— Ela que venha to louca para pegar ela de jeito.(disse Ucker)

— Da até medo o olhar dela.(Nick)

— Já a Mari tá e com um olhar apaixonado pelo nosso amigo aqui.(disse Poncho e Nick sorrir)

— Elas são bem diferentes uma com cara de anjo e outra com a do demônio, mas eu curto mas as diabas.(Ucker)

Quando elas chegam a atenção vai voltada para elas, coisa que Mari não gosta, ela prefere ficar invisível não gosta de ser o centro das atenções como Dulce, era claro que Dulce onde passava chamava atenção pelas suas roupas de roqueira e ela amava isso era mesmo roqueira e quase não tinham roqueiras ali era todas mas patricinhas e os meninos mauricinhos engomadinhos e ela odiava isso apesar de ser rica, elas entram e pegam seu café na bandeja e se sentam em uma mesa afastada e ficam conversando, Mari quando vê Nicolas abre um sorriso enorme e ele retribui só de vê-lo logo de manhã já fica feliz dava vontade de ir até lá lhe da um beijo mas era muito tímida para isso se beijar em público.

— Nicolas é aquele o meu amor.(disse ela apontando e sorrindo apaixonada)

— Lindo ele, por isso a cara de apaixonada, vê o amado de manhã.

— É verdade.

— É aquele é o garoto que eu mas odeio.(disse lhe mostrando Ucker)

— Porque já o conhece? ele é um dos melhores amigos do Nick, se chama Ucker.

— Não ele eu odeio desde o México nos estudamos juntos, eu sei bem quem ele é.

— Ah pensei que já tinha criado inimigo chegou ontem e já arrumou brigas.

— Com ele ainda não mas da vontade.(disse ela o olhando com raiva)

— Porque tem raiva dele?

— Ele namorava a minha amiga e traía ela, a enganou levou para cama e foi embora.

— Nossa ele é um canalha.

— Seu amado anda com ele também não deve ser boa coisa.

— O Nicolas não é como ele, ele é muito legal e carinhoso foi super fofo comigo esses dias quando aconteceu um lance comigo.(disse o defendendo)

— Para mim são todos iguais.

— Você nem conhece o Nicolas é já fala isso.(disse chateada)

— Não preciso conhecer aqueles três ai tem caras de cafajeste, um conselho se afasta dele enquanto e tempo dei o mesmo aviso para minha amiga ela não ouviu e sofreu para caramba.

— Eu o amo.

— Coitada de você vai sofrer muito que nem ela, eu tomei até as dores dela o enfrentei ela não teve coragem, eu dei uma surra naquele idiota, e se esse Nicolas merecer vai também levar.(disse cerrando os punhos)

— Não fica falando assim dele.(reclama)

— Ok então não falo mas nada, cheguei agora nem sou sua amiga é já estou falando coisas, mas eu falo isso porque gostei de você, é uma garota legal.(disse e Mari ficou quieta não querendo acreditar no que ela falou sobre Nicolas estava cega mesmo)

— Gatinha quanto tempo.(disse Ucker na frente da mesa delas sorrindo safado)

— Sai daqui idiota.(disse ela o encarando com raiva)

— Tava com saudades?(pergunta debochando)

— Tava de da na tua cara.

— É pensou muito em mim?

— Pensei muito em como te matar, tem várias formas, qual você prefere?(disse irônica)

— É venho para o Brasil só atrás de mim não foi? confessa?

— Vai sonhando.

— Dulce Maria nunca muda sempre a mesma estressada e nervosinha ta precisando de um homem para te acalmar.

— Vai para o inferno idiota.(disse irritada pegando seu milk-shake e jogando na cabeça dele o liquido)

— Calma Dulce.(disse Lu)

— Ele me provocou você está de prova.

— É mas sem brigas se não vai para a diretoria.

— É mas isso não fica assim não.(disse ele jogando suco nela)

É ela joga as coisas que tinha na bandeja nele e ali começa uma guerra de comida entre os dois, e todos ficam olhando e achando graça, aquilo ali nunca tinha acontecido, e cai coisas até em quem não estava no meio no caso Sthefany uma baixinha, loirinha e metida.

