Nightmare and seduction

23 Jantarzinho em família: Parte 1


Notas iniciais
Ola povo e povas.. Achei um jeito de aumentar a fic um pouquinho.. Colocando um jantarzinho em familia + uma festinha super normal no meio.,.. Espero que curtam ^^ Boa leitura

Aconteceram tantas coisas que nem sei por onde começar.

Então vamos do inicio...

As artes do mau foram destruídas e eu quase morri.

Angla, o anjo da bondade, que se fazia passar pelo ser que eu não sabia que era homem ou mulher, ajudou a “me ressuscitar”.

Meus irmãos descobriram ser nefilins!

Não apenas o Finnick.. Gale, Peeta e Marvel também.

Como??

Basicamente a genética.

Meus pais resolveram nos tirar do internato.

Para eles eu quase morrer 2 vezes em 2 anos é demais.

Foi realmente complicado explicar para eles e para o pessoal do necrotério como eu estava vivo.

Juro que ouvi as mulheres pensando que eu era fantasma. Sim ouvi!

Parece que consigo me comunicar como as garotas.

Foi uma confusão, muitas explicações, muitas duvidas e desconfiança mas finalmente parece que tudo ficou esclarecido.

A imprensa ainda não sabe o que aconteceu no cemitério. O que foi encontrado parecia ser um musgo azul inexplicável que eles estão investigando.

Clove garantiu que eles nunca descobrirão.

Estou nesse instante, arrumando as malas para ir embora de vez do internato.

Meus irmãos parecem tão animados quanto eu, apesar de eu não demonstrar, já que os pontos em meu peito me lembram que eu não posso fazer esforço.

– Pronto pra dar adeus a sua vida antiga? – Pergunta Marvel.

– Acho que sim. – Sorrio. – E você?

– Sem duvidas!

Pegamos nossas coisas e caminhamos ate a saída

Nossos pais nos recebem com um abraço apertado.

Acho que eles estão mais emotivos.

O caminho para casa é agitado. Conversas sobre tudo e qualquer coisa.

Como senti falta disso...

Chegamos e almoçamos.

A tarde arrumamos nossas coisas em nosso quarto e já é noite quando escuto o ronco dos carros do lado de fora.

Quando vejo uma BMW e um Bugatti parando em frente nossa casa, sei que as meninas estão aqui.

E não erro, la estão elas, gostosas como sempre...

O que foi? Agora por que sou um nefilim não vou continuar as achando gostosas?

Minha mãe as recebe e eu saio da janela, pegando o corredor e gritando pros meus irmãos que elas estão aqui.

– Hey por que não avisaram que ião vir aqui? – Falo já dando um abraço em Clove. em seguida dou um em Glimmer, Finch, Annie e Katniss.

Precisamos parecer normais certo?

– Ah filho! Foi eu e seu pai que convidamos e pedimos pra guardar segredo. – Minha mãe da uma piscadinha cúmplice para Clove que devolve.

– E nos e claro que não queríamos estragar ela. – Diz Katniss dando um abraço em Peeta e agora percebo que todos estão ali e meu pai se aproxima com uma toalha de cozinha no ombro, dando boas – vindas a todos.

– Que bom que aceitaram nosso convite! – Diz meu pai. – Estou fazendo meu frango assado especial. – Glimmer ri.

– Aposto que vai ficar ótimo! – Diz Katniss.

– Meu pai é cozinheiro. – Diz Peeta e da um risinho nervoso. – Então vai sim.

Quase todos riem e minha mãe convida todo mundo para entrar, já que ta um frio aqui fora.

Não tenho como descordar.

Odeio inverno.

Sentamos na sala enquanto meu pai junto de Katniss e Peeta vão para a cozinha, eles se ofereceram para ajudar...

Não vou comer essa comida por nada nesse mundo.

Nem que me paguem...

Não mesmo...

– Seus pais são ricos? – Pergunta minha mãe claramente interessada nos carros com que elas vieram.

– Somos órfãs. – Diz Annie prontamente e minha mãe faz uma cara chocada.

– Oh! Me desculpem, eu não sabia... – Ela se atrapalha toda e Glimmer da um sorrisinho nervoso.

