Nossa História De Amor.
13 Madrugada.
Notas iniciais
Tudo bem com vocês??Como perceberam, criatividade zero para o título, mas olha só, este capitulo... eu acho que vocês irão gostar.
Boa leitura!
Sábado, 30 de Agosto de 1989.
Annabeth estava intensamente perdida naqueles olhos verdes. Era a primeira vez em que reparava todos os detalhes daquelas órbitas de um verde musgo impressionante e alguns riscos em verde mar. Ela sabia que eles estavam escuros por causa dela, e apenas dela. Os lindos olhos verdes não olhavam de volta em seus olhos cinza, de maneira alguma, eles olhavam para seu corpo estirado e nu no tapete da sala.
Annabeth precisava de um descanso. Eram 3 horas da madrugada e ela nunca havia ficado tantas horas... Consumando o ato. Sua respiração ainda estava ofegante e suas pernas já haviam parado de bambear, sua intimidade pulsava querendo mais e mais.
As mãos de Percy tamborilavam em sua cintura, às vezes fazendo uma leve massagem no abdômen. Ele parecia em perfeitas condições de continuar aquilo que haviam parado de fazer.
O rapaz beijou as coxas dela, fazendo-a rir. Trocaram um breve olhar e soltaram mais um riso.
– Eu adoro seus dentes de vampiro – ele disse voltando a ficar ao lado de Annabeth, que riu mais alto. Olhava para o teto amadeirado, através da janela da parede ao lado, ela conseguia ver o céu todo estrelado, algo que nunca conseguiu realmente ver em NY.
– E o bullying que você praticava comigo na adolescência? Todos me chamavam de vampirinha por sua causa – ela deu um sorriso de lado enquanto Percy ria ainda mais.
– Sabe o que é? – o rapaz passou seu corpo por cima do dela, apoiando a cabeça no seu colo. – Acho que eu sempre quis que estes dentes me mordessem.
– Ah é? – ela perguntou com a sobrancelha arqueada. Suas pernas se abriram levemente deixando o corpo de Percy no meio, sua intimidade roçando na dele. – É bom saber, mas naquela época eu nem ligava mais para os apelidos que você me dava. Quer dizer, eu tinha 17 anos e meus hormônios estavam a flor da pele, só tinha uma coisa que eu queria em você.
– Mesmo? Conte-me mais sobre isto – Annabeth balançou a cabeça negativamente enquanto via Percy com um sorriso largo, apoiando o queixo em seu colo.
– Ah, não sei, quer dizer, sei sim. 17 anos, os hormônios não ajudavam em nada, nem os meus, nem os seus. Primeiramente porque você tinha virado, de uma hora para outra, um menino bonito, atlético e tudo mais, e sempre que a gente se abraçava... – ela parou por um momento, lembrando-se daquela época. – Meu corpo parecia estar em brasas, mas não é uma coisa interessante de se contar.
– É sim! – ele afirmou enquanto olhava para ela. Annabeth sentia que ele já estava levemente excitado. – É bom saber que eu te excitava na adolescência.
– Porque eu não te excitava na adolescência – confirmou a loira. – Eu era ridícula.
– Era mesmo – ele falou fazendo Annabeth abrir a boca, surpresa. – Eu estou sendo sincero, só depois que você saiu do colegial que realmente conseguiu ficar como é hoje. Antes você era bonitinha, mas depois dos 18 você se tornou... Bem, você se tornou isto.
– E o que exatamente é isto? – Ela perguntou mesmo já sabendo a resposta, achava mais divertido ouvir sair da boca dele. Ele parou por um momento, então se arrastou até o pescoço dela, depois ficando frente a frente com seu rosto.
– Bonita, sexy, cativante, sexy de novo – ele deu um leve sorriso enquanto via o rosto de Annabeth se enrubescerem. Percy beijou suas bochechas delicadamente, depois seus lábios, que se encaixaram perfeitamente com os dele, como sempre. As mãos dele apoiaram-se no chão, sua língua se enroscava com a dela. Ele mordeu seu lábio inferior, acabando o beijo.
