No Tempo Dos Marotos
58 Detenção
Notas iniciais

''Relax. It's just sex.''
Autor Desconhecido
~*~*~*~
~*~*~*~
~*~*~*~
POV Marlenne McKinnon
(Kings Of Leon — Sex On Fire)
Depois de um dia entediante de aula, aqui estou eu indo para a sala de troféus para começar a detenção. Chegando lá, vejo Sirius encostado na parede olhando para mim com um sorriso safado. Sorrio meigamente — leia-se: cinicamente — para o ser que se acha um tremendo gostoso. Okay, cá entre nós, ele é um tremendo gostoso mesmo. Continuando… Sirius continua me olhando com aquele sorriso pervertido, enquanto eu tento, com todas as minhas forças, não olhar pra ele e agarrá-lo. Ao seu lado, está Filch, falando sobre como nós somos repugnantes e que se fosse ele nós já estaríamos tão longe de Hogwarts que nem o fofo com as suas narinas enormes sentiria o nosso cheiro. (Mas o quê?)
– Okay, Filch, nós já entendemos que você odeia o seu cargo, agora pode por favor calar a boca e abrir essa sala para nós podermos limpar esses troféus imundos e assim acabar a porcaria da detenção mais rápido? — pergunto sorrindo docemente.
Ele me olha franzindo os lábios enojado, como se eu fosse a coisa mais repugnante da terra e só de estar na minha presença já seja um tremendo de um esforço. Ele se vira de costas para mim e abre a porta da sala de troféus e em seguida dá um passo para o lado. Sorrio cinicamente para ele e entro dentro da sala de troféus seguida por Sirius.
– Espero que morram asfixiados com a poeira. — diz Filch sorrindo maldosamente para nós.
Ele fecha a porta nos trancando lá dentro.
– Legal, agora estou presa aqui dentro com um monte de troféus sujos e um ser que com toda a certeza não vai fazer nada para me ajudar a limpar! — exclamo pegando um dos panos no chão e começando a limpar os troféus.
– Quem disse que eu não vou ajudar? — pergunta Sirius pegando o outro paninho e me ajudando a limpar.
Suspiro.
– É bom mesmo. — murmuro.
Ele ri.
~*~*~*~
Depois de horas, finalmente conseguimos limpar todos aqueles troféus.
– Ufa! — suspiro me sentando no chão.
Sirius se senta do meu lado com um sorriso malicioso. Olho para ele desconfiada.
– O que você está tramando? — pergunto.
Ele alarga mais o sorriso. Arregalo os olhos ao entender o que ele queria.
– Não. — falo.
– Por que? Ainda temos meia hora. — diz.
– Sirius, ele pode abrir aquela porta á qualquer momento. — falo.
– E daí? Se por acaso ele abrir, nós escutaremos o barulho, daí é só se esconder atrás dos troféus.
– Não, não e não. — falo me levantando.
– Por que não? — ele pergunta se levantando também.
Abro a boca para responder, mas percebo que não tenho nenhuma resposta a dar.
– Viu? Você ficou sem resposta. Isso quer dizer que você quer.- diz sorrindo malicioso.
– Okay, eu quero. — admito.
Ele ri roucamente, enquanto colocava suas mãos em volta da minha cintura.
– Mas vai ter que ser rápido. — falo.
Ele sorri largamente.
– Nada que eu não possa fazer. — diz me virando de costas para ele.
Sério, não acredito que vou fazer isso. O que eu não faço por esse cachorro, em?!
– Ainda bem que você está de saia, Lenne. — sussurra no meu ouvido.
Fico totalmente arrepiada.
– Anda logo, Sirius Black. — mando.
Ele ri.
– Apressadinha, uh? — brinca.
Reviro os olhos. Escuto o barulho do feixo da calça dele se abrindo. Minha respiração está curta. Ele levanta a minha saia.
– Pronta? — sussurra no meu ouvido.
Engulo em seco, assentindo.
– Vai ser por trás. — sussurra no meu ouvido.
Assinto. Ele levanta a minha saia e desce minha calcinha e em seguida me penetra. Suas estocadas são rápidas. Me apoio na mesa. Logo sinto o orgasmo vindo.
– Goze comigo, Lenne. — sussurra no meu ouvido.
Suas palavras são a minha perdição. Logo gozamos juntos, chamando um o nome do outro. Ele sai de dentro de mim e nos deitamos no chão, ofegantes. Subo minha calcinha e arrumo minha saia. Sirius arruma suas calças e vejo que está com um sorriso pervertido.
– Conseguiu o que queria, uh? — pergunto rindo.
– Eu sei que você também queria. — responde.
– Okay, eu também queria. — falo.
Ele ri. A porta se abre, e o Filch entra na sala.
– A detenção acabou, podem ir. — diz mal-humorado.
Assentimos e saímos da sala.
– Uh, imagina se nós… — murmuro.
Sirius ri.
– Prefiro não imaginar. — diz
Ri.
– LENNE! SIRIUS! AINDA BEM! — grita James vindo correndo que nem retardado até nós.
– O que foi? — perguntamos eu e Sirius divertidos.
– Treino, agora! — diz James.
– Ah! Conseguiu um tempo? — pergunto feliz.
– Sim, afinal, o jogo é amanhã. — responde James.
– Okay, vamos logo. — falo.
Corremos até o campo de quadribol. Chegando lá, todos os jogadores do time estavam nos esperando.
– Okay, todo mundo aqui! — chama James.
Todos se reúnem ao redor de James.
– Vocês já sabem o que tem que fazer, não sabem? — pergunta James.
Todos assentem.
– O jogo é amanhã, como todos já sabem, e nós vamos acabar com as cobras. — diz James.
– É! — gritam todos.
– É esse o espírito da coisa! Andem! Ar! Agora! — grita James.
Pegamos nossas vassouras e subimos. James pega a caixa com as bolas e solta os balaços e o pomo de ouro, em seguida atira a goles pro alto. Eu e Sirius nos ligamos nos balaços, enquanto as artilheiras e os artilheiros tentavam marcar gols.
Fale com o autor