Notas iniciais
Entao, eu PRECISAVA escrever uma fic pro aniversário do Reita e aí está 8D

Ela tá curitnha, pq eu escrevi loucamente na minha aula de História e já foi um sacrificio conseguir inspiração pra escreve-la ç-ç

Entao...Espero q gostem =33

Kissuuuuuuus!

Não era o primeiro aniversário que passava com Reita numa cama. Claro que quando nos conhecemos, eu não festejava com o loiro entre lençóis e toques mais íntimos.

No começo, quando nossa relação era apenas de amizade, eu, ele e Uruha saíamos para comemorar pela noite adentro, bebendo o máximo que conseguíamos, voltando para casa apoiando-se um no outro.

Depois que começamos a tocar juntos, os aniversários eram cada vez mais animados. Foi em uma dessas festas que beijei Reita pela primeira vez.

O gosto de álcool era presente em nossas bocas. Minhas mãos vagavam sem rumo por sua camisa, seus braços, seu pescoço, seu cabelo. Reita fora meio bruto, devido ao seu estado meio “alto” causado pela bebida. O loiro me prensou contra a parede mais próxima, segurou minha cintura com força, — o que ajudou a me manter em pé, pois eu literalmente estava caindo de bêbado – os dedos fortes deixaram marcas vermelhas em minha cintura. Ele pôs uma das pernas entre as minhas, me fazendo gemer em seu ouvido, enquanto ele beijava meu pescoço.

Foi uma situação no mínimo cômica no dia seguinte, pois ele ficara sem graça de falar comigo – sendo que fora ele quem tomara a iniciativa do beijo – mas quebrei o gelo, beijando-o intensamente, dessa vez, sóbrio.

Desde então, começamos a comemorar de um jeito mais...particular. As noitadas sempre se estendiam até minha casa, ou a dele.

Acho que já fizemos todo tipo de festejo. De jantares românticos à viagens; de festanças à noites de cinema somente a dois, que geralmente terminavam na cama, na cozinha ou no sofá da sala mesmo. E claro, fanservices nos shows.

Este ano Reita não quis festa, nem sair com os rapazes. Ele ligou e com uma voz manhosa – porém nunca deixando de ser sexy –, disse:

“Taka...quero você...vem ficar comigo?”

Confesso que estremeci ao ouvir aquela voz rouca chamando por mim. Era uma reação normal, afinal, quem conseguiria ficar calmo ao ouvir aquela voz sensual ao ouvido? Além do mais, não podia negar seu pedido, era seu aniversário.

Cheguei a casa dele, ainda pela manhã. Mal fechei a porta e já senti seus braços circulando meu corpo, a boca faminta trilhando beijos em meu pescoço. O cheiro de sabonete vindo de sua pele e seu cabelo molhado sinalizavam que ele havia acabado de sair do banho.

Mas o que me fez ter certeza foi ver que ele vestia apenas uma toalha envolta da cintura.

Não percebi quando foi que Reita havia me levado para o quarto e tirado minhas roupas, mas era fato que ele me fizera gemer seu nome várias e várias vezes, de um jeito que só ele sabia fazer.

Devemos ter passado o resto da manha e o começo da tarde na cama. Sempre perco a noção do tempo quando sinto suas mãos e sua boca acariciando meu corpo. Também, pouco me importava as horas, os minutos e os segundos, por eu estava com Reita.

Acabamos dormindo de tão exaustos.

Agora eu estava ali, deitado sobre seu corpo nu, coberto apenas pelo mesmo lençol que cobria minha cintura. Meu dedo contornava as linhas de seu rosto bonito, de leve para não despertá-lo.

Aproximei minha boca da sua, colando nossos lábios de leve, num beijo suave. Mas logo a pressão entre nossos lábios foi intensificado pela língua abusada do loiro, que invadia minha boca.

Senti suas mãos em minha cintura, acariciando a pele descoberta pelo lençol. Como “punição”, pressionei meu baixo ventre contra o seu, fazendo-o gemer roucamente entre o beijo.

- Seu pequeno demônio... – Murmurou contra minha boca, me encarando intensamente.

- Você estava acordado, seu cretino. – Ele riu diante de minha falsa raiva.

- Você fica sexy falando palavrões nessa posição... – Sussurrou emmeu ouvido, arrepiando todo meu corpo. -...e nu.

Estapeei seu peito e ele, gargalhando, logo segurou minhas mãos, interrompendo minha agressão justificada. Estava prestes a sair da cama, porém Reita me puxou de volta para cima de seu corpo, ainda rindo. Aquele sorriso safado que adorava tanto.

- Otanjoubi Omedetou, Aki-chan. – Murmurei docemente, a milímetros de seus lábios.

- Arigatou, Taka. – Respondeu sorrindo lindamente e tornou a me beijar sensualmente.

Não era o primeiro aniversário que passava numa cama com Reita e não seria o último, com toda certeza.

Notas finais
Reviews, onegai? *-*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!