No Podemos Estar Lejos
8 Eu não me lembro do que aconteceu ou o que foi dito.
Notas iniciais
Chegaram no apartamento Violetta tocou a campainha e após cerca de 90 segundo ''pois Germán tinha contado pois estava muito ansioso'' Angie abriu a porta e assim que ele viu seu cabelo brilhante e seu rosto angelical ele sorriu, um sorriso apareceu em seu rosto assim que ela o viu, feliz por vê-lo novamente depois de 3 meses.
– Surpresa — gritou Villu que imediatamente a abraçou.
– Villu que surpresa maravilhosa — desfez o abraço e viu Germán, começou a pensar no bebê, e como ele iria escondê-lo de Germán? Daqui a menos de uma semana iria fazer uma ultra-som para saber o sexo do bebê. Ela teria de encontrar alguma solução. Quando Germán se aproximou para abraça-la ela somente estendeu a mão, foi errado mais precisaria evitá-lo , ele não compreendeu. '' Porque isso, sendo que antes de partir tinha dito que me amava? '' — pensou Germán.
Eles entraram, conversaram um pouco sobre a viagem, e Violetta rapidamente tentou deixá-los a sós.
– Tia onde é o banheiro?
– Pegue esse corredor a esquerda Villu. — Violetta saiu, Germán a olhou. — O que foi?
– Está tudo bem? — Ela assentiu dizendo que sim, ele se aproximou e continuou — Não é porque ficamos três meses sem nos vermos mas isso não significa que eu não me lembro do que aconteceu ou o que foi dito. — ela não o olhou nos olhos, ele continuou — eu me lembro e não tem como esquecer e eu não poderia de qualquer maneira — ele se aproximou mais dela levantando o seu rosto lentamente.
– Germán eu.... — ele não a deixou falar e a beijou, ela se deixou levar pelo beijou colocando uma mão em seu pescoço, ele a puxou mais para perto de si a fazendo soltar um gemido baixo, ele sorriu entre o beijo mais não a soltou. Escutaram o barulho de Violetta e se soltaram como se nada tivesse acontecido. O dia passou rápido, Germán observava Angie, tudo o que ela fazia lhe encantava. Anoiteceu e Violetta beijou sua tia e seu pai e foi dormir, Germán estava feliz pois estaria a sós com ela.
– Bom vou dormir também — se virou para subir as escadas e ele a segurou.
– Não, espera. — puxou-a pelo braço e a trouxe novamente, ela o olhou
– Germán não, não podemos e...
– Porque não Angie? eu te amo e necessito de você — disse a olhando nos olhos,ela sorriu envergonhada, ele levantou sua cabeça e a beijou pararam apenas para recuperar o folego e a beijou novamente, quando ele estava a levando para o seu quarto ela se separou dele.
– Não posso. — ele a olhou confuso.
– Porque não Angie? tem... tem outra pessoa? — ela nego com a cabeça.
– Não é isso, e não podemos, você vai voltar e eu vou ficar aqui, e ai vamos sofrer. — ele a olhou.
– Sofrer mais do que já estamos? — perguntou, ela deu um passo para trás se afastando dele.
– Sim, ao menos de minha parte. Boa noite Germán. — Foi para o seu quarto e trancou a porta deixando Germán perdido em seus pensamentos.
Passou o natal e estava tudo bem, Violetta havia percebido uma tensão entre seu pai e sua tia, pois Angie estava tentando se manter afastada, e eles não se falavam muito.
27 de Dezembro.
Angie se levantou primeiro que todos, hoje teria uma consulta importante, saberia o sexo do seu bebê, mais hoje também seus enjoos tinham aumentado e Germán já havia percebido, eles estavam se falando mais não muito, porém em seus corações queriam estar em beijos e abraços. Mas isso não era possível a não ser que ela conta-se a ele sobre o bebê. Germán entrou no banheiro onde ela estava debruçada
– Angie está bem?
– sim Germán é apenas um enjoo nada demais, algo que eu comi e não fez bem.
– seria bom se você fosse ao médico.
– Eu vou, hoje.
– Que bom assim irei com você e..
– Não é necessário Germán, fique com a Villu e eu irei sozinha.
– Não, não vou deixar você ir sozinha e se passar mal na rua? Não eu vou e...
– Não há necessidade já lhe disse. — ela escovou os dentes e saiu indo em direção a sala, Violetta estava tomando café da manhã.
– Vou ao médico com sua tia, ela não está se sentindo bem e eu vou pois não quero que ela se sinta mal no caminho. — Violetta olhou para sua tia.
– E o que você tem Angie? — Angie arregalou seus olhos e quando ia responder Germán falou.
– Penso que deve ser um intoxicação alimentar, é a unica opção para os enjoos. — Angie assentiu com a cabeça.
– Então vão, não ha problema em ficar sozinha. — Angie percebeu que todos estavam contra ela e teria que fazer as coisas escondidas.
– Bom então vou me deitar um pouco e assim que levantar nós vamos, de acordo Germán? — ele disse que sim e ela foi em direção ao seu quarto, porém desviu e saiu pela porta dos fundos, Violetta a viu saindo e avisou ao seu pai que foi atrás dela.
Ele a seguiu pela rua e a chamou, ela o olhou assustada e surpreendida.
– Germán?
– Porque fez isso, porque mentiu dizendo que iria descansar e saiu? — ela se virou e continuou andando
– Volta pra casa Germán. — continuou andando e ele atras dela.
– Não vou voltar, vou com você Angie. — Ela o olhou
– Tudo bem então não vamos a lugar nenhum, vamos voltar pra casa. — Germán a olhou e nesse momento ela teve uma tontura e iria caindo no chão, mais ele a segurou pelo braço.
– Angie, Angie está bem?
– Sim Germán eu estou é apenas uma tontura e eu sei o que eu tenho, agora por favor volta.
– Não estou preocupado vou com você já disse, não vou te deixar sozinha.
– Está falando sério? — ele fez que sim com cabeça e ela sorriu — Tudo bem, vem comigo então. — ele sorriu a segurou por causa da tontura e foram andando assim parecendo um casal, Germán estava feliz ao menos até este momento.
Fale com o autor