Notas iniciais
Cap novo! êêê! Voltando com 16 comentários no cap anterior! êêê! Em dois dias! êêê! Enfim, espero que gostem!

''Só o que é bom dura tempo o bastante para se tornar inesquecível.''

Charlie Brown Jr.

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POV Lilian Evans

(Red Hot Chili Peppers — The Adventures Of Rain Dance Maggie)

A volta para Hogwarts foi bem tranquila, tirando a parte que o Six ainda estava com um pouco de dor, o resto foi tudo normal. Logo no primeiro dia de aula, os professores já nos tacaram milhares de temas e trabalhos. E bem, com as provas finais se aproximando, todos estão preocupados em tirar notas ótimas e claro que tem alguns que só querem alcançar o ''passável''.

Nesses últimos dias, eu e as garotas mal conseguimos falar com os marotos direito, a não ser quando nos reuníamos na biblioteca para estudar e bem, esse era um desses momentos:

– Sirius Black, você prestou atenção no que eu acabei de explicar? — pergunto irritada.

– Ahm? — pergunta Six voltando a olhar para mim.

– Merlin! — exclamo levando as mãos ao rosto. — O que é azaração, Black?

– É o nome dado á magia cuja finalidade é causar dano ao alvo. — responde Six.

– AH, pelo menos alguma coisa você sabe! — exclamo jogando as mãos no ar.

Todos começam a rir.

– O que é maldição, Sirius? — pergunto.

– É a magia que corrompe uma das três vertentes de um bruxo, que é a liberdade, o conhecimento e a vida. Se uma magia impede alguma dessas vertentes, é considerada uma maldição. — responde ele.

– Êêê! Ele sabe alguma coisa! — exclamo rindo.

– Há! É isso que vai cair na prova? — pergunta Six.

Paro de rir olhando chocada para ele.

– Você está de brincadeira com a minha cara, né? — pergunto boquiaberta.

– Ahm… Não… — ele murmura.

– É óbvio que não é isso que vai cair na prova! Só estava perguntando pra ver se você sabia pelo menos a matéria do primeiro ano! — exclamo irritada.

– Ah… Então pode por favor me perguntar sobre a matéria desse ano? — ele pergunta.

Suspiro.

– E você poderia pelo menos prestar atenção dessa vez? — pergunto folheando o livro de D.C.A.T.

– Okay… — ele murmura.

– Ahm… Descrição para a maldição Cruciatus? — pergunto.

– É uma das maldições imperdoáveis. É a maldição da tortura, causa enormes dores psicológicas e físicas, o bruxo que lançou o feitiço que escolhe quanto tempo de tortura que a maldição vai causar. Quando exposta por muito tempo, a dor pode levar a pessoa á insanidade, que pode ser permanente. — responde Six.

– Exato. — murmuro ainda olhando pro livro.

Levanto os olhos do livro e vejo James me encarando.

– Que foi? — pergunto.

– Ahm... Nada. — ele responde olhando pro lado.

Suspiro.

– Jay, me pergunte alguma coisa, okay? — peço lhe passando o livro.

Ele pega o livro de minhas mãos e começa a folheá-lo.

– Ahm… Vamos ver… O que é um dementador? — pergunta James.

– É uma criatura das trevas, considerada uma das mais repulsivas que habitam o mundo. Se alimentam da felicidade humana e, portanto, provocam depressão e desespero em qualquer um que esteja próximo a eles. Eles também são capazes de consumir a alma de uma pessoa, deixando suas vítimas em um estado vegetativo permanente e, assim, são frequentemente referidos como demônios sugadores de alma. Dementadores não são leais a ninguém exceto a quem os fornece a maior quantidade de almas possível. — respondo.

– Você explicou mais do que o livro! — exclama James olhando o livro.

Ri.

– Acontece que eu não estudo só pelo livro de D.C.A.T, eu procuro em outros livros também! — exclamo.

– Ahm… Descreva um dementador. — manda James.

Suspiro.

– Têm a forma de um humano, com aproximadamente três metros de altura, mas cobertos por capas escuras e encapuzadas que só revelam mãos e rostos cinzas e deteriorados. Eles não tem olhos, apenas um enorme buraco no lugar da boca, que é usado para sugar a alma da vítima em um processo chamado O Beijo do Dementador, que é geralmente considerado pior que a morte. — respondo.

– Você por acaso precisa estudar? — pergunta Six.

Reviro os olhos.

– Mas é claro que sim! E você também! Por tanto, pode parar de fingir que está prestando atenção e comece a estudar! — respondo.

