Noschen- Amor Platônico
32 Capítulo 32
Ele me invadiu e eu arfei, peguei em um pedaço de lençol ao meu lado e apertei com força. Tombei minha cabeça e arqueei meu corpo, ele fazia movimentos precisos e ora rápido ora devagar. Eu senti meu corpo queimar de desejo.
—gostosa.Senti minha coxa arder depois de um tapa que recebi. Depois de algumas estocadas dele nais fortes eu senti o tesão falar mais alto e meu corpo amoleceu, minhas pernas que estavam o rodeando pela cintura agora estavam jogadas pelas cama. Ele sorriu e percebeu que meu ápice havia chegado. Estocou mais algumas vezes e logo explodiu seu desejo também, assim que se derramou ele saiu de mim e se jogou ao meu lado na cama.— senti saudade disso sabia.(Ucker)—eu senti mais.(eu disse)— Te amo.— Eu também te amo.— Sofri bastante.— Dúvido que não pegou muitas lá nos Estados Unidos.— É eu peguei muitas mas nenhuma se compara a você, eu via você em todas elas.— Voltou a ser o mesmo de antes?— Tinha voltado tava com raiva.— Eu entendo agente não teve culpa foi uma armação assim como do Nicolas e da Mari.— Você ficou com alguém?— Fiquei com um que eu ficava quando estava aqui.— Foi para cama com ele?— Não mas qual problema se fosse? você não foi com as suas putas?— Nada só queria saber, não vamos brigar por causa disso.— Se tivesse ido não estaria assim tão desesperada quando agente transou faz semanas que não transamos.— Eu acredito em você.— Mas eu quero falar sobre outra coisa com você.— Fale meu amor.— Eu fiquei mas abalada assim porque não foi a primeira vez que aconteceu isso comigo que eu sofri por amor já me apaixonei antes.— Já por quem?— Meu primeiro namorado Pablo aquele canalha.— Achei que eu fosse o grande amor da sua vida e você nunca tivesse se apaixonado.— Mas me apaixonei e ele me fez sofrer, mas o amor que senti por ele nem se compara ao que eu sinto por você eu tinha quatorze anos naquele tempo.— O que ele te fez?— Me traía com a minha melhor amiga Belinda e eu peguei eles na cama rindo de mim.— Nossa nunca imaginei.— Por isso fiquei assim tão dura e com essa pose de vilã roqueira e marrenta eu não era assim eu era do jeito da Mari doce e ingênua e desde aquele dia mudei o visual e vesti uma máscara de durona.— Ele foi um canalha igual eu fui com a Annie.— Agora que está aqui tem a oportunidade de se redimir com ela?— É agente nem se falou, mas você contou a ela?— Claro todinho ela entendeu que eu me apaixonei por você não parou a nossa amizade ela sabe que não se manda no coração.No passeio de Annie e Poncho:— Você é muito linda parece uma boneca da Barbie.(Poncho)— Obrigado você também é lindo.(Annie)— Será que eles se acertaram?— Acho que sim tomara né, eu não queria minha amiga com o Ucker que é um canalha mas parece que ele está mudado e a ama mesmo.— Ainda gosta dele?— Não gosto mas, ele me fez sofrer muito.— Pensa em perdoa-lo?— Sim ele parece está arrependido se me pedir perdão eu perdoô sim não quero mas guardar ressentimentos e tenho que aceita-lo a minha melhor amiga ama ele.— Você é uma menina tão linda e legal não sei como ele teve coragem de fazer isso com você.— Deve ser igual a ele canalha.— É não vou mentir eu sou mas estou em busca de uma namorada quero também namorar e me apaixonar igual meus amigos.— Ah.— Tem namorado?— Não namorei mas depois do Ucker nunca mas me apaixonei mas porque não rolou sentimento mas porque se rolar eu vou deixar porque não vou fugir igual a Du de me apaixonar de novo porque deu errado com um.