Nossa História De Amor.
8 Eu sou sua.
Notas iniciais
Acho que demorei um pouco não é? Enfim, as coisas estão meio puxadas para mim, então espero que vocês tenham dó da odiada escritora.
Mudando de assunto, eu gostei deste capitulo, então espero que gostem também. E para algumas pessoas que pensaram que a fic estava acabando, WHAT? Não sei se vocês perceberam na sinopse, mas eles ficarem juntos é apenas o começo da fic, ok?
Boa Leitura!
Quinta-Feira, 13 de Agosto de 1989.
Havia uma semana que aqueles dois estavam juntos. A melhor semana da vida de Percy. Se ele falasse ao contrário talvez Annabeth o matasse. Era impressionante como tudo fluía melhor aos beijos, a harmonia era perfeita, o livro parecia perfeito, tudo parecia perfeito.
Percy desceu as escadas de madeira, sua calça de moletom caindo por sua cintura, apenas isto ele vestia. Estava preparado para dormir mais uma vez no sofá. Não entendia exatamente o que estava acontecendo, tinha uma semana que estavam juntos, por algum motivo quando as mãos bobas começavam Annabeth parava. Como se fosse uma virgem – coisa que Percy tinha a certeza de que ela não era.
Aquilo deixava o moreno irritado, até porque eles não eram adolescentes mais, na realidade dali a alguns dias Percy fazia 30 anos de idade. Número significativo. Ele colocou o travesseiro no sofá, deitando-se nele e respirando fundo, aquilo era bobeira. Uma grande bobeira. Parecia ter 16 anos novamente. Pensando numa garota na calada da noite, mas aquilo era diferente.
Era como se ele esperasse por ela a vida inteira. Era apaixonado por ela a vida inteira. Não era possível que ela tinha o mesmo afobamento que ele para fazer tudo e mais um pouco.
Respirava fundo e de barriga para cima, está que já estava descoberta por conta do calor que fazia mais ainda a noite. O Havaí não dava folga quando a questão era temperatura. Ele olhou para o lado, estava caindo no sono. Quando seus olhos estavam fechando ele ouviu passos na escada, suas pálpebras ficaram mais pesadas ainda.
-Percy?- Perguntou uma voz doce, de quem ele tinha certeza de quem era, sorriu de lado.
-Oi. –Ele respondeu ainda de olhos fechados. Ele sentiu aquela contração na boca do estomago de quando sabe de que alguém está de observando, só que muito maior porque era por quem ele estava apaixonado.
Coçou os olhos quando sentiu que ela tinha sentado em seu lado. Ele olhou para ela, apenas a luz da lua cobria os dois, e eles não precisavam de mais. Ele sentou ao seu lado, apoiando as mãos no estofado enquanto olhava para a loira. A mesma feição angelical de sempre, tinha uma camisola azul – o que Percy pensava que só podia ser para provocar mesmo, já que ela sabia que era a cor preferida dele – e seus cabelos loiros estavam caídos e desgrenhados em seu rosto, este que tinha a feição preocupada.
Percy continuou a estudando por alguns minutos, eles se olhavam sem vergonha agora. O barulho das ondas quebrando se ouvia como um plano de fundo, bem baixo. O que fazia as pálpebras dele ficarem ainda mais pesadas.
-O que aconteceu? – Ele perguntou, pegando uma mexa dos cachos de Annabeth enquanto olhava para seu rosto ainda preocupado.
-Eu não consigo dormir – Ela respondeu apenas, seus olhos fechando rapidamente e então se abrindo de novo. Annabeth deu uma olhada para Percy, como se pensasse se falava algo ou não.
-Porque você não consegue dormir? – Percy jogava verde para colher maduro, talvez a coisa que a perturbasse era o que o perturbasse também. O relógio tiquetaqueava num momento inapropriado, mostrando que aquela conversa estava lenta demais. As duas mãos de Percy foram para seu próprio cabelo, colocando-os para trás.
-Eu venho pensando em algumas coisas desde que estamos juntos – Ela parou bruscamente, enquanto as sobrancelhas de Percy se arqueavam, ele abriu a boca para falar algo, porém Annabeth o parou com a mão – Deixe-me falar, e então você fala o que quiser. É o que eu sinto e eu preciso que você me ouça.
