Desde o ocorrido mantive-me no quarto e, com fúria, tornei a pespegar os objetos no chão.

Com a noite, recuperei a visão e fui à cripta do vampiro.

Movido não pelo medo, mas pela sede verdade.

Caminhei atabalhoado, sem saber se era seguido.

Na escadas, senti cheiro de sangue, deparando-me com a bela mulher despida, nos braços da criatura que a sugava, até ela cair desfalecida no chão.

Apenas senti inveja. Eu queria ser ela.

“Ela morreu?”

“O que é morrer para você?”

“Eu não sei” pensei na morte do meu pai “Partir, as vezes injustamente”

“Alguns não precisam partir.”

Notas finais
QUe papo é esse Bentinho? Que conversa é essa vampiro? A foto é do Oswaldo Cruz, então o bento deve ser mais ou menos assim kkkk Beijos