Alexandre chega correndo.

- O que foi que houve? – Ele pergunta.

Carol se vira.

- Ele ligou.

A mãe da Ana leva a Ana e a Carol pro quarto, o Alexandre olha pro telefone o pega e tenta ouvir alguma coisa, mais só fica o barulho da linha.

Ele coloca de volta no gancho e olha pra Carol.

No dia seguinte, Carol sai do carro da Ana e vários reportes vem em cima dela, Ana e Alexandre ficaram na frente dela a protegendo, eles vão andando em direção a escola.

A reporte coloca a mão no ombro da Carol e a vira.

- Como você se sente sendo a próxima a morrer? – Pergunta a reporte.

Carol olha pra ela com uma cara de raiva, com olhos inchados de tanto chorar, com seu cabelo solto, de casaco e blusa de manga cumprida.

- Fala Carol só queremos a verdade – Diz a reporte.

- Então como vai o seu livro? – Pergunta a Carol, e retorna a andar.

- Ham, piranha – Diz a reporte.

Carol se vira e da um soco na cara da reporte, Ana fica impressionada e coloca a mão na boca, o Alexandre pega o braço da Carol e a tira dali.

Na hora do intervalo, Bruna G. vem correndo até a Carol desesperada, gritando a Carol, todos do campus olhando pra ela.

- O que foi que ouve com você amiga? –Diz Bruna, a abraçando.

- Ele tentou me matar – Diz Carol.

- Calma, sei que isso tudo já passou, foi só uma vez – Diz Bruna G.

Nisso chega o Lucas, Matheus e Maiara.

- Carol tenho que falar uma coisa com você – Diz Matheus.

Carol,Bruna G. e os outros vão pro lado da escada da frente do campus.

- Não tem o Jonathan? – Diz Matheus.

- O que tem ele? – Diz Carol, já ficando agoniada.

- Ele foi solto, não puderam prendê-lo, porque não tinha provas que foi ele que tentou te matar – Diz Lucas.

- O que? – Diz Carol, ela sai dali rapidamente, foi direto falar com o Alexandre.

Ela chega até ele.

- Porque soltaram ele? –Pergunta Carol.

- Olha Carol a polícia não pode prender ele, porque não temos provas que ele é o assassino – Diz Alexandre.

Ele coloca as mãos no ombro da Carol, e a faz sentar no banco.

- Vamos botar 2 seguranças pra andar atrás de você – Diz Alexandre.

- Ta, tanto faz.

Carol se levanta, vai andando rápido e olhando pro chão, até que ela bate de frente com o Jonathan, ela olha pra ele, se vira e anda.

Mais ele pega o seu braço e a vira.

- Você ainda acha que sou o assassino né? – Pergunta Jonathan.

- Não – Diz Carol, ela fecha os olhos e vira a cabeça pro lado.

- Não pode me incriminar por uma coisa que eu não fiz, você mudou depois que sua mãe morreu – Diz Jonathan.

- Eu mudei? Você que fica entrando pela janela sempre, e eu que mudei? Você nunca mais saiu comigo como antes – Diz Carol.

- Não conseguia mais sair com você, qualquer coisa que fazíamos você fala da sua mãe, e o meu pai que se separou, eu nunca ficava falando disso toda hora.- Diz Jonathan.

-Não to acreditando – Carol coloca a mão na testa – A sua mãe ta viva, você pode vê-la a hora que bem entender, a minha esta dentro de um caixão morta, enfiada dentro da terra – Diz Carol.

- Me desculpa eu fui estúpido agora.

- Não, você mostrou quem você realmente é – Diz Carol, ela vai andando encostada na parede.

Jonathan coloca o braço na frente dela.

- Você acha que vou ficar feliz? Eu tenho uma namorada que me acusa de ter tentado matá-la – Diz Jonathan.

Carol empurra o braço dele, e sai correndo.

Ela entra no banheiro, olha pro espelho.

- Fala sério, a Carol adora se aparecer, esse negócio de o assassino me ligou, isso é tudo marketing – Diz Andressa.

Carol para, e começa a chorar, ela vai devagar pro sanitário do canto e tranca a porta, e fica ouvindo as garotas falando.

- Você acha? – Diz Mariana.

- Claro, ela que ser que nem a mãe dela, não podemos negar, a mãe dela era uma ótima atriz, pena que dava pra todo mundo. – Diz Andressa.

- Ai Andressa que maldade, não acho que a Carol queira ser assim –Diz Mariana.

- Tal mãe tal filha – Diz Andressa, e as duas saem do banheiro.

Então Carol sai do sanitário, e fica de frente pro espelho, ela chorava muito.

E começou a lavar o rosto, ela pegou o papel e começou a enxugar sua cara quando ela vai tacar o papel na lixeira ela ouve um barulho nos sanitários, ela taca o papel na lixeira e volta pra pegar a bolsa, ela ouve um barulho de uma faca sendo arrastada no ladrilho, Carol se agacha pra vê o chão dos sanitários.

Ela não viu nada.

- Oi ! – Diz Carol – tem alguém ai?

Ela volta a se olhar no espelho e pega a bolsa e vai saindo do banheiro até que ouve o barulho de novo, ela da uns passos pra traz, coloca a bolsa na bancada ao lado da pia, ela se agacha novamente e vê uma túnica preta caindo devagar no chão, Carol se levanta pega a bolsa e tenta sair mais o assassino sai do sanitário.

