— Safada ninfomaníaca.(disse brincando)

Ele também conta aos amigos que está namorando eles ficam chocados e ainda até berram desacreditados.

— É mas um apaixonado.(disse Poncho)

— Como mas um?(pergunta Nick)

— O Ucker também está parado na Dul.(Poncho)

— Eu não estou apaixonado por ninguém.(Ucker)

— Está sim morre de ciúmes dela só vive atrás dela mas de um mês.(disse Poncho)

— Atrás daquele corpo dela que por sinal é uma delícia, agora pouco vim do quarto dela mal chegamos no colégio e já fomos foder ela ta muito viciado no meu Uckerzinho.(Ucker)

— É você na Dulcinha dela né?(Poncho)

— É verdade só naquela Dulcinha mesmo mas apaixonado não.(Ucker)

— Apaixonado sim age como um só fala nela.(Poncho)

— Só falta agora o Poncho se apaixonar.(Nick)

— É eu até gostaria.(Poncho)

— Sério?(pergunta Nick surpreso)

— Se aparecesse uma garota porque não? os meus dois amigos estão apaixonados e eu vou ficar de fera estão ai namorando e eu solteiro, queria viver um amor.(Poncho)

— Então viva.(Nick)

— É mas ainda não achei a garota ideal se achasse sinceramente namoraria mas acho que a minha alma gêmea não está no colégio ou ainda pode chegar ou está em outro lugar.(Poncho)

— Não sei a sua mas a minha eu já achei e se chama Marina.(Nick)

— Ai que fofo nosso amigo apaixonado.(Poncho zoa)

— Ninguém merece aguentar amigo apaixonado imagina sofrendo por amor.(Ucker)

— Não vou sofrer porque a Marina me ama e nunca me faria sofrer e nem eu vou faze-la sofrer.(Nick)

Ele passa no quarto dela para busca-la ela já estava pronta.

— Vamos?(disse Nick lhe dando um selinho)

— To pronta.(disse Mari sorrindo)

— É linda assim mesmo de uniforme.

— É hoje o meu uniforme está diferente não reparou?(disse ela dando um rodópio)

— Reparei sim é não gostei.(disse ele olhando)

— Porque?

— Uma saia curta demais.

— Todas as meninas usam essa saia curta.

— Você não usava, usava uma mas comprida.

— É mas resolvi cortar e usar como as outras não quero ser a estranha que usa roupas de velho.

— Assim os caras vão ficar olhando.(disse enciumado)

— Deixa olharem.

— Você nem gosta de aparecer.

— Mas eu estou mudando.

— Deve ser coisa da sua amiga.

— Coisa minha mesmo, ela tem mesmo é que se mostrar é linda.(Dulce se mete)

— Mas tem namorado.

— É dai? só porque namora tem que usar roupas até os pés?

— Não.(Nicolas)

— Me poupe, deixa eu da um recadinho antes de sair se fizer minha amiga sofrer já sabe vai apanhar.(disse ela ameaçadora)

— Eu não vou faze-la sofrer estou mesmo apaixonada.(disse sincero e Dulce vê sinceridade no seu olhar)

— Acho bom para a saúde do seu pau.(disse e sai rindo debochada)

— Ela é doidinha mesmo.(disse a olhando sair rebolando)

— É o Ucker adora essa doidinha.

— Adora mesmo acho que ele está apaixonado, nunca vi ele correndo assim atrás de uma garota.

— É a paixão pegou ele.

— É ela está apaixonada?

— Ela diz que não mas eu acho que sim.

— É a paixão pegou ela também, e eu por você.(disse e a beija um beijo no começo calmo e suave e ele aprofunda a prensando contra porta e já passando a mão levantando a saia dela, mas ela se afasta)

— Não agora não vamos temos aula.

— Ai vamos da uma transadinha rápidinha antes da aula.

— Temos que tomar café ainda.

— Vamos na segunda aula.

— Sabe que não gosto de faltar.

— Ai por mim to com muita vontade de te sentir.

— Agente transou ontem Nick.

— Ontem foi ontem.

— Agente transa todo o dia no porão.

— Mas me deu tesão agora só de ficar perto de você é te vê com essa sainha curtinha me deixa de pau duro.

— Safado.

— Sei que está querendo também.

— Ai assim está me deixando com vontade.

— Tá louquinha para rebolar e quicar no meu pau(disse ele sussurando no ouvido dela com uma voz sexy a deixando arrepiada e ela sorrir)

— Você venceu vamos(disse ela abrindo a porta e o puxando pela gravata e ele sorrir safado, ela o puxa até a cama e o empurra fazendo ele deitar na mesma enquanto isso ela começa a tirar as roupas fazendo um strip-tease e ele fica excitado só de vê o seu pau começa a endurecer ela era muito gostosa, mas estava estranhando a sua ousadia ela não era assim mas ele gostou disso)

Mari tirou o brazer e a calça dele com ajuda do mesmo, desabotoou a blusa dele e a jogou longe, em seguida abaixou a cueca, pegando o membro em suas mãos. Nicolas cerrou os olhos, sentindo a caricia, em seguida ela se abaixou e começou a chupa-lo, ele gemeu e arqueou a cabeça para trás.

