma conversa gostosa sobre o tempo ensolarado do Havaí enquanto Percy comia tudo que tinha naquela bandeja, quando assim fez colocou a bandeja no chão do lado da cama e passou seu corpo por cima do de Annabeth.
-Você me ajudando na auto- estima –Ele sussurrou, seu hálito era de chocolate com morango. A última coisa que tinha comido da bandeja – Quem diria.
-Os papeis se invertem, querido – Ela disse olhando diretamente em seus olhos. Seu tom era brincalhão e era impressionante como seu sorriso não saía da boca de jeito maneira.
Percy não tinha o mínimo de inveja por ela estar mais feliz que ele. Até porque por toda a sua vida ele que teve que consola-la por quaisquer motivos de autoestima, problemas amorosos e coisas do tipo. Não era atoa que Annabeth só escrevia livros dramáticos, ela era muito dramática e às vezes Percy se perguntava como ela não tinha entrado numa depressão profunda, sua personalidade era própria para aquilo. Então quando ele a via tão feliz, relaxada e frugal. Só podia se sentir feliz por ela.
O que ele não sabia era que a razão dela estar daquele jeito era justamente ele. Parecia que tudo que ela queria por toda uma vida tinha finalmente se realizado. Percy a fazia feliz, muito feliz.
Eles deram um selinho e então Percy se levantou da cama, agora animado e conformado. Queria pega-la e beija-la pelo resto do dia. Não tinha comemoração melhor.
-Vamos, Annabeth! A gente tem que ver o que está faltando lá embaixo – Ele disse, Annabeth riu e se levantou. Percy a abraçou por trás e começou a beijar seu pescoço, seu ombro e bochechas.
Queria ela saber como iria fazer qualquer coisa com ele a beijando daquela maneira. Mesmo assim atravessaram o corredor e foram para a cozinha, ela o sentou na cadeira enquanto lavava a louça. Era o aniversário dele e não era dia dele fazer qualquer tarefa doméstica.
Percy sentou no balcão, apenas de cueca e as pernas cruzadas enquanto olhava para a cintura de Annabeth indo para a direita e para esquerda, para direita e para esquerda. Até que ele parou de olhar para sua cintura e começou a olhar para a janela. O sol estava o mais bonito de todos os dias que ele estava ali.
Quando menos esperou Annabeth já estava o encarando, a louça lavada e a cozinha arrumada.
-O que você tanto pensa? – Ela perguntou sentando-se na frente dele — Quer dizer, eu te conheço bem, mas ainda não consigo ler todos os seus pensamentos.
Percy riu. Se acomodando melhor na cadeira e passando o polegar na bochecha dela com delicadeza, ele acabou dando de ombros e revirando os olhos.
-Nada- Ele disse- Apenas o quanto o dia está bonito. – Annabeth assentiu olhando para fora da casa. Depois ela semicerrou os olhos num gesto em que deveria estar lembrando-se de algo, aí estalou os dedos.
-Ótimo que você ache isto! – Ela exclamou – Preciso que você vá comprar amoras para mim, quero fazer uma coisa especial para você hoje. – A expressão de Percy não foi das melhores.
-Amoras? – Ele perguntou- No Havaí tem amoras? Aqui não é um lugar que dá amoras, tenho quase certeza disto.
-Existe uma coisa que se chama frutas importadas...
-Mas é raro, eu vou ter que rodar a ilha inteira para achar amoras! Annabeth, que tal você fazer outra coisa? Aliás, você nem cozinha bem...
-Mas hoje eu vou cozinhar!- Objetou Annabeth – E eu quero que você vá buscar amoras para mim, senão você fica sem almoço hoje.
Percy bufou quando a viu indo para o andar de baixo. Ele não merecia tal coisa, realmente não. Virou-se na cadeira e andou preguiçosamente até o quarto. Colocando uma calça social preta com suspensório e uma blusa de botões ¾. Colocou a carteira de couro na mão e saiu às escadas correndo.