O coração de Percy disparou, e se ela sentisse que eles estavam precipitados em ficar juntos? Perseu não aguentaria ficar na mesma casa que ela depois disto, e tudo que temesse que fosse acontecer iria acontecer. A insegurança tomou conta de todo seu ser, sentimento raro para o mesmo. Annabeth começou:
-Eu estou insegura. Insegura porque eu te conheço desde quando você era um espermatozoide... E eu sei o que você já fez antes, usar e jogar fora, magoar e ir embora, uau eu rimei, isto foi horrível, assim você não me leva a sério... –Annabeth estava nervosa, entrelaçando as mãos. Percy riu pelo nariz, aliviado por ela pensar justo ao contrário do que ele temia, seu corpo relaxou e ele continuou ouvindo atentamente o que ela tinha a dizer – Por isto por algum motivo eu estava me tentando fazer de difícil. Talvez te dando tempo para desistir de algo, mas eu vi como isso é ridículo porque eu não quero que você desista de nada. Eu quero que você fique comigo. Então eu estou desistindo, praticamente chutando o balde. Isto é certo? Não sei, acho que não. Mas agora eu não ligo mais porque eu quero que você fique comigo hoje, agora, esta noite.
Os olhos de Percy se arregalaram. Seu sono sumiu. Uma declaração era tudo que precisava agora para ter seu ego inflado quase explodindo. Sorriu de lado enquanto pegava na cintura de Annabeth, a puxando para mais perto dele.
-Eu não vou te usar e jogar fora, magoar e ir embora... E isto é horrível mesmo –Ele riu junto com Annabeth – O que eu quero dizer é que você além da minha mãe são as únicas que eu levo a sério. Eu nunca, nunca iria fazer qualquer coisa para te magoar. Eu que não quero que você desista de mim. Não desista de mim, Annabeth.
Ela balançou a cabeça em negação, talvez como reposta, talvez não. Isto seria um mistério porque os dois se beijaram logo depois, de uma forma lenta e romântica, quase parando. Percy sentia todo o movimento da língua de Annabeth dentro de sua boca, sentia que ela estava ficando em sua frente, em seu colo.
Sentia sua ereção ficando cada vez mais evidente sob o pano do moletom. Sua mão foi para a nuca dela, aprofundando o beijo. Os dois se separaram por falta de ar e Annabeth beijou o pescoço de Percy, os olhos do moreno se fecharam enquanto sua boca se abria levemente ao sentir o contato da língua dela em seu pescoço. Seus lábios eram delicados e quentes, mal roçavam no pescoço de Percy.
Ele apertou a sua cintura, enquanto seus lábios quentes tocavam em seu colo, beijando seu tronco, desceu os beijos para seu peitoral, rodeando a língua em seu mamilo displicente.
-Eu te odeio – Ela disse enquanto passava a mão no abdômen definido de Perseu – Seu corpo ainda é lindo. – Ele riu pelo nariz e a puxou pela cintura, deixando-a alguns centímetros mais alta que ele, esta que o beijou agora afobada, seus lábios se tocaram de forma rápida e bruta. As mãos pesadas de Percy foram para as duas coxas dela, subindo junto com sua camisola de renda, Annabeth levantou os braços e então Percy a beijou novamente.
Eles se levantaram automaticamente, os beijos continuaram enquanto eles andavam atrapalhados pela casa, ela subiu o degrau e Percy acabou a prensando ali na escada mesmo, beijando seu pescoço e o mordendo logo em seguida.
Sua mão boba foi para suas coxas, apertando-as com força e as levantando, ela que aproveitou e subiu em seu colo, fazendo suas intimidades roçarem sem querer.
As unhas de gato da loira foram para seus ombros, apertando-os enquanto os beijos de Percy desciam de seu pescoço para o vão entre seus seios, deixando uma marca de saliva por onde passava.
Eles subiram as escadas, entraram no quarto pela porta de madeira já aberta, ele a colocou na cama. O vento zunia gostoso em seus ouvidos, a cortina da varanda que tinha ali também balançava devagar e periodicamente. Com a luz do abajur do lado da cama ele conseguia ver com mais clareza todo o corpo da loira.
Era lindo, e ele se sentia estupido por não ter feito aquilo antes e perceber quem era a mulher que estava a sua frente. Ele sorriu de lado enquanto via as bochechas de Annabeth ficarem vermelhas.
As mãos de Percy foram para os ombros bronzeados da loira, descendo devagar a alça do sutiã, beijou seu ombro exposto.
Ele fez a mesma coisa com o outro ombro, passou a mão nas costas dela, o que a fez arrepiar, então lhe tirou o sutiã.
Sua língua foi para o lóbulo de sua orelha, lambendo e mordendo. A respiração da loira estava acelerada, quase como se estivesse em uma corrida. Os beijos de Percy desceram do seu colo para seus seios, passando a língua por todo o seio direito, logo depois disto beijando e chupando o direito. As mãos de Annabeth foram desesperadas para o coro cabeludo dele, puxando seus fios negros e sedosos. Ela estava excitada, muito, sentia sua calcinha molhada e balançou o quadril, doida por atenção naquela região.
