Night Secrets.

17 BÔNUS. (BIORG)


Notas iniciais
Então meus amores, todo mundo afim de ler uma BIORG? XD
Essa One (Sim, One, porque deste tamanho de jeito nenhum dá pra chamar de Drabble), me deu um trabalho... Nunca havia escrito uma Biorg e não sei se tá legal, então... Opiniões pleeease! *-*
Dedicada à Orgastic-Th, que tem a melhor Biorg desse Nyah (https://www.fanfiction.com.br/historia/163956/Biorg_-_Fanservice) Corram lá pra ler! Espero que goste Letinha XD
Bom, sem mais enrolação bora ler...
Obs.:Pra quem não leu ainda a drabble 'Descobertas', corre lá pra ler que é tipo essencial pra entender essa ;)
Essa fic se passa antes do Bill perder a namorada e depois que o Tom leva o pé na bunda da dele ;)
POV do Bill.

*Itálico = Lembranças


Meu irmão era inocente demais. Não em todos os aspectos, sobretudo naqueles que se referiam aos seus desejos, porém parecia não perceber o quão suspeitas eram as situações que ocorriam à sua volta, principalmente se confiava nas pessoas envolvidas. Agora, por que mesmo sendo tão amigo de Georg, Tom não conseguia identificar naqueles olhos verdes a luxuria que queimava por mim?

O belo rapaz mirava-me quase como se eu fosse um apetitoso pedaço de carne exposto em uma vitrine. Sentado ao lado de um Tom completamente alheio a situação, tentava fazer com que eu corasse. Parecia essa sua intenção, talvez fazer-me perder todo meu autocontrole usando de todas suas armas mais simples e eficazes de sedução. Técnicas essas que já haviam me enlouquecido em outra situação...


“ – Georg... – Tentava buscar ar e coragem para perguntar-lhe algo tão óbvio naquele momento. – O que estamos fazendo? – Eu ainda tinha dúvidas mesmo depois de tanto tempo friccionando meu corpo ao dele, buscando mais contato, aquecendo-me entre seus braços fortes.

– O que te parece?- Perguntava-me perto ao ouvido, a respiração morna e entrecortada por suspiros faziam meus pêlos eriçarem e enviava ondas de calor para todo o meu corpo.

– Não sei... – Respondi ainda tímido, em minha cabeça mil questionamentos sobre minha própria sexualidade lutavam bravamente contra os impulsos que me tomavam.

Senti sua mão mover-me para ficar de frente ao seu corpo, o espaço diminuto do sofá limitando nossos movimentos. Tocou de leve meus dedos e levou meu pulso para baixo lentamente, fazendo-me encaixar-los no meio de suas pernas, um volume consideravelmente grande se destacando. Arregalei os olhos confuso e o vi sorrir de leve, para em seguida traçar uma linha de beijos molhados de meu pescoço até minha orelha, mordendo-a devagar e sussurrando com seu tom de voz mais sensual ‘Isso te responde?’ para em seguida tomar-me mais apertado entre seu abraço, enquanto eu descaradamente apertava-o entre os dedos, sentindo o quão grande era e como estava duro por mim.”


Acordei de meus devaneios com a risada grave do meu gêmeo, que levantou-se animado indo para a cozinha com o propósito de trazer mais bebida. Tom estava radiante com a visita do amigo que há anos havia se mudado daquela cidade. Meu corpo pareceu paralisar. No entanto, mesmo sentindo-me estranho ao ficar sozinho com ele estava decidido a não demonstrar. Fingi prestar atenção na TV ao seu lado, mas em um ato involuntário pareci acendê-lo mais. Umedeci meus lábios levemente, vendo-o prestar mais atenção em mim. Por um segundo meu olhar encontrou o seu e ali ficou. Ergueu uma sobrancelha, desceu as mãos até o meio das pernas abertas, repousou os cabelos castanhos no encosto do sofá e mordeu os lábios lentamente enquanto apertava sem vergonha alguma a frente de seus jeans. De novo estava provocando-me, aquela expressão... Tão única... Lembrava-me perfeitamente o quanto era bom vê-la em seu rosto, lembrava-me...