Olhou para Annabeth por alguns segundos, deitada de barriga para cima no sofá amarronzado, Percy pela primeira vez prestou atenção na sua lingerie e não no que tinha através dela, uma calcinha preta com detalhes em prateado, e uma camiseta que tinha um rasgo no sutiã proposital, também com o acabamento todo em prateado. Seus seios quase saltavam daquela lingerie.
Percy tirou o cigarro da boca e percebeu que Annabeth olhava para ele com um sorriso de lado disfarçado.
-Bem, eu vou indo-Ele disse engolindo em seco. E esperava mesmo que quando voltasse ela estivesse do mesmo jeito. Annabeth se levantou num só pulo, olhou envergonhada para o chão e depois para Percy. Tinha sido mais que infantil na última hora e odiava agir daquela maneira.
Mesmo assim Percy parecia não ligar muito, olhando concentradamente para o vão que a camisola deixava mostrando sua barriga lisa. Ela andou levemente até ele com um sorriso de lado.
-Olha, você traz as amoras que eu tenho uma surpresinha para você – O olhar de Percy subiu para seus olhos, ele não pode deixar de dar um sorriso malicioso. Raramente Annabeth falava daquela maneira.
-Surpresinha? – Ele perguntou com as sobrancelhas arqueadas. Annabeth assentiu o puxando pelo suspensório, beijando seus lábios macios e passando logo depois as duas mãos por suas costas. Ele se abaixou a beijando ainda mais, com um fervor que não era normal. Ela se separou dele e piscou, Percy mordeu sua bochecha e saiu correndo para fora da casa, ouvindo a risada melodiosa de Annabeth.
Seu bom humor saiu assim que descobriu que as amoras eram mais raras do que ele tinha imaginado, onde já se viu ter amoras no Havaí? Ficou horas para procurar o lugar, e mais algumas horas para o vendedor achar as amoras boas. E então quando ele menos percebeu já eram duas horas da tarde e o almoço não iria sair tão cedo assim. Ótimo aniversário.
Quando estacionou de volta para casa, pegou a sacola de amoras com muita força, como se fosse a coisa mais preciosa da sua vida – o que não deixava de ser verdade naquela hora- andou as escadas de madeira rápido, e girou a chave, pronto para esperar uma surpresinha da Annabeth. O que ele não esperava era ter uma surpresa tão grande como aquela:
-Feliz Aniversário! – Várias pessoas gritaram em uníssono quando ele entrou na casa, a sacola de amoras abraçada a ele e uma Annabeth risonha e com um vestido florido encostada no batente.
Ali não tinha apenas várias pessoas. Tinham várias pessoas que ele conhecia. Eram seus amigos, seus melhores amigos. Thalia e Nico, que deveriam estar em Londres. Silena e Charles e Clarisse e Chris – que deveriam estar em NY -. Rachel, Connor, Travis e Kate- que deveriam estar em L.A- .Todos estavam ali. Sem exceção.
-Caralho – Foi a única coisa que ele conseguiu dizer antes de ser recebido por vários abraços de feliz aniversário. Em especial de Thalia — que era melhor amiga de Annabeth-.
-Graças a Deus você se declarou para ela- A mesma sussurrou em seu ouvido. Percy riu e a abraçou de volta. E quanto menos esperou estavam todos sentados e conversando animadamente, como se o tempo não estivesse passado e todos eles ainda estivessem no colegial.
-Porque eu sempre soube que vocês ficariam juntos- Disse Kate- Eu apostei isto no 3° ano com o Travis, está me devendo 20 dólares, ok? – Todos riram. Annabeth que era a mais afastada e estranhamente não tinha abraçado Percy nem lhe desejado feliz aniversário disse:
-Então é verdade que vocês apostavam sobre nós no colegial? Eu sabia disto! Eu ouvi Thalia e Clarisse falando sobre isto um dia desses. Vocês me fizeram passar como louca, mas eu sabia que não estava louca! –A risada de todos ecoou na sala. Menos a de Percy que estava tão revoltado quanto Annabeth.
