No Tempo Dos Marotos

72 Transformação em Animagas - 4ª Parte


Notas iniciais
Heey minhas lindas! Aqui estou eu novamente, 5:55 da manhã, postando mais um capítulo para vocês! Só que agora estou na casa da minha vó paterna, então posso dormir a hora que eu quero muahaha Minhas tias daqui a pouco acordam para ir pro trabalho ~leia-se 6:00 da manhã~ mas, a única coisa que elas fazem quando me pegam 6h da manhã na internet é me chamar de ''louquinha'' e rir da minha cara. É, elas são muito legais! Uma tem 33 anos, outra 24, e a outra tem 50 e poucos anos -minha tia-avó-. Mas, eu sei que vocês não querem saber disso e tals...EU realmente estou MUITO feliz, 2 recomendações, 2 RECOMENDAÇÕES NOVAMENTE! Eu estou MUITO FELIZ! Pra cás! Sério, muito obrigada ''MaricaFranz'' e ''NayaraPotterJackson'' minhas lindas, vocês me deixaram muito feliz! E agora, sim, eu realmente dei pulos e saí dançando pela sala! ~sim, não estou no quarto porque eu gosto de ficar no sofá u.u~ porque HOJE eu posso fazer BARULHO! ÊÊÊÊÊ! o/ o/ o/Entonces, eu tentei ao máximo não fazer a parte da Lene parecida com a da Lily, mas, não sei se obtive muito sucesso... acho que anos vendo Jogos Mortais, e diversos filmes de terror e de mutilação me ajudaram um pouco hahahaEnfim, aqui estão as músicas do capítulo:http://www.youtube.com/watch?v=WfzRlcnq_c0http://www.youtube.com/watch?v=94bGzWyHbu0Aí estão duas das minhas bandas favoritas! Mil desculpas para quem não gosta de Heavy Metal e de Folk, mas, eu realmente amo! ~Enjoy~

''Ninguém pode livrar os homens da dor, mas será bendito aquele que fizer renascer neles a coragem para a suportar. ''

Selma Lagerlof

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POV James Potter

(The Civil Wars — Poison & Wine)

– LILY! — grito ao vê-la cair desmaiada no chão.

Corro até ela e a seguro em meus braços.

– Aluado! O que vamos fazer? — pergunto.

– A poção! — ele exclama desesperado e corre para a mesa para preparar a poção que faz com que a pessoa recupere os sentidos.

As garotas vem correndo e se ajoelham do meu lado.

– James! Não precisa tanto desespero. Ela só desmaiou, okay? Eu sei, ela sentiu muita dor e nós já sabíamos que iria acontecer isso, mas, olhe pelo lado bom, ela já passou por tudo de ruim que precisava passar, ela não precisa mais sentir dor. — diz Frank, se ajoelhando ao lado de Alice.

Suspiro, enquanto secava as lágrimas que insistiam em rolar por meu rosto.

Merda, que coisa de gay! Homem não chora, caralho!

– Eu... Eu sei. — digo apertando Lily em meus braços. — Eu só... Não queria que ela tivesse passado por tudo isso, realmente não tinha necessidade.

– Ela queria e você sabe que não é muito legal contrariar essa ruivinha, porque ela é fogo! — diz Almofadinhas rindo, enquanto segurava a mão de Lily.

Ri fracamente.

– Realmente, ela é fogo! E não estou dizendo isso por causa dos cabelos... — murmuro.

Eles riem.

– Pronto! — diz Aluado vindo até nós e me alcançando um frasco com a poção dentro.

Pego de suas mãos e deito um pouco a cabeça de Lily, para derramar a poção dentro de sua boca. Depois que consigo fazê-la engolir, entrego o frasco ao Aluado. Depois de alguns minutos em silêncio, Lily acorda.

– Lily! — exclamo a abraçando mais forte.

– Jay. — ela murmura fracamente.

– Vem, você precisa descansar. — digo, pegando ela no colo e indo me sentar com ela em um dos pufes.

Ela deita a cabeça em meu peito e fecha os olhos.

– Não dorme, amor, você bateu a cabeça. — digo.

– Eu desmaiei, James, agora não adianta mais. — diz.

– Mas mesmo assim, não dorme. Não quero correr riscos, okay? — pergunto olhando para seus grandes olhos verdes, enquanto colocava uma mexa de seu cabelo atrás de sua orelha.

Ela sorri e assente. Sorrio e encosto meus lábios aos seus, somente encosto.

– Eu estava com tanto medo de perder você. — murmuro, enquanto acariciava seu rosto.

Ela sorri, enquanto se sentava em meu colo e segurava meu rosto entre as mãos.

– A morte vai precisar de ideias novas de como me matar, pois vai ser difícil me tirar de você. — diz me beijando.

– Sua boba, não diga uma coisa dessas! A morte não vai vir te buscar porcaria nenhuma, você vai viver muito tempo ainda e vai se casar, ter filhos e só vai morrer quando estiver bem velhinha, e vai ser natural, você não vai sentir dor alguma. — digo, acariciando seu rosto.

Ela sorri, e me beija.

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POV Marlenne McKinnon

(Avanged Sevenfold — Nightmare)



– Lenne, você ainda quer fazer isso? — pergunta Sirius, segurando meu rosto com as duas mãos.

