Nos Dê Uma Chance - Concluída
49 Noite romântica
Notas iniciais
P.O.V Do Freddie
O jantar romântico ao ar livre com direito à luz de velas foi mais que perfeito. Sam teve todo o cuidado de organizar tudo e caprichar na comida. Estava linda naquele vestido, os cachos definidos caindo por seus ombros delicados. Ela era pequena, parecia ainda menor quando estava com o corpo junto ao meu.
Jantamos com tranquilidade, conversando sobre nosso dia.
Nem mesmo o brilho das estrelas naquela noite se comparavam ao brilho cristalino do seu olhar sob o luar. Minha namorada tinha lindos olhos hipnotizantes.
Quando terminamos de comer, me prontifiquei em ajudá-la retirando a louça suja e levando tudo para dentro, inclusive, a mesa e as cadeiras.
As coisas simplesmente começaram a fluir entre nós, ocorrendo com tanta calma e naturalidade. A tirei para dançar ali na sala com a TV ligada sintonizada num canal de clipes musicais.
Sam mexia o corpo e girava, risonha, toda alegre fazendo com que o vestido bonito rodasse. Melhor dançarina que eu, ao menos eu não vacilei pisando em seus pés.
Paramos de dançar, eu com meu jeito desengonçado e ela com seu corpo gracioso que parecia ter sido feito para dançar por horas à fio... Sam era maravilhosa em tudo que fazia.
— Que tal irmos para o quarto agora? — Sugeriu me dando um sorriso, nem precisei de mais palavras para saber o que ela queria.
Segurou minha mão e me conduziu para o nosso quarto, estava de fato decidida a se entregar para mim e eu a queria mais que tudo.
Assim que adentramos o cômodo, eu fechei a porta.
Sam me encarou abrindo um sorriso lindo, seus olhos pareciam maiores e mais brilhantes.
— Faça-me sua. — Pediu com a voz soando até mesmo suave com aquele pequeno toque de rouquidão ao final das sílabas.
Encarei a mulher que amo sentindo meu coração saltitar em meu peito.
Estava sendo a melhor noite da minha vida.
[...]
P.O.V Da Sam
Com a minha decisão tomada, eu estava mesmo disposta a me entregar. Meu coração já pertencia à ele. Freddie se aproximou, abrindo aquele pequeno sorriso de lado que mexia profundamente comigo. Tocou meu rosto com carinho, os dedos longos acariciando minha pele.
— Tem certeza? — Seus olhos castanhos fitaram os meus.
— Tenho. — Confirmei acabando com todas as incertezas e dúvidas.
Ele se preocupava e muito, estava sendo apenas cauteloso.
Fechei os olhos quando ele se curvou roçando os lábios nos meus. Passei os braços ao redor de seu pescoço, juntando nossos corpos, precisando de mais contato.
Nossas roupas eram as únicas barreiras entre nós.
Seu cheiro me embriagava, eu simplesmente amava o aroma de seu perfume.
Freddie deslizou as mãos por minhas costas, alisando e me sentindo junto ao seu corpo que exalava virilidade, o corpo másculo e quente, ele não era um cara alto, mas sua estatura mediana me agradava.
Achou o zíper do meu vestido.
Eu usava um vestido simples, porém, bonito.
Virei para que ele pudesse abrí-lo. Desceu o zíper com calma, um pequeno puxão para baixo com precisão...
Logo eu estava à sua frente usando um conjunto de lingerie, as peças delicadas e rendadas na cor roxa com lacinhos pretos.
Freddie simplesmente amava quando eu colocava alguma roupa roxa. Dizia que combinava perfeitamente com o tom da minha pele.
— Você parece tão calma. — Beijou meu ombro.
Ri baixinho, estava um pouco nervosa.
— E você ainda está muito vestido. — Toquei o primeiro botão de sua camisa azul xadrez.
Comecei a desabotoar aquela peça sem pressa, deslizando a mão por seu peitoral onde continha alguns pêlinhos bem macios e aparados.