Ele revira os olhos e começa a ler o livro, mas logo torna a fechá-lo.

– Porque eu preciso estudar para D.C.A.T? Eu já sei tudo! — exclama irritado.

– Para ser um auror você precisa estudar D.C.A.T! E isso vale para você também James! — xingo.

– Oi? — pergunta James voltando a olhar para nós.

– Vocês nem estão prestando atenção! Parem de ficar viajando na maionese e comecem a estudar! Nossas provas começam semana que vem! — exclamo irritada.

– E nós vamos saber de tudo até lá, Lilica! — exclama Six.

– Dorcas, me ajude! — exclamo.

– Não me chame de Dorcas! — xinga Dorcas.

Todos olhamos confusos para ela.

– Mas esse é o seu nome! — exclamo.

– Mas eu não gosto dele! — exclama irritada.

– Desde quando? — pergunto confusa.

– Desde que eu li em um livro que Dorcas era o nome de uma gazela! — exclama Dorcas irritada.

Todos começamos a rir, mas paramos ao ver a cara de assassina que a Dorcas estava.

– Okay... E como nós vamos te chamar? — pergunta Lenne prendendo o riso.

– Sei lá… Doe ou Dory, mas nada de Dorcas! — responde Dorcas.

– Ok… Doe, agora podemos continuar a estudar? — pergunto.

– Claro! — responde ela sorrindo.

Começo a folhear o livro atrás de uma pergunta para fazer para a Lenne.

– Ahm… Lenne. — chamo.

– Sim? — pergunta ainda olhando para o Six e rindo.

– Dá pra vocês dois pararem de brincadeira? — pergunto irritada.

– Okay... Okay, nos desculpe senhorita estressada! — exclama Six jogando os braços no ar.

Reviro os olhos.

– É parece que a Lily divertida evaporou e trouxe a Lily Nerd de volta… — murmura Lenne.

Reviro os olhos novamente.

– Ok, Marlenne! Chega de brincadeira! Me responda: Quais os feitiços que podem ser executados de forma não-verbal? — pergunto.

– Todos. — responde Lenne.

– Ótimo! Agora, James, qual a vantagem de usar feitiços não-verbais? — pergunto.

– O oponente não terá muitas chances de se defender, pois ele não irá saber qual o feitiço. — responde.

– Ótimo… — murmuro folheando o livro.

– AAAH! Chega por hoje! — diz Lenne.

– Não! Nem vem Marlenne! Você quase nem estudou! — exclamo irritada.

– Lily, nós já estamos estudando faz tempo e além disso, só temos mais alguns minutos de almoço e eu estou morrendo de fome! — exclama Six.

Reviro os olhos.

– Okay, podemos estudar mais tarde… — murmuro.

Eles abrem largos sorrisos e se levantam em um pulo, juntando suas coisas rapidamente e as colocando de qualquer jeito na mochila. Me levanto e arrumo minhas coisas.

– Deixa que eu pego. — diz James pegando minha mochila e colocando sobre seu ombro.

– Obrigada. — agradeço me espreguiçando.

Seguimos para o grande salão para almoçar. Me sento no meio de James e Lenne, que está sentada ao lado de Six, que está sentado ao lado de Remus, que está de frente pra Alice, que está sentada ao lado de Frank que está do lado da Dorcas.

– Vocês viram o Pedro por ai? — pergunta Six.

– Não… Ele anda sumido desde que chegamos em Hogwarts. — responde James.

– Provavelmente anda se pegando com a Umbridge. — diz Six rindo.

– Umbridge? — pergunto confusa.

– Dolores Umbridge, uma sonserina com cara de sapa. — responde Six.

– Hum, não conheço. — murmuro.

– E nem queira conhecer, acredite, ela é muito chata. — diz Six.

Ri. James passa sua mão em volta da minha cintura, me trazendo mais para perto dele. Lhe dou umas palmadas na mão e volto a me sentar direito. Ele ri e toma um gole do seu suco de abobora.

– Vergonha de mim? — sussurra no meu ouvido.

Me arrepio e olho para ele.

– Não, só não gosto de demonstrações em público, tenho uma imagem a zelar, ao contrário de você. E nós nem namoramos nem nada, para ficarmos nos agarrando por aí. — falo.

– Não namoramos porque você não quer. — diz dando de ombros.

– Acontece que eu preciso estudar, James. Não posso deixar nada me tirar a atenção. — falo.

– Eu tiro a sua atenção? — ele pergunta sorrindo maroto.

Sinto minhas bochechas queimarem.

– Como se você já não soubesse disso… — murmuro tomando um gole do suco de abobora.