Desceu suas duas mãos até uma das coxas dela, apertando-a com força. Os beijos desceram para sua virilha, seus olhos se encontraram com os dela, uma de suas pernas estava dobrada e a outra esticada. Percy pegou a dobrada e a colocou em seu ombro, tendo total acesso a sua intimidade.
Ele mordeu o lábio inferior, provocativo, logo depois passou a língua em toda a sua extensão. Annabeth gemeu alto e começou a respirar com dificuldade novamente. Ele mordeu seu feixe e depois o soprou, fazendo-a arrepiar se por inteiro, sua mão arrancava os pelos do tapete embaixo do sofá, seus mamilos estavam eretos e todos os pelos do seu corpo tinham estavam eriçados.
Queria saber como Percy deixava-a daquela maneira, sem nem mesmo tê-la penetrado. Talvez ela nunca tivesse tido a oportunidade de ter um homem tão... Bom.
Com um dedo ele massageou seu clitóris, e com a língua ele a penetrou devagar. O gosto dela era doce, e ele adorava doces. Começou a rodear a língua dentro dela, depois seus dentes roçaram em seus lábios menores. Ela nunca esteve tão excitada em sua vida, ele enfim penetrou dois dedos nela, fazendo-a revirar os olhos e puxar o tapete com força.
Sua língua foi para seus mamilos, mordendo-os e os chupando enquanto ele colocava três dedos em seu interior. O corpo de Annabeth remexia-se, excitado, e suas foram para os ombros dele, arranhando-os com força. Sentia Percy alternar entre morder seus mamilos e rodear a língua neles, fazendo-os ficar mais eretos e excitados.
Seus dedos começaram a estocar com mais força. Pontinhos pretos entraram na visão da loira enquanto seus gemidos ficavam mais incessantes. Suas duas mãos foram para os cabelos negros de Perseu, fazendo sua cabeça ficar ainda mais perto de seus seios, tornando o toque mais e mais bruto.
Ele mordeu o seio dela com força, que gemeu de dor e prazer. Então seu gemido se tornou longo e fraco, todo seu corpo se relaxou e os dedos de Perseu ficaram encharcados. Ele olhou para cima, seus olhos estavam brincalhões e seu sorriso de lado não disfarçava.
Annabeth respirou fundo e ofegante, olhando ainda demasiada para Percy, que lambia os dedos, divertido, como se fosse o doce mais gostoso que já comera em toda vida.
– Droga, Percy – ela exclamou num fio de voz, seu sorriso tornou-se ainda mais largo. Então surpreendentemente ela o puxou para frente, para cima do seu corpo, e o virou, ficando por cima dele.
Ela assentou-se em cima da sua barriga. Percy ainda sentia a intimidade molhada da mulher e sabia que ela não estava satisfeita. A loira desceu o tronco beijando o pescoço do moreno, chupando-o até a pele ficar roxa e então mordiscando o lóbulo da orelha.
Suas mordidas desceram até seu tórax, arranhando-o em seguida. Ela rodeou a língua em seu umbigo arranhando seu abdômen, e sentindo-o contrair em suas mãos. Ela não estava muito paciente, queria-o imediatamente, mas resolveu fazer as coisas de forma lenta.
– Assente! – ela ordenou com a voz num estado nunca tão imperativo. Percy, surpreso, assim fez encostando suas costas no sofá. Ela colocou todo seu cabelo para um lado, agachando-se levemente e ficando praticamente de quatro na frente dele.
Sua língua rodeou a glande, e sua mão esquerda segurou a base com violência. Percy fechou os olhos enquanto sentia a língua dela fazer movimentos cada vez mais lentos, assim como a mão que o masturbava.
Então, sem ritual, ela colocou o escroto todo em sua boca, chupando-o com força. Percy abriu os olhos e gemeu um pouco alto demais com a surpresa. Os dentes “vampirescos” dela o arranharam levemente enquanto sua mão massageava os testículos com força.
