Noites Sombrias

21 Identidades Reveladas


Notas iniciais
Olá pessoal,antes de vocês começarem a leitura gostaria de agradecer á MaryDuda2000 pela ótima recomendação.Muito obrigado mesmo Mary,fiquei emocionado ao lê-la. Esse capítulo foi mais para vocês saberem o que está por vir.Desculpem pelos erros.Até mais.

Os caçadores já tinham entrado em ação. Todos eles corriam para capturar todos da cidade que adormeciam, sendo criança ou não. Eles invadiam a casa de todos e a de Hiendi foi uma delas. Hiendi e Iran haviam desmaiado enquanto desciam as escadas e Ana, quando levara uma xícara de café para Krystal. A humana era a única que estava acordada.

–Peguem-nos. –Ordenou um dos caçadores

–Não. -Krystal se debatia, um deles a segurava. -Me solta. Por que vocês estão fazendo isso?

–Pelo o bem da nossa raça. -Diz um deles. O caçador chega perto da garota a encarando nos olhos. -Você ainda irá nos agradecer.

Krystal cospe na cara do caçador e logo em seguida diz que tinha nojo dele. O Homem limpa seu rosto e dá o comando para o outro que a segurava soltá-la. Assim ele fez a jogando em cima do sofá.

–Vamos embora, nosso trabalho por aqui acabou. –Krystal corria para bater nele, que a segura nos braços e a empurra. -Escuta aqui garota, não entre no nosso caminho. Ou você irá sofrer o mesmo que eles.

Após dizer isso, os homens deixam a casa e colocam suas caças dentro do carro para levá-los á antiga fábrica de brinquedos, que agora estava abandonada. Era lá, que eles iriam queimar todos.

Na fábrica, a Drª Cinthya, fazia umas análises no seu computador. O Prefeito tinha dado carta verde para que eles tivessem acesso á identidade dos seres. Quando de repente, seu censor de energia começa a apitar e ela percebe algo de estranho.

–James, tem algo muito estranho acontecendo. O Meu censor de energia está apitando várias vezes. Tem uma energia muito forte aqui pela cidade. –Diz ela

–Não temos tempo para isso Cinthya. Depois que recebermos o nosso dinheiro vamos se mudar da cidade e usar o dispositivo para limpar o mundo dessas aberrações. –Responde

–Você não está entendendo James. Essa energia parece que é de outro planeta.

–Deixe de besteira e vamos logo com isso. Passe-me todas as identidades que você conseguiu até agora.

E Assim foi feito, Cinthya entregou duas folhas, com todas as identidades que ela havia conseguido até o momento. James entrava na sala onde os seres, capturados até então, estavam presos. Todos em celas diferentes, protegidas por um campo de força e impedidos de usarem seus poderes.

James para na frente de uma cela, onde uma garota loira, de olhos azuis, pele branca, lábios vermelhos e carnudos, alta, sexy e que parecia um anjo estava.

–Elektra. Esse é o seu verdadeiro nome? –Pergunta James. A Garota não o responde. –Vamos lá garota, você está à beira da morte. Por que não conversamos um pouco antes de você morrer?

–Vai embora. –Diz Elektra

–Entendi. Está bancando a difícil. Você nem é tudo isso.

Elektra se levanta e anda até o caçador que estava próximo á cela. Ela dá um pequeno sorriso e o olha nos fundos de seus olhos.

–Vamos fazer assim. Você me solta e quem sabe eu te dê uma chance de mostrar o que sabe fazer? –Pergunta a garota. O Caçador parecia encantado. -Eu sei que você tem o cartão de acesso. Não gostaria de abrir para mim?

–Eu adoraria. Você é linda. Mas eu não posso...

–Ah vamos, deixe disso. Ninguém está vendo. Ninguém saberá o que você fez. Prometo que irá valer à pena. –Elektra continuava sorrindo. James tirava o cartão de seu bolso e se preparava para passar na porta. A Drª Cinthya entra na sala e chama atenção de James.

– O que você está fazendo? –Ao dizer isso, James percebe o que estava prestes a fazer e guarda novamente seu cartão. A Garota se vira e se distancia do caçador, sentando-se novamente no chão.

–Eu estava só... Conversando com ela

–Sei... Então pare de conversar. O Prefeito disse que está vindo para cá, para ver como está se saindo. –Diz a Drª

–Ótimo. Fique lá em cima e quando ele chegar peça para descer aqui.

