Nine Hours Nine Persons Nine Doors 2
1 Capítulo 1 - O fim foi só o começo
Notas iniciais
Pra quem não conseguiu zerar no True Ending, ou nem chegou a jogar o jogo, vou dar um pequeno resumo.
Junpei é o protagonista da nossa historia, ele era uma pessoa normal, até que ao chegar em casa se depara com uma janela aberta, ele havia fechado ao sair de casa, quando foi se olhar no espelho, viu um homem em uma mascara de gás. E isso é só o que se lembra.
Após isso ele foi parar em um quarto, pra ser mais exato, o Gigantic, navio-irmão do Titanic, outras 8 pessoas se juntaram nessa infeliz jornada. Cada pessoa havia um maldito relogio, cada relogio tinha um numero.
1:Ace
2:Snake
3:Santa/Zero
4:Clover
5:Junpei
6:Akane/June
7:Seven
8:Lotus
9:The 9th Man
Essa é a lista dos participantes do maldito jogo conhecido por Nonnary game, Zero supostamente sobreviveu e fugiu do Titanic em 2 horas e 40 minutos. Tudo no jogo envolvia 9. Nove horas para fugir, Nove Participantes, Nove portas até o fim.
O The 9th Man acabou morrendo ao entrar num porta e não desligar o destruidor dentro de si.
Snake some do nada e acaba sendo dado como morto.
O homem com o bracelete de numero 0, é encontrado morto na sala do capitão.
Santa apontou uma arma para a June, e levou Lotus e Ace juntos dele.
O resto apartir de agora é a minha continuação para a historia.
A batida continuava incessantemente, eu já havia começado a me irrita, quando olho para o painel. Parecia Sudoku, o tabuleiro estava na posição certa, só faltavam algumas peças, Clover estava desesperada, pois Alice poderia ser nossa salvação.
Então um ataque de memorias veio na minha cabeça
"Como? Vocês acharam um braço quebrado? — Pergunta Clover
-Sim, foi isso que achamos — Falo eu, Clover abre um sorriso e pula em meus braços, me dando um abraço apertado, e seus olhos lacrimejavam de tanta felicidade.
-Meu irmão está vivo!"
Snake! Só pode ser isso! Corri para olhar debaixo das cadeiras do pequeno teatro, mas nada aparecia.
Olhei para a porta 9 que estava escondida, e um azuleijo estava destacado, obviamente eu precisaria de ferramentas para ajudar, mas aquilo já era algo.
Olhei feito louco, em todos os cantos da sala, atrás de todas as pinturas, mas nada. No meu bolso, apenas chaves usadas para abrir as portas do sistema solar, e o Key Card de Saturno.
-Garoto, o que vocês está procurando!? — Fala Seven, enquanto as batidas começavam a ficar mais rápidas.
-Apenas uma ferramenta para poder soltar um azuleijo.
Seven botou a mão no bolso, e logo tirou algo. Uma faca.
-Eu peguei quando nós fomos até a sala de cirugias, sabia que ia ser util. — Fala ele estendendo a mão.
Eu pego e corro até a porta menor com um 9 e puxo o ladrilho no chão, uma peça enumerada sai, eu conecto no meio do tabuleiro, quando os barulhos de uma pessoa agonizada e com uma provavel claustrofobia.
Mas, nada ocorre, eu me desespero, Alice pode ser mesmo nossa ultima chance, então tento girar o tabuleiro. Desistindo fico de joelhos desesperado. Seven vem, e faz algo no tabuleiro, trocou algumas pessas, e ai girou.
Um rangido irritantemente alto saiu da caixa, eu e seven tentamos puxar enquanto a madame apenas olhavam, a tampa arrastara facilmente, e uma luz branca saiu de dentro da grande caixa. Nós tivemos que nos afastar para não nos cegar, então foi ai, que eu vi um braço magro. de um homem. e então, Snake sem camisa apareceu da tumba, deve ter sido agonizante ficar tanto tempo dentro de um caixão.
Eu peguei minha calculadora e fiz a nossa digital Root.
7+5+4+2=18
1+8=9
É isso, então corri até a porta em que Santa havia entrado. estava aparecendo "Vacant" então corri até a outra porta, que também estava em estado "Vacant".
Quando voltei a prestar atenção nos meus outros companheiros, Snake estava pela primeira vez com os olhos abertos. E ele olhara para mim.
-O que eles fizeram com você?
- Sente-se, eu vou contar.
-Mais tarde, a gente precisa sair daqui. Ei, eu melembro de ter um mapa do Deck A.
Procuro em algum lugar do meu casaco, até tocar em um pedaço de papel, puxo tudo de vez, encontrando os três mapas e ainda as instruções do Santa/Zero. Saí abrindo os papeis loucamente, e Clover chorando de felicidades por realmente saber que seu irmão está vivo.
-Aqui! Olhem, eles pegaram um caminho mais longo, é só a gente pegar a saida estreita, que a gente consegue alcançar eles.
Todos checaram o Red, e ao entrar, nos separamos para procurar o Dead, mas onde eles estava, sai apalpando a parede, até achar o ultimo Dead.
-Aqui! — Falei novamente.
Todos checaram o Dead por volta de quarenta segundos. A passagem era estreita e molhada, estava frio, Snake carregava Clover. Seven andava na frente.
-Seven, eu agradeço sua ajuda. Onde você aprendeu a jogar Sudoku?
-Era o jogo dos domingos entre familia. Já faz um tempo, mas eu era o melhor! — Falou ele pegando no braço e dando um largo sorriso de orelha à orelha.
Aquilo era apenas o começo, pois o bracelete não havia soltado.
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