– Você vai me matar – Percy disse num sussurro encostando a cabeça no estofado.
Sentia ela o chupar com mais intensidade e mais rápido, abriu os olhos, deixando-os semicerrados enquanto via toda sua ereção sumir na boca dela. Ela chupou sua glande e o masturbou com força, apertando a ereção em sua mão pequena. Todos os músculos dele estavam contraídos, estava quase chegando ao ápice.
Sua mão direita foi para os cabelos da loira, puxando-os com força enquanto todo o seu corpo se arrepiava. Ela sentiu que ele estava quase lá, o pênis dele foi se engrossando dentro de sua boca. Os olhos cinza divertidos olhavam-no enquanto via Percy retribuía, devasso, com a boca levemente aberta.
Ela sugou uma última vez toda sua glande, e então o gemido de Percy ficou alto e rouco. Ele mordeu o lábio inferior com força, chegando numa sensação indescritível. Seu líquido foi jogado na garganta da loira, que engoliu tudo. Ele era salgado, salgado como o mar.
– Delicioso – Annabeth disse lambendo os lábios, sorrindo de leve enquanto via a ereção de Percy não tão ereta quanto antes. Ela se levantou, ficando em pé na frente dele.
Os olhos de Percy estavam fechados, sentia seu sangue correr mais rápido, seu coração batia com força, quase rasgando seu peito. Ele finalmente olhou para cima, Annabeth estava em pé na frente dele, nua. Ele havia gostado da visão.
– O que você vai fazer? – ele perguntou colocando uma mão atrás da cabeça, Annabeth riu enquanto andava devagar até o andar de cima, Percy olhava atentamente sua bunda, decepcionando-se quando a visão tornou-se impossível.
Olhou para sua ereção, já estava mais uma vez a ponto de bala, estreitou os olhos quando viu Annabeth mais uma vez ali, agora com algumas coisas em mãos.
– Você me fez ver 9 1/2 Semanas de Amor, agora eu fiquei com a ideia na cabeça – ela se explicou andando lentamente até ele. Tinha mel e gelo em sua mão direita, e na esquerda tinha uma travessa de morangos.
A boca de Percy fez um leve “O”. Ele nunca pensara em fazer isto com Annabeth, nem qualquer outra coisa selvagem, ela era puritana, puritana demais! Que concepção gostosa era o novo lado que Percy conhecia de Annabeth. Um lado que ele nunca teve a oportunidade de conhecer, o único que ainda não conhecia, talvez.
Ela assentou-se em seu colo, fazendo seus seios ficarem na altura da boca do moreno. Tinha dois morangos na mão, Percy chupou o quanto pode de seus mamilos, pensando exatamente o que ela queria fazer naquele momento.
Surpreendentemente, ela apenas ficou ao seu lado com os morangos em mãos.
– Eu quero que você faça isto – ela disse com um sorriso brincalhão. Percy mais uma vez parecia surpreso, mesmo assim cinco segundos depois apenas deu um sorriso de lado, mordendo um pedaço do morango e sentindo o olhar penetrante dos olhos cinza nele.
Deu o outro pedaço na boca dela, corpo de Percy se arrepiou por inteiro. Ele deu mais um pedaço a jovem e então, com destreza, pegou o pote de mel, aquele mel que eles passavam na torrada – nunca mais seria usado para este fim.
Colocou seus dois dedos nele, passando no pescoço da loira, depois em seus seios, traçando um caminho até o abdômen. O mel estava quente, derretendo, pois estava anteriormente no forno. Todo o seu corpo se arrepiou assim que sua pele sentiu aquele líquido, queimando-a levemente.
Ela sentiu a língua de Percy em seguida, lambendo e chupando todo o mel em seu pescoço, fechou os olhos sentindo sua pele ardendo, as mãos dele apertando suas coxas. Desceu os beijos para seus seios, limpando o mel que havia no bico deles, sentindo o gosto doce e viciante do doce do ao mesmo tempo da pele da loira.
