Notas iniciais
Ta aí o capitulo galera! Ele ficou um pouco grande hehe Espero que gostem!

''Não existe triunfo sem perda, não há vitória sem sofrimento, não há liberdade sem sacrifício.'' (Senhor dos Anéis — O Retorno do Rei)

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POV James Potter

Eu, Padfoot, Moony e Wormtail, ficamos procurando o Frank e a Alice na estufa 1 em quanto a Lily foi procurar na 2.

– Ah, ali estão eles. — diz Padfoot.

Olho na direção em que o Padfoot aponta e vejo a Alice e o Frank se agarrando.

– Esses dois não tem vergonha na cara não ? — pergunto.

– Há, olha quem fala. — diz Moony.

Reviro os olhos.

– Vou chamar a Lily. — murmuro.

Eles acentem. Desço até a estufa 2, abro a porta mas não tem ninguém.

– Mas... — murmuro.

Entro na estufa e procuro por tudo. Subo pra estufa 1, talvez a Lily já esteja lá.

– A Lily tá aí? — pergunto ao Moony.

– Pensei que você ia procurar ela. — responde Moony.

– Não a encontrei. — murmuro.

– De certo já está na aula. — diz Padfoot.

– É... — murmuro.

Entramos na estufa 1, todos os alunos já estão presentes, menos a Lily.

– Droga, onde ela se meteu? — pergunto.

– Ela deve estar procurando a Alice na estufa 2. — responde Padfoot.

– Já falei que ela não está lá. — falo.

– Tem certeza? Procurou por tudo? — pergunta Padfoot.

– Sim, por tudo! — respondo nervoso.

– Bom Alunos, hoje vamos aprender como cuidar das Mandrágoras. — diz a professora Sprout.

– Se ela não chegar... — murmuro.

– Sr. Potter, Sr. Black, quietos. — manda a professora.

A aula passou voando, levei umas vinte mordidas daquelas mandrágoras desgraçadas por falta de atenção. Quando a professora nos dispensou, saímos apressados a procura de Lily.

– Droga, cadê a Lily? — pergunto nervoso.

– Vamos nos separar. — manda Almofadinhas.

– Quê? Quer virar a turma do Scooby-Doo agora? — pergunto.

– Não, é pra acharmos ela mais rápido. — responde revirando os olhos.

– Certo. — murmuro.

– Está bem. Moony, você e o Wormtail vão por aquele lado. — manda Padfoot, apontando pra esquerda.

Eles assentem.

– Eu e o Prongs vamos por esse. — diz, apontando pra direita.

– Certo. — murmura Moony.

– Nos encontramos na sala comunal da Grifinória. — falo.

Eles assentem. Eu e Padfoot fomos pela direita enquanto Moony e Wormtail pela esquerda.

– Vamos primeiro procurar pelas estufas. — falo.

– Certo. — diz Padfoot.

Entramos nas estufas e nenhum sinal da Lily.

– O que estão fazendo? — alguém pergunta.

Nos viramos com esperança de que seja a Lily, mas era Lenne, Dorcas, Alice, Mary e Emmeline.

– Lily sumiu. — respondemos eu e Padfoot nervosos.

– O QUÊ? — pergunta Lenne.

– Ela estava procurando a Alice na estufa 2 e não voltou mais. — explico.

– Como assim não voltou mais? — pergunta Mary.

– Não voltou, sumiu, puf! — responde Padfoot fazendo uns sinais com as mãos.

Se eu não estivesse tão nervoso e preocupado, teria rido do Padfoot.

– E o que vocês estão fazendo aí parados? — pergunta Lenne apreensiva.

– Ahm, estamos respondendo suas perguntas. — responde Padfoot.

– Vamos! Temos que procurar a Lily! — Exclama Lenne.

– Ué, você não estava brava com ela? Dizendo que não queria ficar no mesmo lugar que ela? — pergunta Padfoot.

– Não importa, ela é minha amiga do mesmo jeito. — responde Lene.

– Tudo bem! Chega de blá, blá, blá, vamos procurar a Lily! — exclamo indignado.

– Não vão encontra-la aqui. — diz alguém.

Nos viramos e damos de cara com o Ranhoso.

– O que você quer dizer com isso, Ranhoso? — pergunto indignado, segurando a gola da camisa dele.

– Em primeiro lugar Potter: Me solte, se não a amiguinha sangue-ruim de vocês morre. — responde.

Solto ele indignado.

– Cadê a Lily? — pergunta Dorcas.

– Se acalmem... — começa Ranhoso.

– NÃO TEM SE ACALMEM! FALA LOGO ONDE ELA ESTÁ! — grita Lene.