– Não tem problema, já faz muito tempo. – Minha mãe suspira aliviada.

– Mesmo assim foi muito indelicado de minha parte. – Minha mãe e sua educação lado a lado ate a morte.

Que tal darmos uma volta baby?”

Clove projeta o pensamento em minha mente e me olha com um sorriso.

“Vamos sim, baby”

Brinco com o “baby” e a vejo revirar os olhos.

– Clove – Falo e todos me olham – Que tal vir me ajudar com uma coisinha aqui? – Dou uma piscadela e minha mãe sorri.

– Claro Cato. – Ela levanta e murmura um “com licença” enquanto a guio ate a nossa adega.

Começo a procurar um vinho e ela se aproxima e me beija. Um beijo doce.

– Tava precisando disso. – Ela murmura. – Como esta?

– Respirando. – Brinco e ela fecha a cara. – Nossa você fica muito baixa sem salto. – Solto uma gargalhada, ela fica no meu peito. É realmente muito baixinha.

– Eu ainda posso te bater sabia? – Ela diz e estreita os olhos. – Não queria vir de salto para um jantar com sua família... Acho formal demais.

– Justo. – Assinto e a aperto contra mim. – Quando combinaram isso?

– No hospital ainda, sua mãe disse que eu sou seu anjo. – Ela ri. – Ela não imagina o quanto isso seja verdade. – Assinto e olho em seus olhos.

– Preciso te fazer umas perguntas. – Começo e me encolho um pouco.

– Pode fazer.

P.O.V Clove

– E agora como vai ser? Você é "humana"? — Sorrio perante sua pergunta e nego.
– Não. Eu continuo imortal... Assim como você. — Ele arqueia as sobrancelhas e me solta um sorrisinho malicioso.
– Então vamos fazer nosso infinito essa noite. – Ele me aperta contra si e suspiro. Essas sensações humanas não são nada fáceis de controlar.

– Ainda não.. – Murmuro e me desfaço de seus braços. – Temos um jantar com sua família pela frente, esqueceu? – Ele faz biquinho. – Biquinho é covardia.

Digo e estreito os olhos e dou um selinho inocente nele.

– Okay, mas depois temos assuntos para resolver. – Ele diz e eu assinto.

Saio de perto e procuro um vinho... Opa... Temos um de 1934? Safra única?

Esse é dos meus.

Pego ele.

Vejo que Cato olha para o lugar aonde é a sala e de onde vem as conversas.

– O que foi baby? Ta tão pensativo.

– Eu sou imortal agora certo? – Assinto. – E meus irmãos também. –Assinto de novo. – Como vai ser quando não envelhecermos? O que vamos falar para nossos pais? – Ele abaixa a cabeça.

– Hey baby, você vai ter que dizer adeus.

– Eu não sei nem por onde começar. – Ele diz e eu passo a mao em seu rosto.

– Hey baby, não pense nisso agora certo? Não estamos falando de coisas que vão acontecer dentro de dias e sim de coisas que virão em anos, então não sofra por antecedência, depois a gente conversa sobre isso. – O abraço. E então a mãe dele entra.

Ela fica com uma cara tipo what? E em seguida cora.

Me desfaço do abraço e olho para Cato que parece constrangido.

– Éhr.. desculpem.... É que a Glimmer tava murmurando sobre o vinho e a demora... Éhr...

– Glimmer. – Eu e Cato dizemos juntos.

– Desculpem. – Ela murmura exasperada e sai. Literalmente esse lado tímido os garotos não puxaram a ela.

Olho para Cato novamente e começamos a rir.

– Isso foi estranho..

– Muito.

– Melhor voltarmos.

– Concordo. – Digo e já vou saindo, quando Cato me puxa de volta.

– E lembre-se que temos assuntos inacabados. – Ele murmura.

Assinto e voltamos a sala onde todos olhos acusatoriamente para nos.

Sento-me em meu lugar e começo a beber uma taça de vinho.

Essa noite será sem duvidas interessante.

Notas finais
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=119061187 (Clove) http://www.polyvore.com/cgi/set?id=119061483 (Glimmer e Annie) http://www.polyvore.com/cgi/set?id=119061672 (Katniss e Finch) Desculpem os erros.. Gostaram?