Nobody But You.
2 A trindade profana.
Esse legado de "maior bitch" talvez tenha sido o que tornou mais fácil minha proximidade com Quinn quando a conheci. Vi que ela era uma menina bonita, popular, inteligente, maliciosa, má e que não valia nada, e justamente por não valer nada, se tornou tão interessante. No primeiro ano também conheci Brittany, e notei uma menina linda, boa, ingênua, solidária e que muitas vezes é até considerada burra e estúpida pelos outros. Na verdade, não sei porque gostei tanto dela, talvez tenha sido pelo jeito carinhoso, pela bondade ou, sei lá.
Passar tanto tempo com elas duas no primeiro ano treinando e dançando pelas Cheerios fez com que despertasse em nós uma vontade de participar de algo a mais. Nossos talentos sempre ficaram expostos na cara de todo mundo. Além do fato de que sabíamos trabalhar coletivamente e dançar, também sabíamos cantar. Pensamos então em investir (investimos e deu certo) no clube do coral, até porque conhecíamos todos, ou quase todos, que participavam (e cá entre nós, com certeza seríamos melhores que todo os componentes de lá).
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