– Mas é claro, Sirius! Por que desistiria agora, depois de Lily sofrer tudo isso? Não, eu vou continuar. — respondo.

Ele me beija.

– Vai. Mas, não morre, okay? — diz.

Ri, enquanto revirava os olhos.

– Cala a boca, Sirius, eu não vou morrer! Quem é que iria morrer em uma transformação para animago? — pergunto rindo.

– Muitas pessoas já morreram. — responde sério.

Paro de rir e fico séria também.

– Eu não vou morrer. Prometo. — digo, lhe beijando.

Ele sorri e vai se sentar com os marotos nos pufes.

– Quem é a próxima? — pergunta Remus.

Suspiro. É agora, Marlenne, mostre o quão forte você é.

– Eu! — exclamo, indo até o Remus.

– Okay, Lenne, você já sabe como funciona. — diz Remus colocando as correntes em mim.

– Puta que pariu! Que coisa pesada! — exclamo ao sentir o peso delas.

Ele ri.

– É, é realmente pesado. Preparada? — pergunta.

Suspiro.

– Sim. — respondo.

Ele suspira.

– Animagus Transformation. — diz Remus apontando a varinha diretamente para mim.

No primeiro momento eu não sinto nada, mas, quando penso em sorrir e dizer que não havia feito efeito, uma dor desgraçada se apodera de mim e meus joelhos cedem, fazendo eu cair sentada no chão. Fecho meus olhos com força, ao mesmo tempo que sou forçada a me deitar no chão, enquanto meus músculos protestavam devido a imensa dor. Meu corpo já estava sem forças e parecia que eu não obtinha ossos, mas, meu joelho dá um estralo e se força para trás e depois para frente. Solto um grito de surpresa e coloco a mão sobre o joelho que está totalmente arqueado. Rolo no chão e imediatamente me arrependo, no mesmo momento que faço o movimento, minhas costas começam a doer e do nada se partem. Não consigo conter meus gritos, que já tomavam conta da sala.

Fico atirada no chão, com medo de me mexer e a dor piorar, mas, eu não precisei mover um músculo para que meus pés dobrassem e os dedos dos mesmos se partissem. Dou um grito e imediatamente me levanto e coloco as mãos sobre meus pés, que estão totalmente torcidos para trás. Me arrependo na hora de ter feito o movimento. Meus ombros se voltam para trás e meus cotovelos para frente. Em uma tentativa falha de parar a dor, levo minhas mãos aos ombros, o que só aumentou a dor nos cotovelos.

Tento ficar de joelhos, mas, meu corpo já estava totalmente partido. Mais um estralo e sinto minhas mãos se torcerem e meus dedos encurtarem.

– AAAAH! — grito mais alto ainda quando meu queixo se quebra em um estalo.

Levo o que sobrou de minhas mãos ao queixo e tento ao máximo fazê-lo parar de doer, mas não obtive muito sucesso. Sinto meus dentes rangerem e coloco os dedos dentro da boca, vendo que os dentes duplicaram de tamanho, principalmente os caninos.

Olho desesperada para Sirius, que está me olhando com os olhos vermelhos e uma expressão de dor. Fecho os olhos com força quando eles começam a doer pra caralho.

Minha cabeça está doendo muito, como se alguém estivesse batendo com um martelo dentro dela e minha visão começa a ficar turva. No momento em que penso que vou desmaiar, a dor para.

Olho para os lados e vejo que tudo está um pouco maior. Olho para meus amigos, que estão olhando sorrindo para mim e estão vindo até mim.

Sorrio, mas tenho quase certeza de que é mais uma amostração de dentes. Eles começam a rir, enquanto acariciavam minhas orelhas e imediatamente fecho os olhos. Não imaginava que isso era tão bom.

– Parabéns minha linda, você conseguiu! — diz Sirius, segurando minha cabeça, e se agachando na minha frente.

Sorrio para ele, ou melhor, mostro os dentes amigavelmente para ele, que sorri de volta.

– Só não te beijo porque você está com bafo de cachorro e também porque é nojento. — diz rindo.

– Cala a boca, Sirius! — falo, ou melhor lato. Tenho certeza que eles não entenderam nada do que eu quis dizer.

Eles riem mais e tornam a acariciar minha cabeça e minhas orelhas.

– Ok, Lenne, hora de voltar. — diz Remus sorrindo.

Volto a mostrar os dentes amigavelmente e balanço a cabeça, assentindo. Ele aponta a varinha em minha direção e uma luz emana dela. Mais uma vez a dor toma conta de meu corpo e volto a minha forma humana novamente.

Sirius vem imediatamente até mim e me pega nos braços, antes que eu caia de cara no chão.

– Você foi ótima, Lene. Vem, você precisa descansar. — diz me pegando no colo.

– Não adianta se fingir de bonzinho, você ainda me paga por ter dito que eu estava com bafo de cadela. — digo sorrindo fracamente, enquanto envolvia meus braços por volta de seu pescoço e encostava minha cabeça em seu peito.

Ele ri.

– Só falei a verdade. — diz rindo.

Notas finais
Gostaram?! Espero que sim! Quero reviews, em?! Ah, e se quiserem recomendar a fanfic, eu ficaria muito feliz! Pois como eu disse no capítulo anterior, quero chegar na meta de 20 recomendações pelo menos até no final da fanfic! Até o próximo! Kisses =3