Ele vai pra cima da Carol mais ela da um soco na cara dele, e ele cai no chão, Carol tenta correr e ele pega o pé dela, fazendo com que ela caia no chão.

Ele vai pra cima dela, ela fica segurando as mãos dele, e as empurrando pra um lado e pro outro, até que consegue por o pé na barriga dele e o empurra pra cima e ele cai no chão de costa.

Ela se levanta e sai correndo, ela vai correndo pelo corredor e sobe a escada que vai pro corredor das salas, ela vai correndo pra sala do diretor.

- Ele ta aqui, ta no banheiro – Ela Grita, e chorando muito.

- Fica aqui – Diz Alexandre, ele pega a arma e vai pro banheiro.

O diretor trás ela pra dentro da sala e a coloca sentada na cadeira, ela fica olhando tudo ao seu redor, até que os reportes do lado de fora da faculdade ficam sabendo e entram na faculdade, eles ficam do lado de fora da sala do diretor.

Carol fica nervosa, ela abre a porta e a reporte que levou um soco dela.

- O que você tem a declarar Carol? – Pergunta a reporte.

- Que um soco de novo? – Diz Carol, mostrando o punho.

A reporte sai da frente dela e a Carol vai pra sala.

Já de noite, Bruna A. esta sozinha em casa, as suas irmãs foram pra uma festa e os seus pra um aniversário, Bruna ficou em casa vendo TV.

Ela fica sabendo dos atentados sobre a Carol,ela fica assustada, e vai tomar banho.

Quando ela ia entrar debaixo do chuveiro o telefone toca, ela se enrola na toalha desce a escada e atende.

- Alô ! – Ela diz.

- Olá Bruna.

­- Lucas para de gracinha – Diz Bruna A.

- Não sou o Lucas.

- Então quem você é? – Pergunta Bruna, se encostando na parede.

- Você esta sozinha?

- To – Diz Bruna A.

- Onde estão todos?

- Minhas irmãs numa festa e meus pais também –Diz Bruna, voltando pro banheiro.

- Qual o seu filme de terro favorito?

- Sem dúvidas “A casa de cera” – Diz Bruna A.

- Vai tomar banho?

Bruna A. se assusta.

- Como você sabe? – Ela pergunta, olhando pro corredor.

- Estou te vendo.

- Vai se danar seu maluco – Diz Bruna A., logo depois desliga o telefone.

Ela entra no banheiro e tranca a porta, o telefone toca novamente, e ela atende.

- Que morrer agora?

- Para seu doente, isso não é uma brincadeira que se faça- Diz Bruna A.

Ela desliga o telefone, quando a Bruna A. se vira ele esta parado no final do corredor, ele vem correndo pra cima dela e a Bruna A. Vai correndo pro quarto ela entra e apenas fecha a porta, ela não ouve mais passos. Então ela resolve sair do quarto, quando ela passa em frente ao quarto de seus pais e ele sai do banheiro, ela sai correndo e desce a escada, ela cai e torce o pé.

O assassino vem andando normal em direção a ela, Bruna A. começa a gritar por socorro, ele para em frente a ela, enfia a faca na barriga dela.

Ele tira a faca e limpa o sangue da faca com os dedos, depois enfia no peito mais 3 vezes, e a mata.

Mais tarde quando seus pais chegam, eles a vêem caída na beira da escada com várias facas em seu corpo, e o chão cheio de sangue.

Carol fica sabendo da morte da Bruna A. no mesmo dia, então foi ela e o Alexandre na casa da Bruna, ela fica parada ao lado de Alexandre ouvindo o relatório dos pais da Bruna A., ela olha pra dentro da casa.

E resolve entrar, ela olha o chão com sangue, depois olha pro segundo andar, ela vai andando lentamente pra cozinha, quando a porta da frente fecha sozinha, ela se assusta com o barulho e vai andando rapidamente pra porta.

Ela tenta abrir mais esta trancada.

- ALEXANDRE, ALEXANDRE – Ela grita.

Quando ela se vira o assassino esta de pé na escada, e vai correndo pra cozinha , que a porta era ao seu lado, ele vem atrás dela.

Ela vai correndo pela cozinha e entra na sala de estar, ela vai passando e derrubando as coisas, mais isso não o atrasa , ela cai , ele vem pra cima dela, mais ela taca o jarro de flores na cabeça dele, ela se levanta e sai correndo em direção a porta.

- ALEXANDRE, ALEXANDREEEEE – Ela Grita e fica batendo na porta.

O Alexandre olha pra porta e vê a cara da Carol, logo depois a máscara que o assassino usava, então ele vai correndo pra porta, e tenta abri-la mais não consegue.

O assassino vem correndo e tenta enfiar a faca na cabeça da Carol mais ela se abaixa e ele enfia na porta, ela sai correndo. O assassino vai atrás dela, Carol sobe pro segunda andar, e se tranca no banheiro.

Ela olha pra fechadura e alguém tenta abrir, ela procura alguma ao seu redor pra bater no assassino, ela pega um espraie de lavanda, e abriu a porta mais era o Alexandre.

- Ta tudo bem? –Ele pergunta.

- Agora ta – Carol responde, ela sai do banheiro.

Ela descendo a escada vê um policial segurando a máscara do assassino.

- Onde você achou isso? – Ela pergunta.

- Tava no chão – Ele reponde.

Carol olha pra fora da casa.