– Óbvio que eu sei, também sei que você chama meu nome as vezes enquanto dorme. — diz.

Me engasgo com o suco e começo a tossir escandalosamente. Lenne me dá uns tapas nas costas, me fazendo conseguir respirar novamente.

– Tudo bem? — pergunta Lenne preocupada.

– Aham… — murmuro olhando para James.

Lenne volta a conversar com o Six.

– Quem disse que eu chamo o seu nome? — pergunto paraJames.

– Ninguém, eu mesmo ouvi. — responde.

– Quando? — pergunto envergonhada.

– Numa das noites que você dormiu comigo no meu quarto. — responde dando de ombros.

– Você me observava enquanto eu dormia? — pergunto envergonhada.

– As vezes… Acho fascinante. — responde dando de ombros.

– Sei… — murmuro envergonhada.

– Vamos logo pra aula! — exclama Dorcas se levantando da mesa.

– O que tem agora? — pergunta James.

– Feitiços. — respondo.

Nos encaminhamos para a aula de feitiços com o professor Flitwick. Nos sentamos nas primeiras mesas, por ordens minhas. James se senta ao meu lado. Logo o professor começa a dar a aula.

– Como todos já sabem, os encantamentos são praticamente o oposto das maldições. Sua maior parte é positiva, enquanto que as maldições possuem um fundo negativo, mau. Isso não quer dizer que feitiços sejam uma magia fraca, um feitiço bem escolhido é uma ferramenta mágica poderosa inclusive contra azarações e maldições. — explica o professor.

Depois da aula de feitiços, fomos para a aula de poções com o professor Slughorn.

– Hoje iremos fazer a poção do morto-vivo. Alguém sabe me dizer quais são os ingredientes dessa poção? — pergunta Slughorn.

Levanto a mão imediatamente.

– Sim, Lily? — pergunta Slughorn sorrindo largamente.

– Losna, raízes de valeriana, raiz de asfodelo em pó e vagem soporífera. — respondo.

– Correto. Quinze pontos para Grifinória. Agora quero que preparem a poção.- diz Slughorn sorrindo.

Começamos a preparar a poção.

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Depois que terminou a aula de poções, eu e Remus fomos para a aula de Aritmância, James, Six, Lenne e Dorcas para a de Adivinhação e Frank e Alice para a de Estudo dos Trouxas.

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(Lily Allen — Smile)

– LILIAN EVANS VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR! — grita Lenne entrando no salão comunal seguida por James, Six e Dorcas.

– O que houve? — pergunto curiosa.

James se atira do meu lado no sofá, enquanto Lenne e Six se sentam no outro junto com Alice e Frank, e Dorcas e Remus se sentam em poltronas separadas — que idiotice.

– Tivemos prova surpresa em Adivinhação hoje, dá para acreditar? — pergunta Lenne irritada.

– Ainda bem que eu não faço Adivinhação. — respondo rindo.

– Pelo menos eu não faço Aritmância e Runas Antigas. — diz Lenne.

Reviro os olhos.

– Acontece que essas matérias são importantes. Fala sério, para quê precisamos de adivinhação? — pergunto incrédula.

– Não sei, mas pelo menos a matéria não é tão chata quanto Runas Antigas e Aritmância. — diz Lenne dando de ombros.

– Alguém aqui quer ser um charlatã? — pergunto arqueando a sobrancelha.

Todos explodem em risadas.

– Até parece né, Lilica? — diz Lenne rindo.

Dou de ombros.

– Ué, vá que um de vocês comecem com essas coisas de mãe diná e tals… — murmuro.

Eles continuam rindo.

– Okay, chega de brincadeira! Vamos estudar. — falo.

– Ah… Droga… — murmura Lenne.

Ri.

– Já está tarde, Lily! Daqui a cinco minutos vai ser o jantar. — diz Six.

– E daí? Então vamos usar esses cinco minutos para estudar! — exclamo indignada.

Eles reviram os olhos e começam a abrir suas mochilas para pegar os livros.

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Depois do jantar, fomos direto pra sala comunal da grifinória e nos sentamos nas mesas para estudar.

– Chega de estudar por hoje! — exclama Lenne.

– Não. Sirius Black acorde! — mando empurrando Six que acaba por cair da cadeira.

Ele se levanta correndo e volta a se sentar na cadeira, enquanto bocejava.

– Chega de estudar, Lily. — diz Six.

– Não. — falo.

– Bom, pra mim chega! — diz Lenne se levantando e pegando sua mochila.

– Marlenne! Você precisa estudar! — falo.