“ – Georg... – Mais uma vez eu tentava interrompê-lo em meio ao serviço tão bem feito que realizava em meu pescoço. Era maravilhoso, um pouco estranho no começo, porém de certa forma melhor do que qualquer experiência que eu já tivesse tido com qualquer mulher. A pegada forte e decidida, sentir-me comandado e à mercê de seus desejos, o perfume delicioso de seu corpo, tudo era novo e instigante para mim. – Eu... Eu não sou gay, sabe? Não sei o que fazer... – Fui rapidamente interrompido pela aproximação de seus lábios que já haviam libertado meu pescoço e se dirigiam com fome aos meus. De início tentei fechar os olhos e fingir que não era um homem. Impossível. Mordeu-me os lábios com vontade, invadiu minha boca com sua língua que parecia esfomeada pelo meu gosto. Minhas mãos em seu maxilar, os poucos resquícios de barba, a musculatura forte. Percebi, era isso que estava me excitando. Era saber que ali comigo era um homem. Um homem absurdamente gostoso que agora me puxava para sair do sofá, deitando-se de costas sobre um tapete felpudo no meio da sala e colocando-me sentado sobre seu colo.

Tudo aquilo era tão natural pra mim. Talvez não devesse, nunca havia praticado. Mas quem disse que eu me lembrei disso? Minutos depois eu já rebolava gostosamente sobre sua ereção ainda coberta pela bermuda, gemia baixinho, porém mais afeminado do que pensei que poderia e simulava uma cavalgada sobre ele, que agora mordia os lábios absorto em sensações, espalhando os longos cabelos castanhos sobre o tecido branco, incentivando-me a continuar.

– Bill...”


–Bill. – Pisquei brevemente vendo minha namorada sentar ao meu lado e apoiar a cabeça em meu ombro. Tom olhou-a com desprezo e ciúmes indisfarçáveis. Desde que havia levado um fora da última garota, segundo ele ‘a mulher de sua vida’, estava amargo com a minha relação. Era cruel, mas eu gostava de provocá-lo, sabia que ele gostaria de estar no lugar dela. Gostaria de sentir meus lábios macios ou até mesmo minhas mãos em sua nuca acariciando-o. Vi Georg olhar-me diferente, uma leve compreensão passou pelo seu olhar e ele abaixou a cabeça rindo, como se houvesse entendido algo que antes desconhecia. Mirou a garota ao meu lado e sorriu mais abertamente, em algum momento pareci entender seus pensamentos, soavam algo como “Desista garotinha, ele não é hétero!”, em minha cabeça algo me contradizia, mas eu preferia ignorar esse detalhe, buscando esconder alguns fatos que minha mente insistia em fazer-me lembrar.


“Estávamos tão ofegantes e excitados que mal percebemos que a chuva lá fora havia cessado. Agora deitados um de frente para o outro, senti-o puxar meu cabelo, enlaçando os fios perto da nuca, aproximou minha cabeça e percebi que queria falar-me ao ouvido, parecia saber do efeito que isto me causava,” Fique nu pra mim...”, algo mais como uma ordem do que como um pedido. Agora sim sentia minhas bochechas em chamas. Não era inseguro em relação ao meu corpo, muito pelo contrário, sabia usar perfeitamente de meus encantos quando era conveniente, porém uma sensação estranha instalou-se em meu estômago, fazendo com que minha vergonha me dominasse por breves instantes.” Por favor.” Me pediu entre um beijo carinhoso e senti que não podia resistir. Era incrível como aquele que eu sempre havia visto como ‘Amigo do meu irmão mais velho’ ou ‘ Cara descolado e brincalhão’ havia tido sua imagem convertida em algo mais ou menos como ‘ Cara que te faz gozar com um olhar’, aquele jeito sedutor de falar, os movimentos seguros e a experiência que me fazia querer descobrir mais e mais.