Os beijos de Percy foram para sua barriga, beijando seu abdômen e fazendo sua barriga se contrair a cada beijo a mais que ele dava. Annabeth viu um sorrisinho de lado do moreno quando ele passou a mão por cima de sua intimidade.
Vale lembrar que ela não transava há alguns meses, até porque o último namorado que teve não tinha exatamente suprido suas necessidades. Então estava quase entrando em combustão a cada beijo a mais que Percy dava em sua pele, seus lábios quentes e macios contra sua pele.
Ele lambeu os lábios enquanto suas mãos iam para a calcinha dela, puxando-a e a descendo devagar por suas pernas, jogando ela longe. Percy tinha a visão maravilhosa dela nua pela primeira vez em sua vida, ele a achava tão bonita que não queria que aquela fosse à última de jeito maneira.
Ele separou as pernas dela, vendo sua intimidade encharcada e não pode deixar de sorrir, ele sempre sonhava – principalmente na adolescência- como seria toca-la, finalmente poderia fazer isto.
Sua língua percorreu toda a sua extensão, lambendo-a por inteiro enquanto via um gemido baixo e abafado dela.
Outra coisa ótima era que a casa era bem afastada de outras, não contendo vizinhos Annabeth tinha a total certeza que não precisava se segurar nos gemidos. A língua de Percy pressionou seu clitóris, mordendo em seguida. Annabeth gemeu mais alto, era um prazer que percorria por todo o seu corpo, suas duas mãos foram para os lençóis, os puxando numa forma de tentar descontar tudo aquilo que sentia na roupa de cama.
Ele lambeu seu feixe e lábios maiores, então rodeou a língua pelos lábios menores, pressionou em sua uretra e depois chupou seu clitóris, o quadril dela foi para cima contra a sua boca, afim de mais contato. Ele sorriu de lado.
Desceu a língua até sua entrada, rodeando e então a penetrou, o gemido da loira foi longo e extenso, enquanto ele pressionava sua língua ali, quente e molhada dentro da loira que gemia mais do que deveria.
Sua mão esquerda passou por sua barriga até chegar a seu seio, apertando o mamilo o apalpando por inteiro, eram macios e firmes, Percy havia gostado deles. Annabeth começou a se remexer com mais intensidade sobre a língua dele.
-Percy... – Ele trocou a língua por dois dedos, penetrando-a fortemente enquanto ele sabia que ela iria chegar ao clímax, sua língua pressionou o clitóris ao mesmo tempo em que seus dedos a penetravam com força. Ela deu um gemido alto e longo, Percy sentia seu gozo escorrer por seus dedos. Sorriu enquanto lambia um por um devagar, ignorando o fato de que sua calça de moletom e cueca o incomodava mais do que deveriam.
A respiração dela era acelerada e descompensada, seus olhos se abriram e Percy a viu o olhando com luxúria, seus olhos cinza estavam escuros como a noite. Ela o pegou pelos ombros e praticamente o jogou encima dela, beijando seus lábios rapidamente, mordendo seu lábio inferior forte. Ela não se sentia totalmente satisfeita, queria ele dentro dela. Lembrava-se dos dias que via Percy perambulando pelo ginásio de regata cinza, era uma visão majestosa na época do colegial, suas bochechas se enrubesciam com os próprios pensamentos indevidos na época.
Ela queria falar todos para ele agora, enquanto sua mão percorria todo o seu abdômen ela viu os músculos dele forçarem, ela puxou sua calça de moletom, que por ser larga caiu de sua cintura facilmente.
Um volume cobria toda sua cueca, ela gostava de pensar naquilo como uma experiência divertida e não sua primeira vez – nervosa e tensa – e era assim mesmo que aquilo era. Eles sempre sonhavam com aquilo, agora era a oportunidade de fazer tudo que sempre quiseram com o corpo um do outro.
-Eu queria te morder e arranhar no colegial – Ela disse passando a mão por dentro da cueca dele, sentindo sua excitação dura e pulsante, os olhos dele se fecharam rápido enquanto seu lábio inferior sangrava por ele morder mais forte do que deveria. Annabeth o masturbava forte, porém devagar, ele abriu os olhos verdes escuros, seu rosto estava a centímetros do dela, era fascinante ver seus olhos revirarem enquanto Annabeth o masturbava lentamente.
Os cabelos negros acabaram por cair nos olhos dele, boca macia e nariz fino, queixo másculo e dentes travados. Era uma expressão excitante para a loira.
