No Hope-Interativa
8 Capítulo 6- Eu pelo menos fiz algo
Notas iniciais
Eva Fiorenttina
Prodígio de Nível Super Colegial
“Palavras desorganizadas são pistas mais divertidas”
Estávamos todos no elevador descendo para aquele lugar, que ao mesmo tempo em que era lindo carregava tanta miséria, estávamos indo para a o julgamento escolar.
Class Trial
(Evidência N° 1- Pancadas Repetidas Na Cabeça em Formato Arredondado)
Nós nos encarávamos, pois ainda era um pouco difícil de aceitar que aquilo era verdade, parecia mais uma mentira sádica na cabeça de todos, era como se tudo se tornasse mais frio e ele estivesse mexendo com a nossas cabeças, sendo a sombra que não se esconde.
–Bem sabemos que a morte não foi acidental como da ultima vez– Disse Jibril, algo um pouco muito inocente para ela afinal ela geralmente não é assim, mas o que o coração não faz.
–Mas então o que usaram para fazer isso?– Questionou Hisoka.
–Bem isso nós não sabemos, mas podemos voltar nesta pista depois– Jibril disse encerrando a frase.
(Evidência N° 2- Chave do Quarto)
–Então o assassino tinha a chave do quarto e tentou se livrar dela no triturador de lixo, correto– Disse Noah.
– Aparentemente sim foi isso que aconteceu, mas tem algo de estranho como a pessoa tinha a chave do quarto do Alan?– Rick colocou esta questão na conversa, ele até que não é tão bobinho quanto eu imaginava.
–Bem a pessoa deve ter a confiança do Alan para ter a chave do quarto dele– Eu falei tentando tornar tudo mais claro.
–Talvez não nós já tivemos uma troca de quarto que foi dada como um furto e não foi dado como algo errado quem disse que alguém não pode ter roubado a chave– Yuno falou em baixo tom mas alto o suficiente para chamar a atenção.
–Bem isso não deixa de ser verdade– Eu iniciei –Mas não significa que nós devemos descartar a outra opção.
–Esperem, o que indica que esta é a chave do quarto dele, quer dizer pode ser qualquer chave, eu sei que existe uma possibilidade maior de ser a do dele, mas ainda pode ser de qualquer outro lugar– Hisoka argumentou.
–Bem a chave está meio ferrada, eu não acho que vamos conseguir testar ela para ver, também junto do fato de que a porta esta ferrada, acho que esta pista em toda sua forma não ajuda muito– Michiko afirmou.
–Bem vamos passar para a próxima pista acho que ela é mais esclarecedora- Eu disse e por algum motivo dei um sorriso de esperança.
(Evidência N° 3- Diário)
–Então o Alan mantinha um diário, nada de mais– Disse Drako.
–Para você pode não ser, mas você não estava na cena em nenhum momento então você não tem o menor direito de falar nada, na verdade eu não vi você ajudar em nada até agora– Disse Kazumi com um tom de raiva.
–Acalme-se Kazumi– Noah disse com o mesmo tom de irritado.
–Todos estão fazendo algo para ajudar e você não fez nada qual o seu problema– Kazumi continuou ignorando as palavras de Noah.
–Vocês estão saindo do foco, vamos analisar a pista de uma vez e parar de perder tempo– Eu falei para fazê-los calarem a boca e escutarem alguma coisa ao invés de brigarem.
–Bem como a Eva estava colocando, o diário continha uma frase borrada de sangue das palavras que conseguimos tirar nós temos a frase:
“Se ______ ach__ este diário __ estou _____ el_ entrou no ______ eu sabia que ___ tinha roubado minha chave, me _______ matem _ ____”
–Isso confirma que alguém roubou a chave do Alan e jogou no triturador– Disse Yuno.
–Sim, mas ainda continua tudo estranho de mais em minha opinião, se ele sabia que ele ia morrer porque ele não tentou se defender, ele teve a cara esmagada a cabeça perfurada e ele escreveu um diário ao invés de se defender, e se o assassino chegou a jogar a chave no triturador de lixo, algo tão meticulosos para esconder o assassinato porque ele deixaria o diário ali para qualquer um pegar– Michiko disse com um tom assustadoramente neutro, chegava a parecer que a morte não impressionava ela, afinal nós estávamos falando de alguém que morreu de um jeito brutal, chegava a embrulhar o estomago só de lembrar
–O diário estava atrás do piano dele, talvez o assassino estivesse tão desesperado que ele não reparou quando caiu– Yoshida comentou.
–Mas como ele foi parar atrás do piano?– Yuno falou com cara de quem não entende o que está acontecendo.
–Bem quem sabe o Alan tenha tentado reagir, talvez ele tenha atacado o assassino e no meio da briga ele jogou o diário atrás do piano– Disse Noah.
–Isso parece muito fantasiado, e pouco provável para mim, mas qualquer suposição já é tudo que nós temos embora ainda não seja a explicação que nós precisamos por enquanto, mas isso ainda não explica porque o diário está todo manchado de sangue, se ele estava atrás do piano o sangue não deveria ter o alcançado- Hisoka falou quebrando os últimos argumentos feitos.
O julgamento estava se tornando difícil, haviam varias suposições, mas nenhuma prova concreta era tudo meio imaginário, era como se nós não tivéssemos uma ultima peça, uma peça escondida.
–Nós não podemos desistir, vamos continuar ainda deve haver mais alguma coisa para se explorar, que talvez resolva tudo– Jibril em uma espécie de grito de esperança nos juntou novamente.