– Os comensais, eles a levaram. — responde Ranhoso, apreensivo.

– O QUÊ? — gritamos todos.

– É bom serem rápidos. — diz Ranhoso.

– PRA ONDE A LEVARAM? — grita Lene desesperada.

O Ranhoso da uma risadinha maligna.

– Creio que os Marotos aí, sabem todos os cantos do lugar... — murmura Ranhoso.

– Seu Seboso desgra... — começa Lenne.

– AH CASA DOS GRITOS! — grito.

As garotas me olham confusas.

– Você não esquece daquele dia, não é ranhoso? — pergunto indignado.

– E como poderia esquecer? — pergunta ele sorrindo.

Semi-cerro os olhos.

– Do que estão falando? — pergunta Dorcas.

– Nada, vamos procurar a Lily. — responde Padfoot.

Corremos em direção a casa dos gritos.

– O que o Seboso queria dizer com ''sabem todos os cantos do lugar'' ? — pergunta Dorcas.

Vou responder quando vejo Moony e Wormtail vindo em nossa direção.

– Encontraram? — pergunta Moony.

– Casa dos Gritos. — respondo.

– O QUÊ? — pergunta Moony surpreso.

– Comensais da Morte. — respondo.

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POV Lilian Evans

Minha visão está embaçada, escuto vozes.

– Tem certeza que ele virá atrás dela? — pergunta alguém.

– Certeza absoluta. O Potter morre de amores por essa sangue-ruim. — alguém responde.

Potter? James Potter? Essa não... O que eles querem com ele? Minha visão volta ao normal, vejo dois homens grandes vestidos de preto. Comensais da morte?

– Ah, vejo que acordou. — diz um deles vindo em minha direção.

Tento ficar em pé, mas em vão. Minhas pernas estão bambas, meus braços amortecidos e minha cabeça parece que vai explodir.

– Logo o Potter vai estar aqui, se ele te amar de verdade, se juntará a nós e você estará livre, mas caso não, se prepare para uma morte lenta e dolorosa. — diz o outro.

Se juntar? Ser comensal da Morte? Ele nunca faria isso! E eu nunca deixaria! Não por minha culpa!

– Mas enquanto ele não chega, vamos nos divertir um pouco... — diz um deles.

Ele estica a varinha em minha direção.

– Crucio! — diz.

Uma dor horrível se apodera de todo o meu corpo. Começo a gritar.

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POV James Potter

Chegamos perto do Salgueiro Lutador.

– Wormtail! Já sabe o que fazer. — mando.

Ele assente, se transforma em rato e corre até a árvore. Logo o salgueiro lutador para de se debater. Escuto gritos vindo de dentro.

– VAMOS! — grito.

Corremos e entramos dentro do buraco que dá dentro da casa dos gritos. Subo as escadas correndo, sem me importar se chamaria atenção ou não. Entro dentro do quarto onde ficávamos na nossa forma animaga nas luas cheias com Moony, o mesmo quarto de onde vem os gritos.

– Lily! — exclamo.

Ela esta caída ao chão, se debatendo, sob a maldição cruciatus. Tem dois comensais da morte no quarto.

– Expelliarmus! — berro apontando a varinha para o que está conjurando o feitiço.

A varinha dele voa para a minha mão.

– Ah! Chegou quem esperávamos! — diz o que perdeu a varinha.

Se não me engano o nome dele é Travers. E o outro é Nott.

– Oh, olhem só o que encontramos aqui! — exclama Travers.

– Vejam só, é uma McKinnon! — exclama Nott.

Olho pra Lenne que está com os olhos arregalados.

– Como anda a sua familia Marlenne? Andou falando com eles ultimamente? — pergunta Travers.

– O.. O que quer dizer com isso? — pergunta Lenne apreensiva.

– Bem, digamos que você não voltará pra casa nessas férias. — responde Travers e em seguida da uma risada maligna.

– O QUE VOCÊS FIZERAM? — grita Lenne.

Pego ela segundos antes de ela pular por cima dos comensais. Lágrimas começam a escorrer por seu rosto.

– O que vocês fizeram com a minha família? — pergunta soluçando logo depois.

– Oh, já não está na cara? Matamos todos eles. — responde Nott sorrindo.

– NÃO! NÃO MINHA FAMILIA! NÃO! — começa a gritar Lenne.

– Padfoot! Tire Lenne daqui! Agora! — mando.

Ele assentiu e pegou Lenne no colo.

– Vamos. — diz.

– Não... Minha família! — diz Lenne soluçando.

– Vamos sair daqui, Lenne. — diz Padfoot, carregando ela pra fora do quarto.

