Notas iniciais
Oi oi gente ! Bom, eu to começando uma fanfic com uma amiga e é nossa primeira experiencia tanto no Nyah quanto nas fanfics, espero que nos apoiem e deixem sempre comentários, beijo

"Acordei com o som de alguns pássaros, há tempos não ouvia isso, não ouvia nada, além de gritos passando constantemente pela minha cabeça, por um momento eu achei que estava num filme, então eu despertei para a realidade. Era só eu e mais ninguém desde que saí da base.”

~ FLASH BACK

Durante meu treinamento com armas ouvi uns gritos na sala de cima, não dei atenção e continuei. Maldito erro. Tomei banho, treinei (como sempre treinava), desde os dezesseis anos fazia treinamento na base, graças ao meu pai que era soldado –aposentado – e me ensinou desde cedo a ser durona. Mas ele acreditava que eu era uma rebelde sem causas. Desde quando pintar o cabelo de roxo quer dizer que você é revoltada? Enfim, agora estava na minha maldita inocência, não dando atenção aos gritos. Maldição.

...

No treinamento com as armas – especialidade – minha preocupação finalmente começa, um homem desconcertado entra na sala, rastejando. Mais gritos no corredor me preocupam, tarde demais. Ele se atiça quando me vê junto com meus cinco colegas, nojento. Logo, ele já está em cima de um deles, devorando o braço, não entendi nada, apenas corri com minha arma presa ao cinto e atirei nele. Isso foi o suficiente para gerar pânico em todos que saíram correndo da sala.

Antes de sair levo algumas armas e munição, se tinham mais criaturas por aí tinha que estar pronta pra elas, peguei o que pude levar nos bolsos e nas mãos e saí de lá. O corredor estava um caos, pessoas correndo — carne mastigada — atirei em algumas cabeças e saí dali o mais rápido possível. Graças a minha experiência de jogadora de vídeo games, logo percebi o que estava acontecendo.

Chegando á minha cabine, fui para o pequeno armário de provisões e peguei comida, joguei tudo em uma mochila grande, peguei minha maleta de primeiros socorros, fui pegar uma faca- peixeira das grandes e também três mudas de roupa, eu ainda precisava ir até a sala de armas pega tudo e sair de lá. Passei na sala de vigilância que era quase ao lado de minha cabine, e vi pelas câmeras que o lugar que eu amava há oito anos estava destruído. Fui rumo ao meu novo destino: sala de armas se queria sair dali viva, e também sobreviver precisava de um arsenal.

... Parte 2

O silêncio me fazia tremer, só de pensar que naquela calmaria existia algo como aquelas coisas, eu ficava com MEDO. Uma sensação que eu não sentia há muito tempo, mas que parecia mais viva do que nunca hoje. Corri pelo corredor como louca, até chegar numa porta de ferro com um código pra evitar o roubo de armas e o uso destes nos momentos errados. Só alguns sabiam o código e eu era um deles (ainda bem), basta digitar algumas letras e números e logo estarei com o necessário para vazar daqui. Mas quais eram mesmo? Não era F3M5GH43 semana passada. Droga, eu não acredito que esquece a senha?!

Neste exato momento de reflexão, aparece um pequeno grupo de “coisas” que começam a se atiçar ao me verem. Vamos lá! Senha. UR77OL93, finalmente consegui

abrir a porta antes de me pegarem, agora estava numa enorme sala rodeada por armas e com algumas coisas do outro lado da porta. Parabéns você esta ferrada e armada!

Coloquei tudo que eu pude pegar em duas bolsas grandes do exercito, me preparei para abrir a porta. No momento eu não pensei em nenhuma estratégia, além de atirar nas cabeças, então foi isso que fiz. Abri a porta, me afastei rapidamente e comecei a atirar, seria pior se todos entram de uma vez. Quando acabei com o ultimo, saí correndo de lá o mais rápido possível, porque os tiros só atrairiam mais deles.

Do lado de fora da base, fui em direção ao primeiro veiculo que vi. Eu sei que um tanque de guerra não é considerado um meio de transporte, mas foi o que eu achei mais seguro e equipado. Com o treinamento no exercito, eu aprendi a “dirigir” o baby (como carinhosamente eu chamo), portanto isso seria moleza pra mim.

... Parte 3

Passar tanto tempo na estrada, não foi uma coisa tão emocionante quanto pensava. Nos meus 15 anos de rebeldia eu acreditava que viajar o mundo todo seria incrível, mas vendo desse jeito, não são lá essas coisas. Estou viajando há um mês e algumas semanas, e não encontrei ninguém, além de mais mortos vivos que querem me devorar. Eu sei que sou gostosa, mas não é pra tanto!

Ainda não cheguei à casa do meu tio Hershel e tenho medo que lá, já tenha acontecido o pior. Que saudades eu tenho daquela fazenda, passei meus melhores momentos com aquela galera, nem quero imaginar a possível ideia de perder todos eles. Tenho que continuar, eu vou chegar lá e encontra todos VIVOS. Fico evitando as grandes cidades por causa dos grandes grupos de zumbis, mas isso não durará muito tempo, tenho que ir a Atlanta, se quiser chegar a fazendo do meu tio, esse é o único modo.

Em direção a Atlanta, encontrei muitos carros virados e abandonados nas estradas, raramente vi zumbis. Parei em alguns postos para pegar gasolina, alguns estavam secos e eu tive que roubar dos carros, o que era muito irritante, porque sempre vinha um fã me atrapalhar. DETALHE: comecei a chamar os zumbis de fãs.

Notas finais
Então é isso gente, iremos atualizar cada vez mais rápido conforme fomos recebendo apoio, beijo !