-Eu queria saber por que vocês não deram conselhos para a gente antes. Talvez fosse isto que precisássemos- Percy contradisse. Silena deu de ombros.
-Não iria ser a mesma coisa, Percyito – Ela objetou – Vocês tinham que seguir seu próprio tempo. E se me permitem dizer eu acho que esta é a hora perfeita para vocês ficarem juntos, não daria tão certo se vocês estivessem mais novos. — Todos ficaram em silêncio, enquanto Percy e Annabeth se entreolhavam com um sorrisinho de lado.
-Escutem que ela é expert- Charles exclamou e todos riram. A segunda garrafa de vodka tinha ido embora já havia muito tempo. Percy se aconchegou melhor na cadeira que se sentava. Olhando para todos como se fossem miragens.
-Quanto tempo vocês ficarão? Quer dizer, não é possível que vocês viajaram para cá para ficar algumas horas apenas –Ele disse chateado. Todos pigarrearam e começaram a falar juntos naquela hora. Até que Clarisse deu um grito fazendo todo mundo calar a boca.
-Infelizmente é isto. O seu lindo editor disse que estaríamos atrapalhando a “concentração” de vocês dois, só por hoje nós ficamos hoje. Temos um voo para as 21 horas.
-Ridículo- Percy disse acabando de beber o copo de vodca – Vocês deveriam ficar mais um pouco, só acho. Mas mesmo assim não posso reclamar de Phill, ele teve a ideia de colocar eu e Annabeth sozinhos nesta casa, e além de nós dois ficarmos juntos por conta disto, ainda tenho que dizer que eu nunca escrevi melhor na minha vida.
-Isto é verdade – Annabeth completou- Ele pode ser um cara meio louco e doido, mas como editor tenho que dizer que suas ideias são ótimas e inovadoras- Annabeth parou por um momento –E ele já vendeu 14 livros meus então é óbvio que ele é um ótimo editor.
Todos pigarrearam, xingamentos bobos enquanto as garrafas de álcool passavam de mão em mão. Eles não ligavam que eram três horas da tarde. Não demorou muito para o grupo se dispersar pela casa, Percy e Nico acabaram sozinhos na varanda, o Di Angelo lendo atentamente as 10 primeiras páginas do livro de Percy e Annabeth.
O moreno dos olhos verdes olhava para Nico apreensivo, seu cigarro rodava em seu dedo de tanta ansiedade. Os olhos de Nicolas iam da esquerda para direita rápido, como sempre ele lia rápido demais, e ele leu aquelas dez páginas em 7 minutos.
-E então? –Percy perguntou voltando com os rascunhos para a mesinha pequena onde tinha também a máquina de escrever. Nico continuou sério, deixando Percy até com raiva de tanto nervosismo.
-Eu não sei se minha crítica vale alguma coisa, mas... –Ele parou por um momento – Isto aí não está bom – Percy abaixou os ombros de uma vez só, toda sua ansiedade tinha acabado. Nico olhou para ele por um momento e então riu – Cara, isto está ótimo! Vai ser o melhor livro que você já fez!
Percy olhou para Nico surpreso. Ele não gostava de romances de jeito maneira, mesmo lendo vários livros a maioria era de ação e aventura. Então se sentiu ainda mais honrado quando ele falou tudo aquilo. Os dois se se encostaram à grade da varanda mais uma vez, tinha algumas semanas que Percy não via Nico e ele era acostumado a ver Nicolas todos os dias em Londres, então ele sentiu uma saudade meio estranha de seu amigo.
Os dois olharam para trás, Thalia estava os chamando para entrar, seus olhos azuis elétricos estavam severos em Nico, como se ele fosse um infrator por tirar o aniversariante da festa. Nico apenas riu e então voltou o olhar para Percy.
-Melhor entrarmos — Percy disse sorridente. Nico bufou e fez um sinal de espera para Thalia que também bufou a subiu as escadas em passos pesados. Percy riu ainda mais.