Levantei-me um pouco inseguro e decidi que faria o que havia me pedido. Estava apenas de boxer, talvez não fosse tão difícil. Levei as mãos para a barra da mesma e brinquei por alguns instantes vendo suas expressões de ansiedade e tesão mesclando-se em suas feições. Toquei meu pênis de leve por cima do tecido, acariciando sua extensão, fazendo-o ficar com os lábios entreabertos como que pra respirar melhor e em um último movimento, abaixei-a lentamente, expondo o final da minha tatuagem de estrela e mostrando-lhe o que tanto queria ver.

Lambeu os lábios enquanto eu ainda esperava parado alguma reação e em um gesto sexy indicou com a mão para que eu me aproximasse e assim o fiz, deitando novamente ao seu lado e fazendo um bico de indignação ao perceber que ele ainda levava todas suas roupas no corpo. Aquilo tinha que mudar. Cogitei pedir, mas percebi que não seria preciso, ele havia levantado e começado sua parte.

Começou pela camisa. Maldição! Como ele podia ser tão gostoso? O abdômen bem definido me fazia salivar de vontade de deixar ali alguns beijos e chupões, mas me contive. Em seguida a bermuda, deixando-o completamente nu, estava sem boxer. Sorvi uma porção exagerada de ar ao percorrer com os olhos as belas coxas e o membro grande e rígido, erguido como se chamasse por mim.

Algo inexplicável acontecia dentro de meu ser. Um vontade enorme de prová-lo, tentei reprimi-la, acredite, realmente tentei. Impossível ao vê-lo caminhar de volta até onde eu estava, o pré-gozo escorrendo pelo falo, as veias sobressaltadas na pele sensível, a glande rosada, o gosto viciante! Mal percebi que o havia abocanhado. Comecei provavelmente desajeitado, mas era guiado por suas mãos grandes, seguras no topo da minha cabeça, perdidas entre meus cabelos. Deslizei vagarosamente por toda a extensão molhando-o com minha saliva e voltei sugando-o deixando que meu piercing fizesse contato durante o percurso. Vi seu corpo estremecer e sua mão tornar-se mais firme, impedindo-me de continuar. Larguei-lhe o membro e olhei para cima, um fino fio de saliva ligando-nos, sorri. Ele parecia a ponto de explodir, parecia tentar manter todo seu controle. Deitou-se voltando para o tapete.”


Já estava completamente desconfortável com aquela situação e surpreso percebi que apenas aquelas lembranças eram capazes de mexer comigo. Levantei discretamente dando uma desculpa qualquer e subi as escadas. Ao entrar no corredor percebi que estava sendo seguido. Mal tive tempo de olhar para trás e a voz rouca sussurrada bem próximo ao meu ouvido arrepiou-me por completo.

– Fugindo de mim? – Um sorrisinho no rosto e os olhos brilhantes como duas esmeraldas liquidas. – Faz muito tempo não é?

Permaneci parado e senti que minha respiração estava começando a sair irregular. Fingi estar tranqüilo e apenas me virei lentamente, os dedos arrumando o pequeno topete e uma falsa expressão calma no rosto.

– Não estou fugindo. Só quero tomar um banho. – Tentei usar a voz mais firme e masculina que possuía tendo meus planos completamente frustrados ao perceber que o som mais melodioso e delicado possível havia transpassado minha fala. Droga!

– Quer ajuda? – Ele realmente era direto. E corajoso. Se oferecer assim sabendo dos riscos que correríamos tendo Tom na mesma casa parecia não o intimidar.

Não sei o que diabos deu em mim. Eu estava me sentindo uma perfeita vadia ao observar seu corpo por inteiro e erguer uma sobrancelha, virando-me em seguida e andando insinuante em direção ao meu quarto.

Mal a porta foi trancada e pude sentir mãos fortes segurando-me, ao contrário do que minha mente ordenava deixei-o conduzir-me até o banheiro. Era isso. Perto dele meu lado hétero parecia jamais ter existido, esquecia-me de que era e dava total permissão para que fizesse o que bem entendesse de mim.