– Amanhã eu estudo! — exclama subindo as escadas sendo seguida por Alice e Dorcas.

Olho pros garotos que me olham também.

– Bom, como a minha namorada foi dormir, eu também vou. — diz Frank indo em direção ao dormitório dos meninos.

– Vocês vão ficar estudando. — falo pro James e pro Six.

– Ah… Droga. — murmura Six.

– Ahm… James… Precisamos… Você sabe… — murmura Remus.

James arregala os olhos.

– Merlin! Quase esqueci! — exclama James se pondo de pé.

– O quê? O que houve? — pergunto me levantando também.

– Problemas peludos. — murmura James baixinho.

– Oh! É hoje? — pergunto.

– Sim. — murmura Remus.

– Anda, vamos logo. — diz Six se pondo de pé.

– Vou procurar o Rabicho, precisamos dele para passar pelo salgueiro. — diz Remus saindo da sala comunal.

– Quero ir junto! — exclamo.

– Não! — exclama James.

– Por que não? — pergunto emburrada.

– Porque não! É perigoso! — exclama James.

– Mas eu vou estar com vocês! — exclamo.

– Mas nós vamos estar nas nossas formas animagas. — diz James.

– Mas eu quero ajudar! — falo emburrada.

– Mas você não pode. — diz James.

Faço biquinho enquanto bato o pé. James ri.

– Desculpe, mas eu preciso de você segura, pequena. — diz James me dando um beijo na testa.

Não me aguento e sorrio de lado. Ele sorri e segue Six para fora do salão comunal. Suspiro e me sento novamente para recomeçar a estudar.

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POV James Potter

(Paramore — All I Wanted)

Depois de uma noite longa e cansativa, voltamos para o castelo e fomos com Rem até o professor Dumbledore para ele tomar sua poção. Depois disso, seguimos para a sala comunal da grifinória. Chegando lá, nos damos de cara com uma Lily cansada, dormindo em cima dos livros. Rimos. Os garotos sobem pro dormitório dos meninos enquanto eu me dirijo até a Lily, me sento ao seu lado e começo a cutuca-la de leve. Logo ela acorda e olha pro lados apavorada.

– Oi, pequena. — digo rindo.

– Oi… — ela murmura coçando os olhos.

– Por que não está no dormitório, dormindo na sua cama? — pergunto rindo.

– Sem querer peguei no sono enquanto estudava. — responde dando de ombros.

Ri.

– Viu, você tem que descansar as vezes, sabia? Não ficar só estudando… — digo.

Ela sorri de canto enquanto arrumava suas coisas.

– Como foi lá? — pergunta se sentando ao meu lado no sofá depois de arrumar seus materiais.

– Cansativo. — respondo rindo.

– Imagino. — diz.

Sorrio me aproximando de seu rosto e lhe dando um selinho. Ela sorri e me puxa para mais perto, enquanto ia se deitando no sofá, fazendo eu ficar por cima dela, sem atrapalhar o beijo. Passo a mão pela lateral de seu corpo, lhe arrancando um gemido baixo. Nos separamos sem fôlego, com as testas coladas uma na outra.

– Lily… — murmuro.

– Sim? — ela murmura tentando controlar a respiração.

– Quer namorar comigo? — pergunto.

Ela se separa de mim, me olhando com os olhos arregalados.

– Por favor, eu não estou brincando, se quiser eu até compro os anéis. — falo desesperado.

Ela começa a rir.

– O que é engraçado? — pergunto nervoso.

– É óbvio que eu aceito namorar com você, boboca. — diz ainda rindo.

Suspiro aliviado.

– Com uma condição.- diz

– Qualquer coisa. — falo.

– Nas férias você vai ir conhecer os meus pais, quero que seja oficial. — diz.

Sorrio.

– Só se você topar jantar na minha casa. — falo sorrindo.

Ela ri.

– Feito. — diz.

– Ótimo… — murmuro a puxando para mais um beijo.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim ... Não sei se ficou muito legal esse pedido de namoro e tals, mais eu não sou muito boa com essa coisa de romance e tals, mais eu tento =D Enfim, só volto com uma recomendação, ok? E bem, não venham achando que eu estou pedindo demais u.u Uma autora sempre gosta de recomendações, ok? E só pra dar uma ideia ... logo logo vamos nos encaminhar pra reta final, então, né? Mas só pra avisar, mesmo depois no final da fic, eu vou continuar respondendo reviews, e sempre vou estar aberta para recomendações, ok? Mais não se apavorem, ainda tem muita coisa pra rolar! Beijos =D