– Hum, eu adoro cinema! — diz Travers sentado em uma cadeira velha.

– SEU DESGRAÇADO! — grito.

– Vamos nos acalmar. Todos! — manda Nott.

– Nos acalmar? NOS ACALMAR? — pergunto irritado.

– Sim, temos uma proposta a você. — responde.

– Moony! Pegue a Lily e tire ela daqui! — mando.

Moony vai ao alcanço de Lily que ainda está caída ao chão, desacordada. Mas Travers se levanta e pega ela rapidamente ameaçando cortar seu pescoço com uma adaga.

– Vamos... Ao modo trouxa então! Um passo e eu corto a garganta dela! — diz Travers.

Fico com dificuldade de respirar, só de pensar em perdê-la.

– O que você quer? — pergunto nervoso.

Travis ri.

– Junte-se a nós! E nada acontecerá com a sangue-ruim, caso contrário, ela não acordará para ver a luz do dia! — diz.

– E como vou saber que está falando a verdade? — pergunto.

– É só aceitar e entregar a varinha que eu soltarei ela. — responde.

Olho pra Lily, ela ainda está desacordada. Me viro para meus amigos, suspirando.

– Se esse é o único jeito... — murmuro.

– QUÊ? NÃO! JAMES, VOCÊ NÃO PODE! — grita Dorcas.

– VOCÊS QUEREM SALVAR A VIDA DA LILY OU NÃO? -pergunto irritado.

– Eu vou chamar o Sirius. — diz Alice e sai do quarto.

– De nada vai adiantar chamar seu amiguinho! — diz Nott.

– Vocês não tem outro acordo? — pergunta Moony.

Não sei como ele consegue ficar calmo nesse tipo de situação.

Os dois começam a rir.

– Outro acordo? Já fizemos acordos demais! A ordem era trazê-lo a força, Potter! E matar qualquer sangue-ruim que ousar se meter! — responde Nott.

– Mas, achamos que essa belezura aqui, mereça viver um pouco mais... — murmura Travis dando um beijo no pescoço da Lily.

– NÃO TOQUE NELA! — mando.

Ele ri escandalosamente.

– Quem faz as regras aqui sou... — começa.

Uma luz forte adentra o quarto, fazendo com que eu não consiga enxergar nada. Alguém me puxa.

– Venha Sr.Potter. — alguém diz.

Já fora do quarto, consigo ver quem me tirou de lá: Professora Minerva.

– Tia Minny? — pergunto confuso.

– Sim. — diz.

– Como... Como sabia que estávamos aqui? — pergunto.

– Alice. — responde.

Ah.

– A Lily! — exclamo tentando entrar no quarto novamente, mas tia Minny me puxa.

– O Professor Dumbledore vai tira-la de lá. — diz.

– O tio Dumby? — pergunto confuso.

– Sim, achou que eu não iria avisa-lo? Com comensais da morte a solta? Pegando os alunos? — pergunta.

– Ahm, certo. — murmuro.

– Agora, vamos para a enfermaria. — diz.

– Mas não estou machucado. — falo.

– Vamos. — manda.

– E a Lily? — pergunto preocupado.

– O professor Dumbledore vai ajudar ela. — diz Tia Minny.

Assinto.

Quando chegamos na enfermaria, Madame Pomfrey me coloca em uma maca.

– Agora, Sr.Potter, me fale o por quê de eles terem sequestrado a Srtª. Evans. — pede Tia Minny.

– Eles queriam que eu me juntasse a eles, sabiam que eu faria qualquer coisa pra salvar a Lily. — respondo.

– Ah! Então o senhor já deve saber que está colocando a vida da Srtª. Evans em perigo, não sabe? — pergunta.

– Sei. — murmuro.

– Bem, pense nisso. Vou deixa-lo descansar. — diz.

Assenti. Tia Minny sai da enfermaria. Madame Pomfrey me alcança um copo com um líquido vermelho.

– Tome, é para dormir. — diz.

Tomo todo o conteúdo, até que tem um gosto bom.

– O que é isso? — pergunto.

– Sangue de Briba. — responde.

Cuspo tudo.

– Ei! Se acalme, tome um pouco de suco de abóbora. — manda.

Ela me alcança um copo com o suco e eu tomo.

– Deite, logo você vai dormir. — diz.

Me deito meio a contragosto. Logo minhas pálpebras começam a ficar pesadas e meus olhos começam a fechar...

Notas finais
Gostaram?? Onde Lene e Sirius foram? A Lily esta bem? E o que aconteceu com os comensais? Só no próximo cap! hehe Mereço Reviews?