No Tempo Dos Marotos

49 Férias na Mansão Potter Part.5 - My Hero


Notas iniciais
Cap novo! Espero que gostem! Mil desculpas pela demora.Queria agradecer a Luisa Machado pela linda recomendação! Valeu baby, me emocionei aqui! Até lá em baixo :3

''Amor da minha vida, te quero até a eternidade. Nossos destinos foram traçados na maternidade.''

Cazuza

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POV James Potter

(Rage Against The Machine — Bulls On Parede)

Chegando em Hogsmeade, eu e os garotos fomos para o Três Vassouras enquanto as meninas foram comprar seus vestidos.

Logo que entramos, eu vejo o Diggory sentado em uma das mesas com uma garota. Ele olha para mim e se levanta. Almofadinhas, Aluado, Rabicho e Frank vão até o caixa pedir as bebidas enquanto eu caminho até o Diggory, que está vindo em minha direção.

– Potter. – diz Amos parando na minha frente.

– Diggory. – digo.

– Não devia estar na sua casa? – pergunta arqueando a sobrancelha.

– E o que te interessa? – pergunto.

– Muito pelo contrário, você não me interessa, eu quero saber aonde está a vadiadinha da Evans. – responde Diggory.

– Cala essa boca. – mando.

– Quer levar outra surra, Potter? — pergunta Diggory irritado.

– Que eu saiba quem levou a surra foi você. – respondo arqueando a sobrancelha.

– Cala a boca! – manda Diggory.

– Quer levar outra surra, Diggory? – pergunto rindo.

– Não se meta comigo, quatro olhos. – responde Diggory.

– Vai se foder! – esbravejo.

– Só se for com a Evans! – diz o Diggory rindo.

– Ah! Cala a boca! – mando lhe dando um soco na cara.

Ele cambaleia pra trás e volta a olhar para mim.

– Não devia ter feito isso, Potter. – diz Diggory vindo pra cima de mim.

– BRIGA! BRIGA! BRIGA! – começaram a gritar as pessoas ao redor.

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POV Lilian Evans

(Radio Song — Superbus)

Entramos na loja de vestidos e somos atendidas por uma senhora de meia idade.

– Olá queridas, o que desejam? – pergunta.

– Vestidos para festas noturnas. – responde Lenne.

– Ah, por aqui. – diz a vendedora.

Ela caminha até uma parte da loja e nos mostra uma parte onde só tem vestidos para festas noturnas.

– Se precisarem de alguma coisa, é só me chamar. – diz a vendedora.

Assentimos. A vendedora se distancia.

– Olha que lindo esse vestido! – exclama Dorcas nos mostrando um vestido rosa choque.

– Lindo! – exclama Lenne e Alice.

– Eu achei muito chamativo. – murmuro.

– Lily, você precisa ficar super sexy essa noite. – diz Lenne.

– Por que? – pergunto.

– Ué, o Amus vai estar na festa! – responde Lenne.

Meu queixo cai.

– Não acredito que você convidou ele, Marlenne! Depois do que ele me fez! – exclamo irritada.

– Eu convidei ele para você mostrar que é forte e que não se abalou com aquilo! – exclama Lenne.

– Pois acontece que eu me abalei! – falo irritada.

– Então finja que não! – exclama Lenne.

– Como é que... – começo a retrucar.

– CHEGA! – grita Dorcas.

– Ai! – exclamo colocando as mãos nos ouvidos.

– Porra, parem de brigar! – esbraveja Dorcas.

– Tá... Desculpe. – murmuro.

Voltamos a olhar os vestidos. Depois de provar vários vestidos, cada uma escolheu um vestido perfeito para a festa. Fomos até o caixa.

– Ei. – chamo o garoto do caixa.

Ele vira para nós e eu me engasgo. As garotas começam a bater nas minhas costas.

– Severus?! – exclamo surpresa.

– Olá, Lily. – cumprimenta Severus.

– O que está fazendo aqui? – pergunto confusa.

– Peguei um emprego de meio-período aqui. – responde dando de ombros.

– Ah, Sei... – murmuro.

– Okay, chega de papo! Não podemos demorar! – exclama Lenne impaciente.

Depois de pagar, as garotas saem da loja.

– Ahm... Tchau. – murmuro saindo da loja.

– Tchau! – exclama Severus.

Eu, em... Que coisa estranha ele estar trabalhando aqui...

– LILY! LENNE! – chama Dorcas na frente do Três vassouras.

Eu e Lenne corremos até lá e entramos no Três Vassouras. Estava havendo uma briga.

– Oh, Merlin! Alguém pare esses garotos! – resmunga Madame Rosmerta.

