Notas iniciais
Galera, eu sei que os cap's novos só saem a meia noite, mas eu preciso postar esse. Ah, talvez eu faça uma pequena sequência de cap's novos hoje, por ter ficado mais de uma semana sem postar. Então, espero que gostem!

''As palavras pouco valem se não são acompanhadas de ações.'' (Sucker Punch)

~*~*~*~

~*~*~*~

POV James Potter

A Lily acordou. Graças a Merlin! Depois que ela recebeu alta, levamos ela pro salão comunal da Grifinória. Ele estava deserto, o que era ótimo, se não eles iriam encher ela de perguntas. Subimos pro dormitório dos meninos e colocamos ela na cama.

– Eu estou com fome. — murmura ela.

Almofadinhas assente e sai do dormitório.

– Vai ficar tudo bem, meu lírio. — falo.

– James... Sei que está preocupado... Mas não sou seu lírio... — murmura.

Sorrio de canto. Mas vai ser... Vai ser...

– Onde o Six foi? — pergunta.

– Pegar comida. — respondo.

– Ah. — murmura.

Ela tenta se levantar mas eu não deixo.

– Ei. — diz.

– Você acabou de sair da enfermaria, tem que descansar. — falo.

– Mas eu já estou descansada e quero tomar um banho.

Reviro os olhos.

– Tudo bem, mas eu vou ficar dentro do banheiro com você. — falo.

Ela arregala os olhos.

– Não! Não se prevaleça, James Potter. — diz.

Fico confuso.

– Me prevalecer? Eu só estou cuidando para que você não caia no banheiro. — falo.

– Sei... — murmura.

– Lily, agora, eu só me preocupo em cuidar de você. — falo olhando em seus olhos verdes.

– E eu te agradeço por isso, mas não precisa me olhar tomando banho. — diz.

Reviro os olhos.

– Tudo bem, mas se você cair... — murmuro.

Ela da uma risadinha e se levanta rapidamente.

– Ei ei, cuidado. — falo apavorado.

– Eu não sou uma criança, James. — fala revirando os olhos.

– Eu sei, mas não precisa se levantar correndo. — falo.

Ela ri e pega uma camisola, meias peludas e um conjunto de calcinha e sutiã preto rendado.

– Lindo conjunto... — murmuro.

Ela revira os olhos.

– Está vendo porque eu não deixo você me cuidar no banheiro?!- diz.

– Tá, vai logo, o Almofadinhas já vai voltar com a comida. — mando.

Ela assente e entra no banheiro. Logo Almofadinhas vêm com uma bandeja cheia de comida. Bolinhos, suco de abóbora, batatas-fritas, chocolates, frutas, doces, entre outras coisas.

– Ué, onde está a Gengibre? — pergunta Almofadinhas largando a bandeja na cômoda.

– Tomando banho. — respondo.

– E você deixou ela sozinha? — pergunta preocupado.

– Ela não deixou eu ficar lá com ela. — respondo.

– Óbvio que ela não deixaria. — diz Almofadinhas revirando os olhos.

Ele se senta ao meu lado na cama.

– Em pensar que a culpa é minha. — murmura.

– Sua? Na verdade, a culpa é toda minha. — falo desapontado.

– Porque? — pergunta Almofadinhas.

– Por que se eu não estivesse toda hora atrás dela, mostrando pra todo mundo o quanto ela é importante pra mim, os comensais não teriam sequestrado ela. — respondo.

– Nós nunca iriamos pensar que isso iria acontecer, então a culpa não é de ninguém. — fala.

Assinto com a cabeça abaixada.

– Agora vamos ficar sempre perto dela, para que não aconteça mais nada. — murmura.

– Eu não sei se vou continuar perto dela. — murmuro tristemente.

Almofadinhas me olha surpreso.

– Porque? — pergunta.

– Tenho medo que algo mais aconteça com ela por culpa minha. — respondo.

– Não foi culpa sua. — diz Almofadinhas.

– Claro que foi, eles a sequestraram porque eles sabem o quanto ela é importante pra mim e sabiam que eu faria qualquer coisa para mante-la segura, eles queriam que eu me juntasse a eles. — falo.

– Mas você nunca iria se juntar. — diz.

Abaixo a cabeça.

– Nunca... Mas naquela noite... Com aquele idiota ameaçando matar a Lily... Eu... Eu faria qualquer coisa para mante-la a salvo... — murmuro.

