No Papel
1 Prólogo
Notas iniciais
Eu espero muito, muito que gostem!
Quem gostar, por favor comenta pra eu saber ok? Não sejam fantasmas ❤
Quem gostar, por favor comenta pra eu saber ok? Não sejam fantasmas ❤
1- Qual seu nome completo?
R: Natália Schmidt (se fala "Ximíti")2- Idade e data de nascimento?R: 12/02/2002 (13 anos)3- Tipo sanguíneo?R: O+ (o que isso vai mudar?)4- Música preferida?R: No momento, Resposta, da Sophia.5- Banda preferida?R: Acho que Maroon 5.. mas gosto muito de Coldplay, Boyce Avenue, e tal.6- Cantor ou cantora preferido? E quais estilos mais gosta?R: Ed Sheeran e Sophia Abrahão, sem dúvidas. Ouço basicamente pop e sertanejo, e gosto um pouco de rap.7- O que mais gosta de fazer?R: Ler, escrever e ouvir música.8- Melhor amiga?R: Gabi e Luiza.9- Melhor amigo?R: João. 10- Línguas que fala?R: Português e me viro no Inglês.11- É fã de alguém?R: Sophia Abrahão.12- Livro preferido?R: Fazendo meu filme.13- Assiste séries?R: Uma, Pretty Little Liars.14- Filme preferido?R: O diário da princesa, Um amor para recordar, A culpa é das estrelas, O amigo oculto e mais mil..15- Gêneros de filme preferidos?R: Romances não melosos, comédia romântica e suspense.16- Pai ou mãe?R: Mãe!17- Família?R: Difícil.. mas eu amo muito.18- Maiores sonhos?R: Viajar para os Estados Unidos, ser escritora e conhecer a Sophia.19- Frase do momento?R: "It's not always rainbows and butterflies". — She Will be loved, Maroon 5.20- Frase da vida?R: "Todo final feliz deve ser a recompensa de um longo caminho para que seja merecido". — Mr. Smith, Fazendo meu filme 4.*— Aqui, Lu. Respondi esse questionário que ainda não entendi o motivo de você ter feito.. — falei, entregando o papel com 20 perguntas que ela já sabia as respostas.— Era pra saber se as minhas respostas estavam certas. Eu fiz essas mesmas perguntas e respondi, sobre você. Só queria saber se acertei.— Gente, será que a professora já foi? — Gabi sai da cabine do banheiro e pergunta.— Deixa eu ver a hora. — pego o celular no bolso da blusa de frio e vejo que já passou um minuto da hora da entrada. — Eita, 13:01. Vamos correr.As duas andam rápido pra sair do banheiro e eu as sigo, sendo interrompida pelo portão que prende o meu fone.— Nossa, amiga, tá apaixonada? — Gabi pergunta. Ela é loira, tem os olhos verdes e é bem branquinha, com pele de porcelana.— Eu por ele e ele por mim. — falei e abracei o portão, enquanto as duas riam.— Você é idiota, Natália. — a loira xinga.— Esqueceram que estamos atrasadas? — Luiza lembra.— Tchau, amor. — falo para o portão de metal e saímos correndo.Vemos a porta da sala 15 fechada. Nos olhamos, Gabi solta um palavrão e eu bato na porta. Quando uma menina chata da minha sala abre,a professora nos olha e diz:— De novo. — com aquela cara feia que só a Liliane sabe fazer.— Foi mal, professora. — eu digo e vamos para os nossos lugares.— Começamos a quarta-feira bem.- Luiza fala e eu dou risada.— É legal fazer suspense na aula de história. — digo, me referindo a uma postagem que vimos no facebook, que dizia "Uns chegam atrasados, eu faço suspense".A aula passou lenta e tediosamente, como sempre. Fiquei escrevendo a letra de "She will be loved" numa folha em branco aleatória do caderno, enquanto a professora explicava mais uma de suas matérias chatas. É sempre assim: eu rabiscando no caderno, a Gabi deitada quase dormindo e a Luiza pensando na vida. Na verdade, isso é o que 90% da sala faz na aula dela. Porque não basta a professora ser chata, a matéria também tem que ser.Faltando cinco minutos para o intervalo, fomos trocar de sala. Gabi entrelaça seu braço no meu, como sempre, e vamos para a sala 10, constatando que a professora não tinha vindo, como sempre.Ela costuma faltar na nossa aula. Ela vem, e quando chega o nosso horário, ela vai embora.— Oi, namorada. — o Vitor, um menino idiota da minha sala brinca e me abraça por trás.