No Sewa Baby?!
6 Dias de Terror
Notas iniciais
Okok, sem desculpa esfarrapada.
Sinto muito mesmo, muito muito. Mas aqui está o capitulo.
- Ela é... Perfeita. A coisa mais perfeita que eu já vi e...
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- Nós te amamos querida! Muito, muito mesmo!
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- Eu não sei qual é o problema...
- O problema é que eu sou um nobre e você é...
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- Eu sinto muito.
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- Me-chan! Ai está você Me-chan! Não se esconda mais do papai! Olha só o que eu trouxe para você! Não é lindo? É um urso, depois pense em um nome bem bonito para ele, ok?
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- Eles... Vão vir atrás de vocês... Eu não posso fazer nada, mas...
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- Querida, por favor, não se assuste, não grite. – Sua mãe a tirou do berço rapidamente, ela estava antes dormindo agarrada ao presente de seu pai, a mulher a segurou com firmeza em um abraço forte, atrás dela, só um vermelho intenso e um calor escaldante, fumaça sobre suas cabeças. Logo isso foi deixado para traz e a pequenina sentiu o frio da noite e o vento no rosto enquanto sua mãe corria. Podia se ver vários pontos de incêndio, muitas pessoas que ela convivera e brincará correndo de vários homens de preto que Arme não conhecia.
Elas entraram mais para dentro da floresta, quando a mãe parou de repente, segurou a filha perto do rosto e beijou-lhe a testa.
- Nunca esqueça... Eu e seu pai te amamos, mais do que qualquer um poderia amar. – Alguém a pegou dos braços da mãe e a segurou perto de si. – Adeus, querida. – Enquanto a pessoa estranha a carregava, Arme fez de tudo para virar para trás, e conseguiu, bem a tempo de estender o braço e gritar quando viu sua mãe cair dura no chão, vendo algo vermelho tingir seu vestido e seus longos cabelos brancos, ela gritou pela mãe, chamou, chorou, mas ela não se mexia, não reagia, não levantava.
No dia seguinte, acordou dentro do orfanato. Sem pai, sua mãe morta, sozinha.
E a culpa era toda do seu pai, se ele não tivesse as deixado, se ele simplesmente não tivesse fugido e ido lá ajuda-las.
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De repente ela se viu no quarto da mansão que deveria ser seu lar, porém não chegava nem perto daquilo que vivenciara com seus pais. Ela levantou a cabeça e percebeu que estava abraçada ao ursinho que ganhara de seu pai e que era a única lembrança de sua vida antes do fogo. Ela viu que o pescoço da pelúcia estava toda encharcada e percebeu que tinha chorado. Ela rapidamente limpou os últimos resquícios de lagrimas com medo de que um dos nobres entrasse e brigasse com ela.
Ela levantou do chão, trocou de roupa rapidamente, subiu na cama com o urso e um livro. Ela não gostava de ficar lembrando-se disso, quando ela fazia, não conseguia dormir, então lia. Então ela entrou no mundo fantástico que o livro lhe oferecia e ficou lá até finalmente adormecer.
Ela foi acordada a base de gritos, altos e escandalosos, foi jogada da cama e arrastada até o banheiro, durante o caminho foi chamada de vários adjetivos nada bonitos pela sua nova tutora, Lin, que mandou uma mulher estranha banha-la e vesti-la.
Enfim, chegou à frente da porta do salão de jantar, onde Lin abaixou-se à sua altura e segurou seus ombros, começou a sussurrar raivosa:
- Olha aqui, sua idiota, se você ficar se atrasando, eles vão achar que é minha culpa e seu erro vai parar bem no meu salário, a partir de agora, para de atrapalhar minha vida e acorde no horário! Ou você é burra de mais até para isso?
- Tá... Tá machucando. – Arme choramingou.
- O problema não é meu. – E largou os ombros de Arme com um empurrão, fazendo-a cair. Arrumou-se rapidamente e brigou com a roxinha: — O que você ainda está fazendo no chão? Levante-se, idiota. – E abriu as portas para deixar a expressão carrancuda e desejar um bom dia para os dois nobres que estavam à mesa, pediu desculpas pelo atraso e deixou bem claro que a culpa era toda da pequena retardada.
Ela se recolheu nas sombras, enquanto observava à pequena, observando em quais pontos teria que brigar mais com ela e quais ela deveria só dar um grito. No fim do café-da-manhã ela levou a pequenina para um treinamento árduo, cheio de resmungos, reclamações, tapas e gritos, tantos que quando deu a hora do almoço, Arme já não ouvia mais nada pelo ouvido esquerdo e pouca coisa pelo direito.
Depois do almoço, mais gritos, mais reclamações, mais dor. ' Como você consegue ser tão idiota? ' ' Você deve ter caído do berço quando era menor' ' Retardada' ' Você não consegue fazer nem isso? ' Foram as frases que Arme mais ouviu durante toda à tarde, desta vez não houve gentileza, não houve sorrisos, não houve desenhos, a pequenina não sabia o que tinha acontecido com a tutora de antes, mas sabia que não gostava nada dessa.
Na hora do jantar, já estava cansada de tantos exercícios e coisas a decorar, sua cabeça parecia querer explodir e ela precisava dormir, e acabou mesmo fazendo, antes das sobremesas dos dois nobres chegarem, deitou a cabeça na mesa e caiu em um sono profundo.
Um grande erro dela.
Levou a maior bronca e mais estoura-ouvidos que já pensará que iria existir, no fim, a tutora Lin estava com o resto vermelho e os dois nobres com cara de espanto. Mas logo o espanto se transformou em sorriso e ela foi convidada a fazer as refeições com eles em vez de ficar com os sujos e inúteis que eram os outros empregados.
Lin sorriu satisfeita consigo mesma: ' Então este é o caminho do sucesso nesta casa, quando mais eu maltrato a menina, mais eles me aceitam. Perfeito. Eles já devem estar muito felizes comigo por já terem me convidado para ficar junto à mesa, falta pouco para um bom aumento e alguns presentes. '
Os dias seguintes foram tiveram a mesma rotina para Arme, acordar aos gritos, comer com varias reclamações no ouvido, lições escandalosas e doloridas, almoço e jantar terríveis para a alma da garotinha. Foi assim por mais ou menos um mês.
Talvez se alguém de fora chegasse... Talvez a situação mudasse.
Notas finais
(pelo menos eu achei foda --')
Bem, é isso, espero que tenham gostado, e , de novo, desculpa pelo atraso... Eu ando meio desmotivada para escrever, me desculpem.
Até a proxima!
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