No road left

1 Um dia não tão ruim


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Correr pra mim e muito prazeroso e ainda mas na chuva mas hoje eu não corro por isso estou atrasada 10 minutos pro meu trabalho e dona rosa vai começar a ter os ataques dela vai e fica horas falando, se não fosse pela minhas condições financeiras eu ja teria largado a tempos esse emprego mas a aposentadoria de minha avó Genna mal da pra sustentar ela e imaginar eu e meu irmão Ryan de 11 anos. Depois que eu vim morar com minha avó aos 10 anos quando ela ainda tinha condições de trabalha tudo era um pouco mas fácil eu cuidava da casa e de meu irmão e no final do dia nos todos sentávamos na mesa e ela preparava lasanha deliciosa. Mas agora Eu tenho que cuida de tudo tanto dela quanto da casa e de Ryan e ainda tenho que trabalhar. Mas eu imaginava que tudo fosse melhorar um pouco depois de acabar o ensino médio mas tudo não passou de mas uma ilusão, vovó gemma agora precisa tomar uns maldito remédio pro coração e então antes que eu so trabalhava meio período agora tenho que trabalha em período integral. Se me dissesse que minha vida ia ser assim ao meus plenos 17 anos eu teria dado meu lugar pra outro espermatozóides. Eu começo a diminuir o passo assim que fico mas perto do trabalho.

—Bom dia Mary — Diz senhor Xanadu Um chinês quê tem um restaurante na esquina de onde eu trabalho ele era um velhinho simpático que toda manhã me cumprimentava e as vezes me dava uma carona pra metade do percurso de casa.

— Bom dia senhor xanadu- Eu sorrio — dia lindo hoje não.

—Com certeza — ele acena com a cabeça e sorrir

Então apresso meus passo e dobro a rua e logo chego na ultima loja do beco ela era simpática e pequena onde vende varias tipos de plantas medicinais. Ao entra vejo dona rosa atendendo duas senhoras e ao me vê ela me dar um olhar de advertência e eu levanto as mão em sinal de rendição.

—Obrigado volte sempre — diz a dona rosa aos cliente e elas agradecer e ao me ver ela me cumprimenta e depois saem e logo rosa diz- Você sabe que horas são?

—Sim e so me atrasei 13 minutos e se a senhora não viu ta chovendo.

—Sim eu vi ,e pra isso que existe guarda chuva e isso não e desculpas pra chegar atrasada.

—Ah! isso não e Desculpas?- eu ponho as mao na cintura -não se esqueça que eu não moro na loja como a senhora e ver se dar um desconto eu sempre chego 5 minutos antes do horário.

—Acho que e mas que obrigação sua.

—Minha Obrigação uma ova eu sou paga pra atender os clientes não pra abrir a loja.

—Obrigação sim de uma boa funcionaria.

—Ah então agora eu sou boa funcionaria porque ontem eu era uma desastrada.

—Ontem e ontem e estamos no hoje.

—Ah fala serio- eu reviro os olhos.

—Estou falando seríssimo agora vai tirar essa Tralha molhada e ja não basta chegar atrasada e ainda ta molhada.

—Talvez seja porque ta chovendo não acha.

—Você tem desculpa pra tudo jovem.

—Desculpa você e...-eu desisto de fala e bufo de raiva e vou para os fundo da loja onde ah um depósito. Eu tiro minha jaqueta molhada e tiro de dentro da minha bolsa uma blusa marrom do trabalho e coloco ela pego uma toalhinha dentro da bolsa e tento enxugar um pouco meu cabelo e depois eu faço um coque. pego minha coisas e penduro numa cadeira ao lado de uma mesinhas perto das prateleiras e volto pro balcão da loja e fico prestando atenção na senhora rosa atendendo um velhinho que aparentava ter uns 60 anos ou mais.Eles sorriam e conversavam a todo vapor quem diria que senhora rosa ainda gostava de flerta ela não era uma senhora feia ela tinha cabelos brancos e pouco de preto e curtos, olhos cinzas e ela era um pouco esbelta mas se ela usasse uma roupa mas elegante ela ficava com uma aparência mas bonita. ao contrário desses trapos que ela usa um Xale e um vestido longo de cores neutras.

—Andou Tomando banho na chuva? — diz alguém e logo desvio minha atenção pra quem pertencia a voz eh minha nossa era um rapaz que aparentava ter uns 18 ou 20 anos alto e robusto com incríveis olhos verdes esmeraldas e cabelos pretos e ele usava uma jaqueta preta e um chapéu marrom — você e sempre distraída?

—Hum -Eu pisco varias vezes tentando desembaçar meus pensamentos — oque disse?

— Você e sempre distraída assim- ele diz calmamente.

—Não...que diz as vezes... não sei — ele revira os olhos e tira um papel de sua jaqueta de couro e colocar em cima do balcão.

—Preciso dessas coisas- ele diz num to áspero e me encarando .

—Hum...okay — Eu dou um sorriso bobo pra ele e depois eu abro o papel e leio pra confirmar as coisas- catnip, dormideira, calêndula, Alfazema, Alecrim, certo ? — ele nada diz so acena com a Cabeça- okay , vou buscar, você pode ser senta se quiser.