— Oi. — respondo, rindo.— A gente ainda namora, né?— Por enquanto, sim.— Ai, vem logo Nat. — sou puxada pela minha querida amiga delicada.Coloco os meus fones e uma música aleatória do Matheus e Kauan começa tocar.Tudo seguiu normalmente na escola, como todos os outros dias. Nunca acontece nada demais, essa é a verdade. Mas aqui é onde eu fico mais feliz. Rindo o dia inteiro com o pessoal, comendo escondido nas aulas, chegando atrasada, etc. Porque, normalmente, em casa as coisas são diferentes.Meus pais não têm um bom relacionamento. Eles brigam pra caramba e eu finjo não sofrer com isso. Eu tento me fazer de mais forte do que realmente sou, tento criar uma máscara de "eu não me importo com nada". Com a maioria das coisas, eu não me importo mesmo, mas se tem uma coisa que me machuca e me magoa, é briga deles. Eu sei que eles se amam.. mas sei lá, parece que eles não dão certo.A Gabi é tipo minha "melhor melhor amiga". Ela é a única que sabe de coisas que nem minha própria irmã sabe. Conto pra ela de tudo, e ela é a única que sabe dessa coisa dos meus pais. Eu não posso contar pra ninguém, e eles nem sonham que ela sabe disso, mas simplesmente não consigo esconder as coisas dela.
Me despido das meninas e procuro meu pai. Encontro ele na frente da lanchonete que fica em frente a escola, segurando meu capacete. Estava calor, por isso fiquei feliz quando vi que ele estava de moto.— Oi, pai. — sorri pra ele e ele me deu um beijo na bochecha. Arrumei as duas alças da mochila e coloquei o capacete, subindo na moto depois dele.Eu adoro andar de moto. O vento contínuo me dá várias ideias sobre o que escrever, é bem inspirador. Apesar do meu pai reclamar de quando eu bato o capacete no dele, é um momento bem tranquilo e agradável do meu dia (menos quando ele quer andar no corredor, eu odeio).Chegamos em casa e eu vou direto fazer xixi. Sempre chego super apertada em casa, e morta de fome. Tudo o que consigo pensar quando coloco os pés em casa é banheiro e comida.Moramos em um condomínio simples de apartamentos. O condomínio em si, não é bom. Os vizinhos são horríveis e insuportáveis, com suas poucas exceções, mas o apartamento é bem gostoso e tem um tamanho ótimo.— Nat, você não sabe o que o Alex fez. — Bruna me fala quando chego no quarto. Reviro os olhos com preguiça da situação, já que ouço todo santo dia as histórias dramáticas da Bruna e do Alex, e ela começa a me contar todo o caso, enquanto eu tiro a roupa.— Mano, me fala, como você tem paciência? Sério, se eu fosse você já tinha mandado esse menino ir pastar! — falo, pegando minha toalha. Eu sempre aconselho minha irmã mais velha, ela diz que tenho mais cabeça que ela. Bruna tem 17 anos e mil casos de amores errados. Nunca dá certo no final, apenasE é por conta das histórias fracassadas dela, da Gabi e da Luiza que tenho orgulho de dizer que nunca me apaixonei e que meu primeiro beijo ainda não foi dado. Elas até me apóiam nisso, mas às vezes jogam umas indiretinhas que falam "já tá na hora!". Não, não está. Quando eu achar que está, ok. Caso contrário, continuarei com a minha boca virgem por quanto tempo for preciso.Às vezes me pego fantasiando o meu primeiro beijo, e confesso que de vez em quando me bate uma vontade de sentir uma boca na minha, mas logo repreendo esses pensamentos. Tô muito tranquila desse jeito..Saio do banho mega quente depois de uns três gritos da minha mãe, avisando que eu já estava no chuveiro há mais de dez minutos.E a noite foi seguindo normalmente, assim como todo o meu dia..Na hora de dormir, eu coloquei fone por falta de sono, e fiquei pensando na vida.Nessas horas, tenho vontade de ter alguém especial pra pensar..
Notas finais
Obrigada por ler ❤
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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