Retornei a cripta nos dias seguintes, sentia-me vidado ao destino por ele escolhido.

Seu nome era Aramak, viera da Europa, mas sua acompanhante não se adaptara aos trópicos, por isso ele precisava de alguém da região.

O que Aramak fazia no Brasil ainda era uma incógnita, mas aos poucos a espinheta de seus caprichos me eram expostos.

“Torne-se meu” dizia em meus sonhos, e repetia em nossos encontros.

Eu já não era mais tão interessante para Oswaldo e seus estudos, ele trabalhava agora nos planos de sanitarização da cidade. Incluindo a limpeza dos cortiços.

Aramak precisava de um lugar seguro.

Notas finais
É gente, vem ai a revolta da vacina kkkkkkkkkk Beijos