— Quem sabe agente não se apaixona.— É quem sabe.— Sabe o que estou com vontade de fazer desde que te vi?— Ah o que?— Te da um beijo eu posso?— Deve eu também quero(disse e ele a puxa pela cintura e a beija um beijo calmo e intenso, ela estrelaça seus braços na nuca dele e se separam com selinhos, logo sentam no banco que tinham ali e ficam se beijando por um tempão até que decidem voltar para casa)Os casais saem do quarto e vão para sala.— Estão reconciliados?(pergunta Dul)— O que acha?(Mari)— Que sim estão muito felizes.(Dul)— É vocês?(Mari)— Estamos também não da para notar.(Dul da um selinho em Ucker)— Sabia que vim para cá se resolveria tudo.(Nicolas)— Cadê Poncho e Annie?(pergunta Mari)— Devem estarem se pegando por ai.(Dul)É eles entram pela casa nessa hora.— Por falar neles olha eles ai.(Ucker)— Oi gente como vai?(pergunta Annie)— Muito bem.(Dul)— Já vi que os casais voltaram.(Annie)— É acertou.(Mari)— Annie queria falar com você.(Ucker)— Ok.(Annie)— Vamos no jardim.(Ucker)Eles vão para lá.— Queria te pedir desculpas, é dizer que mudei eu amo a Dulce mesmo.(Ucker)— Eu notei para vim aqui atrás dela.(Annie)— Então me perdoa, eu fui muito burra de fazer isso com uma garota tão legal como você que gostava de mim, eu sou um canalha.— É mas eu te perdoô você está mesmo arrependido e merece ser feliz com a Dul não vou atrapalhar o namoro de vocês.
— Você é muito boa.— Eu sofri tanto por você mas já superei.— Posso te da um abraço?— Pode afinal agente vamos ter que conviver civilizadamente porque vamos conviver né você é o namorado da minha melhor amiga.(disse e se abraçam)Eles voltam para lá reconciliados.— Fizeram as pazes?(Dul)— Sim ela é generosa e me perdoô.(Ucker)— Agora sem ressintimentos estou deixando tudo para trás.(Annie)— Que bom não queria meu namorado e minha melhor amiga brigando.(Dul)— Não vamos brigar vi que ele te ama, mas se ele te fazer sofrer vai ter problemas comigo, é vale para você também gatinho porque a Mari virou minha segunda melhor amiga agora.(os ameaça)— É já sou considerada sua segunda melhor amiga?(Mari)— Sim é pouco tempo mas já te considero bem mas do que as meninas das quais eu estudo gostei muito de você.(Annie)— Eu também gostei de você.(Mari)— É ai vocês dois ficaram?(pergunta Dul)— Sim.(responde Annie sorrindo)— Já estou shippando Ponny.(Mari)— Sempre pensei que poderiam ficar juntos se conhecessem.(Dul)— É achei lindo a foto dele e pessoalmente ainda mas.(Annie)— Ela também é uma princesa.(Poncho)— Agora falando no Brasil quando chegar lá vou quebrar a cara daquelas duas vadias.(Dul)— É eu vou te ajudar e depois vou manda-las para cadeia pelo o que me fez que é crime.(Mari)— Está certissima em denuncia-las cadeia acho que elas não vai mas podem prestar serviços a comunidade e pagar uma multa alta que vai doer no bolso dos pais dela.— Vai doer mesmo os pais delas vão matar elas.— Agora mudando de assunto nos vamos viajar ainda?(pergunta Annie)— Vamos mas compramos a passagem para amanhã é para os meninos né.(Dul)— É claro que topamos ir para Paris.(Poncho)— Eu quero ir para a minha terra da moda nasci lá amo muito lá.(Annie)— Essa só pensa em moda por isso quer ir para lá.(Dul)— Então amanhã partiu Paris em casais.