-Eu te deixo fazer isto- Ele disse num sussurro. Ela riu e então acabou por tirar aquela cueca que era um empecilho para o que eles iriam fazer. Sua mão o masturbou mais forte e mais rápido, as veias de seu membro saltaram enquanto a cabeça dele afundou no pescoço dela, mordendo-o, aquilo iria deixar marca.
Percy gemeu longo e abafado no ouvido de Annabeth, fazendo-a arrepiar por sua voz rouca e grave estar em seu ouvido. Sua mão ficou cheia de gozo, os olhos de Percy permaneceram fechados e ela viu os músculos de seu braço agora relaxarem, assim como sua expressão.
Ela lambeu os dedos distraidamente, o gosto dele era salgado e até gostoso, sua expressão estaria talvez de um prazer maior do que queria passar porque Percy a focava como se aquela cena fosse a mais gostosa que ele já viu na vida.
Ela deu um sorriso travesso enquanto passava a mão por seu peitoral, mais precisamente para seu coração que batia tão forte que parecia que iria rasgar a pele do moreno. Com a outra mão ela o masturbou levemente, sentindo-o ficar mais ereto e duro enquanto ela o excitava. Umas das mãos de Annabeth passaram por toda a extensão das costas do moreno, parando em sua bunda e a apertando com força, ela se sentiu uma safada, mas ele tinha uma bunda maravilhosa.
Ele riu ao ouvido dela enquanto ela arranhou suas coxas, suas unhas de gato eram mais excitantes do que ela mesmo imaginava. Quando ela viu que ele já estava duro parou de masturbá-lo, lambeu os lábios ansiosa.
Percy separou as pernas de Annabeth com os joelhos, encaixando-se nela. Por um momento ela olhou para baixo, ela já sabia que ele era bem dotado, já o tinha visto nu algumas vezes. Ele a penetrou devagar e apenas com a glande, fazendo-a morder o lábio inferior de excitação, precisava que ele a preenchesse por completo, não com apenas uma pequena parte.
-Droga- Ela disse com sua respiração irregular. Enquanto Percy a penetrava devagar, preenchendo-a pouco a pouco. Ele chegou o mais fundo que podia, enquanto Annabeth quase o matava por ele estar a fazendo sofrer tanto. Ele voltou lentamente, ficou um tempo parado dentro dela.
-Quer mais? – Ele perguntou com a sobrancelha arqueada, Percy tinha um autocontrole perfeito, aquele que o mesmo se esbanjava muito por ter. Annabeth não tinha a mesma qualidade.
-Quero — ela respondeu num sussurro, ele a beijou possessivamente, deixando a boca dela entreaberta enquanto passava a língua por entre seus dentes. Então começou a estocar com mais força, e mais forte.
Annabeth gemeu de excitação e surpresa, rebolou a cintura contra seu membro, as estocadas continuaram mais e mais fortes, até que ela não tinha mais do que reclamar. Não conseguia completar palavras, apenas gemia alto e sincronizado com ele, que tinha o corpo todo tenso, seu corpo ia todo contra o dela, movimentando-se rudemente enquanto ela mordia o lóbulo de sua orelha.
Suas mãos entrelaçaram, a mão dele apertou a dela com tanta força que ela apenas deixou seus dedos esticados. Ela gritou de prazer quando chegou ao clímax, algumas estocadas depois Percy a preencheu com seu gozo, urrando de prazer.
Ele se jogou ao lado dela, olhando para o teto que tinha pouca luz assim como todo o quarto. Ele não sabia se admitia ou não, mas aquela tinha sido uma das melhores noites que já teve na vida.
-Agora não tem jeito – Annabeth disse com um sorriso travesso, sua respiração voltando ao normal. Percy olhou para ela, franzindo as sobrancelhas, não entendendo seu pronunciamento.
-O que não tem jeito? – Ele perguntou.
-Eu sou sua de vez – Ela respondeu, Percy mordeu o lábio inferior, sorrindo sem vergonha – E aquelas regras foram por água a baixo.
Os dois riram, enquanto suas duas mãos se entrelaçavam, um era do outro, definitivamente.
***
Sexta – Feira, 14 de Agosto de 1989.
Annabeth descia as escadas animadamente, tinha um robe de seda verde entrelaçado em seu corpo, enquanto sua mão apoiava no corrimão. Ela viu sua camisola estirada no chão, e riu de lado. Precisava comer. Tomar café. Mas queria as panquecas que ela não sabia fazer.