Retirei sua camisa, ela foi ao chão se juntando com meu vestido preto que já estava largado ali.
Meu moreno me segurou pela cintura e beijou meu pescoço, roçando a boca por toda a minha pele sensível.
O calor percorreu o meu corpo todo se acumulando no ventre.
Estremeci sentindo sua boca entre o vão dos meus seios. Os lábios úmidos me tocando demoradamente.
Assim que se afastou para poder me olhar, levei suas mãos para o fecho frontal. Com minha ajuda, ele desatou meu sutiã com calma.
Meus seios estavam hipersensíveis e pesados, os mamilos rígidos, formigando.
Implorando por atenção.
Benson olhou para ambos, me envolveu com as mãos grandes, massageando-os devagar.
Soltei um ofego.
Aquilo era bom, aliviante.
— Me toque com a boca. — Pedi.
Apenas abaixou a cabeça para poder envolver meu mamilo inchado e num tom de rosa-escuro, a língua percorrendo o pontinho sensível, circulando-o.
Fez o mesmo com o esquerdo, tomando cuidado para não sugá-lo.
Desceu a boca por minha barriga que havia voltado ao normal.
Suas mãos seguraram as laterais da minha calcinha. Me beijou por cima do tecido fino e rendado. Impulsionei o corpo para frente ansiando por sua boca...
Desceu o tecido bem devagar.
— Quero você deitada. — Ergueu o corpo.
Fui até à cama e me posicionei ali me acomodando, as coxas afastadas, com minha umidade crescendo entre elas.
Não era a primeira vez que ele faria sexo oral em mim.
Meu moreno começou as preliminares. Ele conseguiu me fazer chegar ao ápice sem ao menos usar os dedos. Nas outras vezes ele alternou.
Me derreti completamente, chamando o seu nome.
[...]
Freddie me pediu permissão apenas com um olhar, assenti e tentei relaxar ao máximo. Ele deslizou para dentro de mim bem devagar e cuidadosamente, senti um incômodo à princípio, ele me encarou e eu gemi baixinho o sentindo entrar mais e me dilatar. Me abri mais para acomodá-lo, seu corpo encaixando no meu, me preenchendo.
Foi uma sensação única quando nos unimos. O primeiro contato carnal.
Envolvi seu corpo com as pernas à medida que ele investia contra mim, a pele deslizando sobre a minha.
Freddie encostou a boca na minha orelha, gemendo no meu ouvido. Deixei que ele me conduzisse.
Calor se alastrou por meu corpo inteiro. O prazer me consumindo avidamente.
Já relaxada, me deixei levar, me permiti apreciar cada toque, beijo, os movimentos que ele fazia dentro de mim...
Eram lentos e precisos.
— Mais... Mais rápido. — Rendida ao prazer, quase supliquei.
Apertei minhas coxas ao seu redor, me mexendo abaixo do seu corpo, pedindo para que ele aumentasse as estocadas.
— Tão linda... Olhe para mim, amor. — Sua voz saiu rouca
Encarei seus olhos escurecidos.
Ele foi tão fundo que me fez gemer alto e me arquear.
— Te amo. — Pressionou nossos lábios.
Deslizei as unhas curtinhas por suas costas que já estavam ficando úmidas.
— Também te amo. — Falei quando nossas bocas se separaram.
Me contraí toda, já sabia que estava perto.
Meu moreno beijou meu queixo. A boca foi para o meu lóbulo direito, envolvendo-o.
Com mais algumas estocadas sem perder o ritmo, chegamos ao ápice quase ao mesmo tempo.
Explodi primeiro, estremecendo toda, o apertando, com as unhas cravadas em seus ombros largos.
Meu moreno desabou em mim, o corpo tão trêmulo quanto o meu, deixando o peso cair sobre meu corpo.
Aquilo foi... Eu sequer tinha palavras para descrever com precisão.
Foi mais do que perfeito.
Havíamos acabado de fazer amor. Eu amei profundamente cada segundo. Eu o amava com todo o meu ser.
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