—Você pode trazer elas em um pacote dentro de uma caixa — diz ele serio me encarando e eu concordo com a cabeça. assim eu vou em direção ao fundo onde continham duas portas uma pro depósito e outro pro patio cheio de plantas da dona Rosa. eu abro a porta do depósito e pego alguns saquinhos e depois vou pega as plantas e coloco elas numa caixa e depois entrego ao rapaz.

—Obrigada, volte sempre- Eu sorrio.

—Prefiro não volta — ele diz áspero e depois sair da loja.

—Espero que caia uma tempestade enquanto você não chegar em sua casa — eu murmuro com carranca ainda olhando para a porta.

—Mary , venha cá — Diz senhora Rosa quebrando meus pensamentos.

—Ja vou senhora — digo saindo do balcão e indo em direção a ela que estava sentada numa cadeira ao lado do senhor que ela atendia- sim senhora .

—Queria que você conhecesse meu amigo Jonh- ele estende a mão pra min eu a aperto e sorrio- Ele acabou de abrir uma livraria na outra rua isso não e maravilhoso.

—Eh sim e uma Maravilha -Digo sem entusiasmo.

—Espero ver vocês la -diz jonh com animação.

—Ah mas e claro que nos vamos- diz rosa e depois me encara esperando algo.

—Eh claro que vamos senhor John- digo sorrindo e depois olho pra uma mulher que acabar de entra na loja- licença preciso...

—Ah claro pode ir querida -diz Dona rosa sorridente e gentil e ate me espanto.

Eu me despeço mas uma vez deles e vou para o balcão mas uma vez e atendo a mulher e logo depois aparece outra mulher com uma garota que parecia algum tipo de maníaca por rosa ela usava uma blusa rosa clara e uma saia de xadrez rosa e uma bota rosa choque e um batom rosado me admirei por o cabelo dela ainda ser loiro.

—Eh...bom dia — diz a mulher ao lado da garota pelo que parecia ser a mãe dela ja que as duas tinha a mesma cor de cabelos e o mesmo olhos azuis.

—Bom dia senhora oque posso fazer por você.

— Eu gostaria de uma erva cidreira.

— Oh sim so um instante- Eu começo a sair do balcão e indo na direção ao depósito.

—Andar mamãe me diz logo você vai ou não deixa eu ir na festa da Diana-berra a garota.

—Eu ja disse que não vamos conversar sobre isso agora Sully.

—A mãe! você ja disse isso umas milhares de vezes.

— E quantas milhares eu vou ter que repetir.

— Você não se importar comigo!

—Sully -diz a mulher com um tom de voz alto.

Eu fecho a aporta que separa o corredor da loja e entro no depósito e pego o que a mulher queria e fico no corredor ouvido a garota mimada fazendo reclamações para a sua mãe e ouw acho que sei porque a pobre mulher precisa da erva cidreira a garota além de patética ainda tem uma voz enjoativa eu respiro fundo e conto de 1 ate 10 e depois entro na loja e coloco as mercadoria em cima do balcão e entrego a mulher e sorrio e digo.

—Obrigada — E não ouso dizer Volte sempre porque ninguém merece a presença dessa filha dela.

—De nada querida — ela sorrir gentilmente e me paga e depois vai embora com sua filha maníaca fazendo reclamações. eu suspiro de alívio e me sento numa cadeira atrás do balcão e coloco minhas mãos no meus olhos e fecho tentando relaxa.

—Mary querida — diz Dona Rosa ainda conversando com seu amigo.

—Sim — digo ainda parada na mesma posição.

—Ja esta quase na hora de seu almoço se você quiser ir...

—okay senhora — espero que seu amigo venha mas vezes visita senhora rosa pelo menos assim ela fica mas gentil comigo.Eu saio da loja e atravesso o outro lado da rua onde funciona uma lanchonete que minha amiga Holly trabalha eu logo pego um banco e me sento e espero a Holly me avista.

— Mary — diz Holly se aproximando de min e sorrindo- Pensei que a velha rabugenta so te deixava sair mas tarde.

—Então e assim que você também me chama por ai Holly- diz Bill o chefe de Holly gorducho e simpático.

—Não que isso senhor Green , eu jamais chamaria a sua pessoa assim.

—Ela elaboraria um apelido bem mas diabólico -Digo sorrindo.

—Ei! não colocar palavras na minha boca.

—Será mesmo! — diz Bill

—E sim — diz ela abafado um sorriso- então mary como ta seu dia de trabalho.

—Primeiro começo ruim, depois melhorou so um pouco e depois piorou.

—Esperai você disse melhor um pouco, oque tem nesse pouco.

—Alto cheio de músculo olhos verdes incríveis.

—Nossa isso e ótimo- ela bate palma e eu faço careta — Não e ótimo?

—Ele bonito mas e grosseiro.

—Ah isso não e legal — ela batuca com os dedos no balcão e para e depois olha pra min e sorrir- tenho uma idéia.

