Noschen- Amor Platônico
7 Capítulo 6
— Ela que venha to louca para pegar ela de jeito.(disse Ucker)
— Da até medo o olhar dela.(Nick)— Já a Mari tá e com um olhar apaixonado pelo nosso amigo aqui.(disse Poncho e Nick sorrir)— Elas são bem diferentes uma com cara de anjo e outra com a do demônio, mas eu curto mas as diabas.(Ucker)Quando elas chegam a atenção vai voltada para elas, coisa que Mari não gosta, ela prefere ficar invisível não gosta de ser o centro das atenções como Dulce, era claro que Dulce onde passava chamava atenção pelas suas roupas de roqueira e ela amava isso era mesmo roqueira e quase não tinham roqueiras ali era todas mas patricinhas e os meninos mauricinhos engomadinhos e ela odiava isso apesar de ser rica, elas entram e pegam seu café na bandeja e se sentam em uma mesa afastada e ficam conversando, Mari quando vê Nicolas abre um sorriso enorme e ele retribui só de vê-lo logo de manhã já fica feliz dava vontade de ir até lá lhe da um beijo mas era muito tímida para isso se beijar em público.— Nicolas é aquele o meu amor.(disse ela apontando e sorrindo apaixonada)— Lindo ele, por isso a cara de apaixonada, vê o amado de manhã.— É verdade.— É aquele é o garoto que eu mas odeio.(disse lhe mostrando Ucker)— Porque já o conhece? ele é um dos melhores amigos do Nick, se chama Ucker.— Não ele eu odeio desde o México nos estudamos juntos, eu sei bem quem ele é.— Ah pensei que já tinha criado inimigo chegou ontem e já arrumou brigas.— Com ele ainda não mas da vontade.(disse ela o olhando com raiva)— Porque tem raiva dele?— Ele namorava a minha amiga e traía ela, a enganou levou para cama e foi embora.— Nossa ele é um canalha.— Seu amado anda com ele também não deve ser boa coisa.— O Nicolas não é como ele, ele é muito legal e carinhoso foi super fofo comigo esses dias quando aconteceu um lance comigo.(disse o defendendo)— Para mim são todos iguais.— Você nem conhece o Nicolas é já fala isso.(disse chateada)— Não preciso conhecer aqueles três ai tem caras de cafajeste, um conselho se afasta dele enquanto e tempo dei o mesmo aviso para minha amiga ela não ouviu e sofreu para caramba.— Eu o amo.— Coitada de você vai sofrer muito que nem ela, eu tomei até as dores dela o enfrentei ela não teve coragem, eu dei uma surra naquele idiota, e se esse Nicolas merecer vai também levar.(disse cerrando os punhos)— Não fica falando assim dele.(reclama)— Ok então não falo mas nada, cheguei agora nem sou sua amiga é já estou falando coisas, mas eu falo isso porque gostei de você, é uma garota legal.(disse e Mari ficou quieta não querendo acreditar no que ela falou sobre Nicolas estava cega mesmo)— Gatinha quanto tempo.(disse Ucker na frente da mesa delas sorrindo safado)— Sai daqui idiota.(disse ela o encarando com raiva)— Tava com saudades?(pergunta debochando)— Tava de da na tua cara.— É pensou muito em mim?— Pensei muito em como te matar, tem várias formas, qual você prefere?(disse irônica)— É venho para o Brasil só atrás de mim não foi? confessa?— Vai sonhando.— Dulce Maria nunca muda sempre a mesma estressada e nervosinha ta precisando de um homem para te acalmar.— Vai para o inferno idiota.(disse irritada pegando seu milk-shake e jogando na cabeça dele o liquido)— Calma Dulce.(disse Lu)— Ele me provocou você está de prova.— É mas sem brigas se não vai para a diretoria.— É mas isso não fica assim não.(disse ele jogando suco nela)É ela joga as coisas que tinha na bandeja nele e ali começa uma guerra de comida entre os dois, e todos ficam olhando e achando graça, aquilo ali nunca tinha acontecido, e cai coisas até em quem não estava no meio no caso Sthefany uma baixinha, loirinha e metida.