Dias depois...

Ele não saía daquele hospital colocaram uma cama e ele dorme lá do lado de Mari ira em casa as vezes vê a pequena estava muito mal, e sua família estava preocupado porque se Mari acordasse daqui sei lá a mêses o que faria com ele, ele não poderia ficar ali para sempre, e Angêla era a que mas andava grudada com ele lhe dando apoio e ele nem percebia as segundas intenções, mas naquela tarde muda tudo ele estava do lado da cama de Mari lendo como fazia sempre, ele para a leitura e vai para mas perto dela lhe beijando um beijo rápido e acaricia o seu rosto, sentia saudades de beija-la, e ouvir a sua voz doce, mas ele se supreende quando ela se mexe e em seguida sorrir e abre os olhos ele fica muito feliz.

— Mari meu amor você acordou?(pergunta sorrindo emocionado)

— O que estou fazendo aqui?(pergunta ela confusa)

— Você sofreu um acidente de carro.

— Eu estava no carro?

— Não você foi atropelada.

— Ah tô me lembrando.

— Se lembra de mim?

— Claro meu namorado Nicolas que eu amo.

— Ufa pensei que tinha perdido a memória.

— Quanto tempo estou aqui?

— Uma semana dormia aqui ao seu lado estava muito angustiado.

— Cadê a Angêlina?

— Está em casa bem, logo vai está lá também.

— Na hora que quase fui atropelada só pensei em você e nela.

— Te amo.(disse ele)

— Também te amo.(disse e o beija um beijo apaixonado e intenso se separam sem ar e com o barulho da porta abrindo)

Nessa hora a porta abre era Angêla que ira lá todo o dia atrás de Nicolas tentando anima-lo e se supreendendo quando vê Mari acordada e beijando Nicolas, lhe sobe uma raiva imediatamente.

— Ela acordou?(pergunta)

— Não está vendo.(responde Mari grossa)

— Se lembra das coisas?

— Sim queria que eu tivesse perdido a memória não é para eu não me lembrar do meu amor, mas mesmo que tivesse perdido ele está não só na minha cabeça e também no meu coração.

— Eu não disse nada disso fico feliz que esteja bem.(disse falsa)

— Ahan que eu acredito aposto que passou esses dias todos aqui atrás do meu namorado.

— Eu vim da o meu apoio de amiga.

— Vai cuidar do seu filho vai, amiga não vem com essa, estava se aproveitando da situação.

— Nunca faria uma coisa dessas com você nesse estado.

— Esse meu coma te caiu como uma luva.

— Amor não fala assim a Angêla realmente estava preocupada é estava só como amiga mesmo não percebi ela dando em cima de mim.(disse Nicolas)

— Porque você é bobo mas eu estou de volta, pode ir embora.

— Ok estou indo Nicolas que sua namorada acordou brava que só.(disse lhe dando um beijo na bochecha e sai)

— Calma né não precisava disso tudo já acorda discutindo(reclama Nicolas)

— Acordei já com ciúmes para cuidar do que é meu.

Angêla sai bufando de raiva.

— É ele não vai deixa-la a minha esperança e que ela morresse e eu ficasse com ele, mas ela esta viva e sem nenhuma sequela, eu vou embora do país

Ele chama os médicos que lhe dão alta no dia seguinte ela vai para casa dolorida porque passou uma semana deitada estava fraca, ele a leva do carro no colo.

— Seja bem vinda meu amor.(disse a colocando no sofá)

— Minha anjinha(chama ela pegando a pequena que estava no colo da avó)

— Mamãe.(chama ela pela primeira vez e ela sorrir emocionada)

— Ela te chamou de mamãe que lindo, só falta papai.(disse ele enciumado a abraçando)

A polícia descobre que quem atropelou Mari foi Angêla mas já era tarde demais ela tinha fugido do país quando ela viu que Mari tinha acordado se deu conta que não tinha mas chances com Nicolas e comprou uma passagem para a China moraria lá agora e isso o que fez embarcou deixando o menino André, quando Nicolas soube que foi ela ficou uma fera.

— Não acredito que a Angêla foi capaz disso.(disse ele furioso)

— É mas foi.(Mari)

— Ela poderia ter te matado.