Ouvimos o barulho da porta do banheiro. Olho em direção ao banheiro e vejo a Lily parada nos olhando.

– O que houve? — pergunto.

Os olhos dela viram pra cima e ela cai no chão. Eu e Almofadinhas nos levantamos correndo.

– Lily! — chamo sacudindo seu braço.

– Lily! — chama Almofadinhas sacudindo o outro braço.

– Ai meu Merlin! Lily! — exclamo apavorado.

Quando vou pega-la no colo para leva-la a enfermaria, ela acorda.

– James ... — murmura ainda tonta.

– Lily! O que aconteceu? — pergunto preocupado.

– Eu... Eu não sei... — murmura.

– Temos que te levar pra enfermaria! — falo.

– Não! Eu não quero! — exclama.

– Porque? — pergunto.

– Eu... Eu não gosto de ir á enfermaria. — responde.

Semicerro os olhos olhando pra ela.

– Mas você desmaiou... — murmuro.

– Mas eu já estou bem. — diz.

Paro de segura-la e ela quase cai no chão.

– Está vendo! — exclamo segurando ela de novo.

– Não foi nada... — murmura, se segurando em mim.

– Sei, não foi nada... Lilian você está mal! Precisa ir pra enfermaria agora! — exclamo indignado.

– Eu não estou mal James... — murmura.

– Então pode me explicar o porque de ter desmaiado? — pergunto.

– Eu... — começa.

– O porque de não conseguir ficar em pé sozinha? — interrompo.

– Eu não sei! Eu não sei! — exclama indignada.

– Pois então! Você tem que ir pra enfermaria agora! — exclamo.

– Eu não quero James! — exclama furiosa.

– James ... Se ela não quer... Não força a barra... — murmura Almofadinhas.

– E deixar ela desmaiar de novo? Nunca! — falo indignado.

Lily tenta protestar mais a pego no colo e saio do dormitório.

– James Potter! Me põe no chão! Agora! — manda.

– Não. — falo.

Saio do salão comunal e vou em direção a enfermaria.

– Mais que droga, James! — diz tentando me empurrar, mas logo desiste amaciando os próprios pulsos.

– Não adianta ficar brava, eu vou te levar pra enfermaria e ponto final. — falo.

– Nojento. — diz revirando os olhos.

– Já me chamou de coisas piores. — comento dando de ombros.

Ela da uma risadinha fraca e encosta a cabeça em meu peito.

– Por que está fazendo isso? — pergunta baixo.

– Isso o quê? — pergunto prestando atenção nas escadas.

– Isso, cuidando de mim, se preocupando. — responde.

Paro de caminhar e olho pra ela. Seus grandes olhos verdes não estão tão brilhantes como sempre foram, mostrando o quanto está fraca.

– Porque eu te amo. — respondo.

Ela fica me olhando, sem reação. Mas logo volta a olhar pro meu peito.

– É isso que você diz para as vadias que você sai? — pergunta sem olhar pra mim.

– O quê? Eu nunca falei isso pra ninguém, Lilian. Só pra você. — respondo sinceramente.

– É, sei... — murmura.

Levanto seu queixo fazendo com que ela olhe pra mim.

– Eu te amo, Lilian. — falo olhando em seus olhos.

Ela retira minha mão de seu queixo e torna a olhar pra baixo.

– Vamos logo para a enfermaria, estou passando mal. — fala ainda sem me olhar.

Assenti e segui em direção a enfermaria.

Quando chegamos lá, largo Lily em uma maca e chamo a madame Pomfrey.

– O que houve, queridos? — pergunta.

– Ela desmaiou. — respondo.

– Desmaiou? — pergunta madame Pomfrey preocupada.

Assenti começando a ficar desesperado pela expressão de preocupação dela.

– Mas... Os únicos sintomas seriam enjoos, dores de cabeça, sono, cansaço, preocupação, tensão, medos exagerados, pavor, falta de controle sobre os pensamentos e preocupações exageradas, mas nada de desmaios. — diz.

Únicos? Sério mesmo? Mas que droga de lista é essa? Que sintomas são esses? E porque ela sentiria todos esses sintomas?

Fico parado encarando a Lily e a Madame Pomfrey, sem reação alguma. Totalmente em choque.

Notas finais
Gostaram? Mereço reviews?