— Ei sua louca me sujou.(disse Sthefany com raiva)

— Quem mandou passar aqui na briga nossa.

— Limpa agora.(pede Sthefany ordenando)

— Vou limpar é essa torta na tua cara garota.(disse pegando uma torta e lhe jogando na cara)

— Sua louca.(disse The)

— Não liga The ela é assim louca.(Ucker)

— Conhece essa maluca?

— Sim do México, ela é completamente apaixonada por mim por isso fez isso.(disse ele e ela fica com mas raiva ainda)

— Sou completamente é o meu ódio por você.(disse bufando e indo para cima dele mas Mari o impede)

— Já deu Dulce.(disse Mari)

Inspetor chega parando a bagunça e chama os dois para a sala do diretor.

— Chega de baderna, o que é isso? aqui nunca teve guerra de comida.(inspetor)

— Ela que começou eu estava passando, e ela jogou no Ucker primeiro.(The o defende)

— Foi eu mesmo que começei porque ele venho me encher o saco.(Dulce)

— Os três para a sala da diretoria, tem mas alguém envolvido?

— Não, mas eu é a The não somos culpados ela que jogou.(Ucker)

— É ele revidou.(Dulce)

— Claro vou deixar você ganhar.(Ucker)

— Não interessa os três para a sala do diretor agora, e os demais seguem para a aula.(disse e sai)

— Falei que ira da problemas.(Mari)

— Eu adoro problemas não tenho medo não relaxa Mari.(disse e sai com eles para a sala)

— Nossa sua amiga é uma louca já chega causando.(disse Nicolas indo onde Mari estava)

— É minha colega de quarto mas gostei dela.

— Não pensei que faria amizade com ela, vocês são tão diferentes, ela barraqueira e você quietinha.

— Seu amigo a provocou.

— Ele é assim mesmo.

Na diretoria o diretor da suspensão de dois dias para Dulce e os outros ele não da nada, isso a revolta, ela fez um pequeno barraco lá na sala dele o acusando e ganhou mas dois dias de suspensão sendo assim quatro, e ainda ela tinha que limpar a cantina, mandou eles se retirarem ela foi bufando.

— Vou indo Ucker vou tomar banho to precisando.(disse Sthefany dando um selinho nele e sai correndo para tomar banho)

— Toma trouxa.(Ucker debocha de Dulce)

— É melhor que eu passo quatro dias sem ir para essa porcaria de aula, não gosto mesmo.

— Porque estava reclamando?

— Porque achei injusto só eu ser punida e você não.

— O mundo não é justo minha cara.

— Que raiva vou ter que vê sua cara todos os dias isso já é um castigo, se soubesse que estudava aqui nem tinha vindo.

— Tarde demais os incomodados que se mudem.

— Não vou sair daqui por sua causa, apenas vou ignorar sua existência.

— É se conseguir.

— Não muda nunca continua o mesmo cafajeste.(disse ela olhando ele dando sorrisinhos para umas garotas que passaram rebolando e elas sorrirem para ele e passam e ele fica olhando a bunda delas)

— Você também não é a mesma louca.

— É a louca que te deu uma surra.

— Sorte sua que é mulher se não estava sem dentes.

— Porque não me bate? vem para cima me encarar não tenho medo nenhum.

— Não bato em mulher.

— Pensei que além de cafajeste e covarde também.

— Mas não sou assim.

— Nem pergunta da Anahí não é mesmo? já esqueceu o que fez com ela?

— Quem é Anahí mesmo?(pergunta se fingindo de confuso que não sabia quem era)

— A minha melhor amiga, não lembra caro já deve ter feito isso com muitas outras.

— Nem faço.

— É um babaca mas algum dia alguém vai te fazer sofrer o que você fez com ela é com as outras, quero que uma mulher te deixe assim e eu vou rir muito.

— Tá pra nascer mulher que vai me fazer sofrer.(debocha ele)

— Todos se apaixonam um dia.

— É você já se apaixonou?

— Nunca.