(Evidência N° 4- Cabo de Fones de Ouvido)
–Então o assassino deixou estes cabos quebrados perto do banheiro, mas porque ele estava com eles, eu não me imagino ouvindo musica e.... – Yoshida ia falar sobre o assassinato mais parou com um olhar triste
–Bem, você não tinha perdido o seu fone, Mark?!- Kazumi falou com um tom cético.
–Sim eu perdi meu fone, pera você está me acusando?
–Eu não estou te acusando estou colocando os fatos a mesa.
–Acalme-se Kazumi eu estava com o Mark ontem de noite e ele já tinha perdido o fone– Disse Yoshida.
–Bem talvez o fone fosse do Alan– Disse Hisoka.
–Ele era um musicista faz sentido que ele tenha um fone de ouvido
–Isso é verdade– Jibril falou concordado com a minha frase.
–Bem então isto não faz diferença nenhuma– Anna falou pela primeira vez durante todo o julgamento escolar.
–Na verdade o fone estava perto do banheiro e quebrado, o que nós não estamos vendo é, por que o fone esta quebrado?!
–Talvez ele só não fosse cuidadoso com as coisas dele– Disse Anna.
–Talvez mas o local onde foi encontrado é muito especifico é como se alguém tivesse soltado propositalmente, ninguém deixa algo cair do nada daquele jeito.
–Bem talvez o assassino tenha soltado o fone para pegar o objeto que usaram para bater na cabeça do Alan– Disse Jibril.
–Então a pessoa forçou o fone o que faria os fones saírem e só sobrar o cordão, isso é totalmente plausível, mas ainda não nos diz quem é o culpado.
–Bem nós podemos limitar o número de culpado com a próxima pista.
(Evidência N° 5- Fios de Cabelo Castanho)
–A chave foi achada no mesmo lugar que os cabelos, o que pode causar uma conexão então podemos dizer que temos três suspeitos, Rust, Anna e Mark as únicas pessoas de cabelo castanho que ainda estão vivas.
Os três suspeitos se entre olharam, todos duvidando um do outro, como se eles fossem animais pré histórico que iriam se atacar em segundos com medo de morrerem um para o outro.
–Mas não tem como meu cabelo cair lá nesta quantidade– Disse Rust com uma cara de dar dó, possivelmente pelo fato de que os amigos dele estavam desconfiando dele.
–Você não disse que tinha perdido o fone hoje sedo mais cedo Mark– Kazumi falou fazendo com que todas as faces se focassem na cara de Mark.
–Sim, mas não foi eu, esse fios de cabelo são muito longos para serem meus, e eu perdi meu fone, eu juro ele não estava comigo.
Todos nos viramos para Anna para saber qual seria o álibi dela, qual seria a desculpa para não ser a assassina de Alan.
–Eu não fiz isso, eu era amiga do Alan eu nunca faria algo assim com ele.
–Exatamente, você era a pessoa mais próxima a ele, vocês chegaram a apresentar uma musica um dia, como um pequeno show, ele não correu quando ouviu você entrar no quarto porque ele te conhecia, ele sabia que você tinha a chave, ele sabia que você ia matar ele...
–Mentiras, você é uma criança suja cheia de mentira, você está inventando tudo isso, você está mentindo, você é uma criança falsa...
–Se eu estou mentindo porque você está se dando ao desespero e gritando como se você fosse ser punida!
–Sua, sua, sua vadia você realmente quer saber, você quer ouvir eu falar, sim eu matei Alan, eu matei meu único amigo neste lugar, eu matei Alan Amadeus, eu matei Alan Amadeus eu digo isso um milhão de vezes, eu marquei um ensaio para uma apresentação e enquanto ele tocava piano eu peguei o fone que ele tinha achado, e o sufoquei, ele conseguiu me empurrar para trás e eu soltei o fone de ouvido se com as minhas duas mãos eu peguei o meu microfone e soquei na cabeça dele, mas sabe mesmo depois disso tudo, mesmo depois daquela chuva de sangue eu ainda acho que eu estou certa, vocês não veem se vocês não fizerem nada, se vocês na matarem vocês são os que morrem, vocês não veem que eu pelo menos estou fazendo algo para sair daqui– Os gritos de Anna foram se transformando em lagrimas.
–Anna você não precisava fazer isso– Rust começou a falar, mas a voz dele foi interrompida por um gancho que agarrou o corpo de Anna.
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Game Over
Anna Puella Louise foi pega
Hora da sua punição
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Acting in sacrifice
–Eu só quis finalmente agir como eu não fiz quando eu era pequena.
Anna estava em um palco de show com seus braços e pernas amarrados por cordas fazendo com que ela não pudesse se mover, holofotes a iluminavam assim tornando sua cara a tornando assim mais pálida, ao redor dela quatro boneco do tamanho de pessoas feitos de uma espécie de pano, dos cantos do palco saíram dois caminhões um preto e um branco, os caminhões começaram a rodar Anna e os quatro boneco cada vez mais rápido,até que ambos os caminhões começaram a tombar na direção de Anna. Mas do nada, quatro vigas de metal surgiram encima dos bonecos assim caindo e perfuraram os e o tombo dos dois caminhões foi impedido pelas vigas de metal, Anna olhou para cima agradecendo, então uma quinta viga surgiu e em questão de segundos perfurou o corpo dela.
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–Qual de vocês será o próximo a ter a alma despedaçada neste palco– Foku falou em meio suas sádicas risadas.
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