Me espremo por entre o bolo de gente que tinha em volta dos garotos que estavam brigando. Arregalo os olhos ao notar que era o James e o Amus. Rapidamente me ponho no meio deles, empurrando eles para longe um do outro.

– CHEGA! – grito

James está com o olho roxo e os lábios machucados no canto direito e Amus está com o lado esquerdo do rosto inchado e algumas hematomas nos braços e no rosto.

Eles ficam se encarando com fúria evidente em seus olhos.

– O que está acontecendo aqui? — pergunto indignada.

Eles não me respondem, continuam se encarando.

– Pois bem... James Potter! Vamos embora! — mando puxando James pelo braço.

Todos saímos do pub, com um certo esforço devo admitir, pois a cada provocação que o Amus dizia para James, o mesmo queria arrancar as tripas de Amus.

– O que aconteceu lá dentro James Potter? — pergunto irritada.

Ele fica me encarando por um tempo em silêncio.

– O Amus estava me provocando. — responde por fim.

Reviro os olhos.

– Oras, é óbvio que ele estava te provocando! Quero saber o que ele estava falando! — exclamo.

– Não é nada demais, vamos embora. — diz James me puxando.

– Não! Me conte James! Não tem essa de não foi nada, se não fosse nada vocês não estariam tentando se matar! — exclamo indignada.

– O AMUS TE CHAMOU DE VADIA, OKAY? SATISFEITA? — grita James irritado.

Arregalo os olhos.

– Eu... Ahm... — murmuro.

– Vamos embora. — diz James tentando se acalmar.

– Tudo bem... — murmuro ainda surpresa.

Eu? Vadia? EU? Ele que quase me estuprou e eu que sou vadia? Francamente!

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(Sterling Knight — Hero)

Chegamos na mansão de James e cada um foi para o seu quarto. Devido a esse acontecimento (leia-se briga entre James e Amus), decidimos adiar a festa para amanhã a noite.

– Não precisava ter brigado. — murmuro me sentando ao lado de James no sofá da sala.

– Acredite, eu precisava sim. — diz James sem expressão nenhuma.

– Não por mim. — murmuro.

– Óbvio que por você e eu já estava louco pra quebrar a cara do Diggory. — reclama James.

Ri.

– Deixa eu cuidar desses ferimentos. — falo.

James assente sorrindo de lado ao mesmo tempo que fazia uma careta de dor.

Me levanto e vou até o banheiro e pego a caixa de primeiros socorros e vou ao frigobar e pego uma bolsa de gelo. Me sento ao lado de James e começo a fazer os curativos. Encosto com cuidado a bolsa de gelo no olho direito de James e o mesmo faz uma careta de dor.

– Me desculpe. — peço.

– Não foi nada. — diz.

Limpo com cuidado o machucado no canto da boca de James e volto a colocar o gelo em seu olho.

– Por que essa cara? — pergunto.

– Que cara? — ele pergunta.

– Essa carinha de bobo. — respondo rindo.

Ele ri.

– Eu fico assim quando estou perto de você. — responde.

Ri.

– Percebe-se. — murmuro.

Ele ri e logo depois faz outra careta de dor.

– Oh, maneia no riso aí. — brinco.

Ele dá uma risadinha fraca.

– Acho que deu. — murmuro tirando o gelo do olho de James.

Observo seu rosto para ver se não tinha mais nenhum machucado.

– Fique com o gelo sobre o olho, okay? Assim ele fica melhor mais rápido e assim você não sente tanta dor. — falo.

Ele assente. Guardo as coisas dentro da caixa de primeiros socorros.

– Obrigado. — diz James.

Olho para ele que está sorrindo de canto. Sorrio também.

– Não me agradeça, era o mínimo que eu podia fazer depois de você ter me defendido, não só essa vez, como naquele dia, na torre de astronomia. — falo.

Ele faz uma cara de bravo, como se não suportasse lembrar dos acontecimentos passados. Sorrio com sua expressão.

– Meu herói. — brinco.

Ele sorri. Me inclino e lhe dou um selinho. Ele fica me olhando com cara de bobo e logo depois dá aquele sorriso torto que sempre me deixou nas nuvens. Sorrio de volta e me levanto com a caixa de primeiros socorros nas mãos.

– Cuida desse olho, okay? — falo.

Ele assente ainda com cara de bobo e com aquele sorriso torto.

– Boa noite. — falo.

– Boa noite. — ele diz.

Vou até o banheiro e largo a caixa de primeiros socorros e subo pro meu quarto sorrindo feito idiota.

Notas finais
Gostaram? Mereço reviews? Notaram que tem sinopse nova? Se puderem, vejam a tradução da música: Sterling Knight - Hero. Mil beijos e até o próximo! =)