(Nicolas)Eles compram as passagens para Paris passam a noite na casa de Dulce os cinco e Annie vai para sua casa, e eles embarcam para Paris no dia seguinte e chegam lá depois de umas horas descansam e saem para passear em casais.Dias depois...Annie e Poncho dormiam juntos no mesmo quarto da casa que alugaram mas ainda não transaram só que Annie queria transar com ele já que eles estavam ficando ela não era mas virgem para que esperar estava com vontade e estava gostando de ficar com ele.— Agente está dormindo juntos mas agora não quero que agente só durma juntos.(disse Anahí que usava uma camisola provocante vermelha sexy estava deixando ele doidinho)— O que quer?— Acho que já sabe não é mesmo?(disse ela dando um sorriso safado)— Sei muito bem não queria te pressionar a isso.— Mas eu que quero.Pov Poncho:Puxei ela pela mão e nós fomos pro lado de fora. Deitei em uma das cadeiras e coloquei em cima de mim, a puxando pra um beijo igual ao anterior. Eu segurava firme em seu cabelo e bunda e apertava a mesma com força. Tinha muita vontade e muito desejo naquele beijo. Annie tava totalmente entregue ja. Conclui isso quando ela começou a rebolar no meu pau ainda vestido. Toda gostosa. Dei um tapa em sua bunda e ela gemeu na minha boca. Minutos depois eu separei nossas bocas por falta de ar e comecei a beijar seu pescoço. Minhas mãos subiam lentamente por seu corpo levando com elas a camisola que a Annie usava. Tirei a mesma e encarei seus olhos. Eles ardiam em desejo.—vai gemer gostoso no meu ouvido ouviu?—vai me fuder gostoso ouviu?Eu sorri e ela levantou, tirando a calcinha e a minha cueca. Annie se encaixou no meu pau e começou a quicar de um jeito maravilhoso.Comecei a distribuir chupões em seu pescoço e a dar tapas em sua bunda. Annie gemia deliciosamente em meu ouvido enquanto subia e descia, deslizando no meu pau.— gostosa. Quica mais rápido.Mordi a orelha dela enquanto ela acelerava os movimentos e dei mais alguns tapas em sua bunda. Annie gozou logo depois disso e eu nos virei na cadeira, ficando por cima. Comecei a dar metidas fortes e rápidas, fazendo ela gemer alto, assim como eu. O prazer percorria nossas veias e eu não ia demorar muito a gozar. E foi isso que aconteceu. Algumas entradas depois a loira gozou de novo no meu pau e eu sai de dentro dela, jogando todo meu líquido em sua barriga.— Vamos mas uma vez de ladinha?(pergunta eu)— Claro(responde sorrindo)Eu vi e virei ela de costas pra mim. Encaixei meu pau em sua entrada e comecei a me movimentar de novo. Annie tentava abafar os gemidos dela e eu dava chupões em seu pescoço pra abafar os meus. Uns 10 minutos assim e nós gozamos de novo. Dessa vez me liberei na bunda dela.—gostosa—eu preciso de um banho.— Nós precisamos, topa uma lá no banheiro?— Topo.— Uma anal?— Nunca fiz.— Então está intacta vamos fazer.Assim que entramos no nosso quarto fomos direto pro banheiro. Liguei o chuveiro pra abafar nossos gemidos e não acordar os outros, assim que a água levou todo meu esperma que tava na bunda dela, eu a coloquei empinada pra mim e a penetrei com cuidado ela nunca tinha feito isso no começo eu via caretas de dor nela mas depois pareceu está gostando e sentindo prazer. Annie gemia mais alto, Comecei a me movimentar rápido também. Ela arranhava a parede e rebolava, me instigando a ir mais rápido. Dei alguns tapas em sua bunda e ela gritou.Depois de algum tempo metendo gostoso nela, ela gozou de novo e eu também, e tomamos banho e saimos de lá satisfeitos e se deitam)
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