-A Thalia enche o saco às vezes – Nico ressaltou – Mas antes de irmos eu tenho que te fazer uma perguntinha. – A sobrancelha de Percy se arqueou, o sol agora se punha e ele tirou sua visão do mar e encarou a feição severa de Nico, seus cabelos pretos cortados bagunçados, e seus olhos negros mais negros que o normal.
-Pode perguntar- Percy disse voltando o olhar para o mar. A brisa marítima batendo em seu rosto e o deixando calmo e zen.
-Você e Annabeth... –Ele parou por um momento- Você acha que depois que escreverem este livro... Será que vocês conseguem ser um casal fora do Havaí?
Uma pancada. Um soco na barriga de Percy. Ele odiava Nico profundamente por isto, por tirar todas as dúvidas da sua cabeça. Ele não sabia o que responder, pois não sabia se eles realmente iriam durar, mesmo assim queria falar para Nico que sim, que eles ficariam juntos para valer agora.
-Não sei –Ele acabou respondendo – Eu espero que sim, acho que Annabeth foi a pessoa que eu sempre quis na minha vida, sabe? Mas eu tenho certeza que só amor não basta.
Nico assentiu, tirando o cigarro da boca e jogando na areia, ajeitou sua jaqueta de couro e voltou com o olhar para Percy.
-Espero que tudo dê certo para vocês, sério. – Um momento tenso pairou entre os dois, o sol e a brisa marítima não fizeram Percy se sentir melhor, e a dúvida do que aconteceria depois de escreverem o livro ainda estava em sua cabeça, olhou para a máquina de escrever e sabia que Nico olhava atentamente para ele. Percy mordeu o lábio inferior, talvez tenha sido o álcool, mas não estava se sentindo bem mais. Nico deu tapas em suas costas, tentando amenizar a tensão – Vamos, Thalia ainda vai me matar hoje, escreve o que eu estou te falando.
Percy riu e voltou para casa, todos estavam na cozinha comendo uma torta com amoras encima. O aniversariante riu ainda mais quando viu outra torta cheia de velas na mão de Annabeth. E todos começaram a cantar. “Parabéns para você...” Ele riu batendo palmas também (pois não sabia exatamente o que fazer numa hora daquelas) então soprou todas as 30 velas, e todos fizeram mais auês ainda.
Ele riu e então deu um beijo na bochecha de Annabeth, que correspondeu com um sorriso genuíno. As palmas e piadas continuaram, até que rápido demais às 19 horas haviam chegado, e todos tiveram que ir embora.
Mais abraços, beijos e “Feliz Aniversário” e então Percy tinha visto a van estacionada atrás da casa avançar por entre o asfalto do Havaí. Ele fechou a porta e olhou para Annabeth, que mordia a unha do dedo polegar e tinha um sorriso bem safado.
-Você é uma danada, Annabeth – Disse Percy, dando alguns passos em sua direção – Fazendo-me ir do outro lado da ilha pegar amoras... Foi você que fez isto tudo não foi? -Ele abraçou a cintura dela. Annabeth deu de ombros.
-Bem... –Ela começou- Eu liguei para Phill para combinar tudo, obviamente. Então tecnicamente foi tudo ideia minha. –Percy riu.
-Está vendo? –Ele perguntou falsamente indignado-Tudo culpa sua... E posso saber por que você não me deu parabéns na festa? – Annabeth riu maliciosa, passando os dois braços envolta do pescoço de Percy.
-Porque não era hora de te dar parabéns, Cabeça-de- alga – Ela deu um sorriso maior ao ver Percy fazer uma careta lembrando seu antigo apelido – Agora é a hora que eu vou te dar seu presente.
Ele riu de lado, empurrando-a para a parede, ela que levantou as duas pernas as enrolando na cintura de Percy. Ela beijou sua boca, e mordeu sua bochecha, então sussurrou no ouvido do moreno:
-Preparado para o melhor presente da sua vida?
Notas finais
Enfim, por hoje é só. Próximo capitulo um tanto... doido. kkk
Beijos e até o próximo! =)
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