—Ah não -eu solto gemidos de protesto- suas idéias são meio que...- ela poe a mão na minha boca e depois diz.

—Calada, quero você pronta as 7:00 e tem que ta sexy , sei de um lugar que vai levanta nossa alto estima.

—Greg vai também? — digo com esperança.

—Talvez. — ela sorrir e se afastar de min e pega uma coca e um salgado e me dar — agora se alimenta antes que a velha rabugenta te chame.

—Enquanto o velho tiver la , estou sobre proteção — sorrio e ela também- então oque vai ser hoje anoite?

—Na hora você vai saber.

—E bom que não seja nada que faça a policia tenta nos prender.

—Ah claro que não! — Ela faz cara de magoada.

—Não pense que vou embarcar nas suas loucura.

—Ah por favor Mary — ela revira os olhos -relaxar.

Eu termino de comer e volto pra loja e dona rosa estava sentada sozinha no banco perdida em pensamentos e parecia feliz o que era um milagre ja que ela vivia mal-humorada e infernizava minha vida.Quando da 5:00 horas eu começo a fechar a loja e começa minha corrida para casa quando passo pelo restaurante do xanadu e vejo ele fechando o restaurante com uma garoto não vejo o garoto direito pois ele estava carregado varias caixas que encobria seu rosto. Eu passo por eles sem ser percebida e desço a rua principal e dobro um beco escuro e despois pego a rua que ligar uma estradinha de terra entre as árvores. Quando chego perto de casa vejo minha vó sentada em sua cadeira de balanço na varanda olhando pro nada e quando eu me aproximo ela diz.

—Teve um bom hoje minha querida- ela sorrir gentilmente e olha nos meu olhos.

—E quase isso — eu retribuo o sorriso — e o seu dia como foi .

—O mesmo de sempre de uma velha senhora- ela sorrir e depois começa a olhar pro nada outra vez e fica ali perdida em pensamentos.

—Então vou entrar agora — eu sussurro e ela se espanta e me olha com surpresa.

—Mary querida você chegou eu não via hora de você chegar, eu vim pra ca esperar por você acho que dormir um pouco, que bom que me acordou querida- ela diz alegremente — se nao teria ficado a tarde toda aqui- ela começa a levantar da cadeira e depois anda em direção a porta abre e entra e logo em seguida eu faço o mesmo e quando eu entro vejo Ryan assistindo tv enrolado num coberto em cima do sofá assim que entro ele olha pra mim e sorrir.

—Chegou cedo hoje.

—Eh a dona rosa tava de bom humor- ele faz uma careta — e eu sei e bizarro.

—Muito bizarro — ele diz e volta sua atenção pra tv — Você vai sair hoje?

—Sim — caminho em direção a ele e sento ao seu lado.

—Tem alguma chance de eu ir também? — ele se vira pra mim e me encara com seus lindos olhos cor de mel.

— Não -Digo sorrindo — porque sempre pergunta isso se ja sabe a resposta?

— A esperança e a ultima que morrer — eu sorrio e emburro ele pro lado com os ombros e ele sorrir — você vai fazer o janta antes de ir?

—Claro seu bobo — ele torna-se a vira pra tv e dessa vez não volta a fala. Mas continuo ali parada observando ele e vejo o quanto mudou desde que começamos a morar aqui. Ryan tem cabelos liso e castanhos claros e olhos cor de mel sua pele e bem mas bronzeada que a minha .

—Vai ficar me observado? — ele diz.

— Sim , tem algum problema com isso?

— Sim , ta me incomodando.

— Que pena isso so me faz quere te observa mas. — eu coloco minhas mão em meu queixo e finjo que analiso ele .

—Você sabe que horas tem ? — ele revira os olhos -você vai se atrasar.

— Ta afim de se livrar de min pequeno- eu arqueio as sobrancelha e digo — oque você vai apronta hoje?

— Me poupe mary- ele me da um empurrãozinho — Eu de fato to com fome .

— Okay vou preparar a sua janta — Eu sorrio e levanto e vou direto pra cozinha.

Eu abro a geladeira e vejo que ela esta quase vazia então pego quatro ovos e frito faço pure de batatas e cozinho o arroz. Assim que termino de apronta o jantar ele arruma a mesa do janta e fica sentado ali olhando pra mim como se quisesse me conta alguma coisa.

—Que me dizer alguma coisa — me sento na cadeira ao lado dele e sirvo a comida e Ryan continua em silencio e me observando -Se tem algo que lhe incomoda você sabe que pode me dizer.

Ele reflete por um momento me olha e sorrir e depois acena com a cabeça em negativo e começa a comer. Depois do janta eu preparo chá com toradas pra vovó e deixo em seu quarto e depois me apresso pra me arrumar antes que Holly chegue e começa a dar chiliques.Ela não me disse pra onde vamos mas aposto todo meu salário que deve ser em dessas festa universitária malucas onde jovem entediados encher a cara em busca de diversão. Holly não perde uma festa assim e quando ela não se satisfaz o bastante ela vai pra bares chinfrins em busca de diversão ou melhor encher a cara e sempre acorda com ressaca.

Notas finais
*-* comentem se gostarem