Olhou para a varanda, Percy escrevia fervorosamente enquanto tragava seu cigarro, estava seminu, usava apenas uma cueca que parecia um short- Annabeth não sabia desta nova moda da Calvin Klein – mesmo assim ao ver ele ali ela queria sair correndo pegar uma câmera, tirar uma foto dele e vender pra Vogue.
Foi andando em sua direção devagar, a última noite foi saudável tanto para ela quanto para ele, seu bom humor estava no ápice assim como sua criatividade para a escrita- o que parecia que Percy também tinha de sobra-.
-Bom dia- Ela disse devagar e baixo. Perseu se virou e sorriu de lado ao olhar para ela, tirou o cigarro da boca e deu um beijo em sua bochecha. Ela riu com a fofura e se sentou ao seu lado, ignorando seu corpo seminu.
-Escrevendo tão cedo, por quê? – Ela perguntou olhando para o céu, não estava tão cedo assim, deveria ser umas dez da manhã, mas pela quantidade de páginas parecia que ele já estava ali a um bom tempo.
-Eu estava com a minha mão formigando para escrever- Ele sorriu de lado – E quando eu acordei você ainda estava dormindo, eu não queria te acordar.
Ela sorriu de lado olhando para ele. Percy parou de escrever e apenas continuou tragando seu cigarro, seus músculos aparecendo quando seu tronco ia para frente, até que ele arqueou a sobrancelha olhando para Annabeth.
-Você quer tomar café?
-Achei que não ia perguntar nunca! – Ela exclamou se levantando, Percy riu a abraçando por trás e então eles foram andando até a cozinha no andar de cima, Annabeth brincalhona pegou o avental branco e colocou no corpo de Percy, murmurando um “sexy” enquanto amarrava o avental em suas costas – Você vai fazer panquecas para mim.
-Isto é uma ordem? – Ele perguntou com a sobrancelha arqueada, Annabeth sorriu de lado.
-Sim, e você vai cumprir – Ela o empurrou levemente para o armário e ele começou a cozinhar. Annabeth conversava animadamente com ele, sentada enquanto esperava ele acabar de fazer um de seus pratos favoritos no café da manhã. Ele jogou o prato de louça em direção a ela, a calda de chocolate fervilhando por cima da massa.
-De?
-Morango com chocolate –Ele fez uma expressão vitoriosa –Acho que está ótimo. – Annabeth cortou um pedaço e colocou na boca, fechou os olhos murmurando alguma coisa inaudível enquanto sua expressão era de puro prazer, a calda de chocolate se desfazia em sua boca e o morango estava frio, o que era um choque térmico na sua língua, a massa morna era fofinha e macia.
Ela abriu os olhos e viu Percy a encarando com um misto de ansiedade e excitação, Annabeth riu de lado, agora seria uma tensão sexual sobre tudo que ela fizesse? Havia gostado da nova relação.
-E então? – Ele perguntou limpando as mãos no avental, e então pegando o garfo de sua mão para comer um pedaço, Annabeth respondeu antes de ele comer:
-Ótimo – Quando ele ia colocar a panqueca na boca ela virou o garfo em sua própria direção, roubando enquanto deixava Percy de boca aberta.
-Eu quero ver se está gostoso – Ele disse rindo, Annabeth o puxou pelo avental.
-Minha língua está com gosto de chocolate – Ele riu junto com ela, o sol batia no chão e refletia na madeira polida, a sexta feira estava sensacional. Os cabelos negros caíram sob a testa dele, e seu sorriso de lado virou de um malicioso estupendo.
-Tudo isto para me beijar? – Ele perguntou enquanto Annabeth o encarava, ela mordeu o lábio inferior, este que estava sujo de chocolate.
-Eu faço de tudo e mais um pouco- Ele riu e a puxou para um beijo, sentindo o gosto da calda de chocolate com o morango em sua língua, deu vários selinhos e depois mordeu seu lábio inferior, então voltou a beija-la novamente, e dar vários selinhos nela novamente. Ela riu entre o beijo.
-Eu quero te beijar até o mundo acabar- Ele disse, com a mão direita roubou o garfo do prato e colocou um pedaço da panqueca na boca, comprovando o fato de que estava realmente boa. – Bem melhor na sua boca – Annabeth riu, pegando outro garfo e comendo também um pouco da panqueca.
Enquanto deliciavam o café da manhã, a única coisa que Annabeth pensava era o que iria fazer dali a 4 dias, 18 de Agosto de 1989, o dia em que Percy Jackson fazia seus memoráveis 30 anos de idade.
Notas finais
Espero que tenham gostado, não se esqueçam dos reviews, não me queixo mais de leitores fantasmas porque eles sabem como são uns malvados. U-U
Beijos e até o próximo! =)
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