As mãos foram urgentes em livrar os corpos de cada peça de roupa. Não consegui disfarçar minha surpresa e desejo ao vê-lo completamente nu. O corpo que antes era gostoso agora estava simplesmente perfeito. O mesmo parecia passar por sua mente enquanto mordia os lábios ao observar cada detalhe de meu físico, agora completamente mudado e mil vezes mais sexy.

Tomava-me os lábios com volúpia, apertava minhas coxas com desejo, o membro completamente duro esfregando em meu abdômen.

Entramos embaixo do chuveiro e a água quente pareceu multiplicar as sensações. Relaxava-me cada músculo com o toque de suas mãos e pouco a pouco ficava mais entregue às suas vontades. Virou-me de costas e esfregou o sexo duro em meu corpo, procurando avidamente minha entrada, enquanto me apoiava na parede fazendo-me perder em um misto de tesão, ansiedade e medo. Ele fora meu primeiro e único homem, fazia tanto tempo, tinha certeza absoluta que me rasgaria ao meio se não me preparasse.

Em um pedido mudo de calma afastei um pouco meu corpo, ato que foi compreendido por ele, que completamente excitado, porém ainda cuidadoso levou os dedos à boca e me fazendo expor um pouco mais meu corpo penetrou um em meu interior. A sensação de desconforto não me era estranha, lembrava perfeitamente, porém logo foi substituída com o mover suave que fazia dentro de mim. Pouco depois outro dígito penetrou-me sendo acompanhado logo por mais um, fazendo-me morder os lábios e respirar pesadamente.

Gemi alto quando senti seus dedos serem substituídos por seu falo, penetrando-me lentamente centímetro após centímetro, preenchendo-me por completo e causando-me dor.

– Você continua tão apertadinho...


“ – Vira... – Pedia-me entre ofegos baixos. Eu, completamente absorto no prazer que seus lábios estavam me causando quase me esqueci que ainda nem havíamos chegado ao meio de tudo. Virei meu corpo lentamente, um pouco inseguro e envergonhado e senti suas mãos puxarem-me os quadris, erguendo-me e empinando meu corpo. Agora sim minhas bochechas queimavam. Completamente submisso, de quatro, as pernas abertas e uma sensação até então desconhecida apossando-se de meu corpo.

Uma mão alisou-me demoradamente, ia das costas ao traseiro, por vezes apertando-me ou arranhando. Fiquei ainda mais tenso ao sentir seu rosto aproximar-se e em um movimento lento sua língua deslizar brevemente sobre minha entrada. Arrepiei-me por completo, minha respiração tornou-se rápida e descompassada. Mais uma lambida. O músculo molhado e suave circulou brevemente o local e sem aviso um dedo foi introduzido lentamente. A sensação era estranha, de inicio completamente desconfortável. Alguns minutos e dedos a mais e eu já rebolava inconsciente, reprimindo os sons com o morder de meus lábios. Sons esses que não puderam ser mais segurados ao sentir o delicioso sexo penetrar-me lentamente, buscando passagem entre as paredes apertadas que tentavam repelir o pedaço quente e pulsante a todo custo. Senti-o parar quando esfregou de leve as bolas contra o meu corpo.

– Delícia... Você é todo apertadinho...”


Eu tentava de toda forma reprimir meus gemidos, porém não parecia estar nos seus planos ser discreto. Estocava-me cada vez mais forte, o choque dos corpos sob a água causando barulho. Sentia-me como se fizesse anos que não sentia prazer. E de fato era mais ou menos isso mesmo. Aquele prazer. Indescritível, incontrolável que me fazia gemer enlouquecidamente e que mulher nenhuma poderia me proporcionar. Esfregou seu corpo um pouco mais, agarrou-me os fios curtos de cabelo entre os dedos trazendo-me mais pra perto, enquanto uma mão subia e descia rapidamente em meu pênis molhado, apenas para sussurrar sensualmente em meu ouvido e fazer-me desmanchar em sua mão.

– Goza pra mim Billy...