— Mas não matou.

— É agora foge antes de ser presa para pagar pelos seus crimes.

— Ainda bem que foi para longe nunca mas quero vê-la.

— Doí muito saber que uma namorada de anos que eu tanto amei fez isso.(disse decepcionado)

— É o amor deixa as pessoas assim, ela é muito obsecada por você ficou louca por você.

— Em partes eu tive culpa sim fui atrás dela na Inglaterra nem amava mas e a iludi por isso ela ficou assim e depois volto para você.

— Não se culpe.(disse o abraçando)

— É agora o André vai ficar sem mãe.(disse olhando o pequeno que estava no berço)

— Uma mãe como aquela nem precisaria.

— Como ela pode deixar o menino que tem pouco mas de um mês ai um recém-nascido ela não ama o menino? pensei que amava.

— Pelo o menos ela deixou ele, imagina ele tivesse com aquela louca ai pelo mundo, e sem mãe nada tem eu, eu posso ser a mãe dele, vou cuidar dele como cuido da Angêlina, ele não tem culpa da mãe que tem é filho do homem que eu amo.

— Você é muito boa.

— Agora vamos ter uma família nós quatro.(disse pegando o André e ela pegando Angêlina)

— Vamos tirar foto da nova família(disse Krica e eles se ajeitam e batem a foto dos quatro juntos)

Quinze anos depois...

Mari e Nicolas estavam juntos ainda se casaram e não tiveram mas filhos só Angela e André mesmo os dois agora ela a mas velha com quinze e ele com quatorze Mari o criou mesmo como filho mas ele sabia que sua mãe não era ela mas a considerava como mãe em tempo nenhum ela fez distinção entre os dois,o casamento de Nicolas e Mari passaram por algumas briguinhas era claro como todo casal mas continuava firme e forte e os dois apesar de se passarem anos ainda se amavam eles agora com trinta e cinco anos não eram mas tão jovens, ele era advogado de sucesso e ela uma estilista renomada como sempre sonharam tinham a vida dos sonhos eram rico e felizes no trabalho e no casamento. Já Angêla nunca mas apareceu é ninguém mas soube notícias dela.

— É se passaram quinze anos e estamos juntos.(disse Nicolas)

— É começamos com uma armação.(Mari)

— Que virou amor e teve frutos a pequena Angêlina.

— Que agora não é mas tão pequena ainda já e uma adolescente.

— É construimos uma família com o André.

— Filho da cobra que ainda bem nunca mas soube dela, é que eu o considero como filho.

— É estamos juntos e felizes.

— Pai tenho uma notícia para te da.(disse Angelina chegando ela era a cara da mãe quando tinha aquela idade)

— Qual?(pergunta Nicolas)

— Estou namorando o melhor amigo do André o Mateus.(disse sorrindo)

— É eu estou namorando uma amiga dela a Letícia(disse André que era a cara do pai branquinho com os olhos azuis)

— Ai não isso agora já tem namorado filha.(disse Nicolas)

— Tenho quinze anos pai.(Angelina)

— É minha pequena já namora.

— Ai o André pode né porque é homem.(Angelina)

— Você também pode e está liberado o namoro.(Mari)

— Eles estão ai nos esperando.(André)

— Os manda entrar.(Mari)

Ela abre a porta e aparece um garoto um pouco mas velho do que ela parecia ter uns dezesete ou dezoito anos e ele uma menina da sua idade.

— Ah conheço eles vivem aqui sabia que ira da namoro.(Mari)

— Fazer o que né pode, mas se magoar a minha filha eu te quebro.(disse ameaçando o garoto)

— Ela já tem o mano aqui para defende-la.(André)

— Oi como já sabe me chamo Mateus.(disse ele se apresentando para os sogros lhe cumprimentando)

— É eu Letícia(disse sorrindo meiga)

— Vamos tirar uma foto agora todos juntos.(Mari)

— É eles também né?(pergunta André)

— Não da família só.(Nicolas)

— Eu vou ser afinal sou seu genro.(Mateus)

— Ainda é só um namoradinho da minha filha.(Nicolas corta)

Os quatro se ajeiram e pede para a amiga de Angelina bater a foto eles sorrirem e ela bate a foto.

Fim...

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!