Nos Dê Uma Chance - Concluída
47 Iniciativas
Notas iniciais
1 mês depois...
P.O.V Do Freddie
— Amor, ela está me encarando. — Falei para a Sam que arrumava as roupinhas da Alice.
— Ela ama ser paparicada por você. — Sam disse virando para me olhar.
Alice só trouxe a mais pura alegria para a nossa casa. Nunca imaginei que pudesse amar tanto uma fofurinha como a nossa princesinha, a pequena irradiava ternura, eu simplesmente não conseguia pegá-la no colo sem me derreter por inteiro.
— O que foi, princesa? Por quê está me olhando tanto? — Perguntei encarando seus olhinhos azuis que estavam atentos em mim.
Fiquei conversando com ela e tocando suas bochechinhas até conseguir arrancar os sorrisinhos mais doces da nossa garotinha. Era mesmo um anjinho lindo.
— Ela realmente te adora, eu não vejo ela sorrindo desse jeito para mim. — Sam comentou enciumada.
— Você não têm o costume de conversar com ela. — Falei.
Sam não era muito de falar, era acanhada até comigo. Alice estava acostumada a ouvir minha voz desde o ventre, eu sempre conversei fazendo carinho na barriga da loira.
— Ela é só um bebê, não entende, Freddie. — Fechou as gavetas.
— Entende sim. Olha só, quêm é a princesinha mais fofa desse mundo? — Perguntei para a Alice que ainda me encarava, ela abriu mais um pequeno sorriso fofo.
— Isso não vale, ela sorrir até dormindo. — A loira resmungou.
— Sua mãe está com ciúmes da gente, bebê. — Ajeitei a pequena em meu colo.
— Não tô não. Ei, babão, fica aí tomando conta dela. Vou lavar roupa agora! — Ela pegou o cesto lilás com as roupinhas da nossa filha.
Alice estava de barriguinha cheia e não parecia nenhum pouco sonolenta.
— Vamos assistir, filha? A mamãe vai se ocupar agora. — Segui a Sam para fora do quarto.
As coisas estavam bem tranquilas em casa, apenas de noite que a gente não conseguia dormir direito. Alice acordava várias vezes chorando. Quando não era com fome, era com cólicas.
Ouvimos que os primeiros meses sempre são assim.
[...]
P.O.V Da Sam
— Você viu os meus chinelos vermelhos? — Era engraçado que um cara tão organizado como o Benson vivia precisando da minha ajuda para achar as pequenas e simples coisas.
— Estão do lado esquerdo da cama, em cima do tapete. — Falei.
— Do que está rindo? — Perguntou coçando a nuca.
— De você, espero que nunca esqueça a Alice no supermercado ou no shopping. — Falei risonha.
— Eu jamais faria algo assim. — Pareceu meio ofendido.
— Vem aqui, esquecidinho. Vem me dar um beijo. — O chamei.
Freddie fez bico, parecia um menino amuadinho.
Fui até ele aproveitando que a bebê estava dormindo. Sorri para ele o puxando pela camisa. Freddie foi cedendo e abriu um sorrisinho antes de me beijar.
A gente nunca passava dos amassos e de carícias no banho. Meu corpo havia mudado, ganhei seios maiores e quadris alargados. O número do meu sutiã que era tamanho 42, mudou para o tamanho 44 quando meus seios encheram de leite.
Meus jeans tamanho 38 foram para o tamanho 40. Mesmo após o parto, eu continuava com 5 kilos à mais, não engordei muito durante a gravidez, só minha barriga que cresceu muito quando cheguei no nono mês de gestação.
Sua língua explorava minha boca, meu moreno me prensou na bancada da cozinha.
Acariciei sua nuca e gemi contra seus lábios.
— Linda, melhor a gente parar agora... — Se afastou abruptamente.
— O quê? Por quê? — Me fiz de desentendida.
— Você sabe. — Ficou todo vermelhinho.
Olhei para baixo, vendo o motivo dele ter parado nosso beijo que estava tão gostoso...
— Eu só queria... — Mordi o lábio inferior, sentindo meu coração dar cada pulo.
— A gente não precisa fazer isso agora, eu posso espe...
— Eu não sou tão inocente, Freddie... Já fiz coisas quando era mais nova. — Passei a mão no cós de sua bermuda.
— Sam... — Ele se encostou de costas na bancada.