“Nossos corpos se impulsionavam para frente, o suor escorria livre apesar do tempo frio. Minha visão já estava embaçada e ficava assustado comigo mesmo a cada gemido extremamente alto que irrompia pelos meus lábios. Tentava reprimi-los mas era impossível. A mão acariciando meus mamilos, as estocadas firmes e fundas atingiam um local delicioso constantemente e faziam-me gritar como uma vadia.

Retirou-se brevemente fazendo-me reclamar e trocou de posição, sentando-se e pedindo para que eu sentasse sobre ele. Mais um beijo trocado, meus lábios sendo sugados avidamente enquanto enlaçava os fios ondulados nas mãos. Cavalgava do jeito de que podia, suas mãos espalmadas nas minhas coxas ajudavam-me a subir e descer e a essa altura eu já proferia obscenidades que nunca imaginei um dia pronunciar.

Os olhos cerrados firmemente, a boca entreaberta e os fios castanhos suados chamavam minha atenção, Fitava-o de modo quase obsessivo sentindo-me excitado com cada expressão na face levemente corada. Exibiu para mim os orbes esverdeados e sacana parou de se mover, só para me provocar. Sorriu travesso e colou nossos abdomens, a boca indo de encontro à minha orelha e deixando a língua acariciar de leve o local. Tentei me mover porém tive os movimentos interrompidos.

– O que você quer Bill? – A voz rouca invadiu meus ouvidos e entendi que ele queria ouvir-me pedir. Naquela altura do campeonato eu mal me importava mais, a guarda baixa e o tesão alto fizeram-me desencaixar-me de seu corpo e voltar para a posição anterior no tapete, completamente aberto ao seu olhar, levando uma mão para acariciar minha entrada melada e com a voz mais manhosa possível pedir pelo que tanto queria e precisava.

– Vem cá... Mete fundo em mim... Me fode mais... “

Alguns beijos demorados e eu mal podia soltá-lo. Já havíamos sumido há um bom tempo e era hora de retornar para a presença dos outros. Meu corpo estava um pouco dolorido mas incrivelmente não me incomodava. Observava-o se vestir, uma expressão satisfeita no rosto.

Um último selo e um abraço antes de voltarmos ao andar de baixo. Um último ‘Adeus’ ou quem sabe ‘Até logo’ e uma frase perturbadora.

– Será que o Tom um dia vai te fazer gemer tão alto?

Deixou-me sozinho. Completamente boquiaberto. Ele sabia?

Desci as escadas ainda chocado e mesmo que o clima na sala de estar estivesse normal sentia-me como se todos soubessem do pecado cometido momentos atrás.

Passei muito tempo divagando e apenas pude notar a realidade à minha volta quando percebi que se despedia. Uma expressão de quase inocência e um abraço em meu irmão.

E sim, eu ainda amava Tom, porém Georg era o meu pecado, afinal, a primeira vez nunca se esquece, ainda mais quando o desejo de repeti-la parecia jamais cessar.


“ Sentia-me extasiado, meu sexo pingando o pré-gozo e as joelhos doloridos pela posição. Alguns movimentos a mais, minha próstata sendo acertada tantas vezes seguidas, nossos corpos tencionando-se para relaxarem em seguida. Seu líquido quente preenchendo-me deliciosamente enquanto eu provava do mais intenso orgasmo da minha vida.

Aquela foi a primeira transa da noite, porém não a última.

Dormimos abraçados quase com o amanhecer, completamente alheios ao risco de sermos pegos.

Um telefonema de Tom pela manhã e o pedido para que eu cuidasse bem da visita. Ah sim, eu cuidaria...”


‘Tomou-me naquela noite de todas as formas possíveis, fez-me gemer seu nome tão alto a ponto de sentir vergonha dos vizinhos ao sair na rua no dia seguinte. ‘



Notas finais
Sooooo... Tô bem de Biorg ou devo ficar no Kaulitzcest, ou nenhum dos dois? pakspakspk XD
Bom, próximo capítulo apenas agradecimentos... Beijos ;*