— Ei sua louca me sujou.(disse Sthefany com raiva)— Quem mandou passar aqui na briga nossa.— Limpa agora.(pede Sthefany ordenando)— Vou limpar é essa torta na tua cara garota.(disse pegando uma torta e lhe jogando na cara)— Sua louca.(disse The)— Não liga The ela é assim louca.(Ucker)— Conhece essa maluca?— Sim do México, ela é completamente apaixonada por mim por isso fez isso.(disse ele e ela fica com mas raiva ainda)— Sou completamente é o meu ódio por você.(disse bufando e indo para cima dele mas Mari o impede)— Já deu Dulce.(disse Mari)Inspetor chega parando a bagunça e chama os dois para a sala do diretor.— Chega de baderna, o que é isso? aqui nunca teve guerra de comida.(inspetor)— Ela que começou eu estava passando, e ela jogou no Ucker primeiro.(The o defende)— Foi eu mesmo que começei porque ele venho me encher o saco.(Dulce)— Os três para a sala da diretoria, tem mas alguém envolvido?— Não, mas eu é a The não somos culpados ela que jogou.(Ucker)— É ele revidou.(Dulce)— Claro vou deixar você ganhar.(Ucker)— Não interessa os três para a sala do diretor agora, e os demais seguem para a aula.(disse e sai)— Falei que ira da problemas.(Mari)— Eu adoro problemas não tenho medo não relaxa Mari.(disse e sai com eles para a sala)— Nossa sua amiga é uma louca já chega causando.(disse Nicolas indo onde Mari estava)— É minha colega de quarto mas gostei dela.— Não pensei que faria amizade com ela, vocês são tão diferentes, ela barraqueira e você quietinha.
— Seu amigo a provocou.— Ele é assim mesmo. Na diretoria o diretor da suspensão de dois dias para Dulce e os outros ele não da nada, isso a revolta, ela fez um pequeno barraco lá na sala dele o acusando e ganhou mas dois dias de suspensão sendo assim quatro, e ainda ela tinha que limpar a cantina, mandou eles se retirarem ela foi bufando.— Vou indo Ucker vou tomar banho to precisando.(disse Sthefany dando um selinho nele e sai correndo para tomar banho)— Toma trouxa.(Ucker debocha de Dulce)— É melhor que eu passo quatro dias sem ir para essa porcaria de aula, não gosto mesmo.— Porque estava reclamando?— Porque achei injusto só eu ser punida e você não.— O mundo não é justo minha cara.— Que raiva vou ter que vê sua cara todos os dias isso já é um castigo, se soubesse que estudava aqui nem tinha vindo.— Tarde demais os incomodados que se mudem.— Não vou sair daqui por sua causa, apenas vou ignorar sua existência.— É se conseguir.— Não muda nunca continua o mesmo cafajeste.(disse ela olhando ele dando sorrisinhos para umas garotas que passaram rebolando e elas sorrirem para ele e passam e ele fica olhando a bunda delas)— Você também não é a mesma louca.— É a louca que te deu uma surra.— Sorte sua que é mulher se não estava sem dentes.— Porque não me bate? vem para cima me encarar não tenho medo nenhum.— Não bato em mulher.— Pensei que além de cafajeste e covarde também.— Mas não sou assim.— Nem pergunta da Anahí não é mesmo? já esqueceu o que fez com ela?— Quem é Anahí mesmo?(pergunta se fingindo de confuso que não sabia quem era)— A minha melhor amiga, não lembra caro já deve ter feito isso com muitas outras.— Nem faço.— É um babaca mas algum dia alguém vai te fazer sofrer o que você fez com ela é com as outras, quero que uma mulher te deixe assim e eu vou rir muito.— Tá pra nascer mulher que vai me fazer sofrer.(debocha ele)— Todos se apaixonam um dia.— É você já se apaixonou?— Nunca.
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