Desabotoei sua bermuda jeans, ele ficou um pouco tenso. Abaixei sua bermuda revelando sua boxer cinza-escura, comecei a tocá-lo por cima do tecido, acariciando-o de leve.
Puxei sua cueca para baixo, seu membro estava ficando meio ereto. Comecei a masturbá-lo, sua respiração descompassou à medida que eu aumentava meus movimentos, com a mão subindo e descendo ao redor dele...
Beijei seu queixo, Freddie gemeu rouco quando esfreguei o polegar na glande que estava inchando, suas mãos apertaram as bordas da bancada. Beijei seu pescoço bem em cima do seu sinalzinho e alisei toda a sua extensão.
— Ôh, Sam... — Gemeu alto.
Parei de tocá-lo e me ajoelhei diante dele, o levei até a boca passando a língua umedecida, circulando cabecinha rosada e inchada... Comecei a sugar sua glande.
Freddie gemeu mais alto, o coloquei boca adentro, envolvendo sua ereção com os lábios.
Era a primeira vez que fazia aquilo nele.
Gemidos roucos escapavam do fundo de sua garganta quando eu o chupava cada vez mais, salivando em seu membro.
Suas mãos agarraram meus cachos, olhei para cima sentindo sua pressão em minha cabeça, ele estava com a cabeça tombada, meio ofegante, se deliciando com o meu agradinho.
[...]
O que fizemos na cozinha simplesmente não saía da minha cabeça. Tinha sido prazeroso para nós dois... Toda vez que trocávamos olhares, acabávamos sorrindo um para o outro.
— Freddie, para de colocar meias nela, ela não gosta... — Alice ficava toda agoniada.
— Mas está frio, amor. — Estava chovendo.
Ele ajeitou as meias coloridas nela.
A pequena deixou escapar a chupeta, começou a choramingar. Coloquei a chupeta nela de novo.
Sorri para ela que me encarava com os olhos meio arregalados.
— Terror ou comédia romântica? — Freddie acessou a Netflix conectada no notebook.
— Comédia romântica, da última vez que vimos filme de terror, você grudou em mim de noite porque estava com medinho... — Achei graça.
— Não era medo, te abracei porque estava muito frio... — Corou.
— Sei... — Prendi o riso.
Alice estava entre nós na cama, já fechava os olhinhos sonolenta.
— Vou colocá-la no berço, você sabe que não seguro gargalhadas. — Peguei ela no colo com cuidado.
— Sei muito bem, semana passada você riu tanto que até me deixou assustado, pensei que a crise de risos estava te matando, mas era só você engasgando... — Tive que segurar a risada.
Alice acabou pegando no sono.
[...]
P.O.V Do Freddie
— Você sabe ser fofo até quando está me tocando... — Sam pressionou nossos lábios.
Estava em cima de mim, alisando meu peito desnudo e eu acariciava sua cintura, apertando de leve.
A beijei pra valer, sentindo o seu peso sobre meu corpo. Desci a mão esquerda para a sua coxa, Sam dormia usando apenas uma blusa de moletom que parecia mais um vestido curto pelo tamanho.
Ficamos ali nos beijando no escurinho.
Ela levou minha mão para o meio das pernas, me fazendo tocá-la por cima da calcinha. Ainda não havia completado os 40 dias, faltavam 10 dias para ela ser liberada para ter relações sexuais.
Eu não estava apressando e nem nada do tipo.
Deslizei a mão por ela, sentindo o tecido fino e muito macio, a quentura concentrada naquela região.
— Me toca... — Foi colocando a calcinha para o lado.
Sam mais uma vez tomou a iniciativa como havia feito mais cedo.
Gemeu curvando o corpo quando comecei a acariciá-la, estava tão quentinha e úmida. Pressionei seu clitóris e alisei sua entrada, espalhando sua umidade.
Sam procurou minha boca e nos beijamos enquanto eu lhe dava prazer.
Ela confiava em mim, me amava.
Eu não estava com pressa, tudo que eu queria era que nossa primeira vez fosse tão especial para ela.
Sam merecia muito amor. Ela era tão linda. Sensual mesmo sem qualquer esforço.
Me deixava louco me beijando daquele jeito, me abraçando com as coxas.
Tinha que ser um momento nosso que Sam pudesse guardar na memória com carinho.
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