As manhãs eram iguais. Eu não enxergava e meu corpo sofria de fadiga.

Contudo, pela noite eu explorava as ruas do Rio de Janeiro, fugindo da proteção da minha família.

Eu podia ver.

Não como antes, via um mundo cheio de possibilidades.

Passei meses dormindo de manhã e vivendo a noite.

A preocupação da minha família aumentava, adimos em nossa rotina ceias cada vez mais tarde para eu participar. Nunca me sentira tão inserido em suas vidas.

Mas aos poucos ia esquecendo-me do calor do sol, do despertar pela manhã. Do cheiro da refeição no almoço, ou da fome mortal.

Notas finais
É muito bom quando todo mundo tá seguindo uma logica q eu achei que nao ia dar certo, obrigada por serem ótimos leitores kkkk Beijos