Sua língua rodeou o outro seio, fazendo o mesmo tratamento. A pele de Annabeth ardia e sua intimidade pulsava. Ele beijou seu abdômen, chupando e lambendo cada pedaço até perto de sua intimidade.
Então ele pegou o cubo de gelo, passando-o pelos seios e abdômen da loira, ela apertou o estofado, sentindo sua pele queimada gostar do toque gelado, arrepiando-se por inteiro. O gelo escorreu por sua pele até a sua intimidade, ela levantou a cabeça e gemeu mais alto do que queria. Suas duas mãos arranharam o homem com força.
Percy sentia um pouco da substância viscosa escorrendo no canto dos seus lábios. Sua ereção estava mais uma vez presente. Ele pegou o pote de mel e lambuzou a intimidade da loira, fazendo-a gemer mais alto com o líquido quente, passou a língua por toda sua extensão. Era um gosto bom, muito bom. Ele saboreou aquilo por mais tempo, ouvindo os gemidos da loira ficarem mais altos. Sem mais nem menos, penetrou-a com os dois dedos sujos, os olhos dela se abriram e ela rasgou parte do sofá que segurava. O mel escorria de sua entrada por sua extensão.
Percy a deitou no tapete, sua respiração estava descompensada e sua mão se entrelaçou na de Annabeth. Ele a penetrou com força e rapidez, de uma vez só. Então começou suas estocadas, os olhos dela se abriram e ela viu os olhos verdes a olhar com luxuria e posse.
Suas mãos passaram pelas costas largas e definidas, apertando e empurrando a bunda dele contra ela. Entendendo o recado, ele estocou mais forte. Chase sentia que rasgaria por dentro a qualquer instante. O rapaz aninhou seu rosto no pescoço dela, mordendo-o e sentindo seu cheiro.
Ele a completara. Finalmente, Annabeth entrelaçou sua mão na dele, sentindo o prazer domina-la. Os dedos de Percy apertaram sua mão com força, fazendo-a ficar aberta enquanto as dele esmagavam-na. Ela viu a veia saltando no pescoço do moreno e se sentiu mais excitada.
– Você é apertada – ele sussurrou em meio a gemidos, deixando as estocadas mais fortes. Seu corpo suava e ele sentia que estava chegando ao ápice. O gemido de Annabeth foi alto, chamando o nome dele. Nome este que nunca saiu tão bem dos lábios de alguém.
Percy estocou mais algumas vezes, sentindo o líquido da loira escorrendo por sua ereção. Mordeu o ombro de Annabeth antes de chegar ao ápice, o melhor clímax de sua vida. Seu corpo inteiro amoleceu e ele caiu em cima dela. Os dois respiravam ofegantes e cansados. Percy saiu de cima dela e encostou a cabeça no sofá, assentando-se no tapete.
Seu corpo viril estava suado e cansado, seu pênis estava lambuzado de mel e gozo. Assim como o tapete da sala. Ele via a loira respirando com dificuldade, seus seios subindo e descendo descompensados.
Ela olhou para ele e sorriu genuinamente, sentindo seu corpo mole, ardendo e doendo em algumas partes. Era uma sensação maravilhosa.
– Você é linda – Percy disse enquanto comia um morango. Ela sorriu envergonhada e se levantou, quase caindo pelas pernas bambas. Estendeu a mão para o moreno, que a pegou desconfiado.
– O que você quer fazer?
– Você me lambuzou de mel, o mínimo que poderia fazer agora é me dar um banho – seu sorriso era fofo e malicioso ao mesmo tempo. Percy levantou-se ainda com o morango na mão. Aquela madrugada estava longe de acabar.
Notas finais
E leitores fantasmas, apareçam, ok?
Deixem seus reviews e tudo mais, tudo bem?
Beijos e até o próximo!!
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