As notícias da capital chegaram, com mortos e feridos, a revolta foi controlada.

Os empregados liam-me o jornal e eu os dispensava de noite.

Aramak contou sobre sua vida, lugares por onde passou, vidas que viveu.

Passaram-se meses, ele ficou mais forte, feiteira que permitiu sair da alcova de noite.

Sua beleza era veneno ludibriando e brincando com as vítimas. Observava ao longe, como um aprendiz descobrindo os enigmas do mestre.

Empertiguei-me quando Aramak desejou alimentar-se de mim, fazia tempo que não sentia seu toque.

Com o coração prestes a parar, provei o beijo da morte.

“Deseja ser como eu?

Notas finais
Será que ele quer ser vampiro? Já virou o empregado dele ne? kkkkkkkkkkkk Beijos