–Está bem. Mas é melhor você me dá este cartão. Para impedir que algum deles o pegue.

James tentou dizer para a Drª que não iriam pegar, mas ela estava insistindo e ele achou melhor entregar á ela. O Caçador continuava a passear pela sala e olhando para os seres. Ele para na frente da cela de uma garota de cabelos dourados e olhos avermelhados.

–Uma sanguessuga? –Pergunta James

–Por que vocês estão fazendo isso? Não fizemos nada para você. –Diz a garota

–Escuta aqui... Caroline, é isso? Você fez sim. Você nasceu. –Responde

–Quando eu sair daqui. Eu vou atrás de você. E vou te matar, lentamente.

–Que medo. Deixa eu te dizer uma coisinha. Você não vai sair daqui.

Ele se afasta da cela continua andando. Carol o encarava com um olhar de raiva.

Enquanto isso, jornalistas de toda a cidade ficavam do lado de fora da fábrica, para pegarem os rostos dos seres que viessem. Um carro chegava e todos corriam para serem os primeiros a derem a notícia. Os caçadores saíram do carro carregando três garotas, que eram respectivamente Raven, Ana Júlia e Hanna. A Câmera pegava o rosto delas. Tyler, que estava assistindo a TV naquele exato momento, se espantou.

–Hanna?-Pergunta Tyler. Sua avó chega assustada perguntando o que havia acontecido. –A Hanna vovó, ela é uma deles.

A Bandeja que Dona Mary estava carregando em suas mãos cai no chão derrubando tudo. Tyler pega um casaco e sai de casa.

–Tyler, aonde você vai? –Pergunta a avó

–Vou atrás da minha irmã. Ninguém vai queimá-la.

De volta á fábrica, James provocava mais um ser, desta vez, uma garota Cabelo castanho meio liso meio encaracolado, olhos azuis quase violeta, alta, super magra,

–Olhe só, Valentina van der Walss. Você parece bem fraquinha hein?

–Quer pagar pra ver? –Pergunta ela

–Incrível como vocês parecem tão corajosos mesmo estando presos. –Diz James. –Seus pais devem estar tão envergonhados agora.

Valentina avança na cela, a fim de atacar James, mas acaba levando um choque e caindo no chão.

–Hehe. É vocês ficam tolos também. Olha só, o que vemos aqui. É um garoto agora?

Era um garoto alto, um metro e oitenta. Olhos de cor azul claro e fosco que aparenta mais cinza claro. Cabelos curtos com parte superior (acima da cabeça) pouco maiores deixando um aspecto meio arrepiado e desarrumado. Barba e bigode poucos, somente uma leve visão dos pelos castanhos claros e bem pequenos que cobrem minoria de seu rosto, usado com um leve charme. Não pode ser considerado magro nem gordo, um meio termo: “peso constante em relação sua altura”

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–Levi Watterson. Aqui diz que você tem 20 anos? –Pergunta James

–20 aparentemente. Tenho cento e vinte e sete anos.

–Uau. Você é bem velhinho.

–Escuta, quando vão servir alguma coisa pra gente?Eu estou com fome. –Diz Levi

–Ainda por cima é engraçadinho também. Você seria um ótimo caçador, se não fosse... Seja lá o que você é.

–Ah corta esse papo. Vocês nem levam o trabalho a sério. Você pensa que eu não vi você flertando com a loirinha ali da frente?

–Eu não estava flertando.

–Vai me dizer que estava botando o papo em dia sobre a novela das nove? Isso não cola comigo, James, não é mesmo?

James ficou calado por um instante e pensava em uma resposta. O prefeito desce as escadas perguntando ao caçador se tudo estava indo bem e recebendo um ‘’sim’’ como resposta.

–Olhe esse daqui, prefeito. –Glinston se aproxima da cela junto com James. Os dois observavam um garoto de apenas 12 anos chamado Miguel.

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–Um garotinho. –Diz o prefeito

–Pra você ver como ninguém escapa. –Responde James. — Até mesmo uma criança

O Garoto se levanta e anda até os dois homens, tentando tocá-los

–Por favor, me tirem daqui. Minha mãe deve estar preocupada comigo. – Começavam a cair lágrimas de seus olhos.

–Eu adoraria, mesmo. Mas é pro seu próprio bem. –Responde o Prefeito. –Ele olha no fundo dos olhos da criança e se levanta. Os dois saem da sala.

–Vão, vão enquanto podem. –Diz Miguel,limpando suas lágrimas.