— Tá gostoso? – ela perguntou, o acariciando.

— Demais neném... – ele fez um biquinho sentindo-a sugar outra vez. – Oh.

Mari se levantou e o beijou outra vez, se afastando e o chamando com o dedinho para que ele a seguisse ele o fez sem nem pestanejar e a viu apoiada em sua mesa, mordendo uma camisinha. A entregou para ele e ele a rasgou com pressa e a deslizou em seu membro. Mari apenas observava enquanto tirava a calçinha, adorava ver ele colocando a camisinha, lhe deixava com mais vontade. Quando ele já estava protegido ela se virou empinando a bundinha.

— Fode o meu rabinho... – piscou e ele sorriu todo animado. – Mas não machuca muito.

— Eu vou devagarzinho. – ele disse enquanto beijava a nuca dela, ela lhe entregou um lubrificante e ele esfregou nas mãos e passou nela, em seguida passou em seu membro. A morena fechou os olhos ao sentir ele a penetrando por trás, estava doendo um pouco, mas era suportável.

— Eu adoro sua bundinha sabia? – ele olhou para o seu membro, enquanto entrava naquele lugar tão apertadinho e intimo.

— Ai... – ela soltou, chorosa. Ergueu a mão por trás e acariciou os cabelos dele. – Ai, ai... – gemia, com dor e prazer enquanto ele acariciava os bicos dos seus seios e seu clitóris.

Nicolas deu a primeira estocada com cuidado e Mari gemeu alto, a segunda foi com mais força, e ela rolou os olhos. – Assim amor... – ela se apoiou na mesa.

Ele começou a se movimentar com força, fazendo Mari gemer, gritar, xingar e enlouquecer.Nicolas fechou os olhos, xingando um palavrão apenas com o movimento dos lábios, seu membro estava inteiro no rabinho da morena e ele não estava aguentando tanto tesão.

— Ah garota... – ele sussurrou sem parar de estoca-la, Mari mantinha os olhos fechados, apenas sentindo as reações do ato, estava incrível.

Nicolas deu mais algumas estocadas e ouviu Mari dando um gritinho fino, ele sorriu satisfeito, pois ela tinha gozado, tirou o membro da bunda dela e a ruiva gemeu quando isso aconteceu.

Mari se sentou na mesa, e ele abriu suas pernas, deixando a intimidade da morena exposta. Abaixou e se pôs a chupar a intimidade da morena, que estava melada devido o orgasmo.

— Ah. – ela gemeu alto. Nicolas sugava seu clitóris e ele fazia isso muito bem, depois sentiu ele enfiar um dedo na intimidade dela e a morena gritou alto. Quando ela menos esperava o sentiu penetra-la até o talo, fazendo-a gemeu abafado. – Oh! Seu filho da puta! – chorosa, sentindo todos os pelos enriçados, Nicolas lhe enlouquecia muito. – Me fode toda.

— Você gosta disso não é? – a penetrando sem nenhuma dó. – Não é sua safada?

Ela apenas assentiu com a cabeça e ele pôs os dedos na boca dela, a morena os chupou enquanto ele a penetrava, fechou os olhos sentindo o prazer descomunal. Ele tirou os dedos da boca dela e lhe deu um tapa na coxa.

— Não para bebê, tá chegando. – ela disse rápido e fechou os olhos com força.

E ele não parou, os movimentos estavam se tornando frenéticos e Dulce logo começa com seus gritinhos. Não demorou que a ruiva gozasse, porem ele não parou de penetra-la, e logo teve um dos melhores orgasmos da sua vida. E como sempre, foi com Mari. Ele saiu de dentro dela e a beijou com carinho. A pegou no colo e sentou na sua cadeira com ela no em suas pernas.

— Nossa dessa vez você me supreendeu está mas fogosa e ousada.(Nick)

— Gostou?(pergunta Mari sorrindo)

— Amei.

— Vou ser sempre assim.

— Só para mim pode.

— Claro que é só para você.

— Te amo.

— Te amo mas.(disse e se beijaram) É mas temos que ir a aula.(disse ela após o beijo)

— Antes troca a saia vai.

— Não eu vou com essa mesmo para de ciumento.

— Ok tá tão bom aqui que nem queria ir.

— Mas temos que ir deixa que a tarde vamos para o porão transar mas.

— Fazer amor.