No caso!

1 Anotações 01: Cogumelos, Bandle City e Chantagista


Notas iniciais
Estava falando com uma amiguinha minha aí sobre um projeto de Fic sobre LoL que eu tinha, porém depois que falei sobre a história tive vontade de continuar o projeto de uma vez. Me divirto escrevendo sobre.Well, enjoy.

– É impossível! Mais fácil você aprender a cozinhar algo além de doces, do que a gente terminar isso hoje – Vi muito irritada começava a chutar os cogumelos.

– Estou mais preocupada com essa possível parceria do que com isso – Caitlyn estava parada analisando os cogumelos ao redor, com uma de suas mãos na cintura, na outra, um oráculo.

– A menina tem quase um armamento militar, por que ela se tornaria mais perigosa ao ter um rato cagador de cogumelo ao lado dela?

– Os oráculos saíram das lojas, Vi – fez uma pequena pausa. – Nós só podemos tê-los porque somos oficiais. Imagina o dano que ela causaria com vários desses pela cidade. E ele é um Yordle, rato, francamente, quer começar uma guerra?

– Como consegue pensar nisso agora? Tem cogumelos fazendo fila pra entrar na fila dos cogumelos dentro dos cogumelos! – sentou-se em uma área já livre das pragas. – Aliás, como sabe que a Jinx tem algo a ver com isso?

– Olha aqui – ergueu sua mão apontando o oráculo para uma área específica.

Quando o oráculo revelou a área onde a Xerife apontou, revelaram-se letras formadas por cogumelos.
“JINX ESTEVE AQUI”

– Achei esclarecedor.

– Acho que vamos ter de fazer uma viagem.

– No que está pensando?

– Primeiro devemos saber do Yordle.

– Não! Bandle City não!

– Partiremos assim que você terminar de limpar essa bagunça – Cailyn agora se retirava para a delegacia de Piltover.

– Por que só eu? – Indagou indignada.

– Porque eu tenho nomes, papéis e vias para conseguir.



***

– Ela me paga, ela e aquele chapéu dela.

O sol começara a se esconder quando Vi terminara o serviço. Ela estava uma arara por ter de remover sozinha trezentos e quinze cogumelos nos arredores da delegacia de Piltover.

– Está pronta?

– O que? Sem pausa pro descanço? – Vi caiu sentada enquanto expressava sua indignação à sua parceira.

– Consegui um dos veículos mais rápidos que a tecnologia Hextech pode proporcionar, você pode dirigir – Caitlyn tinha uma chave pendurada pelo chaveiro em seu indicador direito.

– Você sabe que vai se arrepender disso, não é mesmo?

– a frustração de Vi pareceu ter se dissipado para o vazio.

– As vezes é necessário.

Meia hora foi o tempo que levou para que as duas entrassem no veículo movido a magia e partissem em direção a Bandle City, a cidade localizada na Terra dos Yordles. Com a ausência das duas na cidade, a quantidade de robôs foi dobrada e Jayce, um dos mais dedicados defensores da cidade do progresso, foi alertado de que poderia ser desencadeada uma sequência de ataques, caso a intenção da “baderneira de cabelo azul”, fosse exatamente afastar a Xerife e sua parceira da cidade. Porém Caitlyn duvidava dessa hipótese, já que Jinx não a temia, muito menos a Vi. Tudo que ela queria fazer, fazia, por vezes até avisava que iria fazer, tornando, no ponto de vista da mesma, as coisas mais divertidas.

– Nossa primeira parada é o Instituto da Guerra. Vamos oficializar nossa ida até Bandle City, para que não achem que estamos planejando algum tipo de invasão quando chegarmos a Mogron Pass e eles avisarem nossa ida.

– Mas até que não seria má ideia, você já reparou que todo – muita ênfase no “todo”. – Yordle tem um parafuso solto?

– Você ainda vai acabar promovendo um confronto nos campos da justiça com essa sua cisma nos yordles.

Não passado muito tempo já estavam próximas de seu destino, o caminho por onde passavam dava vista a Noxus.

– Como alguém consegue morar em um lugar com essa atmosfera? – Vi olhava para a sombria Noxus. – Parece que as nuvens cinzas cruzam o planeta todo pra pararem todas ao mesmo tempo em cima de Noxus!
– CUIDADO! – Cailyn gritou enquanto apontava para frente.

Como estavam em um lugar deserto, voavam baixo o suficiente para atingir a cabeça de uma pessoa de estatura média, em alta velocidade. E naquele exato momento de distração da motorista, uma pessoa passava em direção a Noxus e com certeza seria atingida. Vi teve a certeza de ter passado por cima da cabeça da pessoa e freou bruscamente. Mas não havia sangue, nem um corpo, nem nada do gênero, apenas uma fumaça vermelho-escura em volta do veículo.

– De onde saiu essa fumaça? Atropelamos uma fada? – Vi tossia.

– Isso pareceu um feitiço – Caitlyn também tossia. – Como pode ser tão irresponsável?

– Bem, se foi um feitiço ela deve estar bem?

– Como pode ter certeza?

– Sim, eu estou bem.

Uma voz veio do banco de trás do veículo e ambas gritaram. Quando olharam para trás viram uma mulher com cabelos muito vermelhos e uma roupa de couro preta.

– Meu pai do Hextech! De onde você saiu? – ainda tinha a respiração descompassada.

– Talvez estivesse tentando sobreviver a policiais que atropelam pessoas – falava em tom de superioridade, sua voz era inalterável.

– Sentimos muito por isso.

– Esse veículo é de Piltover não é mesmo? Talvez eu devesse reportar isso para o Instituto da Guerra – começou a se acomodar no banco do veículo. – Imagina que bela matéria “Lâmina Sinistra de Noxus é atacada por policiais Xenofóbicas de Piltover”

– Atacada?

– Xenofóbicas?

– Ou... – sorriu cinicamente para ambas. – Vocês podiam me fazer um pequeno favor.

Notas finais
Deixe-me saber se você está lendo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.